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Esquilo corajoso espanta veadinho que queria roubar suas nozes

Foto: Sharon Scott/Solent News
Foto: Sharon Scott/Solent News

Este é o momento divertido em que um esquilo destemido espanta e persegue um cervo muito maior do que ele que tentava roubar suas nozes.

Apesar de ser muito menor que o oponente, o esquilo cinzento desce de uma árvore e se dirige para o cervo decidido a assustá-lo.

Um vídeo, filmado pelo proprietário de uma fazenda próxima ao local do ocorrido, em um jardim britânico, mostra o cervo tentando se aproximar de um alimentador de pássaros que continha nozes.

No entanto, o esquilo está guardando sua comida e não deixa o cervo roubá-lo.

Quando o curioso cervo se aproxima da árvore, o roedor desce rapidamente.

O cervo então se afasta enquanto o esquilo sobe novamente na árvore.

Como o animal continua a se mover em torno da árvore, o roedor percebe e se move rápido para assustar o veadinho.

Foto: Sharon Scott/Solent News
Foto: Sharon Scott/Solent News

Quando o cervo se aproxima do alimentador de pássaros novamente, o esquilo o persegue para longe da árvore e volta somente após ter certeza de que o cervo está longe o suficiente e que suas nozes estão seguras.

A filmagem do fazendeiro Sharon Scott mostra o cervo fugindo enquanto ele é perseguido pelo roedor.

Ms Scott, 64, de Aylesbury, Bucks, disse: “Eu estava na fazenda como eu normalmente faço naquela hora da manhã, olhei para fora e vi o esquilo e o cervo”.

Foto: Sharon Scott/Solent News
Foto: Sharon Scott/Solent News

O esquilo estava no alimentador de pássaros e cuidava de seus próprios negócios. O cervo continuou caminhando para tentar comer do alimentador de pássaros também.

No começo eu não acho que o esquilo parecia se importar muito com isso.

Mas depois de cerca de 15 minutos o esquilo estava ficando realmente irritado com o cervo por roubar suas nozes.

“Ele até tentou enterrar algumas nozes no jardim para escondê-las, mas o cervo ia até lá para desenterrá-las.

Foto: Sharon Scott/Solent News
Foto: Sharon Scott/Solent News

“Parecia que o cervo estava propositalmente tentando irritar o esquilo, era realmente engraçado de assistir.”
Eventualmente o esquilo ficou tão irritado que pulou da árvore e começou a perseguir o veado.

“Foi hilário ver um esquilinho pequeno perseguindo o cervo para fora do jardim, era uma situação de David contra Golias”.

“Foi fantástico assistir. Assim que o vi, soube que tinha que filmá-lo e fico feliz por ter capturado os últimos momentos de sua briga”.

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Pangolim órfão encontrado sozinho e faminto volta à natureza

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Sangha Lodge, Facebook
Foto: Sangha Lodge, Facebook

Ninguém sabe exatamente o que aconteceu com sua mãe, mas Pangi era apenas um jovem pangolim fêmea de barriga preta quando foi encontrado sozinho, desidratado e faminto.

Considerando que os pangolins estão criticamente em perigo porque são os mamíferos mais traficados do mundo, é provável que a mãe de Pangi tenha enfrentado um destino cruel. Estima-se que um pangolim é morto a cada hora na Ásia, onde há uma alta demanda por suas escalas, que são usadas pela medicina tradicional, e por sua carne, que é considerada uma iguaria.

Estes animais tímidos e noturnos, que se enroscam quando ficam assustados, muitas vezes são embalados firmemente em caixas para ser contrabandeados para os países onde são considerados mais valiosos. Calcula-se que mais de um milhão de pangolins foram assassinados apenas na última década.

Foto: Sangha Lodge, Facebook
Foto: Sangha Lodge, Facebook

Era crucial que Pangi, que foi encontrada perto do Parque Nacional Dzanga Sangha na República Centro-Africana em dezembro de 2014, sobrevivesse para seu próprio bem e pelo de sua espécie. Ela era tão minúscula que ainda precisava ser alimentada com mamadeiras várias vezes ao dia.

