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Yasmin Brunet afirma que ainda não adotou o veganismo

Foto: Manuela Scarpa/Brazil News

Quem acompanha Yasmin Brunet nas redes sociais sabe que a atriz e modelo costuma dizer o que pensa, ajudando e divulgando causas ecologia e humanitárias. Durante um evento de moda em São Paulo, ela contou que as redes também deve ser usada para ajudar o próximo.

“Eu acho que mídia social não é só para postar foto bonita. Se você tem uma plataforma onde consegue alcançar muitas pessoas, você tem que usar isso para ajudar a causa que te toca, seja animais, ecossistema, humanos, crianças. Não importa o motivo da causa, mas somos pessoas públicas e temos obrigação de abraçar uma causa. Se todo mundo fizesse sua parte, o mundo seria muito melhor”, desabafou a filha da Luíza Brunet.

Apaixonada por animais, ela dá preferência a roupas e acessórios ecologicamente corretos. “Eu não sou radical, mas eu dou preferência. Pele de animal nunca na vida. Nisso, eu sou radical. Quero dizer, na verdade, eu não sou radical em nada na vida porque eu acho que não funciona desse jeito. Então, eu tento fazer dentro do meu limite humano porque ninguém é perfeito.”

A modelo e atriz também explicou que ainda não se tornou vegana, mas tem grandes pretensões . “Eu não sou vegana, mas admiro muito quem é. Um dia eu ainda vou chegar lá. Veganismo não é uma dieta e sim um estilo de vida. Você não tem só que deixar de comer animais e derivados e sim deixar de consumir tudo que faça teste em animais e explore animais. Isso engloba sua vida inteira, desde você não ter um carro com banco de couro, a não usar cinto, não ter um sapato ou produtos de casa.”

Fonte: Revista Quem

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Yasmin Brunet segura coelho morto em protesto pelos direitos animais

A organização internacional Animal Equality realizou uma manifestação em prol dos direitos animais na Avenida Paulista, em São Paulo. Fez parte da ação a modelo Yasmin Brunet. Na linha de frente do protesto, ela segurava um coelho morto nos braços. O pequeno animal é mais uma vítima da cruel indústria de carne: em um caminhão superlotado, ele morreu sufocado.

Yasmin Brunet esteve na linha de frente do protesto pelos direitos animais (Foto: Animal Equality Brasil)

Em celebração ao Dia Internacional dos Direitos Animais (DIDA), os ativistas foram à rua segurando cadáveres de diferentes espécies de animais vítimas da indústria que os explora para consumo humano. Durante o ato, realizado em frente ao MASP, os defensores da causa animal fizeram um minuto de silêncio, em luto pelas vidas perdidas, que somente foi interrompido para leitura da Declaração Universal dos Direitos Animais.

“Este dia é uma oportunidade para lembrar à sociedade que liberdade, justiça e dignidade são termos inclusivos, já que o sofrimento e o desejo de viver não se limitam a uma raça, sexo, posição social ou espécie específicas”, disse a coordenação da Animal Equality no Brasil à ANDA.

Nas redes sociais, Yasmin contou sobre a experiência de participar da manifestação. “Estava na linha de frente e quando me virei para ver todos me emocionei nesse minuto. Nunca pensei em ver uma manifestação para direito dos animais tão cheia, tantos corações batendo com o mesmo sentido. Foi perfeito”, escreveu.

Animais mortos, vítimas da indústria que os explora para consumo, foram expostos pelos ativistas (Foto: Animal Equality Brasil)

A modelo, que é madrinha da Animal Equality no Brasil, fez ainda um apelo pela vida dos animais. “Peço que você abra seu coração para a empatia, um sentimento humano tão lindo mas que vamos perdendo ao longo da vida. Por favor não perca essa essência de amor a todos os seres”, disse Yasmin, que concluiu o texto no Instagram pedindo: “não faça parte dessa crueldade”.

