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Empresa aérea é condenada a pagar indenização por morte de cadela durante voo

A Justiça decidiu que houve falha na prestação do serviço da TAM Linhas Aéreas


Uma juíza do 5º Juizado Especial Cível de Brasília condenou a TAM Linhas Aéreas a indenizar o tutor de uma cadela, da raça bulldogue americano, que morreu durante um voo da empresa.

Reprodução/Pixabay/PgmJanssen/Imagem Ilustrativa

A cadela foi colocada no avião para viajar de Manaus até Brasília, em 2018. Um dia depois, o tutor foi avisado da morte. A empresa informou que o corpo do animal foi encaminhado a uma clínica para ser realizada a necrópsia. As informações são da Assessoria de Imprensa do TJ-DF.

A juíza afirmou que o homem contratou o transporte de animais vivos e que houve falha na prestação do serviço, já que a cadela foi entregue morta.

Além de estipular uma indenização por danos morais no valor de R$ 3 mil, a magistrada determinou que a empresa aérea ressarcisse o valor investido pelo homem na compra da passagem, o que resultou numa quantia de R$ 1 mil.


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De olho no planeta, Notícias

Site revela quanto gás carbônico é liberado em um voo

Shame Plane, um site criado recentemente, permite que uma pessoa descubra exatamente quanto gás carbônico um voo libera na atmosfera. A plataforma também exibe alternativas para compensar a liberação do gás. Um voo de 4 mil milhas (quase 6.500 quilômetros), por exemplo, equivale a um ano sem comer carne.

Uma foto de um hambúrguer
Foto: livekindly

A plataforma interativa foi desenvolvida pelo designer Victor Muller, baseada em dados de um estudo chamado The Climate Mitigation Gap. Os usuários do Shame Plane podem inserir os dados de seus voos para avaliar o impacto que têm sobre o meio ambiente.

As duas medidas mais eficazes para reparar os danos causados pelos voos são deixar de comer produtos de origem animal, principalmente a carne, e viver sem carro. A reciclagem, o uso de lâmpadas de LED e uma diminuição no desperdício de alimentos também são boas opções, quando aliadas a uma dieta baseada em vegetais.

A foto da asa de um avião tirada através de uma janela
Foto: livekindly

“Identificamos quatro ações que acreditamos ser eficazes na redução da emissão de gases de efeito estufa de um indivíduo”, explica o estudo The Climate Mitigation Gap. “Ter um filho a menos, viver sem carro, evitar viagens de avião e seguir uma dieta vegetariana estrita”.

Diminuir o consumo de carne ajuda a reduzir as emissões de gás carbônico, mas aderir a uma dieta completamente baseada em vegetais é de 2 a 4,7 vezes mais eficaz, segundo a pesquisa.


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ONG freta voo para evacuar 80 animais resgatados que estão na rota do furacão Dorian

Ao transportar os animais disponíveis para adoção nos abrigos, a entidade espera liberar espaço para que as ONGs possam acolher animais afetados pelas inundações e que precisem de socorro urgente


 

A Humane Society dos Estados Unidos financiou um voo de resgate de 80 animais de 3 abrigos da Flórida ao longo da costa leste | Foto: Jesus Aranguren/AP Images para The Humane Society dos Estados Unidos
A Humane Society dos Estados Unidos financiou um voo de resgate de 80 animais de 3 abrigos da Flórida ao longo da costa leste | Foto: Jesus Aranguren/AP Images para The Humane Society dos Estados Unidos

Por Eliane Arakaki

Após uma passagem devastadora pelas Bahamas, deixando pelo menos cinco mortes, o furacão Dorian está agra se movendo em direção à costa leste dos Estados Unidos, levando a ordens de evacuação obrigatórias na Flórida, Geórgia e Carolina do Sul.

Moradores já se encontram as voltas com o stress causado pelo fato de ter que pegar suas coisas e sair de casa as pressas devido a uma catástrofe relacionada ao clima, mas a situação é especialmente desafiadora para abrigos, centros de resgates e santuários de animais, que não apenas precisam cuidar dos funcionários humanos, mas também de toda a vida que eles tem sob sua responsabilidade.