“Pangi teve sorte de ter sido encontrada e levada para um centro turístico local, onde recebeu cuidados especializados sob a orientação do Tikki Hywood Trust do Zimbábue, experiente no resgate de pangolins”,  escreveu a Born Free Foundation, a organização que ajudou no resgate de Pangi.

Foto: Sangha Lodge, Facebook
Foto: Sangha Lodge, Facebook

Segundo a Born Free, rapidamente ela ganhou peso e confiança e, dois anos depois, ainda gasta muito do seu tempo explorando a natureza. O pangolim é monitorado para assegurar sua proteção de caçadores.

“O destino de Pangi é incomum, mas fortuito, e talvez represente a situação enfrentada pelos pangolins do mundo: expostos a um destino cruel, mas agora possuem uma linha de vida”, disse Gabriel Fava, gerente de programas da Born Free Foundation, em um comunicado.

“Finalmente, as pessoas estão ao menos ouvindo sobre a existência desses animais largamente desconhecidos, mas excepcionalmente maravilhosos e têm sido realizadas sólidas tentativas para protegê-los”, completou.

Pangi, que mostrou força e uma forte vontade de sobreviver, percorreu um longo caminho desde que foi salva. Agora ela tem dois anos e vive livremente nas florestas que cercam Sangha Lodge, segundo o The Dodo.

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Orangotago aprisionado para ser vendido como animal doméstico volta à natureza

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Center For Orangutan Protection
Center For Orangutan Protection

Todos os anos, centenas de orangotangos ameaçados são arrancadas da natureza para serem vendidos como animais domésticos. Mas, por mais espantosa que seja essa estatística, a tragédia desta crise em curso talvez seja retratada de forma mais tocante pelos olhos tristes de uma de suas vítimas mais recentes.

Amarrado a uma árvore, aguardando um comprador, este jovem orangotango tinha perdido toda a esperança – mas felizmente, para esta fêmea, a liberdade estava a caminho.

Center For Orangutan Protection
Center For Orangutan Protection

Como todos os demais orangotangos da ilha de Bornéu, a fêmea capturada, chamada Rawit, foi forçada a procurar refúgio em aldeias depois que plantações de óleo de palma destruíram seu lar. Ela foi sequestrada e presa por moradores que tentaram usá-la como mercadoria para tentar obter algum lucro.

Antes que isso acontecesse, porém, uma equipe do Center for Orangutan Protection’s APE Crusaders and Orangutan Outreach foi alertada e interveio para salvá-la.

Center For Orangutan Protection
Center For Orangutan Protection

Rawit foi desamarrada e correu para a segurança. Embora não soubesse ainda, o momento em que seria libertada estava próximo.

Depois de duas semanas de cuidados para tratar feridas que sofreu em suas mãos e pés, os ativistas determinaram que ela estava saudável e forte o suficiente para uma segunda chance de vida na natureza.

Rawit foi então escoltada por  um barco para uma floresta protegida onde poderá permanecer com sua espécie novamente, livre das ameaças anteriores, segundo o The Dodo.

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Estado australiano volta atrás na proibição de corrida de galgos

Divulgação
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O Estado australiano de Nova Gales do Sul cedeu às pressões e voltou atrás em sua decisão de proibir as corridas de galgos em função das denúncias de uso de iscas vivas e matança de cães.

O primeiro-ministro do Estado mais populoso da Austrália, Mike Baird, havia denunciado maus-tratos generalizados dos animais e anunciado a proibição da corrida de galgos, mas acabou cedendo à pressão dos organizadores dessa disputa e apostadores.

A proibição foi motivada por uma investigação governamental que concluiu que milhares de galgos eram induzidos à morte porque não corriam o suficientemente rápido. E também indicava a crueldade no uso de iscas vivas, como porquinhos ou coelhos, que eram despedaçados.

Os organizadores das corridas propuseram toda uma série de reformas e o governo informou que criará um novo mecanismo para assegurar o bem-estar dos animais.

“Não se trata de uma volta ao status quo. As práticas bárbaras observadas devem desaparecer”, afirmou Baird.

Segundo a investigação, entre 48.891 e 68.448 cães foram mortos nos últimos 12 anos por serem pouco competitivos e a quantidade de ferimentos sofridos pelos animais fraturas de crânio ou coluna vertebral – foi sistematicamente escondida da opinião pública.

