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Conheça três problemas de saúde comuns em gatos que merecem atenção

Foto: sxc
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Os gatos são animais bastante discretos mesmo quando o assunto é a própria saúde. Mas até o gatinho mais resistente não consegue esconder certos sintomas que servem de alerta de que algo não vai bem e ele precisa de ajuda. Selecionamos os três problemas mais frequentes e que precisam ser avaliados pelo veterinário sempre.

1. Vômitos

O vômito, embora seja bastante comum, não deve ser encarado como algo normal. Ele pode aparecer por diversas causas, desde o excesso de pelo acumulado no estômago até problemas graves como corpo estranho, envenenamento, infecções, problemas renais, disfunções endócrinas, entre outros. Vômitos podem causar desequilíbrio dos eletrólitos, desidratação e fraqueza. Precisa ser corretamente investigado e tratado.

2. Doença do trato urinário inferior felina

Esse problema urinário tão frequente nos gatos pode ter inúmeras causas. Acomete machos e fêmeas, embora tenha algumas particularidades dependendo do sexo do animal. Animais em situação de estresse, com sobrepeso ou com dieta imprópria podem ser potenciais vitimas desse problema. Os sintomas podem ser desde a presença de sangue na urina, dificuldade para urinar, aumento na frequência de micção, miado de dor ao urinar, escapes de urina fora do local habitual, lamber em excesso a região do órgão genital na tentativa de aliviar o incômodo, até depressão, falta de apetite, vômitos e desidratação. Esta doença é muitas vezes uma emergência médica, principalmente em machos que podem ficar obstruídos sem conseguir urinar. Por isso a avaliação veterinária é imprescindível a qualquer sinal de doença urinária.

3. Diarreia

Assim como os vômitos, existem variadas causas para a diarreia. Esse sintoma nao deve ser menosprezado. Intoxicação alimentar, infecção intestinal, problemas renais e/ou hepáticos, verminose e viroses podem causar diarreia em seu gato. O tratamento adequado depende do diagnóstico correto.

Fonte: Época

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Seu gato parece doente? Talvez ele apenas esteja chateado

Foto: sem crédito

Segundo um novo estudo, há uma maneira de descobrir se seu o gato está chateado: ele age como se estivesse doente, por exemplo, se recusando a comer e vomitando em excesso, mesmo se estiver saudável.

Durante a observação, quando os gatos experimentaram “eventos externos” incomuns, como mudança de tutor ou de alimentação, os mais saudáveis foram tão propensos quanto os crônicos a apresentarem comportamentos de doença.

Veterinários afirmam que quando um gato não está comendo, não está usando a caixa de areia ou está vomitando, a questão pode não ser puramente saúde: como parte do diagnóstico, os profissionais devem se informar da qualidade do ambiente em que o animal vive.

O trabalho de observação contou com dois grupos – gatos saudáveis e gatos com cistite intersticial felina (CIF), uma doença crônica caracterizada por desconforto ou dor recorrente na bexiga.

Ambos os grupos apresentaram o mesmo número de comportamentos doentes em resposta a eventos não usuais, e em ambos os grupos, o risco de agir doente em rotinas interrompidas triplicou, em relação a quando tudo permaneceu igual.

O projeto ainda não tinha começado como um estudo de tendência dos gatos de exibir comportamentos doentes. A responsável por 20 gatos (com CIF e saudáveis), uma veterinária, se baseou em estudos anteriores sobre os benefícios do enriquecimento ambiental para gatos e passou meses criando um padrão de alimentação, entretenimento, e limpeza que parecesse menos estressante para todos os seus gatos.

Eventualmente, ela notou que os gatos com a doença crônica pareciam melhores: seus pêlos estavam brilhantes, seus olhos estavam claros, e nenhum gato tinha deixado de usar a caixa de areia ou vomitado por duas semanas. A conclusão é que, através do enriquecimento do ambiente, é possível reduzir os sintomas de gatos com CIF cerca de 75 ou 80%.