Para ajudar a garantir a segurança dos animais domésticos dos centros de resgate da Flórida, a Humane Society dos Estados Unidos (HSUS) coordenou a evacuação de aproximadamente 80 animais de três diferentes abrigos de animais da Flórida no domingo.

Os animais domésticos são adotáveis, a maioria composta principalmente de gatos e cães de raças grandes da Nassau Humane Society, Jacksonville Animal Protective Services e St. Johns County Pet Center e foram colocados em um avião fretado pela HSUS.

O voo fretado de resgate partiu de Jacksonville e aterrissou em Michigan, onde os peludos evacuados foram transportados para a Michigan Humane Society. O abrigo distribuiu os animais entre seus parceiros locais para garantir que todos os passageiros do voo ficassem seguros, confortáveis e bem cuidados até encontrarem suas famílias eternas.

“Ao transportar cães e gatos que já estavam disponíveis para adoção fora da região ameaçada pelo furacão, somos capazes de aumentar a capacidade de alojamento das comunidades ameaçadas de receber animais enquanto elas se preparam para as inundações e um provável influxo previsto de animais deslocados”, disse Kate MacFall, diretora estadual sênior da Flórida para a Humane Society dos Estados Unidos, em um comunicado. “Muitos desses animais são cães grandes, com muito amor para dar, e eles serão membros fantásticos de qualquer família “.

O Centro de Vida Selvagem do Sul da Flórida, em Fort Lauderdale, também está se preparando para receber os animais deslocados pelo furacão Dorian ao transferir seus atuais moradores.

De acordo com a HSUS, a equipe do centro trabalhou até sábado e domingo para mover todos os residentes da instalação, que incluem falcões, corujas, patinhos, esquilos e gambás, para lares temporários em casas fora do caminho destrutivo de Dorian. O SWFC fechou na segunda-feira, mas planeja abrir assim que a tempestade passar e a área estiver protegida, para que possam ajudar os animais selvagens afetados pelo furacão.

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Ave mutilada é submetida a raro transplante de penas e volta a voar

Um araçari-castanho resgatado pela Polícia Ambiental após ser mutilado para que não pudesse voar foi submetido a um procedimento raro de transplante de penas em Foz do Iguaçu, no Paraná. Penas escolhidas em um banco de penas, compatíveis com a ave, foram implantadas na parte da asa que havia sido cortada, devolvendo ao membro o formato original.

Foto: Parque das Aves/Divulgação

Após o procedimento, a ave foi solta em um dos recintos do Parque das Aves. “Ele está voando bem, talvez tenha ficado pouco tempo cativo”, disse a diretora técnica do parque, Paloma Bosso. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A diretora explicou que o implante de penas é importante, inclusive, para garantir isolamento térmico ao animal. “A plumagem faz parte da anatomia da ave. É responsável não só pelo voo e coloração, mas também para o isolamento térmico. O implante ajuda a restabelecer a capacidade de voo dos animais enquanto aguardam a troca de penas, quando as implantadas serão naturalmente substituídas por novas penas inteiras”, afirmou.

De acordo com Paloma, a ave chegou clinicamente comprometida ao parque, no dia 22 de junho. Com a asa mutilada, ela não sobreviveria na natureza, pois se tornaria alvo fácil para predadores. No entanto, mesmo tendo sido submetida ao procedimento de implante, ela não poderá retornar ao habitat. Isso porque o desconhecimento sobre a origem do pássaro, que é adulto, torna a reintrodução no meio ambiente inviável.

Foto: Parque das Aves/Divulgação

A suspeita é de que o pássaro tenha sido vítima do tráfico de animais, prática cruel que o condenou a viver o resto da vida em cativeiro, privado do direito à liberdade.

“Este araçari-castanho, a partir de agora, será um novo cidadão do Parque das Aves, onde poderá interagir com outros da mesma espécie e de outras”, disse. No recinto em que o animal viverá há outros dois pássaros da espécie, quatro tucanos-toco e um tucano-do-bico-verde.

