Você é o Repórter

Cão mutilado precisa de ajuda veterinária em São Gonçalo (RJ)

Adelia Silva
adelia-silva52@hotmail.com

Cão precisa ir até veterinário
Protetora pede ajuda para bancar consulta

Um cão com um grave ferimento na região genital precisa de atendimento veterinário o quanto antes em São Gonçalo, na Região Metropolitana II do Rio de Janeiro. Uma protetora pede ajuda para resgatá-lo e custear a consulta médica. Quem puder ajudar entre em contato através do e-mail: adelia-silva52@hotmail.com.

​Read More
Notícias

Cachorro é atingido por dois tiros em Valinhos (SP)

Um cachorro foi atingido por dois tiros na Rodovia Municipal de Andradas, no bairro Ponte Alta, emValinhos. O autor do crime é um homem dono de um comércio na região.

Cachorro foi atingido por tiros de arma
Animal passou por cirurgia e está bem

O animal foi resgatado e encaminhado para exames no Centro de Zoonoses de Valinhos e em seguida passou por um procedimento cirúrgico para remover as balas do corpo. O estado de saúde do cachorro é considerado bom.

O homem responsável pelos dois disparos será investigado por maus-tratos e porte de armas, uma vez que policiais militares encontraram em sua casa um revólver, dois carregadores com cinco munições intactas e sete deflagradas, além de uma carabina de pressão e uma balestra – arma branca com aparência de espingarda, com arco de flechas acoplado.

De acordo com a Polícia Civil, como não houve flagrante da ação, o suspeito foi liberado após prestar depoimento. A polícia também não soube informar quem seria o responsável pelo cachorro.

Também alvo de tiros mas dessa vez com um final triste, uma gata, alvejada com tiros de chumbinho, ficou paraplégica em Sinop, Mato Grosso.

​Read More
Notícias

Suspeito de sequestrar animais é preso em Pantano Grande (RS)

Suspeito é acusado de sequestrar animais
Homem foi encaminhado para delegacia| Foto: Ilustração

No início do ano um homem que teria sequestrado animais foi preso pela Brigada Militar de Pantano Grande, no Rio Grande do Sul.

O ocorrido que foi fruto de um mandato de prisão, fez com que a equipe da brigada localizasse o suspeito e o levasse à Delegacia de Polícia de Pantano Grande e, em seguida, encaminhado ao Presídio Estadual de Rio Pardo. O homem de 45 anos foi encontrado na Rua Eucalipto, no Bairro Virgínia.

Caso você presencie maus-tratos a animais de quaisquer espécies, sejam domésticos, domesticados, silvestres ou exóticos – como abandono, envenenamento, presos constantemente em correntes ou cordas muito curtas, manutenção em lugar anti-higiênico, mutilação, presos em espaço incompatível ao porte do animal ou em local sem iluminação e ventilação, utilização em shows que possam lhes causar lesão, pânico ou estresse, agressão física, exposição a esforço excessivo e animais debilitados (tração), rinhas, etc. –, vá à delegacia de polícia mais próxima para lavrar o Boletim de Ocorrência (BO), ou compareça à Promotoria de Justiça do Meio Ambiente.

A denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605, de 12.02.1998 (Lei de Crimes Ambientais) e pela Constituição Federal Brasileira, de 05 de outubro de 1988.

É possível denunciar também ao órgão público competente de seu município, para o setor que responde aos trabalhos de vigilância sanitária, zoonoses ou meio ambiente. Lembrando que cada município tem legislação diferente, portanto caso esta não contemple o tema maus tratos pode utilizar a Lei Estadual ou ainda recorrer a Lei Federal.

Lei de Crimes Ambientais

“Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º. Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º. “A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.”

​Read More
Notícias

Cavalo é encontrado com pernas quebradas em Quixadá (CE)

Animal estava caído em rua
Vídeo foi divulgado em redes sociais

O animal que estava caído em uma rua do bairro São João, de Quixadá, tinha as duas pernas quebradas e por isso estava no chão. As imagens foram divulgas no Facebook e no WhatsApp.