Depois que o ambiente estava estável para todos os gatos no ambiente enriquecido, observaram por 77 semanas, seguindo as alterações de comportamento. Durante este período, os pesquisadores fizeram várias mudanças no ambiente dos gatos, incluindo a interrupção do contato com a veterinária, uma combinação de mudanças no cronograma (remoção de alimentos e retirada de reprodução musical), um atraso de três horas no tempo de alimentação, etc.

Durante a semana de controle, na qual a rotina não foi alterada, os gatos saudáveis apresentaram uma média de 0,4 comportamentos doentes, e os gatos com CIF apresentaram 0,7 comportamentos doentes – virtualmente nenhuma diferença entre os dois.

Da mesma forma, durante as semanas que continham eventos externos incomuns, o número de comportamentos doentes aumentou para 1,9 (gatos saudáveis) e 2,0 (gatos com CIF). Globalmente, o aumento foi de 3,2 vezes no risco para comportamentos doentes em todos os gatos, quando suas rotinas são interrompidas.

Fonte: Hypescience

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Atenção para os cuidados com os cães em dias de muito calor

A temperatura elevada nesta época do ano aumenta a preocupação também com o bem-estar dos animais domésticos. Mas pequenas alterações na rotina garantem a saúde dos cães. “Diferentes do homem, os cachorros não trocam calor pela pele. Respirando é a forma principal de controlar o processo de refrigeração e manutenção do corpo deles”, afirma a médica veterinária da Tiscoski Agroshop, Lais Saccol.

O processo chamado hipertérmica ocorre quando os cães não têm condições de perder o calor. O risco aumenta para o cachorro filhote, idoso, obeso ou de focinho curto. “As raças boxer, buldogue, pug e lhasa são as com maior dificuldade em manter o equilíbrio térmico”, aponta Lais.

O primeiro sinal que o animal precisa de resfriamento é quando se mostra muito ofegante. No quadro de hipertérmica a temperatura corporal pode atingir até 42º C, provocando vômitos, coagulação intravascular disseminada, edemas pulmonares, paradas cardíacas e até mesmo chegar ao estado de coma. Já o contrário pode acontecer, de acordo com a veterinária, os tutores que quiserem deixar seus animais no ar-condicionado em temperatura gelada ou ambiente, pode deixar. “O único risco que o cão pode sofrer é se ficar mudando de temperatura, saindo e retornando ao quarto, ele tem que ficar no mesmo local para que seu organismo se acostume, porque as vezes o animal em função da mudança brusca de temperatura pode resultar em uma bronquite”, informa.

Segundo a veterinária, os cães braquicéfalos, que tem o focinho curto, como os Bulldogs, Pugs, Boxers, Shitsus, Lhasas Apso, Boston entre outros, sofrem mais com as altas temperaturas devido à anatômica dificuldade de respirar e perder calor. “Por isso não devemos nunca submeter os cães a situações de intenso calor ambiental, passear em horários muito quentes, ficar dentro de carros parados ou em viagem longas, e outras situações de estresse”, alerta. Nessa época do ano os animais devem ficar em ambiente agradável e sombreado, com água fresca disponível.

Alguns cuidados:
– Não deixe seu cão dentro do carro
– Evite passeios sob o sol forte, principalmente entre às 10 e 16 horas e em locais com gramas e asfalto que dificultam a troca de calor.
– Espalhe bebedouros pela casa
– Coloque uma piscina no quintal
– Aumente a frequência de banho e tosa
– Passe filtro solar em áreas desprotegidas

Fonte: A Tribunanet

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Fique atento aos cuidados com os cães no verão para evitar hipertermia

A estação mais quente do ano requer atenção redobrada
na hidratação e tosa dos animais

A poucos dias da chegada da estação mais quente do ano, é preciso que os tutores de cães fiquem atentos para que os animais não sofram de hipertermia. A temperatura elevada do corpo pode causar a morte do animal.

A veterinária Lara Edna Santana afirma que os cachorros trocam calor com o ambiente por meio da respiração. “Eles transpiram pelos coxins plantares (‘almofadinhas’ das patas), portanto não transpiram pela pele como nós”, disse.