Foto: Parque das Aves/Divulgação

Antes das penas serem implantadas, a ave foi submetida a um período de isolamento e de adaptação a uma dieta adequada. Como as penas não têm terminações nervosas, o procedimento não causa dor à ave. “A técnica é bem artesanal. Usamos palitos de madeira para fixar a nova pena no centro daquela que foi cortada e colamos”, explicou.

Encontrar penas compatíveis no tamanho e formato é a maior dificuldade. “É bom que seja de ave da mesma espécie, por isso mantemos um banco de penas, formado tanto pelas penas de aves que morrem e que se tornam doadoras, como por aquelas recolhidas em viveiros ou na natureza. As aves trocam de penas de duas a quatro vezes por ano. Quando elas caem, a gente recolhe e forma um banco”, contou.


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Dia do Cooperativismo: trabalho em equipe é característica de aves, peixes e insetos

Hoje, 4 de julho, celebra-se o Dia do Cooperativismo. No mundo animal, a cooperação é uma prática bastante comum. Alguns animais, como aves, peixes e insetos têm como característica o trabalho em equipe. Juntos, eles somam esforços e obtém melhores resultados.

Foto: Pixabay

Entre os insetos que promovem ações em grupo estão as formigas e as abelhas. As primeiras são conhecidas por se organizarem de maneira exemplar para obter o resultado desejado. Unidas, as formigas formam grandes grupos e transportam objetos significativamente maiores e mais pesados do que elas. Na hora de proteger o formigueiro, elas também mostram a força que da união, além de dividirem tudo de forma igualitária.

Nas colmeias não é diferente. As abelhas dividem tarefas diariamente, por meio de estímulos visuais, auditivos, táteis e químicos. A forma como esses insetos se organizam se assemelha, inclusive, ao comportamento social humano. Isso porque as abelha dividem tarefas e responsabilidades e formam castas e gerações que trabalham em prol do bom funcionamento da colmeia.

Além dos insetos, outros seres do reino animal se organizam em grupos, como os pássaros. Ver um grupo deles voando de maneira sincronizada é bastante comum e demonstra o quão organizados e unidos eles são. Algumas espécies, como os estorninhos, chegam a desenhar uma perfeita formação no céu durante o voo. O objetivo é confundir predadores naturais ao criar a ilusão de uma só unidade. Segundo informações do portal Pensamento Verde, essas aves executam um cooperativismo exemplar, que precisa ser extremamente bem executado, já que um erro pode levar à colisão de um pássaro com outro, em alta velocidade, o que danificaria a unidade do grupo e, por consequência, a tática de proteção a predadores, e também poderia causar lesões nesses animais.

Foto: Pixabay

No entanto, não é só no momento do voo que os pássaros se unem. No caso do papa-moscas-preto, o trabalho em grupo garante a sobrevivência da espécie. Com a aproximação de um predador, o pássaro emite um guincho alto, alertando as demais aves e fazendo com que elas se unam para defender o grupo.

A união como tática de defesa contra os predadores também é usada pelos peixes. Juntos, eles formam cardumes que, com a sincronia do nado, tornam-se uma única unidade que faz com que os predadores não tenham força para atacar um peixe específico, diminuindo assim as chances desses animais serem mortos.

Foto: Pixabay

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Cão que se feriu após ficar preso em parapente é operado em MG

O cachorro que se feriu após cair do alto da Serra de Santa Helena, em Sete Lagoas (MG), após ficar preso em um parapente, foi submetido à cirurgia nesta quarta-feira (5). O acidente aconteceu no último domingo (2).

Foto: Reprodução / Teclemidia

Luck, como passou a ser chamado, acidentou-se enquanto mordia com uma mochila carregada por um homem que iniciava um voo de parapente. As informações são do portal Teclemidia.

Logo após voar preso à mochila, Luck caiu e quebrou o cotovelo esquerdo. Por essa razão, precisou ser operado.

A próxima etapa é o pós-operatório, que deve levar cerca de 15 dias. Após se recuperar da cirurgia, o cachorro será encaminhado para adoção.

Confira, abaixo, o vídeo do momento em que Luck voa preso ao parapente e se acidenta.