Horas depois o secretário do Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente (Seduma), Crisitan Quezado, seguiu com sua equipe até o local e resgatou o animal.

Um investigação será feita pela Polícia Civil de Quixadá para localizar o responsável pelo animal. Os inspetores informaram também que iriam constatar se o animal teve de fato as duas pernas dianteiras quebradas, motivo pelo qual não conseguiu mais ficar em pé. Ainda de acordo com a Polícia Civil será lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) contra o autor do crime de maus-tratos.

Caso você presencie maus-tratos a animais de quaisquer espécie, sejam domésticos, domesticados, silvestres ou exóticos – como abandono, envenenamento, presos constantemente em correntes ou cordas muito curtas, manutenção em lugar anti-higiênico, mutilação, presos em espaço incompatível ao porte do animal ou em local sem iluminação e ventilação, utilização em shows que possam lhes causar lesão, pânico ou estresse, agressão física, exposição a esforço excessivo e animais debilitados (tração), rinhas, etc. –, vá à delegacia de polícia mais próxima para lavrar o Boletim de Ocorrência (BO), ou compareça à Promotoria de Justiça do Meio Ambiente.

A denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605, de 12.02.1998 (Lei de Crimes Ambientais) e pela Constituição Federal Brasileira, de 05 de outubro de 1988.

Lei de Crimes Ambientais

“Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:

Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.

§ 1º. Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

§ 2º. “A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.”

 

​Read More
Notícias

Responsável por rinha de galo é multado em R$ 57 mil em Cuiabá (MT)

Local era utilizado para realizar rinha de galos
19 galos foram encontrados no local

O resgate dos 19 galos foi feito pelo Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA). Quando chegaram, havia apenas o caseiro da propriedade no local, que acabou sendo conduzido a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e foi autuado pelo crime de maus-tratos de animais. O homem recebeu multa no valor de R$ 57 mil.

Acredita-se que a casa funcionada como local de exploração dos galos, onde os animais eram incentivados a se atacarem enquanto pessoas faziam apostas em dinheiro para o galo vencedor.

O crime infringe o artigo 29, do decreto 6514/08 que prevê: praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos.

Todos os animais e materiais encontrados foram encaminhados ao depósito da Dema, no bairro Carumbé. Essa ação ocorreu durante uma operação realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com apoio de unidades especializadas da Polícia Militar. O foco era o cumprimento de mandados de busca e apreensão relacionados a desvios de verbas públicas, porém a rinha de galos acabou descoberta.

Caso você presencie maus-tratos a animais de quaisquer espécie, sejam domésticos, domesticados, silvestres ou exóticos – como abandono, envenenamento, presos constantemente em correntes ou cordas muito curtas, manutenção em lugar anti-higiênico, mutilação, presos em espaço incompatível ao porte do animal ou em local sem iluminação e ventilação, utilização em shows que possam lhes causar lesão, pânico ou estresse, agressão física, exposição a esforço excessivo e animais debilitados (tração), rinhas, etc. –, vá à delegacia de polícia mais próxima para lavrar o Boletim de Ocorrência (BO), ou compareça à Promotoria de Justiça do Meio Ambiente.

A denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605, de 12.02.1998 (Lei de Crimes Ambientais) e pela Constituição Federal Brasileira, de 05 de outubro de 1988.

“Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:

Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.

§ 1º. Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

§ 2º. “A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.”

​Read More
Notícias

Rodrigo Hilbert é intimado a depor por morte de filhote de ovelha em programa

Rodrigo Hilbert disse que o objetivo não era incitar a violência
A brutalidade da cena causou indignação entre os internautas

A crueldade foi exibida no programa em que o Rodrigo havia escolhido fazer um churrasco de ovelha. Em uma propriedade de um pecuarista de Santa Catarina, ele e o homem pegaram um filhote de apenas seis meses para matá-lo.