Fonte: Isto É

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Arquiteto volta dos EUA, cria abrigo e resgata 200 cães: 'pego como filhos'

Guilherme cuida dos cães com carinho e dedicação (Foto: Reprodução / Inter TV)
Guilherme cuida dos cães com carinho e dedicação (Foto: Reprodução / Inter TV)

Um arquiteto de Petrópolis, na Região Serrana do Rio, transformou um sítio no distrito de Pedro do Rio em um espaçoso abrigo, que hoje atende a 200 cães que foram abandonados ou vítimas de maus-tratos. Guilherme Agnew voltou dos Estados Unidos em 2004, pegou o primeiro cachorro na rua, que está com ele até hoje, e não parou mais de ajudar. Em 2012 fundou a Dogs Heaven, entidade filantrópica registrada e custeada, em sua maior parte, pelo o que Guilherme recebe como arquiteto.

“As doações não chegam a 15% do que eu gasto. São 200 cães, uma tonelada e meia de ração por mês, funcionários, veterinários… tenho tudo legalizado e não tenho nenhuma ajuda de governo. Infelizmente nosso espaço não comporta mais cães, mas precisamos de doações para manter os que já chegaram aqui”, esclareceu Guilherme, lembrando que no Facebook as pessoas podem buscar informações sobre o abrigo e oferecer ajuda.

Ao ver Guilherme, os cães logo abanam o rabinho, demostrando felicidade e bastante energia. No sítio, eles recebem amor, alimentação e cuidados especiais. São castrados, vermifugados e vacinados. Cada animal divide espaço com mais três e, na maior parte do tempo, ficam soltos e podem até usar uma piscina só para eles.

No abrigo em petrópolis, animais ficam livres no sítio e podem brincar (Foto: Reprodução / Inter TV)
No abrigo em petrópolis, animais ficam livres no
sítio e podem brincar (Foto: Reprodução / Inter TV)

“Os cães são organizados geralmente um macho e duas ou três fêmeas em cada baia, para não haver brigas. E são soltos com revezamento pra poder correr, se divertir, ir pro lago”, disse Guilherme. Ao ver Guilherme, os cães logo abanam o rabinho, demostrando felicidade e bastante energia. No sítio, eles recebem amor, alimentação e cuidados especiais. São castrados, vermifugados e vacinados. Cada animal divide espaço com mais três e, na maior parte do tempo, ficam soltos e podem até usar uma piscina só para eles.

A realidade é bem diferente de outros casos encontrados também na Região Serrana do Rio e mostrados pela reportagem da Inter TV.
“O problema é que as pessoas pegam os cachorros como cachorros. Eu não tive filhos, então, eu pego como filhos. Aqui na cidade, a gente tropeça nos animais pelas ruas”, lamenta Guilherme.

Os animais só são doados pela entidade após verificação das condições do novo tutor, o que é monitorado pelo grupo. Caso o animal esteja em situação imprópria, o tutor é obrigado a devolvê-lo ao abrigo, conforme assinado no termo de responsabilidade.

Maus-tratos e abandono
Na terça-feira (1º) 50 cachorros foram resgatados em condições precárias em uma casa no bairro Quarteirão Brasileiro, em Petrópolis. No mesmo dia, dois animais também foram encontrados mortos no local.

Em Teresópolis foram encontrados, no fim do mês de outubro, 64 cachorros na casa de uma idosa de 70 anos, no bairro Posse, junto a ossadas de animais. Eles estavam em péssimas condições de higiene e subnutridos, segundo informações da Polícia Civil. Todos foram levados para lares temporários.

De acordo com a Coordenadoria de Bem Estar Animal, a denúncia do caso flagrado em Petrópolis na terça-feira (1º) foi feita pelos próprios parentes. A proprietária do imóvel tem 71 anos e foi internada em um hospital da cidade. A fiscalização aponta para um distúrbio psicológico grave: o acúmulo de animais.

A coordenadora Rosana Portugal afirmou que manter animais em condições inadequadas é crime ambiental. O responsável pela guarda pode responder por maus-tratos, mas, em caso de acumuladores é diferente.