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Cão que se feriu após ficar preso em parapente será submetido à cirurgia

Um cachorro que se feriu após cair de um parapente, no qual ficou preso acidentalmente, será submetido à cirurgia. O caso aconteceu no último domingo (2) na Serra de Santa Helena, em Minas Gerais.

Cão fica preso a parapente e sofre fratura após queda (Foto: TV Globo)

Enquanto brincava com uma mochila em uma área de voos de parapentes, o animal ficou pendurado ao equipamento, que voou com ele preso. Instantes depois da decolagem, o cachorro caiu.

Socorrido, Luck, como passou a ser chamado, foi diagnosticado com uma fratura no cotovelo. As informações são do portal Gshow, da Globo.

O brigadista Armando contou que, após o acidente, um grupo de pessoas pediu ajuda para o cão. “A situação ocorreu no último domingo, na parte da manhã. Nós estávamos fazendo a ronda e identificamos um grupo de pessoas pedindo ajuda. A gente identificou que se tratava de um animal que caiu. Ele, numa atitude de brincadeira, prendeu na mochila de um paraquedista. Em seguida, fiz contato com a Jéssica (protetora de animais)”, disse.

A protetora já é conhecida pelos brigadistas devido ao trabalho que faz com animais abandonados e maltratados. Segundo ela, a cirurgia de Luck tem que ser feita com urgência.

“Ele quebrou o cotovelo e vai fazer uma cirurgia, que precisa ser urgente. Vai ficar uns 15 dias na clínica de repouso, porque não pode se movimentar. A gente vai aproveitar para fazer a castração, ele vai tomar todas as vacinas e vai seguir para adoção”, concluiu Jéssica.


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Filhote de Alabai morre durante voo da KLM Dutch Royal Airlines

Bear

A cada dia o número de incidentes com animais transportados por companhias aéreas cresce assustadoramente.

O mais recente e triste caso é o de um filhote de apenas cinco meses que morreu durante um voo da KLM Dutch Royal Airlines de Amsterdã para Los Angeles.

Uma família da Califórnia exige investigações depois que Bear, um pastor alabai, foi encontrado morto no compartimento de carga de um jato da empresa, no dia 19 de março.

O cão era um presente de  e estava a caminho da família Avetisian, em Pasedena, Los Angeles.

Duas crianças, Alex e Ani, estavam recebendo vídeos e fotos de ‘Bear’, que estava sendo enviado por amigos da família.

“Estávamos esperando meses para pegar o filhote e dar a ele um pouco de amor, meus filhos estavam esperando”, disse o pai, Andranik Avetisian à ABC 7 .

“Eu não sei. É muito difícil. É muito difícil para mim.”

Mas a revolta da família vem da falta de resposta por parte da companhia aérea e também por ter sido empedidos de ver o corpo do cachorro, quase uma semana após o incidente.

Evan Oshan, advogado da família, agora está buscando respostas da Polícia do Aeroporto e do promotor público.

“Queremos uma investigação criminal das circunstâncias que envolvem a morte de Bear”, afirmou Oshan.

A KLM explicou que eles haviam examinado o corpo do cachorro para garantir que não houvesse ameaça à saúde pública.

“Levamos muito a sério o bem-estar animal. O Departamento de Cargas da KLM está em contato com o tutor do cachorro e, por razões de confidencialidade do cliente, não podemos liberar mais detalhes sobre a investigação atual “, disse a companhia em um comunicado.

Outros casos

Semana passada, um husky siberiano que morreu dentro do porão de carga de um voo da Air France-KLM que saiu de Amsterdã com destino a Los Angeles.

Supostamente, o cão teria morrido por falta de oxigênio, na terça-feira (19). Um trabalhador da Air France disse ao site TMZ que o husky havia sido transportado de forma inadequada na aeronave e acabou perdendo oxigênio durante o voo sem escalas que durou 10 horas e 45 minutos.

No ano passado, um buldogue francês, chamado Kokito, morreu em um voo da United Airlines, entre Houston e Nova York, após uma comissária de bordo obrigar a tutora, Catalina Robledo, a colocá-lo no compartimento de bagagens de mão.

