Notícias

Washington (EUA) proíbe concursos de caça de animais selvagens

Reprodução: Pixabay

O Estado de Washington, nos Estados Unidos, se tornou o sétimo a proibir concursos de caças de animais selvagens de acordo com informações do Humane Society International, dos Estados Unidos. Muito populares, estes concursos promovem a morte de animais selvagens em troca de prêmios e de dinheiro.

As competições que têm por objetivo a morte de linces, coiotes, corvos, raposas e guaxinins são agora proibidas no estado depois que a Comissão de Pesca e Vida Selvagem de Washington votou em 7 à 2 para a aprovação da regra. Mesmo que estes concursos tenham sido proibidos em outros estados, a maioria do condado ainda permite essas praticais cruéis.

Estes concursos só entre 2013 e 2018 vitimaram cerca de 1.427 coiotes. Organizações e instituições em todo os Estados Unidos trabalham anualmente para defender a vida selvagem, onde conseguiram pressionar medidas de proibição em estados como Arizona, Massachusetts, Novo México e Vermont.

Reprodução: Pixabay

Embora os participantes relatem que esses concursos fornecem serviços de controles aos animais, trata-se de um equívoco, conforme aponta Kitty Block da Humane Internacional: “Essas competições que apresentam pilhas de cadáveres de animais não são apenas cruéis e antidesportivas, mas também estão em desacordo com a ciência. Carnívoros selvagens como coiotes e raposas regulam sua própria população, e a matança em massa desses animais não evita conflitos com animais e pessoas”.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Almoços escolares veganos têm três vezes mais fibras que as refeições baseadas em carne

Foto: Stock image
Foto: Stock image

Os almoços escolares veganos fornecem três vezes mais fibras que os almoços escolares comuns, de acordo com um novo estudo publicado no periódico The Journal of Child Nutrition & Management.

O estudo piloto foi realizado depois que seis opções baseadas em vegetais foram introduzidas para aproximadamente 500 crianças de cinco a 14 anos nas escolas em Washington, DC. O grupo médico Physicians Committee for Responsible Medicine ou Comitê de Médicos para Medicina Responsável (PCRM) lançou a iniciativa nas escolas em parceria com a DC Central Kitchen, organização sem fins lucrativos.

“Muitas crianças americanas estão com falta de frutas, vegetais e fibras no corpo – o que as deixa vulneráveis a doenças cardíacas, diabetes e outros problemas de saúde graves”, disse Susan Levin, diretora de educação nutricional do PCRM. “Nosso programa piloto mostrou que servir opções à base de vegetais na hora do almoço pode ajudar as crianças a obter mais nutrientes importantes de que precisam para se manter saudáveis”.

O PCRM descobriu que as refeições veganas, que apresentam pratos contendo gergelim, tofu, chili de três feijões e churrasco de hambúrgueres vegetarianos, continham uma média de 9,5 gramas de fibra, enquanto as refeições escolares comuns em média apenas 2,8 gramas de fibra.

Além da fibra (que 9 em cada 10 crianças não consome em quantidades adequadas), o PCRM constatou que as refeições veganas continham mais ferro, cálcio e vitaminas A e C e menos gordura saturada do que as de origem animal.

Os pesquisadores também rastrearam o desperdício durante o estudo piloto e descobriram que os resíduos das entradas veganas não excederam a média nacional de resíduos alimentares, o que significa que as crianças estavam escolhendo e consumindo as refeições à base de plantas.

“O estudo mostrou que as refeições não são apenas saudáveis, mas também são populares entre os alunos”, disse Levin. “Já se foram os dias da carne misteriosa, quando as crianças não sabiam o que havia por trás da carne em seus pratos – os estudantes de Washington DC agora optam por encher as bandejas do almoço com refeições como tofu de gergelim com arroz integral, brócolis e melancia cultivados localmente”

“Espereamos que nosso programa piloto incentive as escolas de todo o país a adicionar refeições à base de vegetais que promovem a saúde em seus próprios menus. Atualmente, uma legislação está sendo considerada em Nova York e na Califórnia para promover refeições à base de vegetais nas lanchonetes das escolas”.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Imagens de baleia orca em luto pelo seu filho emocionam internautas

A baleia carregou seu bebê morto por duas semanas, preocupando especialistas sobre sua saúde.