Em publicação feita no blog da organização, a Animal Equality afirmou que “o dia internacional dos direitos dos animais é uma oportunidade para lembrar à sociedade sobre a necessidade de respeito por outros animais com quem compartilhamos o planeta e que também são seres sensíveis, capazes de sentir e pensar, mas que tornam-se nossas vítimas todos os anos simplesmente por pertencerem a espécies diferentes”.

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Yasmin Brunet faz campanha contra vaquejada: 'Tortura e não cultura'

Divulgação
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Yasmin Brunet é assumidamente vegana e agora entrou na campanha contra a realização da vaquejada, tradição nordestina que perdura até hoje que teve origem em disputas de vaqueiros na caatinga.

A filha de Luiza Brunet postou no seu perfil do Instagram a sua total indignação com a lei que pode considerar a Vaquejada como Patrimônio Cultural Imaterial.

“Pessoal, está para ser aprovada, pelo presidente Michel Temer, a lei que considera Vaquejadas e Rodeios como Patrimônio Cultural Imaterial. Isso é péssimo, pois irá legalizar a crueldade que ocorre nesses eventos. Vamos na página do Michel Temer no Facebook, Instagram e Twitter, pedir que ele não sancione essa lei, que é a PLC 24/2016. Façam postagens em suas páginas marcando o presidente e usando #vetatemer #contraavaquejada. Quanto maior a nossa participação, maior a esperança do nosso presidente vetar essa lei criminosa!!! Vaquejadas e Rodeios são tortura e não cultura! Isso não me representa e não representa o meu país !!!! Divulguem! Repostem ! #VetaTemer #ContraAVaquejada“, escreveu na legenda da foto.

Pessoal, está para ser aprovada, pelo presidente Michel Temer, a lei que considera Vaquejadas e Rodeios como Patrimônio Cultural Imaterial. Isso é péssimo, pois irá legalizar a crueldade que ocorre nesses eventos. Vamos na página do Michel Temer no facebook, Instagram e Twitter, pedir que ele não sancione essa lei, que é a PLC 24/2016. Façam postagens em suas páginas marcando o presidente e usando #vetatemer #contraavaquejada. Quanto maior a nossa participação, maior a esperança do nosso presidente vetar essa lei criminosa!!! Vaquejadas e Rodeios são TORTURA e não CULTURA! Isso não me representa e não representa o meu país !!!! Divulguem! Repostem ! #VetaTemer #ContraAVaquejada

Uma foto publicada por 🌜✨Snap: Yabrunet ✨🌛 (@yasminbrunet1) em

Fonte: 180 Graus

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Yasmin Brunet: “Não existe nenhuma vontade de comer cadáver”

Yasmin Brunet: “Não existe nenhuma vontade de comer cadáver” / Foto: Ari Kaye (arquivo Site Lu Lacerda)
Yasmin Brunet: “Não existe nenhuma vontade de comer cadáver” / Foto: Ari Kaye (arquivo Site Lu Lacerda)

Em entrevista a alunos do professor e jornalista Lula Branco Martins, para uma das turmas Comunicação da PUC, Yasmin Brunet (capa da Verde Vida, revista vegetariana que circula na universidade) conta tudo sobre sua vida saudável. A modelo disse que os animais, o planeta e a sociedade, foram fundamentais para essa transformação, e só assim conseguiu parar de fumar – desde quando começou aos 13 anos – e mudou toda a sua vida.

Yasmin, que está em Nova Iorque há quase um mês, não se priva de nada, mas também não deixa de se cuidar; “Vou à academia aqui em NY e caminho muito durante o dia, porque amo andar na rua. E como o que como sempre, coisas que me dão prazer. Se estou com vontade de comer pizza, claro que vou comer, mas também amo saladas, legumes…”, disse ela. Carne? Jamais. “Não existe nenhuma vontade de comer cadáver. Não vejo o corpo morto de um animal como apetitoso – vejo como um animal que foi morto sem razão”, afirma.

Por ser adepta ao veganismo e postar tudo em suas redes sociais, Yasmin, conhecida como Sereia, é acompanhada por milhares de seguidores que a admiram e nela se inspiram. Ela compartilha desde receitas naturais de beleza, saúde… até atividade física – mas sempre recomenda que toda mudança seja sempre acompanhada por um profissional!