Em abril de 2017, um coelho gigante chamado Simon morreu enquanto viajava no porão de carga em um voo da United entre Londres e Chicago.

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Husky siberiano morre durante voo da Air France

Foto ilustrativa | Pixabay

O amor de muitos tutores por seus animais domésticos é tão grande que eles não conseguem imaginar que ficarão alguns dias sem vê-los. O problema é que muitas vezes essas viagens em família não saem como o planejado. A cada dia o número de incidentes com animais transportados por companhias aéreas cresce assustadoramente.

O caso mais recente é o de um husky siberiano que morreu dentro do porão de carga de um voo da Air France-KLM que saiu de Amsterdã com destino a Los Angeles, na última terça-feira (19).

Supostamente, o cão teria morrido por falta de oxigênio. Um trabalhador da Air France disse ao site TMZ que o husky havia sido transportado de forma inadequada na aeronave e acabou perdendo oxigênio durante o voo sem escalas que durou 10 horas e 45 minutos.

O voo 601 da Air France pousou em Los Angeles às 12h35 e quando a tutora do animal foi a um armazém no aeroporto para pegar seu cão, ela o encontrou sem vida. As informações são do Daily Mail.

Regras de transporte

A Air France permite que os passageiros transportem um cão ou um gato com menos de 8 quilos na cabine, desde que o animal tenha pelo menos 10 semanas de idade e possua todos os outros requisitos necessários.

Os viajantes que voam em classe executiva em voos intercontinentais não podem manter seus animais na cabine, independentemente do tamanho.

Todos os gatos e cães com peso acima de 8 quilos devem viajar no porão de carga, em caixas de plástico rígido ou fibra de vidro fixadas por parafusos e aprovados pela Associação Internacional de Transporte Aéreo.

De acordo com os requisitos da IATA, o animal deve ser capaz de se levantar sem tocar no topo da caixa e também deve ser capaz de se virar e deitar dentro do contêiner com folga.

Outros casos

No ano passado, um buldogue francês, chamado Kokito, morreu em um voo da United Airlines, entre Houston e Nova York, após uma comissária de bordo obrigar a tutora, Catalina Robledo, a colocá-lo no compartimento de bagagens de mão.

Em abril de 2017, um coelho gigante chamado Simon morreu enquanto viajava no porão de carga em um voo da United entre Londres e Chicago.

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Bombeiros fazem voo para procurar animais em Brumadinho (MG)

O Corpo de Bombeiros iniciou, na manhã desta segunda-feira (28), um voo de helicóptero para procurar animais atingidos pela lama ou ilhados após o rompimento de uma barragem da Vale em Brumadinho (MG).

Foto: Mauro Pimentel/AFP

Os trabalhos de busca e resgate de animais contam com a participação da médica veterinária Carla Sassi, da coordenação de campo da Comissão de Desastres do Conselho de Medicina Veterinária do Estado de Minas Gerais. As informações são do Diário de Pernambuco.

Segundo a profissional, quatro equipes estão em campo fazendo buscas pelos animais. Sassi lembrou ainda do caso da vaca que foi sacrificada. De acordo com a veterinária, a demora da Vale para autorizar o resgate do animal fez com que a vaca entrasse em sofrimento. Por essa razão e devido à dificuldade para retirar o animal da lama, optou-se pelo sacrifício. A morte foi acompanhada por médicos veterinários.

“Ela foi sacrificada da forma mais ética possível, não era o que queríamos, mas é o que podíamos fazer por ela enquanto médicas veterinárias. Antes de realizar o sacrifício, só nos restou pedir perdão a ela. Ela descansou”, disse.

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Mulher joga hamster em sanitário de aeroporto após animal ser barrado em voo nos EUA

Uma jovem Belen Aldecosea, de 21 anos, jogou seu hamster em um sanitário no aeroporto de Baltimore, nos Estados Unidos, após dizerem a ela que não poderia levar o animal no voo que embarcaria para a Flórida.

