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Protetora oferece recompensa por cadela desaparecida em São Pedro (SP)

Dani Ela
danyfiore@hotmail.com

A cadela da foto se chama Vivi e está desaparecida na cidade de São Pedro, no interior de São Paulo, desde o dia 08 de dezembro de 2017.

Nunca saberia voltar para casa, porque foi adotada em São Paulo e levada pelo seu tutor para passar um final de semana em um sítio em São Pedro, de onde fugiu.

O tutor permaneceu na cidade por mais um dia, fez buscas, distribuiu cartazes, e, voltou para São Paulo. Voltou depois, permaneceu por mais dois dias, fez novas buscas e não a encontrou.

Ela fugiu na região da Praia Branca e Tanquâ. Foi doada com placa de identificação.

A protetora que a doou oferece recompensa de R$ 1 mil a quem encontrá-la.

Vivi é branca, peluda, de porte médio para grande e está castrada.

Informações sobre o paradeiro da cadela devem ser repassadas a Daniela pelo telefone 11-94011-3502.

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Notícias

Acusado de atirar e matar a gata Vivi se apresenta na delegacia de Campo Grande (MS)

Doente
Divulgação

O caso de um estudante de medicina que atirou em uma gatinha que estava na calçada na madrugada de sábado (23), revoltou muitas pessoas. Segundo o jovem era só uma brincadeira, porém causou a morte da gatinha Vivi, conhecida pelos moradores da região do Bairro Monte Carlo, em Campo Grande.

O acadêmico Leonardo Lyrio de 24 anos, se apresentou na tarde desta segunda-feira (25), na presença do seu advogado, depois da equipe da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Ambientais (Decat) localizarem e intimarem o rapaz na manhã de segunda-feira.

Em depoimento o estudante disse que foi uma brincadeira que acabou mal, segundo o jovem ele e mais dois amigos pegaram o carro da mãe, um HB20, e saíram com uma espingarda de pressão que pertence a um dos amigos. Ele disse ainda que alguém dirigia o carro enquanto ele ficou no banco de trás atirando nos animais.

Ainda de acordo com relatos do estudante para delegada Ana Cláudia Medina, responsável pelo caso, o jovem pediu para o amigo parar o carro para que ele pudesse acertar na gata, já que ele havia errado outros disparos. O estudante disse ainda que nesse dia havia saído para brincar.

A morte da gata Vivi

Depois do disparo os jovens fugiram, alguns vizinhos socorreram a gatinha e a encaminharam  pra uma clínica veterinária, onde ela chegou a passar por uma cirurgia de aproximadamente 4 horas. Porém o tiro atingiu a coluna da gata e os estilhaços do osso causaram sua morte.

Segundo moradores da região, outros gatos apareceram mortos, mas em depoimento o estudante disse que foi a primeira vez que atirou contra um animal. O jovem será indiciado por maus-tratos agravado pela morte da gata. A espingarda e as munições foram encaminhadas para perícia.

Fonte: MS Notícias

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Abrigo de animais abandonados de Curitiba (PR) precisa de ajuda para continuar trabalho de resgate

Prof Galdino
imprensa.profgaldino@gmail.com

Urso é um dos abrigados. Foto: Divulgação

O abrigo de cães da Vivi está precisando de socorro! Há 14 anos, funciona no Cajuru um abrigo que acolhe cães abandonados e feridos das ruas de Curitiba (PR). A proposta inicial do trabalho era recolher os animais, tratá-los, alimentá-los e destiná-los à adoção, no entanto, poucos são os que procuram o abrigo para adotar – o que tem gerado complicação para a manutenção do espaço.

Hoje, o abrigo da Vivi tem 130 cães e já não pode recolher nenhum novo animal. A despesa de ração do espaço chega a 60 quilos por dia, além das despesas veterinárias, de material de limpeza, de energia elétrica, água, dentre outras. Diante disso, e da pouca ajuda que tem recebido, já está ficando insustentável a manutenção do trabalho. Na última sexta-feira, foi feito um apelo para que as pessoas, interessadas na proteção animal, colaborassem com o abrigo doando ração. Apesar de todos os esforços, o estoque de ração acabou nesta segunda-feira e os animais estão todos a ponto de passar necessidades.