A imagem de uma baleia orca carregando seu filhote pelo oceano é além de partir o coração. Conforme os dias passaram, novas fotos compartilhadas por agências de notícias mostram a mãe de luto ajeitando o corpo sem vida de seu filho na superfície da água. Histórias nas redes sociais foram bombardeadas de comentários de pessoas que sentiram muito pela mãe e pela dor que ela estava sentindo. Era claro que ela está sofrendo pela perda de sua criança.

A mãe, conhecida como Tahlequah ou J35, é parte de um grupo de baleias ameaçadas de extinção, que vivem ao redor da costa do estado de Washington. De acordo com The Whale Museum, faz três anos desde que um filhote nasceu neste grupo e, dos que nasceram, apenas 25% sobreviveram.

Tahlequah carregou seu filhote morto por mais de duas semanas, com outras baleias do grupo ajudando ela algumas vezes. Pesquisadores afirmam que é normal para as orcas lamentar a morte de seus próximos por alguns dias, mas esse foi o momento de luto mais longo que já observaram. A baleia estava tão focada em manter o seu filhote equilibrado na superfície, que cientistas ficaram preocupados com ela se estivesse se alimentando o suficiente para sustentar a si mesma, podendo colocar a sua própria saúde em risco.

A mãe orca eventualmente deixou seu filhote ir, e a história desapareceu das manchetes dos jornais. Mas este caso é um lembrete importante de como os animais são exatamente como os humanos, e o impacto de suas perdas demonstra a importância em proteger as baleias orcas restantes.

Uma espécie inteligente, tendo raciocínio e emoções complexas

Orcas são animais altamente inteligentes e sociais. Como os humanos, elas conseguem controlar comportamentos complexos e expressar emoções. Seus grupos são formados por sua família e uma rede de suporte entre si, convivendo juntos pela vida inteira. As baleias conseguem carregar seus filhotes por mais de um ano, amamentá-los e protegê-los. As mães formam um laço extremamente forte com seus filhos, assim como os humanos. Estes animais se comunicam usando seus próprios dialetos e dividem a comida entre si.

Estudos descobriram que as fêmeas mais velhas são vistas como líderes fortes, que compartilham sabedoria com o grupo, levando-o para as regiões ricas em comida e ajudando a cuidar dos filhotes.

​Read More
Notícias

Washington proíbe circo famoso de usar animais em suas apresentações

Foto: Pixabay

O Garden Bros. Circus é um popular circo que tem 100 anos de estrada. Na rota de sua atual turnê, estava a capital dos Estados Unidos – Washington.

A Garden Bros. anunciou que seu show incluiria elefantes, camelos cavalaos – crianças poderiam montassem em qualquer um deles.

No entanto, a DC Health negou ao grupo o ‘Exotic Animal Permit’, o que significa que seus shows programados poderiam continuar, mas apenas com artistas humanos .

O bem-estar animalfoi a razão da negativa. A PETA denunciou que trabalhadores do circo bateram na cara de um elefante com um anzol, chicotearam uma lhama e forçavam os elefantes mancos a fazerem truques e dar carona. O circo também teria negligenciado a prestação de cuidados veterinários aos animais feridos. As informações são do LiveKindly.

Vários locais nos Estados Unidos cancelaram a aprentação do circo após tomarem conhecimento sobre seus padrões de bem-estar animal, incluindo Lancaster, Califórnia, Walpole e Massachusetts.

O Centro de Convenções de Greenville, na Carolina do Sul, se comprometeu a proibir a Garden Bros. de se apresentar, assim como todos os outros circos que envolvem animais.

Foto: Stock

Proibições

A cada dia, mais e mais pessoas optam por boicotar entretenimentos que exploram e abusam de animais animal. Essa mudança está motivando muitos governos a agir.

Na última quarta-feira (27), Madri (Espanha) proibiu o uso de animais selvagens em circos. O grupo de esquerda ao qual pertence também a prefeita, Manuela Carmen, Ahora Madrid (“Madri agora”), mais os socialistas e os representantes eleitos do partido Ciudadanos votaram a favor do texto. Os conservadores do Partido do Povo votaram contra.

Las Palmas também proibiu a prática, assim como Nova York e Havaí.

“Quando não estão em performance, os elefantes são acorrentados ou confinados a pequenas jaulas e os leões e tigres são mantidos em gaiolas de transporte onde quase não dá para se mexerem”, continuou Block, acrescentando que os animais frequentemente recebem cuidados inadequados, assim como alimentação precária”, disse Kitty Block, presidente e CEO da Humane Society dos Estados Unidos (HSUS) após as decisões.

