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Voluntárias falam sobre falta de apoio do poder público para resgatar cavalo abandonado

Cavalo está debilitado e não consegue se levantar — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

O cavalo que estava abandonado em um terreno baldio na região sul de Palmas só foi resgatado por causa do trabalho de voluntários. O animal passou o dia deitado no sol quente porque não conseguia se levantar. Órgãos municipais e estaduais foram procurados pelos moradores, mas todos afirmaram que não tinham responsabilidade de resgatar o animal.

O cavalo circulava pelo setor Sul há cerca de um mês junto com outro animal. Só que na manhã da última quarta-feira (21) amanheceu debilitado. Ele deitou em um terreno baldio e não levantou mais. Durante a tarde, os moradores até improvisaram uma cobertura e deram água para o animal.

O animal só foi resgatado graças a duas ativistas em defesa dos direitos animais. O cavalo foi levado para uma chácara onde deve receber atendimento veterinário.

“A gente tentou procurar um transporte para levar, que foi o que mais dificultou. Como a gente não tinha ajuda do poder público, que isso é uma vergonha, porque nós pessoas do bem fizemos o papel que era para o município fazer”, contou Giane Oliveira, responsável pelo projeto Arca da Vida.

Membro do Comitê Estadual de Proteção e Defesa dos Animais, Solany Moreira, afirma que o estado não tem uma política voltada para a defesa e proteção de animais de grande porte que são abandonados.

“Nós assumimos um papel social que acaba sendo do próprio estado, enquanto município ou estadual. Porque não existe essa política voltada à defesa e proteção [dos animais] ou uma rede organizada onde quem resgata o animal possa saber para onde levar, onde ele vai ser tratado e como vai ser recuperado”, afirmou.

Responsabilidade

Ao ser procurada pela TV Anhanguera, a Prefeitura de Palmas afirmou que a Guarda Metropolitana só recolhe animais silvestres ou que estejam em situações de maus-tratos. Afirmou ainda que o Centro de Controle de Zoonoses só é responsável por animais que coloquem em risco a saúde da comunidade, como cães agressivos ou com suspeita de calazar.

A Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec) também foi procurada, mas disse que a responsabilidade é do Centro de Controle de Zoonoses, pois o animal está na área urbana.

Nesta quinta-feira (20) a Comissão de Defesa dos Direitos dos Animais da Ordem dos Advogados do Brasil confirmou que a responsabilidade realmente deveria ser do município.

“Partindo do ponto que de que o animal encontrava-se na zona urbana, a responsabilidade seria da prefeitura com seus órgãos. Ao entrarmos em contato com a Adapec foi reafirmado que a agência apenas cuida de animais na zona rural”, explicou a Naylane Lopes.

Fonte: G1

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Cães recebem roupinhas para se protegerem de frio em Umuarama (PR)

Carolina Coelho e Jéssica Bergamo criaram esta ação para garantir o bem-estar dos cães que vivem nas ruas de Umuarama, no Paraná. O objetivo é confeccionar roupinhas de frio a partir de tecidos macios, doados pelas Casas Loanda, onde uma das criadoras do projeto trabalha.

Filhotes brincam enquanto vestem roupas coloridas
Cães vestindo roupas estilosas das voluntárias (Foto: Reprodução / Prefeitura de Umuarama)

Com R$ 17, elas contam que é possível comprar um metro do tecido que consegue produzir até cinco roupinhas, se os cães forem de pequeno porte.

“Nossa intenção é produzir as roupas já neste feriado, mas desejamos prosseguir com a campanha durante o inverno”, conta Carolina. Ela conta que as duas irão sair pelas ruas da cidade vestindo os cãezinhos em situação de rua e distribuindo muito amor a eles.

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Cão é assassinado com três tiros em Orleans; morte revolta voluntárias de ONG

O cão que levou um tiro no peito continua internado em uma clínica veterinária
O cão que levou um tiro no peito continua internado em uma clínica veterinária

A morte de um cão e a tentativa de outro gerou revolta e motivo para mobilização da ONG Dog Lovers em Orleans, Santa Catarina. Os crimes aconteceram na última quinta (06) e na sexta-feira (07) na comunidade de Sesmarias na casa de uma das voluntárias.

