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Conheça alguns animais que mesmo deficientes, vivem felizes

As pessoas, de uma maneira geral, veem os seres que têm deficiência com um olhar de quem não espera muito deles. Muitas vezes, temos até pena, mas essa é uma maneira errada de pensar. Todos nós temos nossas limitações. Devemos sempre buscar superá-las. A lista abaixo traz 17 animais com deficiência, mas que não se deixam abater por isso. Eles são exemplos para nós. Confira:

1 – Oscar, gato cego, que conta com a ajuda do amigo Klaus

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2 – Mooch tem apenas uma das orelhas

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3 – Depois que este peixinho dourado teve dificuldades para nadar, seu dono improvisou uma “cadeira de rodas”

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4 – Este cãozinho perdeu o movimento das patas traseiras, mas não a alegria de viver

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5 – Porquinho com cadeira de rodas

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6 – Coelho feliz

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7 – Cão em cadeira de rodas e com calçados. Estes são devido ao piso escorregadio

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8 – Cadeira de rodas feita de LEGO que ajudou esse porco espinho a se locomover

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9 – Gato especial

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10 – Cadela em cadeira de rodas

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11 – Dois amigos na mesma situação

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12 – Elefante que perdeu a pata em uma explosão de mina terrestre

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13 – Calopsita cega

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14 – Ela foi atropelada por um carro quando era filhote

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15 – Gatinho com apenas uma das orelhas

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16 – Pequeno campeão

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17 – Animais são amáveis

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Fonte: Gadoo

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Animais carentes que vivem em abrigo precisam de doações em Guarapari (ES)

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A vermifugação de cães e gatos é indispensável para a saúde desses animais. O procedimento deve ser realizado pelo menos uma vez no ano, para evitar que os animais fiquem doentes. Os 140 cães que vivem no Abrigo Bichos Carentes de Guarapari estão necessitando de vermífugos e contam com a solidariedade das pessoas para receberem doações dos medicamentos.

A falta de doadores fixos e de ajuda governamental torna a vida desses animais ainda mais difícil. Eles sobrevivem com poucos recursos disponíveis e apesar de serem muito bem tratados pela tutora do abrigo, a Sra. Marilinda, não têm uma família que lhes dê todo o carinho que adoram receber. Agregado a isso, ainda carecem de medicamentos, para mantê-los saudáveis.

Todos os cães do abrigo estão precisando ser vermifugados e necessitam de doações para conseguirem os remédios. A protetora de animais Patricia Gonçalves é a responsável por tentar arrecadar ração e medicamentos para os cães. Ela está realizando uma campanha para conseguir as doações.

Quem puder ajudar, a protetora criou uma “Vakinha Online”. Para ajudar, clique aqui. Para mais informações, entre em contato com a Patricia pelo telefone (27) 99993-8887.

Ração
O Abrigo Bichos Carentes de Guarapari também precisa de doações constantes de ração, para que os cães que lá vivem consigam se alimentar todos os dias. Clique aqui e saiba mais.

Fonte: Folha Cidade

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Gaivotas e pessoas convivem pacificamente nas ruas de Paris

Foto: Divulgação
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Nos últimos dias de agosto, Paris fecha a praia montada todo verão às margens do Sena, mas se fecharem os olhos, os parisienses continuarão ouvindo os grasnidos das gaivotas, cada vez mais numerosas na capital francesa, apesar de a capital francesa estar a 200 km do mar.

“Há 20 anos, as primeiras gaivotas-argênteas começaram a se reproduzir em Paris; e o fenômeno aumenta, sem ser excessivo”, explica à AFP Frédéric Malher, vice-presidente do Centro Ornitológico da região de Paris.

Em 1989, um dos primeiros casais da espécie era “uma fêmea no zoológico do Jardim Botânico e um macho livre”, conta.

Hoje, há meia centena de casais instalados na cidade no topo dos edifícios que remetem a desfiladeiros marinhos, prossegue Malher, que coordenou a elaboração de um Atlas urbano das aves de Paris.

À razão de um ou dois filhotes por casal, chega-se a umas 200 aves marinhas, que não devem ser confundidas com as gaivotas-risonhas, espécie que pode ser contemplada há tempos nos parques parisienses.

Elas se instalam em Paris apenas durante o inverno, menos rigoroso do que em suas regiões de origem, no centro ou no leste da Europa, e partem em março.

Para os profanos, a prefeitura de Paris detalha em seu portal na internet as diferenças entre as duas espécies: no geral, a gaivota-risonha é menor e tem penas escuras na cabeça e bico vermelho. A argêntea tem penas brancas na cabeça e bico amarelo.

Os mais atentos podem, inclusive, ouvir os grasnidos respectivos das duas aves. “Quando uma gaivota começa a granir, a gente tem a impressão de que são três ou quatro”, diz Malher.

E além do barulho, “ocorre o mesmo problema com as gralhas. Alimentam-se de qualquer coisa e vão procurar comida nas latas de lixo”, continua o especialista.

Mas Paris está longe de viver os problemas das cidades litorâneas, onde as populações de gaivotas são muito maiores e sua busca por comida as leva, inclusive, aos terraços dos restaurantes.

Em Paris, “temos duas ou três pessoas que se queixam do barulho”, diz a prefeitura. Mas as gaivotas-argênteas são uma espécie protegida e a prefeitura só pode propor “dispositivos anti-ninhos”, como redes ou pequenas lanças.

A prefeitura pode conceder autorizações excepcionais para esterilizar os ovos. “Mas estão na cidade porque aqui têm o que comer. “E são como os pombos. Façam o que fizerem, enquanto as aves tiverem comida facilmente, continuarão se reproduzindo”, explica Malher.

Fonte: AFP/Terra

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