​Read More
Notícias

Leões-marinhos são baleados e decapitados em Washington, nos EUA

Cerca de 15 leões marinhos foram encontrados mortos devido a ações humanas nas margens do estado de Washington, nos Estados Unidos, nos últimos três meses.

Seis dos animais apresentavam ferimentos de bala e um que foi decapitado. Outros sete teriam morrido de trauma agudo suspeito de ter sido causado por “interações humanas” em torno do condado de Kitsap e do Puget Sound.

Acredita-se que os animais tenham sido mortos por pescadores, pois os leões-marinhos frequentemente comem os peixes que estão tentando capturar.

O grupo de bem-estar animal Seal Sitters da Marine Mammal Stranding Network diz que fez as descobertas e as mortes estão sendo investigadas pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica da Pesca (NOAA).

Mamíferos marinhos, incluindo leões marinhos, são protegidos nos Estados Unidos pelo Marine Mammal Protection Act, que proíbe assediar, capturar, matar ou tentar matar tais animais.

A violação do ato federal pode ser punida com multas de mais de US $ 28.500 (cerca de 110 mil reais) e pode levar os culpados a serem presos por um ano.

Treze leões marinhos foram encontrados mortos, incluindo seis com buracos de bala (Foto: Getty Images)

Greg Busch, diretor-assistente do Departamento de Polícia das Pescas (OLE) da NOAA, disse: “Estamos preocupados com uma série de relatos recentes de mortes de mamíferos marinhos causados ​​por tiros na área metropolitana de Seattle”.

“Todos os mamíferos marinhos são protegidos pelo Marine Mammal Protection Act e a OLE investiga todas as acusações de leões-marinhos ilegais”.

As mortes entre setembro e novembro estão seis vezes acima da média anual, mas de dezembro a fevereiro são os meses mais letais para leões-marinhos, segundo a Seal Sitters.

“As mortes por leões-marinhos aumentam na época das corridas de pesca porque os pescadores e os leões-marinhos costumam caçar a mesma comida”, eles afirmam.

Em uma publicação do blog da organização, eles afirmam que este é apenas o começo do que provavelmente será uma temporada de outono e inverno muito mortal para leões-marinhos e focas.

“Animais procurando comida para sobreviver e pescadores procurando peixes para consumo ou sustento estão em um curso de colisão anual e sem fim. Atirações não coincidentemente aumentam em correlação com corridas de peixes, o ano todo”.

“De acordo com aqueles que vivem e trabalham ao longo da orla de Elliott Bay e Duwamish, os tiros estão sendo ouvidos ainda com mais frequência este ano. Animais em busca de comida para sobreviver e pescadores procurando peixes para consumo ou meios de subsistência estão em um curso de colisão anual e sem fim”.

Entre 1998 e 2017, até 700 leões marinhos da Califórnia foram encontrados com ferimentos por arma de fogo e faca, de acordo com a National Geographic.

Um golfinho foi encontrado morto em Manhattan Beach, Califórnia, no início deste mês, segundo a NBC News.

​Read More
Notícias

Serial killer de gatos mata 12 animais Washington (EUA)

Uma dúzia de gatos foram encontrados mortos e mutilados no estado de Washington, nos Estados Unidos (EUA), desde fevereiro. Investigadores acreditam que os diversos assassinatos estejam ligados e tenham um mesmo responsável.

Na maioria dos casos, os gatos foram deixados em espaços públicos depois de mortos. Mutilações encontradas em seus corpos também são semelhantes.

Uma declaração oficial do departamento relata que os crimes ocorreram em todas as comunidades de Olympia, Lacey e Turn Water. O caso mais recente ocorreu dentro do condado de Thurston.

12 gatos foram vítimas de assassino que ainda está à solta (Foto: Pixabay)

De acordo com o Departamento de Sherriff do Condado de Thurston, os delegados de patrulha foram enviados para investigar a descoberta de um gato mutilado na comunidade. Infelizmente, mais tarde, os deputados foram despachados novamente para outra cena em que outro gato foi encontrado mutilado.

Um detetive de crimes foi designado para trabalhar em colaboração com vários pesquisadores para acharem os responsáveis.