De acordo com Viviane Roesler, que mantém o abrigo, o trabalho não vai parar, mas para isso é preciso que haja ajuda, não só na manutenção, mas na conscientização da população. “Precisamos de ajuda constante, as emergências são diárias e, em muitos casos, não podem esperar. Temos que primeiro agir e depois buscar o recurso para cobrir as despesas”, comentou.

Se você puder ajudar para a manutenção do espaço, seja com doação de ração ou com colaboração em dinheiro, entre em contato por um desses meios:

Disk Ração Agropecuária Rio Verde. Fone: 41 3333-3431 – É só comprar a ração e mandar entregar para Viviane.
Doações em dinheiro: Caixa Econômica Federal – Ag 1000, Op 013, C/C 5526-8. Favorecido: Charles R. M Silva – CPF: 586173299-04

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Cadela resgatada de carroceiros aguarda novo lar em Guarulhos (SP)

Maria Helena Mazzei
helena_mazzei@hotmail.com

Esta é a Vivi. Ela estava na companhia de uns carroceiros, e uma pessoa estava doando um saco de ração de 25kg por mês para que eles a alimentassem, porém, a cachorra começou emagrecer, foi então que descobriram que eles estavam vendendo a ração.

Então a Vivi foi levada para um local provisório no Cecap e adquiriu o hábito de  “visitar” um posto de saúde próximo,  até que um belo dia, entrou na sala de um médico, que ficou muito “irritado” com sua presença e pediu para que chamassem o CCZ.

Resumindo, Vivi foi para um lar temporário em Guarulhos (SP), onde não poderá ficar por muito tempo. Ela é uma moleca, alegre, brincalhona, adora correr, passear e brincar com bolinha. É dócil com pessoas e convive bem com outros cães. Idade aproximada 1 ano e meio, castrada, vacinada e vermifugada. Por favor, dê a ela uma chance de ser feliz.

Contato: reginanaja@bol.com.br

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Destaques, Notícias

Cresce o número de animais mortos por negligência em laboratórios de pesquisa nos EUA

Por Marcela Couto (da Redação)

Os funcionários de um laboratório de pesquisas em Nevada, nos Estados Unidos, estavam checando uma ala que abrigava primatas quando se depararam com uma cena terrível: trinta macacos estavam mortos e foram cozidos vivos porque alguém deixou o aquecedor ligado. Apenas dois sobreviveram, mas o estado era gravíssimo e foram sacrificados.

Foto: Rich Pedroncelli / Associated Press

Em um outro laboratório dirigido pela mesma empresa, um macaco morreu no ano passado depois de ser jogado em um equipamento higienizador de alta temperatura ainda dentro da jaula.

Os dois casos cruéis prometem fechar o cerco para os laboratórios de pesquisa que exploram e torturam animais, já que o número de mortes só tem crescido recentemente.

Os críticos afirmam que as multas pela violação de direitos animais nos laboratórios são muito baratas e totalmente ineficazes.O laboratório onde os macacos queimaram até a morte recebeu uma multa de apenas U$14.000 pelos dois crimes.

“As punições não fizeram com que eles parassem de violar a lei”, disse Michael Budkie, diretor da organização Stop Animal Explotation Now. “Se eles estão simplesmente matando animais por negligência, algo está muito errado nesse sistema.”

O Departamento de Agricultura americano divulgou que 97 animais já morreram em laboratórios vítimas de negligência nos últimos dois anos, sem incluir os ratos e outros roedores.

A rede de laboratórios em questão, chamada Charles River’s, é uma das maiores do mundo e pratica a importação e criação de animais para exploração em pesquisas.

O argumento da companhia é a tradicional defesa das novas descobertas que beneficiam animais humanos, em troca da escravidão dos não humanos.

Budkie declarou que, se o governo dos EUA não é capaz de investigar com seriedade a morte dos animais, sua organização lutará por penas mais duras para os criminosos no Congresso.

A Charle’s Rivers também é acusada de maltratar outros animais, falsificar registros e tentar esconder abusos cometidos nos laboratórios, inclusive demitindo funcionários que ameaçam denunciar.

Com informações de Los Angeles Times

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