Conforme a voluntária Maria Tereza Tietböhl, o cão morto com três tiros estava sob os cuidados da ONG após ser resgatado em estado precário de saúde. “Fizemos o resgate desse cãozinho, junto com o irmãozinho dele, lá na Pindotiba. Era vítima de maus-tratos”, conta.

Floquinho, como era carinhosamente chamado, foi encontrado morto com três tiros no pátio da residência da voluntária. “Nós ficamos muito tristes. Eu sinceramente ainda estou com o coração partido. Era um amor de cachorro. Não sei porque alguém fez isso com ele”, relata.

Ainda segundo a ONG, os casos de cães baleados tem se tornado frequentes na cidade. “Há dois meses, um cão levou um tiro no olho, possivelmente desferido de uma arma de pressão. E ontem (quinta), resgatamos um que levou um tiro no peito. Ele está internado em uma clínica veterinária. O projétil está esta alojado no peito e provavelmente vai passar por uma cirurgia”, finaliza a voluntária.

A Policia Militar e Civil já foram informadas sobre os casos. As denúncias de flagrantes de maus-tratos contra animais pode ser realizadas pelo telefone 190 ou 191.

Crime
No Brasil, maltratar animais de qualquer espécie é considerado crime ambiental, segundo prevê o Art. 32 da Lei nº 9.605, de 1998, com pena de detenção de três meses a um ano e multa.

Além da violência física, são considerados maus-tratos contra os animais: o abandono em via pública; mantê-lo permanentemente acorrentado; não abrigar do sol e da chuva; mantê-lo em local pequeno, não higiênico e/ou sem ventilação adequada; não alimentar diariamente; negar assistência ao ferido; obrigar o animal a trabalho excessivo, etc.

Fonte: Criciúma News

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Voluntárias acolhem animais em situação de rua, no Rio, e fazem apelo: ‘Adotem’

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A história dos gatinhos Romeu e Julieta, dois sem raça definida com 15 dias de vida, é de partir o coração. Eles foram resgatados em situação de rua enquanto tentavam mamar, numa briga em vão: a mãe já estava morta. Por sorte, as irmãs Caroline e Marcela Assis, de 35 e 33 anos, os receberam num abrigo que mantêm em Santa Cruz, no Rio. As duas são estudantes de veterinária e, muitas vezes, tiram dinheiro do próprio bolso para manter os cerca de 240 cachorros e gatos que vivem graças ao trabalho voluntário delas e de outras dez pessoas.

“São 50 kg de ração para cachorro e 10 kg de gato por dia e precisamos muito de doações. Hoje temos mais voluntários ajudando e é muito bom, mas os gastos ainda são bastante altos. Nosso intuito é deixá-los saudáveis, que o abrigo seja apenas voluntário. Queremos que encontrem lares definitivos”, conta Marcela, que já deu um nome para o projeto: Fundação Amigas Dos Animais.

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Num terreno cedido por uma voluntária, os animais recebem banho, tosa, cuidados veterinários e alimentação e, muitas vezes, já são entregues para adoção castrados. Contatos devem ser feitos pela página do grupo no Facebook ou pelos telefones (21) 969183260 ou (21) 982070574.

“Para adotar um animal é preciso ser maior de 18 anos e levar CPF, identidade e comprovante de residência. É tudo gratuito, é claro, e muitas vezes levamos os animaizinhos até sua nova casa. É importante vermos onde eles vão morar e garantir que sejam bem tratados”, diz Marcela.

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Fonte: Extra Globo

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Voluntários capixabas abrem as portas de casa para cuidar de animais carentes em Vitória (ES)

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Para muita gente, o amor aos animais ultrapassa os limites de ser tutor ou não. Na Grande Vitória, por exemplo, um grupo de voluntários resgata cães e gatos em situação de rua que precisam de tratamento e hospedam os animais na própria casa.