Toda ajuda é necessária

O maior santuário de animais no noroeste do Pacífico, o Safe Haven de Pasado, está atuando para ajudar no caso. “Assegurar a aplicação da lei em casos de crueldade com animais é uma parte crítica do que fazemos”, disse à HAN Laura Henderson, diretora executiva do Safe Haven da Pasado.

“Muitas vezes, quando apresentados a um caso de crueldade contra animais, as autoridades não dispõem dos recursos necessários. O Safe Haven de Pasado ajuda a preencher as lacunas”, ela completa.

Henderson afirma que em casos recorrentes como esses assassinatos, deve-se construir um fundo de recompensa. Isso porque o interesse e exposição na mídia aumentam, bem como de outras organizações dispostas a ajudar, como a Peace 4 Animals.

Atualmente, a recompensa para este caso é de US $ 36.000,00 (quase 150 mil reais) para informações que levem à prisão e condenação do responsável. A Peace for Animals, a World Animal News, a PETA e a Humane Society dos Estados Unidos fizeram doações ao fundo de recompensa.

Crimes em série são aterrorizantes para a comunidade e agora existe uma ameaça real e ativa aos animais. E pode também ser uma ameaça potencial à vida humana, de acordo com diversos estudos que confirmaram vínculos entre aqueles que cometem crimes hediondos contra animais que cometem crimes ​​contra pessoas.

De acordo com Henderson, o FBI tem monitorado pessoas que cometem um ato violento contra um animal desde 2016. Durante esse tempo, eles determinaram que os autores são cinco vezes mais propensos a cometer violência contra outra pessoa ou pessoas.

O Thurston County Joint Animal Services, o Safe Haven de Pasado e o Washington’s Most Wanted estão solicitando ajuda do público para identificar suspeitos.

​Read More
Crueldade da pesca com redes ficou evidente após imagens gravadas por organizações em investigação. (Foto: Divulgação)
Notícias

Investigação revela crueldade da indústria pesqueira com vídeos

Uma investigação na costa da Califórnia foi realizada pelas organizações Mercy for AnimalsTurtle Island Restoration NetworkSeaLegacy e Sharkwater. O esforço conjunto foi eficiente, e descobriram que, além do peixe-espada, alvo da pesca, outros animais também sofrem com a pesca com redes de deriva.

Imagens registraram golfinhos, leões-marinhos, tubarões e vários outros animais marinhos ficarem presos nas redes. Aves marinhas também são feridas ao ficarem emaranhadas, incapazes de se libertar. Além disso, as criaturas que não morrem ficam gravemente feridas com os furos dos ganchos de pesca.

Para cada peixe-espada capturado nas redes, o que é, afinal, o intuito da cruel pesca com redes, outras sete criaturas marinhas são mortas como ‘danos colaterais’. Matt Rice, presidente da Mercy for Animals, disse, em um comunicado, que esse tipo de rede “resulta no sufocamento e tortura de bilhões de animais marinhos conscientes, todos os anos”.

Além disso, ressaltou fortemente que é necessário acabar essa prática. “É hora de abolir o uso de redes de deriva em larga escala em todas as águas dos EUA e acabar com a crueldade que eles infligem à vida marinha”.

Paul Nicklen, co-fundador da SeaLegacy, também manifestou-se em comunicado, dizendo que “se um golfinho, baleia, tartaruga, espadarte, tubarão-debulhador ou tubarão nadar para essa rede, eles vão morrer”.

“A vida selvagem do oceano e as espécies ameaçadas são continuamente prejudicadas ou mortas por essa pesca perigosa e é hora de acabar com isso”, afirmou Nicklen.

Conforme informação do Live Kindly, os estados de Oregon e Washington (EUA), a pesca com redes de deriva já está proibida, e outros países ao redor do mundo, incluindo a Rússia, também proibiram a prática.

Agora é a vez do estado da Califórnia proibir a pesca com redes.

​Read More
De olho no planeta

Estados norte-americanos se juntam a 20 países para eliminar o uso de carvão

 

Foto: Reprodução, The News Nigeria

Os estados de Oregon e Washington juntaram-se uma nova aliança global para eliminar o carvão e adotar fontes de energia mais limpas para evitar mudanças climáticas perigosas e permanecer abaixo do aumento de temperatura de 2 °C estabelecido pelo Acordo Climático de Paris há dois anos.