Cada cachorro divide espaço com mais três (Foto: Reprodução / Inter TV)
Cada cachorro divide espaço com mais três
(Foto: Reprodução / Inter TV)

“A linha entre a proteção de animais e a acumulação de animais é muito tênue. Então, as vezes, a pessoa ultrapassa as condições de manter os animais, a nível de higiene e de espaço. Com isso, ela entra num processo patológico que é o caso dessa senhora”, revelou Rosana.

Dos 50 cães encontrados na casa da idosa em Petrópolis, apenas quatro foram recolhidos por duas pessoas. O restante continua no mesmo local aguardando por adoção, já que o município não tem abrigo público para manter animais encontrados em situação de maus-tratos ou abandono.

“Tem uma pessoa na casa responsável por limpar o local e alimentar esses cachorros. O espaço é pequeno para eles e vamos retirá-los gradativamente. Nós não somos a favor de canil municipal porque isso não dá certo. Não teria condições de abrigar tantos cachorros soltos nas ruas”, afirmou Rosana.

Fonte: G1

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Após décadas extinto, leopardo-persa volta para a natureza no Cáucaso russo

Two-and-a-half-month-old Persian leopard cub Chui, left, and her nine-year-old mother Cezi, seen in their enclosure, in Budapest Zoo, Hungary, Wednesday, Dec. 17, 2008. (AP Photo/MTI, Attila Kovacs)
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O leopardo-persa voltou a habitar o Cáucaso russo várias décadas depois de sua completa extinção nessa região montanhosa com a introdução de três exemplares desse felino no Parque Nacional de Sochi.

Victoria, Akhun e Killi, que nasceram em cativeiro no Centro de Criação e Reintrodução do Leopardo do parque, já aproveitam a vida selvagem, embora sejam controlados o tempo todo por satélite através de coleiras eletrônicas. Os tratadores os levaram nesta manhã em caixas de madeira até o novo lar, primeiro de helicóptero e depois em caminhões, ante de os felinos se embrenharem na mata.

O governo russo e os especialistas do WWF iniciaram em 2005 um programa de repovoamento que foi apoiado pessoalmente pelo presidente russo, Vladimir Putin, um conhecido amante dos animais.

“Chegamos a um momento muito importante do programa: a libertação dos primeiros animais, mas isto é só o começo”, disse o diretor do WWF na Rússia, Igor Chestin.

Segundo ele, para estabilizar a população de leopardos no Cáucaso será necessário soltar pelo menos outros 25 animais. No centro, que recebeu primeiro dois leopardos do Irã e depois dois do Turcomenistão, nasceram 14 filhotes, que recebem treinamento especial para sobreviver na floresta. Durante a última década, as autoridades prepararam a região para que o leopardo se sentisse confortável em seu novo habitat ao repovoar a região com mais presas e tomar medidas contra a caça ilegal.

“Proteger e manter esta paisagem é fundamental para o sucesso do programa de reintrodução do leopardo-persa”, acrescentou Chestin.

Por isso, o WWF adverte contra os planos de construir hotéis e pistas de esqui em áreas de reserva ambiental. Segundo os dados do grupo, no mundo há 1.000 exemplares de leopardo-persa, espécie que desapareceu da Rússia, Turquia e Geórgia por conta da caça feita devido ao grande valor comercial de sua pele.

Fonte: Notícias Terra

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Cachorro desaparecido há dez anos é levado de volta à tutora, nos Estados Unidos

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Após dez anos desaparecido, um cachorro foi levado de volta à sua tutora no estado do Alabama, nos Estados Unidos. A americana já tinha perdido as esperanças de ter o animal de volta depois que ele desapareceu quando tinha apenas um ano. Hoje, o cachorro chamado Charlie está com problemas de saúde e sua dona original quer cuidar dele até o fim da sua vida.

Em 2006, Tracy Dove suspeitou que alguém tivesse roubado o então filhote na cidade de Cullman. No entanto, recentemente a socorrista de animais Renee Jones recebeu uma ligação sobre um cachorro em situação de abandono na porta de uma igreja no Sul do Alabama.

O animal tinha um microchip implantado e foi isso que permitiu a Renee encontrar Tracy para devolver o cachorro.