Fonte: Lu Lacerda

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Yasmin Brunet vira adepta da dieta vegana e fala sobre benefícios

Yasmin Brunet diz que agora leva "vida de sereia": "É um estilo de vida natural, praiano, tranquilo..." (Foto: Reprodução/Instagram)
Yasmin Brunet diz que agora leva “vida de sereia”: “É um estilo de vida natural, praiano, tranquilo…” (Foto: Reprodução/Instagram)

Adepta do vegetarianismo há seis anos, Yasmin Brunet decidiu virar vegana há 20 dias. “Não como nenhum animal e também nada de origem animal. Assisti a muitos documentários, filmes e li livros sobre isso. Já não consigo, vejo animais no meu prato como cadáveres e meu corpo seria um cemitério se comesse eles”, diz ela, que procura comer legumes, frutas e verduras orgânicos e cortou totalmente bebidas alcoólicas.

Nas redes sociais, Yasmin costuma compartilhar fotos suas e de seus pratos com hashtags como #vidadesereia e #comidadesereia”. “Sempre fui obcecada por sereias. Desde pequena, uma coisa meio inexplicável. Vida de sereia é um estilo de vida natural, praiano, tranquilo… Comida de sereia é uma alimentação natural e sem animais. Como elas são metade humana e metade peixe, acho que não comeriam seus irmãos”, comenta.

A dieta vegana de Yasmin Brunet: almoço com vegetais e quinoa; prato de macarrão feito com abobrinha e molho de tofu; sorvete feito apenas com frutas; e brownie de batata-doce
A dieta vegana de Yasmin Brunet: almoço com vegetais
e quinoa; prato de macarrão feito com abobrinha e molho
de tofu; sorvete feito apenas com frutas; e brownie de
batata-doce

A modelo também usa a web para apoiar a campanha “segunda sem carne”, para que as pessoas não comam carnes às segundas-feiras, e lamenta que a maioria ainda tenha dificuldade em se adaptar a uma dieta assim. “As pessoas estão condicionadas a comer coisas que não sabem exatamente da onde vem ou se faz bem. É raro alguém que pesquise e se interesse pelo que come. Acho muito curioso isso, porque o que você coloca para dentro do corpo reverbera em todas as áreas da sua vida, principalmente na sua saúde e no seu humor. Mudar é sempre difícil”.

Segundo Yasmin, desde que eliminou alimentos de origem animal ela tem se sentido mais disposta e percebeu mudanças na pele e nos cabelos. “Sinto mais alegria, vitalidade, energia… Não fico mais doente. Vejo o mundo diferente”, conta. “Sempre digo que tenho cabelo de vegetariana porque tem muito mais brilho, força e cresce mais rápido do que quando comia animais. Minha pele também melhorou muito. Foi a melhor decisão que tomei na vida”, diz ela, que ainda deu uma secada. “Emagreci, sim. Quando você come natural, não tem como engordar. Você perde o peso que seu corpo não precisa e desintoxica, desincha”. A top não sabe, porém, quantos quilos perdeu. “Não tenho ideia, de verdade! É muito mais por saúde, pelos animais e pela sociedade do que pelo manequim”.

A modelo lista as refeições básicas que costuma fazer: “De manhã nunca fui de comer muito. Como uma banana com manteiga de amendoim feita em casa (só amendoim sem casca e sem sal torrado e batido no processador) ou como a banana e algumas tâmaras. Almoço é quinua, feijão e legumes no forno. No jantar, uma sopa de legumes ou pizza vegana com massa de grão de bico ou couve-flor”, explica.

É Yasmin mesmo que bota a mão na massa e faz suas receitas (ao lado, confira algumas das preferidas da top). “Adoro cozinhar, desde pequena. Tive sorte porque aprendi com meu pai e minha mãe, que sempre cozinharam muitíssimo bem”. A modelo diz que é contra a máxima de que é preciso comer de três em três horas e não aprova, é claro, os suplementos proteicos.