A Powering Past Coal Alliance possui mais de 20 países, incluindo Angola, Áustria, Bélgica, Grã-Bretanha, Canadá, Costa Rica, Dinamarca, El Salvador, Fiji, Finlândia, França, Itália, Luxemburgo, Ilhas Marshall , México, Holanda, Nova Zelândia, Niue, Portugal e Suíça, segundo a Reuters.

Os maiores usuários de carvão do mundo – China, Índia, Estados Unidos, Alemanha e Rússia – não se juntaram ao novo pacto, informou o Ecowatch.

Os membros da nova aliança adotarão ações que incluem a definição de metas para a eliminação de carvão e a proibição de novos investimentos em instalações elétricas alimentadas a carvão em suas jurisdições ou no exterior.

Os estados norte-maericanos já fizeram esforços para eliminar o carvão. Em 2016, Oregon aprovou a Lei da Eletricidade Limpa e da Transição do Carvão e, em 2014, o governador de Washington, Jay Inslee, assinou uma ordem executiva para diminuir e, eventualmente, eliminar o uso da energia elétrica produzida pelo carvão.

“Reduzir o consumo global de carvão deve ser uma prioridade vital e urgente para todos os países e estados. O carvão é a maneira mais imunda e poluente de gerar eletricidade”, declarou Claire Perry, ministra britânica da da indústria e da mudança climática.

“A Powering Past Coal Alliance informará ao mundo que o período do carvão acabou. O Reino Unido está empenhado em eliminar completamente a geração de energia a carvão até 2025 e esperamos inspirar outros a seguirem o exemplo”, acrescentou.

O plano é que aliança tenha 50 ou mais membros até as negociações climáticas do próximo ano na Polônia.

​Read More
Home [Destaque N2], Notícias

Universidade de Washington declara que não irá usar mais animais para treinamento médico

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Clearlyveg
Clearlyveg

Após anos de protestos de ativistas pelos direitos animais, a Universidade de Washington, a última escola conhecida nos EUA por usar animais vivos durante seus cursos de graduação, declarou que “parou de usar gatos para treinar novos médicos para inserir tubos de respiração”.

“Após cuidadosa consideração e um investimento significativo em seu centro de simulação, a Faculdade de Medicina da Universidade de Washington irá oferecer agora treinamento de intubação neonatal utilizando apenas bonecos e simuladores avançados”, declarou a instituição em um comunicado.

“Os avanços nos simuladores tornaram isso possível. Portanto, a universidade tomou a decisão de não mais contar usar gatos na formação de profissionais de saúde para realizar esses procedimentos de intubação”, acrescentou.

John Pippin, diretor de assuntos acadêmicos do Comitê de Médicos para uma Medicina Responsável, elogiou a decisão: “A melhor maneira de ensinar esse procedimento emergencial é utilizando métodos humanos relevantes. Aplaudo a Universidade de Washington por investir em métodos modernos.”

Em uma troca de e-mails entre Gary Silverman, o presidente do Departamento de Pediatria da universidade, e o Comitê de Médicos, Silverman revelou que eles estão à procura de tutores para os gatos, informou o portal Clearlyveg.

​Read More
Home [Destaque N2], Notícias

Lobos têm território invadido e são covardemente assassinados

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

lobos

Atiradores mataram mais quatro lobos da alcateia denominada The Profanity Peak (Pico Profano) em Washington, deixando apenas uma loba adulta e seus 4 filhotes.

O grupo tinha originalmente 11 lobos, mas, após eles atacarem bois e vacas da região, os agentes decidiram acabar com a alcateia, assassinando gradativamente seus integrantes. Essa decisão foi tomada apesar da evidência de que os ranchos haviam colocado os animais no território dos lobos.

Robert Weilgus, diretor do Large Carnivore Conservation Lab na Universidade de Washington, contou ao World Animal News que: “Não podemos permitir que a desobediência dos criadores em expor os bois e vacas ao instinto de sobrevivência dos lobos, coloque em risco a vida das espécies.”

O assassinato de toda a alcateia vai resultar no desaparecimento de 12% dos lobos selvagens no estado de Washington.

Você pode ajudar a lutar contra essa matança, faça uma doação ao Wolf Defense Fund, aqui.

