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Cabra tem filhote com feições humanas

Uma cabra pariu um cabrito, já morto, na pequena vila de Izmir, na Turquia e deixou o veterinário boquiaberto. Não bastassem os problemas que a cabra teve durante o parto – que levou Erhan Elibol a fazer uma cirurgia – o filhote ainda nasceu com feições humanas.

“Eu já vi mutações estranhas com vacas e ovelhas antes. Já vi bezerro de um olho só, cabrito com 5 pernas. Porém, quando eu vi esse filhote, eu não pude acreditar nos meus olhos. Sua mãe não podia parir normalmente, por isso eu tive que ajudar. Os veterinários turcos acham que a mutação foi produzida por um consumo excessivo de vitamina A por parte da mãe.

Foto: Reprodução/Expresso MT
Foto: Reprodução/Expresso MT

No ano passado, no Zimbábue aconteceu coisa parecida, e o pessoal de lá não esperou duas vezes antes de dizer que havia gente copulando indevidamente com animais. O próprio governador da província africana onde o tal cabrito nasceu ficou com medo, e a população local diz que até os cachorros tinham medo do bicho, que sobreviveu por algumas horas antes que os apavorados moradores da vila matassem e queimassem o filhote.

“O incidente é muito chocante. É a primeira vez que eu vejo alguma coisa tão maléfica. É realmente constrangedor. A cabeça é de um homem e o corpo é de cabra. Isto é uma prova de que um humano adulto anda agindo irresponsavelmente. Poderes do mal fizeram com que essa pessoa perdesse o controle. A gente sempre ouve casos de seres humanos que cometem bestialidades, mas esta é a primeira vez que um ato como esse resulta em um produto com feições humanas, teria dito o governante”.

Fonte: Expresso MT

Nota da Redação: Não se pode concluir precipitadamente que a causa da mutação seja, realmente, a fertlização da cabra por um homem, mas, sem dúvida, o número de pessoas insanas que estupram animais é inimaginável.  O sofrimento imposto ao animal – tanto na hora do parto, como relatado pelo veterinário, quanto na possível situação de um estupro – foi intensificado pela falta de aceitação da população humana em ambos os casos, considerando o filhote “maldito” ou “muito feio” e chegando ao extremo de assassiná-lo – no caso do Zimbábue – e queimá-lo em seguida.

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