Ninguém sabe exatamente o que aconteceu com Charlie na última década. Agora, ele tem um focinho acinzentado e um tumor cancerígeno no peito. Tracy diz que voltará a cuidar do animal para fazer o resto de sua vida o mais confortável possível.

Fonte: O Globo

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Cachorro anda quase 400 quilômetros em jornada de volta para casa

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/WaleNewsService
Reprodução/WaleNewsService

Lar é onde o coração está, e este cão é a prova disso. O agricultor Alan James, da aldeia de Penrhyncoch, deixou Pero em outra fazenda a cerca de 380 quilômetros de distância para pastorear ovelhas.

Porém, o cão apareceu novamente em sua porta e provocou espanto em James, de 54 anos. Shan, sua esposa, suspeita que o cão estava com saudades de casa, já que ficou em êxtase ao ver o fazendeiro novamente, informa o Huffington Post.

“Ele pulava em cima de Alan e corria em círculos. Como ele apareceu na nossa porta ainda é um mistério.”

O agricultor explicou que Pero, um dos quinze cães que vivem em sua fazenda, era ideal para auxiliar outro fazendeiro de Cockermouth, na Inglaterra.

“Nós cuidamos de muitos cães e um agricultor em Cockermouth estava à procura de um cachorro que pudesse vigiar as ovelhas”.

No entanto, Pero, que tem sido comparado à cadela Lassie, simplesmente fugiu. Como o cão tem um microchip, era esperado que alguém contatasse os tutores, mas 12 dias depois ele surgiu na frente de James e Shan.

Pero não parecia desnutrido quando voltou ao seu amado lar, por isso o casal acredita que as pessoas devem tê-lo alimentado ao longo de sua jornada.

“É uma aventura surpreendente e estamos muito felizes em tê-lo em casa conosco”, declarou Shan em um comunicado.

Nota da Redação: Apesar da jornada de Pero ser comovente, é preciso considerar os riscos que o cão correu e a irresponsabilidade dos tutores de “emprestá-lo” como se fosse uma propriedade, expondo o animal ao sofrimento pela distância. Além disso, a tutela de um cão deve ser motivada por amor e comprometimento, não pelo utilitarismo. 

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Veado-catingueiro que estava em recuperação em Jundiaí (SP) volta para a natureza

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O veado-catingueiro que foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros depois de ficar preso na cerca de uma empresa que fica na via Anhanguera, em Jundiaí (SP), foi solto em seu habitat. O animal demorou pouco mais de um minuto para sair da caixa e voltar para a mata. A soltura foi na terça (5) e o vídeo foi divulgado nesta sexta-feira (8).

O animal havia sido levado para se recuperar na associação Mata Ciliar no domingo (3). Por causa do estresse que passou, a situação do animal era bastante crítica. Ele teve ferimentos nos membros e pelo corpo, mas nenhuma fratura, após ficar preso entre um pilar de concreto e uma barra de ferro.

Segundo a coordenadora de fauna da ONG, Cristina Harumi Adania, o animal é um macho adulto. Ele recebeu atendimento veterinário, mas ainda corria risco de morte. Quando chegou na ONG, o veado-catingueiro foi isolado em local confortável e fechado para que ele se sinta seguro.

Nesta terça-feira, a ONG fez a soltura do animal. “Apesar da ferida, que ainda estava cicatrizando, ele [veado-catingueiro] foi solto porque o cativeiro poderia levar ao quadro que chamamos de miopatia de resgate, levando o animal ao choque”, explica Cristina.
Veja o vídeo clicando aqui.

Fonte: G1

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Como animais perdidos encontram o caminho de volta para casa?

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Dias atrás, conversando com minha mãe que mora no interior do Paraná, fiquei sabendo que minha tia havia, enfim, achado um novo tutor para um de seus gatos. O bichano iria ser criado por meu avô, que mora a vários quarteirões de distância. Quando fui visitá-lo, quis saber onde estava o gato e tive uma surpresa: ele voltou sozinho para a casa da minha tia no dia seguinte à chegada ao novo lar.

Mas como isso é possível, sendo que ele nunca havia ido muito longe? Na internet, podemos encontrar diversos relatos de animais que foram perdidos e mesmo assim encontraram um jeito de voltar para casa.