Nota da Redação: Como se não bastasse a exploração animal por várias indústrias, vivemos em um mundo que condena os animais não humanos por agirem de acordo com seus instintos de sobrevivência. Ao contrário dos seres humanos, que matam por maldade e luxúria, os lobos agiram dessa forma por necessidade. Este tipo de predação é culpa do homem que interfere no equilíbrio da natureza e, tragicamente, sentencia outros animais à morte quando ocorrem incidentes como este. 

​Read More
Notícias

Centenas de peixes morrem em lago nocivo nos EUA

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Huffington Post
Foto: Huffington Post

Após centenas de peixes morrerem no lago artificial do Constitution Gardens, no Passeio Nacional em Washington, D.C., foi enviada uma carta ao diretor do Serviço de Parques Nacionais dos EUA, Jonathan B. Jarvis. A carta pedia com urgência que o lago não fosse estocado com novos peixes, ressaltando que aquela não era a primeira vez que milhares deles morriam por causa de uma onda de calor. O lago tem pouca profundidade e foi pouco planejado para conseguir manter um ambiente ecologicamente balanceado.

“Peixes são animais inteligentes e sensitivos. O lago vazio e ornamental do Constitution Gardens os priva do ecossistema complexo que eles precisam para crescer, ” disse a presidente da PETA, Ingrid Newkirk. “A PETA insiste que o Serviço de Parques Nacionais, que já admitiu que o lago é uma armadilha para os peixes, pare de estocá-lo. ”

Foto: iStock.com
Foto: iStock.com

Peixes possuem personalidades distintas, constroem relacionamentos, conversam entre sim, mostram afeição e sentem o luto pelos companheiros que morrem. Eles conseguem lembrar de interações sociais passadas e reconhecem humanos. Também possuem um sistema nervoso complexo e exibem reações acentuadas de dor, incluindo forte contração muscular, respiração acelerada e distanciamento.

Dr. Sylvia Earle, uma especialista na biologia marinha, afirma: “Eu não comeria um badejo pelo mesmo motivo que eu não comeria um cocker spaniel. Eles têm uma natureza tão boa, são tão curiosos. Sabe, os peixes são sensitivos, têm personalidade e sentem dor quando são machucados. ”

A porta-voz do serviço do parque, Carol Bradley Johnson disse ao The Washington Post que: “É difícil manter um ecossistema balanceado, já que o lago foi construído nos anos 70 e foi um projeto cheio de falhas.” O parque planeja eventualmente reconstruir o lago para torná-lo auto-sustentável.

Nota da Redação: Existe um descaso muito grande pela vida dos peixes na sociedade. Eles são vistos como objetos de decoração, são severamente negligenciados e vivem confinados em ambientes nocivos que colocam em risco sua sobrevivência. O respeito aos peixes é algo que precisa ser instituído, já que os animais são igualmente importantes e merecem proteção e cuidado independente da espécie.

​Read More
Notícias

Série de fotos mostra animais que já viveram na Casa Branca

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Quando um animal corre para nos receber ao chegarmos em casa no final de um dia tumultuado, é como se o estresse e os aborrecimentos que trazemos fossem instantaneamente varridos para longe pela sua demonstração de amor. Quanto mais desgastante foi o dia, mais doce parece ser essa recompensa.

Provavelmente poucos trabalhos são dotados de tanta carga de pressão quanto o do presidente dos Estados Unidos, e não é de se surpreender que muitos tenham uma grande equipe de assessores para ajudá-los. No entanto, conforme reportagem do Washington Post, além de humanos, muitos animais também fizeram companhia a esses comandantes sobrecarregados e seus familiares.

Os cães parecem ter sido os primeiros a fazer parte de tais famílias, mas muitos cães, gatos, pássaros, cavalos, um guaxinim e até mesmo uma vaca já tiveram igualmente os seus lugares nos cenários da Casa Branca.

O Washington Post preparou uma bela seleção de fotos que mostram momentos de carinho e afeição entre chefes de estado ou suas famílias e seus animais queridos – muitos dos quais (humanos ou não humanos) já se foram, por isso vale a pena relembrá-los.

Veja a seguir.

