Notícias

Porshe lança modelo de carro elétrico com interior de couro vegano

Novo Porsche elétrico pode ser encomendado com um interior de couro vegano | Foto: Livekindly
Novo Porsche elétrico pode ser encomendado com um interior de couro vegano | Foto: Livekindly

O novo carro elétrico da Porsche, o Taycan, tem opção de interior em couro vegano.

A fabricante de automóveis alemã anunciou que seu próximo modelo Taycan terá duas opções: o curtido Club Leather e uma versão vegana com microfibra Race-Tex, um tecido parcialmente feito de fibras recicladas de poliéster.

O couro sem crueldade gera 80% menos CO2 para ser produzido do que seu equivalente de origem animal, de acordo com a Porsche.

O piso do Taycan contará com fibra reciclada Econyl, que é feita a partir de redes de pesca recicladas. Um número crescente de empresas está tomando medidas para reduzir itens plásticos de uso único, como canudos e sacolas plásticas, no entanto, quase metade dos resíduos plásticos encontrados no mar são redes de pesca abandonadas.

Carros veganos chegam ao mercado

O novo carro elétrico livre de couro animal da Porsche mostra que a empresa automobilística vem se preparando para competir com a Tesla, que trabalha há anos para oferecer opções veganas aos compradores de carros.

A Tesla introduziu uma opção de assentos de couro vegano no mercado em 2015 e, no ano seguinte, a empresa removeu completamente os assentos de couro de seus carros. O fabricante de carros elétricos ainda usa couro de origem animal para seus volantes, no entanto, foi divulgado em junho que os carros elétricos Modelo Y e Modelo 3 serão totalmente veganos até 2020.

O novo carro Taycan que tem uma opção de interior de couro vegano | Foto: Porsche
O novo modelo, Taycan, que tem uma opção de interior de couro vegano | Foto: Porsche

A Tesla e a Porsche não são as únicas empresas que avançaram no mercado de carros livres de couro. O próximo carro elétrico de cinco portas da Volvo, o Polestar 2, terá um interior totalmente vegano, e a Nissan revelou um novo design em potencial para um carro elétrico que vem completo já com couro vegano de fábrica.

O próximo modelo Subaru 2020 Outback estará disponível com assentos veganos impermeabilizados que são ainda mais fortes do que couro, e a fabricante de carros de luxo Bentley introduziu recentemente um conceito de carro elétrico que apresenta materiais sustentáveis como o couro vegano. O couro sem animais é fabricado na Itália a partir de restos de uvas de fabricantes de vinho.

O novo carro elétrico da Volkswagen, o ID. Roomzz, inclui assentos vegan feitos a partir de resíduos de suco de maçã.

Elon Musk, CEO da Tesla, não vê essas empresas como concorrentes. Em vez disso, ele permanece focado na missão maior em jogo: criar veículos ecológicos para as massas. Em um Tweet de 2014, Musk disse: “Nossa verdadeira concorrência não é o pequeno fluxo de carros elétricos que são da Tesla sendo produzidos, mas sim a enorme inundação de carros a gasolina saindo das fábricas do mundo todos os dias.”

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Volkswagen considera adotar uso generalizado de couro vegano de maçã em seus veículos

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Na maior feira de automóveis da China, a Shanghai Auto, a Volkswagen apresentou recentemente seu novo modelo que une mobilidade e sustentabilidade: ID.ROOMZZ, com capas de assento de couro vegano. Como um modelo estilo SUV de emissão zero na classe dos veículos de cinco metros, o carro pretende ser um modelo versátil, adequado às necessidades familiares e empresariais. A versão em série será lançada na China em 2021.

As capas dos assentos foram feitas usando o AppleSkin (couro de maçã). Este é um material cuja produção utiliza, entre outras coisas, polpa de maçã – um resíduo da produção de suco de maçã. Isso economiza o equivalente a 50% da pele de uma vaca por cada assento.

De acordo com a empresa, o objetivo é usar este ou um material similar mais extensivamente e de forma mais abrangente nos veículos da marca. As possibilidades para isso seja feito estão sendo investigadas, já que o material tem que suportar uma ampla variedade de fatores externos, como abrasão, luz, calor, frio e muito mais.

Em geral, os desenvolvedores e designers do grupo automotivo também estão à procura de materiais inovadores. Recursos sustentáveis estão cada vez mais na vanguarda dos lançamentos. Além disso, há planos para oferecer versões veganas de mais modelos.

O designer francês Philippe Starck anunciou recentemente que projetou uma coleção de móveis com estofamento em pele de maçã em colaboração com a empresa italiana Frumat, e bolsas luxuosas de uma grife de Berlim também foram produzidas usando o mesmo material.

Em geral, espera-se que o mercado de alternativas de couro vegano cresça rapidamente, e materiais inovadores semelhantes ao couro estão sendo desenvolvidos regularmente e em profusão, como aqueles feitos de fibras de abacaxi ou cogumelos, ou criados em laboratório usando micro-organismos.