É o caso de Dayane Maria Lameira, que atualmente abriga em sua casa oito cachorros e quatro felinos, todos retirados das ruas. Tanto amor pelos animais a levou a fundar a União Protetora dos Animais no Estado. A ONG não mantém uma sede, um abrigo, e por isso conta com um grupo de voluntários que acolhem eles em casa, formando uma rede de solidariedade.

“Há mais ou menos sete anos a gente faz esse trabalho voluntário: resgata animais em situação de abandono, geralmente vítimas de atropelamentos, maus-tratos ou acidentes”, contou Dayane.

Além de atenção e carinho, os animais precisam de cuidados, como consultas periódicas com veterinários e remédios. Atualmente, cinco dos animais que Dayane abriga estão em tratamento e isso tem um custo que ela não consegue arcar sozinha. É aí que entra em cena a ajuda dos amigos e da família.

O que algumas pessoas não sabem é que todo animal precisa de remédios de rotina, que não podem faltar de maneira alguma. A prevenção e a orientação de um especialista são cruciais para a boa saúde dos animais.

“A rotina começa com a vacinação e vermifugação dos filhotes, não para por aí. Os animais adultos precisam de acompanhamento para prevenir doenças futuras, como tratamentos contra vermes e exames de sangue periódicos para evitar doenças futuras, reforçou a veterinária Karine Quadros.

Fonte: Folha Vitória

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Voluntários espalham ração e água para cachorros em situação de rua em Porto Alegre (RS)

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Uma caixa de madeira, dois potes de plástico e boa vontade. Basicamente com isso é construído o Projeto Patinhas RS, iniciativa de três moradoras de Porto Alegre para fornecer um pouco de comida e água para cachorros em situação de rua.

Para manter as simplórias estações conservadas e os potes sempre abastecidos com água limpa e ração, a farmacêutica Mariana Pranke, a professora Carine de Oliveira Frank e a pet sitter Anelise Nogueira de Salles contam com a ajuda de voluntários, que mostraram interesse pela página do projeto no Facebook. Atualmente, há estações ativas nos bairros Sarandi, Vila Ipiranga, Humaitá, Partenon e Tristeza, além de uma em Viamão. Aproximadamente 10 outras estações instaladas desde janeiro sumiram ou foram vandalizadas. Mesmo assim, as meninas insistem na ideia.

“A gente não consegue salvar todos os animais que estão na rua, mas pelo menos fornecemos um pouco de alimento e água. Já nos deixa feliz”, diz Mariana.

Entre os principais cuidados exigidos dos voluntários estão a troca frequente da água e a limpeza dos potes para evitar a criação de larvas de mosquito — no verão, o projeto recebeu críticas pela possibilidade de as estações virarem criadouros do Aedes aegypti. Mariana garante que não há nenhuma estação abandonada.

Nos próximos dias, mais três estações devem surgir. Quatro, na verdade: enquanto o ZH Pelas Ruas fazia a reportagem, na tarde desta quinta-feira, a técnica em enfermagem Rosane Pinheiro de Melo, 51 anos, que caminhava pela Vila Ipiranga, se identificou com a proposta e resolveu se voluntariar. Ela já pegou com as idealizadoras a caixa padronizada e o cartaz explicativo para instalar no bairro Cristo Redentor.

“Eu já costumava levar ração e água para os cachorros que passam na frente do meu condomínio. Não conhecia o projeto, achei muito legal”, resume.

Fonte: ZH Porto Alegre

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Voluntárias fazem 'casas' de papelão para abrigar cães em situação de rua em Resende (RJ)

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Foto: Reprodução

Caixas de papelão, sacos plásticos e jornais velhos ganham uma nova utilidade nas mãos de voluntárias em Resende, no sul do Rio de Janeiro. Elas colocaram as mãos à obra para construir abrigos para cães que vivem em situação de rua. A iniciativa é para proteger os animais do frio do inverno. “É um material super fácil, com custo praticamente zero e de fácil acesso para todo mundo”, disse a voluntária Pablina Azambuja.

A ideia partiu de uma ONG que ajuda animais em situação de abandono e a mobilização começou pela internet. O grupo faz os abrigos e nas ruas percorre vários pontos em que os cães costumam ficar. Além de pequenas “casas”, elas também colocam ração e água.