Nancy Reagan cumprimenta seu cão quando ela e o presidente retornam para Washington em 8 de Setembro de 1986: Foto: Dayna Smith/The Washington Post
Nancy Reagan cumprimenta seu cão quando ela e o presidente retornam para Washington em 8 de Setembro de 1986: Foto: Dayna Smith/The Washington Post
O Presidente Johnson segura o cão Yuki na janela do carro em ida ao rancho da família em Stonewall, em 30 de Setembro de 1967. Foto: AP
O Presidente Johnson segura o cão Yuki na janela do carro em ida ao rancho da família em Stonewall, em 30 de Setembro de 1967. Foto: AP
O Presidente Lyndon Johnson e família brincam com seus cães, Him e Her, no jardim da Casa Branca no dia 19 de Abril de 1964. Foto: AP Photo/Bill Allen
O Presidente Lyndon Johnson e família brincam com seus cães, Him e Her, no jardim da Casa Branca no dia 19 de Abril de 1964. Foto: AP Photo/Bill Allen
Presidente Ford e família admiram sua cachorra Liberty e filhotes, no dia 17 de Setembro de 1975. Foto: White House photo/AP
Presidente Ford e família admiram sua cachorra Liberty e filhotes, no dia 17 de Setembro de 1975. Foto: White House photo/AP

 

Herbert Hoover e seu cão. Foto: Hoover Library
Herbert Hoover e seu cão King Tut. Foto: Hoover Library
Sra Coolidge com a guaxinim Rebecca. Foto: Congress Library
Sra Coolidge com a guaxinim Rebecca. Foto: Congress Library
O Presidente Nixon caminha na praia ao lado de seu cão Pasha, em frente à casa de San Clemente no dia em que completou 58 anos, em 9 de Janeiro de 1971. Foto: AP
O Presidente Nixon caminha na praia ao lado de seu cão Pasha, em frente à casa de San Clemente no dia em que completou 58 anos, em 9 de Janeiro de 1971. Foto: AP
O cachorro Fala, tutelado pelo Presidente Franklin D. Roosevelt, junto a alguns dos brinquedos de borracha de sua "coleção", em 15 de Junho de 1942. Foto: AP/George R. Skadding
O cachorro Fala, tutelado pelo Presidente Franklin D. Roosevelt, junto a alguns dos brinquedos de borracha de sua “coleção”, em 15 de Junho de 1942. Foto: AP/George R. Skadding
Presidente George H. W. Bush segura um dos seis filhotes de sua cachorra Millie para posar para foto à imprensa, em 29 de Março de 1989. Foto: AP/Ron Edmonds
Presidente George H. W. Bush segura um dos seis filhotes de sua cachorra Millie para posar para foto à imprensa, em 29 de Março de 1989. Foto: AP/Ron Edmonds
A vaca Pauline, que foi tutelada pelo presidente Taft. Foto: Library Congress
A vaca Pauline, que foi tutelada pelo presidente Taft. Foto: Library Congress
Presidente George H. W. Bush corre com Millie durante uma tempestade enquanto caminham até o helicóptero que os levaria para Camp David, em 23 de Junho de 1989. Foto: John McDonnell/The Washington Post
Presidente George H. W. Bush corre com Millie durante uma tempestade enquanto caminham até o helicóptero que os levaria para Camp David, em 23 de Junho de 1989. Foto: John McDonnell/The Washington Post

 

George Bush e o cão Spot. Foto: Reuters
George Bush e o cão Spot. Foto: Reuters
As cachorras Índia e Miss Beazley , tuteladas pelo Presidente George W. Bush, em Outubro de 2006. Foto: AP Photo/J. Scott Applewhite
As cachorras Índia e Miss Beazley , tuteladas pelo Presidente George W. Bush, em Outubro de 2006. Foto: AP Photo/J. Scott Applewhite
Presidente Bill Clinton segura gato Socks enquanto brinca com sobrinho e o cão Buddy, em 3 de Outubro de 2000. Foto: White House
Presidente Bill Clinton segura gato Socks enquanto brinca com sobrinho e o cão Buddy, em 3 de Outubro de 2000. Foto: White House
Socks em uma das salas de estar da Casa Branca, em 19 de Março de 1994. Foto: AP Photo/Marcy Nighswander
Socks em uma das salas de estar da Casa Branca, em 19 de Março de 1994. Foto: AP Photo/Marcy Nighswander

Parece um tanto comum a convivência entre governantes dos Estados Unidos e seus animais amados e que estes nunca fizeram questão de esconder, fato que não se faz notar com chefes de estado de outros países que, ou não tutelam animais, ou a relação não é noticiada da mesma forma.

Para conhecer outras fotos de Presidentes com seus animais, visite esta página no pinterest.

 

​Read More