Um caso bastante impressionante aconteceu em 2013: uma gatinha chamada Holly percorreu mais de 320 km até reencontrar seus tutores, depois de ter sido extraviada em uma viagem pelo EUA. O sumiço durou dois meses, e Holly teve sua identidade “confirmada” por conta de um microchip que estava implantado em seu pescoço.

Faro e campos magnéticos

A ideia de animais perdidos voltando para casa já virou até filme: quem não se lembra de “A Incrível Jornada”? Um gato e dois cachorros precisam trabalhar em equipe para reencontrar seus tutores. É um clássico da Sessão da Tarde!

De acordo com os pesquisadores, dois mecanismos diferentes entram em ação nesses casos. Os cachorros utilizam principalmente o olfato para retornar para casa. E não pense que apenas o seu cheiro irá atraí-lo: ele pode reconhecer até mesmo objetos que estão nas redondezas de onde ele faz o seu passeio, como árvores ou latas de lixos.

Já no caso dos felinos, a principal teoria é que a viagem é feita através dos campos magnéticos – algo parecido com o que fazem as aves migratórias. Quando se veem perdidos, eles ativam uma espécie de bússola interna e encontram um jeito de retornar.

Alerta!

Os veterinários alertam, porém, que não se deve apostar na sorte: para cada animal que encontra seu caminho de volta para casa, inúmeros permanecem perdidos ou morrem na viagem. Então, cuide bem de seu animal para ele nunca se perder, combinado?

Fonte: Boa Informação

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Cão volta para casa depois de 8 meses graças a microchip

Por Natalia Cesana  (da Redação)

Foto: Reprodução/Ragusa News

Pongo é talvez o único cão da Sicília, na Itália, cuja tutoria é compartilhada. A situação particular é resultado de uma história incrível da qual este animal é protagonista.

Em janeiro, o vira-lata de dois anos, em uma das suas saídas cotidianas, se perdeu e não foi mais capaz de voltar para casa.

O pobre animal, por dias e dias, vagou pelas estradas e campos de Vittoria. Com o olhar perdido no vazio, mal nutrido e cansado, um dia Paola o encontrou em frente ao portão da própria casa. Ela não hesitou em acolhê-lo.

Pongo então encontrou uma nova e afetuosa tutora. Nesse intervalo, a primeira tutora, Maria Giovanna, não parou de procurar seu querido cachorro. Suas tentativas, porém, foram inúteis, apesar de o cão ser microchipado.

Foi, entretanto, o microchip que possibilitou Maria Giovanna a reabraçar Pongo. “Um dia, durante os controles regulares contra animais abandonados que a Enpa (Entidades Nacionais de Proteção dos Animais) faz em parceria com a Prefeitura de Vittoria, batemos na porta da senhora Paola e descobrimos que o cachorro tinha um microchip, mas que o tutor era outro”, explica Antonio Tringali, presidente da Enpa – Ragusa.

A Enpa avisou a tutora original. O encontro entre Pongo e as duas mulheres foi emocionante, mas Maria Giovanna, vendo a profunda relação surgida entre Paola e o cachorro, decidiu deixar Pongo sob os cuidados da outra mulher.

Uma prova de confiança, fruto de um grande amor.

As informações são do jornal italiano Ragusa News.

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Após mais de 3 meses, alemães desistem de capturar vaca que fugiu

'Yvonne' fugiu no dia 24 de maio. (Foto: Josef Enzinger/AFP)

A vaca chamada “Yvonne” escapou no dia 24 de maio e foi colocada numa “lista dos mais procurados” após se chocar com a dianteira de um carro de polícia.

As autoridades de Mühldorf concluíram que “Yvonne” era um “risco à segurança” depois da trombada com o carro de polícia e os caçadores receberam permissão de matá-la.

Depois disso, “Yvonne” conseguiu escapar de todos e suas fugas espertas se tornaram um sucesso da TV alemã.

O jornal alemão “Bild” chegou a oferecer uma recompensa de 10 mil euros (R$ 23 mil) pela captura de “Yvonne”.

A vaca se escondeu em uma floresta na região da Baviera. Como o animal não constitui mais uma ameaça ao tráfego rodoviário, as autoridades decidiram deixá-la livre.

Fonte: G1

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