O trabalho é feito sempre uma vez por semana e depende principalmente da colaboração das pessoas. Segundo elas, fazer os abrigos nem é tão difícil assim, o grande desafio é mantê-los nas ruas. “A gente põe a caixa e, na maioria das vezes, a caixa não fica nem 10 minutos. Ou a pessoa do comércio, ou estudante tira. A gente pede para a população encher os potinhos de água quando perceberem que eles estão vazios, porque no frio eles também bebem água, não é só no calor”, explicou a voluntária, Fernanda Santana.

Fonte: G1

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Protetora realiza brechó pelos animais no bairro Niterói

Dezenas de cães estarão no Brechó Pró-Cão, evento que acontece amanhã, dia 28, das 9h às 13h, na Praça Dona Mocinha, no bairro Niterói.

O brechó é promovido e capitaneado por Nadja Costa, 47 anos, que conta com o apoio das amigas Berenice e Roselaine. Juntas, elas formam um grupo de voluntárias independentes, que, além do amor pelos animais em comum, também atuam como professoras.

Nadja luta pelos direitos dos animais há sete anos. Na escola onde leciona, não é diferente. Lá, ela realiza um trabalho educativo pelo bem-estar animal junto aos alunos. Atualmente, mantém 52 cães que foram retirados do sofrimento e abandono das ruas, e hoje estão bem tratados. Para se ter uma noção de todo esse trabalho, são gastos, por mês, em média 450 quilos de ração. Só neste ano, foram quase 50 adoções documentadas com termos de responsabilidade.

“O Brechó Pró-Cão foi a alternativa que achei para pagar contas em clínicas, pets, hotéis, casas de passagem, pois não tenho abrigo próprio para esses animais”, afirma a professora.

Para o brechó, são aceitas doações de CDs, roupas, calçados e artigos de bazar em bom estado. Também são aceitas doações de ração para cães e vermífugos.”

Fonte: Zero Hora

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Sociedade Protetora denuncia maus tratos no Canil Municipal

A Sociedade Protetora dos Animais de Mogi Mirim (SPAMM) realizou uma varredura no Canil Municipal da cidade. A denúncia era relativa à morte e desaparecimento de cães. De acordo com voluntárias da Sociedade, muitos animais que estavam cadastrados para doação também desapareceram.

A denúncia foi baseada na lei 12.916 de 2008, que acaba com a matança indiscriminada de cães e gatos. A medida proíbe a morte de animais sadios, sendo apenas permitida a eutanásia em animais doentes, ou que apresentem doenças infectocontagiosas que coloquem em risco a saúde pública, verificável através de laudo técnico disponível às Entidades de Proteção Animal.

Segundo Jessé Correa Cortez, veterinário do canil, os cães mortos são levados até o local, esterilizados e cremados. De acordo com ele 86 animais deram entrada no canil este mês. Porém, a SPAMM contesta a versão do veterinário, e alerta para a desorganização do canil, que não possui cadastro de entrada e de óbitos dos animais. Ao todo foram encontrados 12 cães e 5 gatos no freezer do canil. Para a vereadora Maria Alice Mostardinha, que também estava no local, há uma necessidade de fiscalização e cadastro das clínicas quanto aos cães mortos.

Maria Fernanda Cotrim, voluntária da SPAMM, denuncia a falta de laudos de clínicas que deixam os animais mortos no canil. “Não há nenhuma documentação da procedência desses animais, eles não sabem quantos estão vivos e quantos estão mortos. Os cães entram sem laudo aqui. Podem ser cães de rinha. É necessária uma investigação”, completa.

Além disso, a SPAMM também denunciou a forma como os animais são mortos. De acordo com as voluntárias presentes no local, o sacrifício dos animais é realizada atualmente no canil por eletro choque, enquanto o procedimento adequado estabelecido por lei é a eutanásia com medicamentos apropriados. Contra argumentando, Jessé Correa mostrou os medicamentos usados no sacrifício dos animais, porém um dos frascos apresentados estava vencido desde 2007.

Fonte: A Comarca

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