A região dos coxins é pequena em relação ao corpo e, por isso, não é suficiente para manter a temperatura ideal do cão, que, segundo a veterinária, varia entre 38 e 39 graus. “Em dias muito quentes ou quando eles realizam esforços físicos, a temperatura do cachorro pode ultrapassar 40 graus”, afirmou Lara Edna Santana.

Segundo a veterinária, qualquer cão em condições de muito calor e esforço físico pode ter hipertermia. Algumas raças de focinhos mais curtos como pug, buldogue, boxer e shihtzu têm maior predisposição. A hipertermia pode provocar taquicardia, taquipneia (respiração ofegante), salivação intensa, vômitos, diarreias, tonturas, perda de consciência, convulsões, hematomas, tetanias (tremores musculares), falta de coordenação motora, mucosas hipercrômicas (muito coradas), parada cardiorespiratória e morte.

Segundo Lara Edna Santana, cães de pelo longo também sofrem mais no verão porque sentem mais calor do que os de pelo curto. A pelagem funciona como um isolante térmico e em dias quentes os animais ficam mais ofegantes e inquietos. “Os donos não precisam ter dó de tosar o cão no calor. Diferentemente do que muitos pensam, os animais ficam alegres e aliviados”, afirmou.

Muita água e tosa ajudam a contornar o problema

O despachante Marcus Palhares é tutor da bulgogue francês Madona, de 2 anos. A cadela de focinho curto nunca teve problemas de saúde, mas no calor sua respiração fica mais ofegante. “Para evitar que ela sofra, ofereço bastante água e evito passear com ela nos horários mais quentes do dia”, afirmou. Marcus é tutor também das yorshires Lili e Lilica. Apesar de não terem focinho curto, as cadelas sofrem com o calor por causa da pelagem longa. “Quando a temperatura está alta, elas ficam prostradas. E como elas brincam muito, mantenho a tosa bebê para amenizar o calor e facilitar nos cuidados com a pelagem”, disse o despachante.

Dicas para evitar a hipertermia:

– Caminhe com o cão em horários mais frescos do dia
– Mantenha água sempre limpa e fresca ao alcance do animal
– Não coloque o cão em lugares quentes, expostos ao sol e/ou sem ventilação, como o carro, por exemplo
– Evite banhos com água muito quente e secadores com altas temperaturas
– Evite colocar roupas nos cães nessa época do ano
– Manter cães de pelo longo sempre tosados no verão

Fonte: Correio de Uberlândia

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Vômitos frequentes podem ser indícios de gastrite, nos gatos

Que gatos são manhosos e muitas vezes exigentes ninguém duvida. Mas os tutores devem ficar atentos quando o bicho começa a apresentar vômitos com frequência. A intolerância a certos alimentos pode culminar em gastrite felina. Como aconteceu com o gatinho Mingau.

Foto de Mingau (Reprodução/Extra Online)
Foto de Mingau (Reprodução/Extra Online)

— Desde pequeno, ele apresenta gastrite. Vomitava muito e descobrimos que não é qualquer ração que podemos dar a ele. Só as mais equilibradas — conta a estudante Ligia Serra, dona do gato, de 4 anos.

Casos como o de Mingau são muito comuns, explica a veterinária Heloísa Junsten, da clínica Gatos e Gatos. A chamada gastrite inflamatória pode ser ocasionada por intolerância a algum elemento contido na dieta ou alguma bactéria que se aloja no estômago ou no intestino.

— É preciso fazer uma dieta hipoalergênica, com rações especiais, mas elas são mais caras — diz Heloísa.

Nesta época do ano, no entanto, com os termômetros batendo 40 graus Celsius, os gatos costumam soltar mais pelos. E aí aumentam as chances de o animal desenvolver outro tipo de gastrite, a mecânica.

— Quando se limpam diariamente, as bolas de pelo traumatizam as paredes do estômago, ocasionando irritação e vômitos — explica a veterinária.

Nesse caso, a dica é simples: usar uma pasta que tenha a função de ligar os pelos engolidos.

— O tutor passa na boca do gato, como uma pasta de dente. O gato ingere e, lá no estômago, os pelos vão se juntar e sairão sem machucar o estômago — informa.

Fonte: Extra Online

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