“Tem que comer quando sente fome. A não ser que tenha um problema de saúde e tenha que comer mais vezes. Calorias também não conto nunca! Conto nutrientes. Uma lata de refrigerante tem zero caloria mas não te dá um nutriente que seja. Já um abacate tem cerca de 500 calorias mas muito valor nutricional, inclusive bastante proteína”, enfatiza. “Eu não tomo Whey Protein. Já tomei e me fazia muito mal. Tomo proteína vegetal. Amo proteína de hemp (de cânhamo, que não tem propriedades psicoativas). É deliciosa e faz tão bem!. Também não gosto de lactose, pelos animais e pelos humanos. É um sofrimento imensurável para as vacas, que ficam com mastite (inflamação das glândulas mamárias) para dar o leite de seus filhos bezerros para que os humanos tomem. E para humanos o leite não faz bem. O leite é de vaca, não é nem um pingo natural humano tomando leite de vaca. Não damos leite humano para outros animais, então não devemos tomar o deles”.

Fonte: Ego

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Yasmin Brunet critica Ludmila Dayer após atriz postar foto bebendo sangue de cobra

A ousadia de Ludmila Dayer não passou batido pelo radar de Yasmin Brunet. A atriz, que postou uma foto bebendo sangue e comendo o coração de uma cobra, foi criticada pela modelo, ativista da causa animal.

“Isso é um absurdo”, protestou a filha de Luiza Brunet no Instagram. Ludmila não gostou da crítica e respondeu rapidamente. “Minha linda, concordo com você, além de ser uma admiradora de seu trabalho com os animais. Mas que você entenda que isso é um costume daquele povo, como nós brasileiros: o de comer coração de galinha ou simplesmente comer qualquer animal que nos sirva de alimento e também é tão indefeso quanto a cobra. Eu não tenho esse costume, nem pretendo ter. Respeito cada povo e sua crença, mas quis viver essa experiência única e não me arrependo”, rebateu a ex-global.

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

Yasmin argumentou que, mesmo que comer coração de cobra seja considerado místico em uma cultura, o próximo passo poderia ser comer coração de cachorro. Logo em seguida apagou o post para evitar mais polêmicas. Ludmila não se deu por vencida e continuou a discussão. “Mas não vamos esquecer dos porcos, galinhas a vacas que também são seres. Respeito sua opinião como a de todos aqui. É tão bom um mundo feito com diferentes opiniões que nos fazem parar e nos questionar! Grande beijo pra você também.”

Fonte: Boa Informação

Nota da Redação: Comer qualquer outro animal também é um ato cruel e não pode ser utilizado como desculpa para justificar o absurdo de matar uma cobra, tomar seu sangue e comer seu coração.

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Yasmin Brunet chora em foto e faz apelo para ajudarem os animais

Modelo posicionou-se no Instagram, neste sábado (24). (Foto: Reprodução/ Instagram)
Modelo posicionou-se no Instagram, neste sábado (24). (Foto: Reprodução/ Instagram)

Chocada com os maus-tratos aos animais, Yasmin decidiu postar uma foto no Instagram, neste sábado (24), para mostrar que estava chorando diante do sofrimento dos bichinhos. Ela aproveitou para fazer um protesto contra culturas orientais que consomem carne de gatos e cachorros.

— Até quando essa injustiça com os animais? Cada vez que leio ou vejo uma coisa nova acaba meu dia. Enquanto estamos aqui, milhares de cachorros e gatos enjaulados, maltratados na China, Coreia e Vietnã esperando para morrer. São vendidos em feiras dentro de sacos de cebola e batatas. Jogados na água fervendo vivos. Tem o pelo arrancado vivos. A cada 13 segundos um cachorro morre só na Coreia. Até quando??? Cultura é uma coisa, desumanidade é outra. Quando vamos sentir o dever como ser humano de proteger o próximo? Vamos parar com o mercado de carnes de cachorros e gatos.

A modelo ainda pediu para as pessoas assinarem a petição que visa acabar com esses atos.

Fonte: R7

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