Couro de maçã em móveis veganos

O designer francês Philippe Starck criou uma coleção de 16 peças de móveis livres de crueldade usando resíduo de maçãs.

Starck, que desenhou a coleção para a marca Cassina, usou o material apple ten lork da empresa Frumat.

‘Nós fingimos não ouvir a pergunta’

Ao criar o couro falso, Starck disse “Nós fingimos não ouvir a pergunta, mas realmente precisamos descobrir outras soluções. Hoje, talvez maçãs sejam o início de uma resposta. Como Eva, Newton e William Tell, acreditamos nas maçãs, no poder das maçãs”, afirmou.

E completou: “vamos comer maçãs e esperar que este sofá da cassina feito de maçãs seja um novo caminho vegetal de respeito mútuo”. Esta coleção está atualmente exposta no show room da Cassina, em Paris.

A indústria de couro vegano decola

A indústria de couro vegano está decolando e mais e mais pessoas optam por roupas livres de sofrimento.

De acordo com a Companhia de Pesquisa Grand View (GVR), o mercado global de couro falso atingirá 85 bilhões de dólares até 2025 com grandes nomes, tais como Stella McCartney, empenhados em se tornar livres de couro animal.

No site de Stella McCartney vemos: “Como uma marca vegetariana, acreditamos que temos que tratar os animais e seu habitat com respeito. Promovemos um ideal livre de crueldade e continuamos a inovar nos meios de criação de materiais sustentáveis”.

“Nunca utilizamos couro, pele ou penas e em seu lugar usamos materiais alternativos”.

​Read More
Jornalismo cultural, Notícias

Volkswagen lança SUV elétrico com bancos de “couro de maçã”

Montadora alemã já adiantou que pretende lançar pelo menos 80 veículos elétricos até 2028 (Fotos: Divulgação)

A Volkswagen anunciou este mês o lançamento do SUV elétrico ID Roomzz, que traz, entre os diferenciais, bancos de “couro de maçã” criados a partir de resíduos do suco de maçã.

Segundo a Bloomberg, o veículo foi lançado para rivalizar com o Model X, da Tesla. Inclusive a montadora alemã já adiantou que pretende lançar pelo menos 80 veículos elétricos até 2028.

O uso de maçã como alternativa ao couro tem se tornado cada vez mais comum. O designer francês Philippe Starck criou recentemente uma coleção de móveis revestidos com “couro de maçã”. A matéria-prima que recebeu o nome de Apple Ten Lork é desenvolvida pela empresa italiana Frumat, que recicla resíduos biológicos industriais para criar produtos sustentáveis.

Denúncias de testes em animais e fraude nos escapamentos

Em 2018, a Volkswagen se envolveu em diversas polêmicas. A empresa foi denunciada por financiar testes com animais para avaliar os efeitos da fumaça do escapamento de motores a diesel. De que forma isso foi feito?

Mantendo macacos em câmaras herméticas e os obrigando a inalarem as partículas de exaustão do diesel. Imagens dessa prática na indústria automotiva aparecem no documentário “Dirty M oney”, lançado em janeiro de 2018 na Netflix, e criado por Alex Gibney.

A denúncia, que ganhou força após o escândalo da fraude nos escapamentos, obrigou a Volkswagen a se manifestar publicamente. A montadora emitiu uma carta assumindo o compromisso de abandonar a realização de testes em animais.

Em junho do ano passado, a denúncia foi precedida pelo escândalo de fraude em 600 mil veículos montados ilegalmente para dar a impressão de que a montadora cumpria os padrões de restrição de poluição automotiva.

O custo para a Volkswagen foi de dezenas de bilhões de dólares em acordos e multas, além da demissão de diretores-executivos e a prisão de outros altos funcionários da companhia. A situação piorou com a revelação de que a Volkswagen e outras montadoras alemãs financiaram pesquisas com animais.

​Read More
Notícias

Volkswagen se compromete a abolir testes em animais

Em uma carta divulgada nesta segunda-feira (04) pela organização em defesa dos animais PETA, a companhia automobilística alemã Volkswagen promete que não usará mais animais em testes de efeitos de emissão de gases na atmosfera.

“Projetos de pesquisas e estudos devem estar sempre balanceados com considerações de questões éticas e morais,” disse Herbert Diess, o chefe executivo de produção dos carros. “A Volkswagen explicitamente se distancia de todas as formas de exploração animal. No futuro, nós iremos acabar com todos os testes em animais, desde que não tenham razões urgentes – como legais – que os tornassem necessários.”

Apesar de ter questionado as práticas e os abusos cometidos aos macacos, Diess também afirmou em sua carta que, mesmo antiéticos, os testes não foram contra as leis dos Estados Unidos, onde eles eram realizados.

A briga vem de longa data, e envolve bem mais polêmicas: há cerca de cinco meses, a ONG acusou a empresa de testar os efeitos da emissão do diesel na atmosfera espirrando o gás dentro de uma câmara fechada, com 10 macacos dentro.