Imagem retirada de vídeo fornecido por Belen Aldecosea mostra o hamster Pebbles, que foi jogado em sanitário após ser barrado em voo nos EUA (Foto: Belen Aldecosea via AP)

Aldecosea, de Miami Beach, alega que um representante da Spirit Airlines no aeroporto foi quem sugeriu este destino para o hamster Pebbles, uma acusação que a companhia aérea nega terminantemente.

A jovem diz que afirma que ligou duas vezes para a Spirit Airlines para saber se Pebbles, que é tido como um animal de “apoio emocional”, poderia viajar com ela. Segundo Aldecosesa, a companhia aérea disse que não haveria problema. Mas, ao chegar ao aeroporto, a empresa não permitiu que ela embarcasse com o hamster.

A Spirit reconheceu que havia declarado erroneamente a Aldecosea que Pebbles poderia acompanhá-la no voo de 21 de Novembro, mas negou que alguém da companhia aérea tenha sugerido dar descarga em Pebbles. Em pânico e tendo que voltar à Flórida para resolver um problema médico, a jovem não podia alugar um carro.

“Ela estava assustada. Eu estava assustada. Foi horrível tentar colocá-la no banheiro”, afirmou Aldecosea ao jornal “Miami Herald”, que nesta semana revelou a assustadora história do animal de “apoio emocional”.

“Eu estava emocionada, chorando. Fiquei sentada lá por 10 minutos chorando na cabine”, declarou a estudante ao jornal.

As diretrizes federais permitem que passageiros com deficiência viajem com alguns tipos de animais denominados de assistência ou apoio emocional, mas as companhias aéreas podem negar o embarque de alguns animais domésticos considerados exóticos ou “incomuns”.

“Após investigarmos este incidente, podemos dizer com confiança que, em nenhum momento, nenhum de nossos agentes sugeriu que esta cliente (ou qualquer outro envolvido) tivesse que eliminar ou ferir de outra forma um animal”, disse o porta-voz da Spirit, Derek Dombrowski, em comunicado.

“É incrivelmente desanimador ouvir que essa cliente decidiu acabar com a vida de seu próprio animal doméstico. Infelizmente nosso representante de reservas deu uma informação errada à cliente de que o hamster poderia voar como um animal de apoio emocional na Spirit. Quando a cliente apareceu com o hamster no aeroporto, nossos agentes ofereceram e a cliente aceitou fazer um voo posterior, então ela teve tempo de encontrar outras acomodações para o animal”, assinalou o porta-voz.

A notícia da morte de Pebbles veio à tona pouco mais de uma semana depois de Dexter, um pavão que também é tido como um animal de apoio emocional, ter sido recusado pela United Arlines no aeroporto Newark, em Nova Jersey.

A United anunciou na semana passada que estava restringindo seu regulamento sobre esses animais. “As regras do Departamento de Transportes relativas aos animais de apoio emocional não estão funcionando como se pensava, e precisamos mudar nossa abordagem para garantir uma experiência de viagem segura e agradável para todos os nossos clientes”, declarou a companhia em um comunicado.

Fonte: G1

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Coelho gigante morre durante voo da United Airlines

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Cater News Agency

Um coelho gigante de 10 meses morreu em um voo da United Airlines que partia de Londres.

Simon, que provavelmente era um dos maiores coelhos do mundo, viajava para O’Hare, em Chicago, depois de ser comprado, como se fosse uma mercadoria, por uma celebridade.

A exploradora de animais Annette Edwards informou ao The Sun que já havia enviado coelhos para diversos países e que esta foi a primeira vez em que um animal morreu.

O coelho da raça gigante continental faleceu na seção de carga de um Boeing 767 depois de deixar Heathrow, informou o Daily Mail.

Evidentemente, essa tragédia só ocorreu graças à ganância e à falta de compaixão de Edwards ao promover a crueldade do comércio de animais.

A United alegou que estava triste com a notícia da morte de Simon.

“Ficamos tristes ao ouvir esta notícia. Estamos em contato com nossos clientes e iremos oferecer assistência, estamos analisando este assunto. A segurança e o bem-estar de todos os animais que viajam conosco é de extrema importância para a United Airlines e nossa equipe”, declarou o porta-voz da companhia, Kevin Johnston, em uma resposta por email.

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