Começou então uma campanha para que estes experimentos fossem banidos, mas a empresa, no momento, já lidava com outras graves acusações – envolvendo o diesel e a emissão de gases estufa na atmosfera, o mesmo que testavam nos animais.

Reprodução | The New York Times

De acordo com informações do jornal The New York Times, a Volkswagen montou de forma ilegal o software de milhões de carros para parecer que eles estavam dentro dos padrões de poluição. O problema é que, além da trapaça inicial, isso ainda alterou a percepção das pessoas de uma maneira geral sobre o quanto o diesel é danoso para a atmosfera.

Muitos passaram a optar por esse combustível, altamente prejudicial e que tem sido cada vez mais restringido em diversos países, por acreditarem nos estudos realizados pela empresa – que é a maior do ramo em toda a Europa.

Até agora, por conta do envolvimento neste escândalo, a Volkswagen já pagou mais de U$ 25 bi em multas e danos civis. Dois executivos foram sentenciados à prisão, e vários outros estão enfrentando processos jurídicos.

Proibir os testes em animais é apenas um passo em uma caminhada muito mais longa. A emissão de gases que intensificam o efeito estufa tem sérios prejuízos para o meio ambiente, como o aquecimento global que leva à extinção de diversas espécies animais.

​Read More
Notícias

Volkswagen volta atrás e se desculpa por testes em animais

Volkswagen foi denunciada recentemente por testes criminosos com animais e humanos. Diante do repúdio de ativistas e consumidores, a empresa automobilística voltou atrás.

Foto: GettyImage

Nesta última semana ela suspendeu o chefe de relações externas e de sustentabilidade, Thomas Steg, que declarou que os testes foram realizados em Lovelace Respiratory Research Institute, em Albuquerque, no Novo México.

Segundo Thomas, as experiências tiveram quatro hora de duração e envolveram 10 macacos indefesos. Presos em minúsculas câmeras, os animais foram expostas a diversos gases cancerígenos.

Na redes sociais, em resposta à PETA – organização internacional que luta pelos direitos animais, um porta voz da Volkswagen pediu desculpas pelos testes e declarou que a montadora não os realizará mais.

“O Grupo Volkswagen distingue-se claramente de todas as formas de crueldade animal. O teste em animais contradiz nossos próprios padrões éticos”, declarou.

Este controverso evento revela uma mudança nos paradigmas sobre experiências criminosas deste gênero e revela a força dos ativista dos direitos animais pelo mundo.

​Read More
Notícias

Volkswagen anuncia fim testes em animais e humanos

Divulgação

A empresa automobilística Volkswagen anunciou que não realizará mais testes em animais e humanos.

Envolvidos recentemente em um escândalo internacional denunciada pelo jornal norte-americano New York Times, a marca alemã suspendeu os atos de barbárie.

Considerados crimes de tortura por consumidores, ativista e órgãos internacionais da área da saúde e do meio ambiente denunciaram que testes eram realizados com produtos cancerígenos em macacos e humanos.

Em comunicado oficial, a empresa garantiu o fim das torturas:”Queremos eliminar completamente os testes em animais”.

​Read More
Destaques, Notícias

Volkswagen obriga macacos a inalar fumaças de diesel

 

Foto: Reprodução, Monkey Haven

O European Research Group on Environment and Health in the Transport Sector – um organismo financiado pela BMW, pela Daimler e  pela Volkswagen – foi acusado de fraude.

Um Volkswagen Beetle foi fornecido pela Volkswagen para testes nos quais 10 macacos foram forçados a inalar fumaça. Além da crueldade contra os animais, o procedimento foi manipulado para que o veículo produza emissões muito menos nocivas, apontou o The New York Times.

Os detalhes do experimento, que ocorreu em 2014, foram revelados durante um processo contra a Volkswagen em 2017 nos EUA.

O governo alemão condenou os testes. “Esses testes não são justificáveis de uma maneira ética e levantam muitas questões críticas sobre aqueles que estão por atrás deles”, disse Steffen Seibert, porta-voz da chanceler alemã, Angela Merkel.

O European Research Group on Environment and Health in the Transport Sector foi encerrado em 2017, em meio à controvérsia. As descobertas foram citadas em relatórios da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico, assim como do Instituto Nacional de Saúde e Excelência de Atenção (NICE).

David King, principal ex conselheiro científico do governo, afirmou ter sido ser levado para um laboratório no início dos anos 2000, onde havia 10 veículos a diesel. King, que tem asma, disse que o ar estava tão limpo que conseguiu respirar normalmente, revela o Daily Mail.

Porém, o documento alega que as montadoras europeias construíram os veículos para passar nos testes de emissões e que a poluição produzida por eles aumenta em rodovias.

Vários estudos realizados pelos governos britânico, francês e alemão mostram que os carros a diesel produzidos por quase todos os fabricantes europeus geravam uma poluição muito maior do que é  permitido por lei.

​Read More