Na época, uma ONG de proteção animal prestou queixa contra o apresentador na delegacia de São Joaquim (SC). Após quase um ano, Rodrigo Hilbert foi intimado a prestar depoimento sobre o caso. Rodrigo irá depor no Rio de Janeiro, cidade onde mora.

Segundo ele, a intenção do programa não era incentivar a violência, mas sim retratar a vida no interior. “Não tínhamos a intenção de incitar qualquer violência contra animais, mas apenas de registrar o dia-a-dia desses trabalhadores que lutam para criar e alimentar suas famílias. No entanto, por também respeitar aqueles que se manifestaram contra as cenas exibidas no programa, retiraremos as imagens em questão do episódio“.

Diante das críticas, Rodrigo afirmou que ao invés de ver uma conscientização sobre os alimentos, viu uma onde de ódio surgir sobre ele. “Vou levar isso tudo como um aprendizado. Ao mostrar a morte do animal em uma pequena fazenda, eu acreditava estar chamando a atenção para se conhecer a procedência dos alimentos, para se entender como é a cadeia produtiva do que consumimos. No entanto, qual não foi a minha surpresa ao perceber que, ao invés de passar uma mensagem de conscientização sobre o que comemos, vi surgir o ódio de muitos por mim”.

​Read More
Notícias

Justiça proíbe realização da 48ª Vaquejada de Governador Valadares (MG)

Animais são puxados pelo rabo até caírem
Vaquejada começaria nessa quinta-feira em Governador Valadares (Foto: Organização Vaquejada/Divulgação)

A vaquejada é uma competição muito comum no Nordeste em que os vaqueiros tem como objetivo derrubar o boi puxando o animal pelo rabo. Quem conseguir derrubar, ganha um prêmio muitas vezes em dinheiro enquanto que o animal extremamente violentado e machucado, é morto após o abuso.

Apesar do cancelamento da vaquejada, shows gratuitos que estavam previstos acontecerão normalmente. A vaquejada, que explora animais, teria cerca de 900 competidores que tinham como objetivo ganhar o prêmio de até R$ 100 mil para violentar animais.

Em nota, a Promotoria de Justiça alegou que a vaquejada, na forma em que vem sendo praticada hoje, constitui ato cruel contra os animais. Ainda segundo a nota, na decisão, o desembargador Wander Marotta afirma que “torna-se imprescindível que se aguarde a lei específica, a que se refere a Emenda Constitucional 96, para que se liberem as vaquejadas, realizadas atualmente, seja em Governador Valadares ou no Estado de Minas Gerais, sem qualquer lei específica regulamentando e assegurando o bem-estar dos animais envolvidos, o que atenta contra o que dispõe o artigo 225, parágrafo 7º, da Constituição Federal”.

Nota da Redação: A medida mais benéfica para os animais seria acabar com eventos como vaquejadas e rodeios no Brasil. Da mesma maneira que há pressão por parte de grupos de proteção animal para que países europeus e latino-americanos acabem com as touradas, os rodeios são, no Brasil, uma amostra desta exploração e da tortura que animais sofrem para o entretenimento humano.

​Read More
Notícias

Nova lei obriga veterinários a informar a autoridades policiais indícios de maus-tratos

Medida serve para veterinários públicos ou privados
Maus-tratos a cães devem ser comunicados a autoridades policiais e órgãos fiscalizadores (Foto: Patrícia Tomasi/Divulgação Diretoria Bem-Estar)

Para combater a guarda irresponsável e o sofrimento de animais, uma nova norma determina que veterinários de Pernambuco deverão notificar as autoridades sinais de maus-tratos em animais examinados em unidades públicas e privadas. A nova norma altera a Lei nº 15.226, de 7 de janeiro de 2014, que institui o Código Estadual de Proteção aos Animais de Pernambuco.

De acordo com a Lei 16.064, promulgada em 14 de junho e publicada no Diário Oficial do Legislativo, a medida envolve profissionais que exercem atividades em hospitais, clínicas e consultórios, bem como em pets shops.

As informações sobre maus-tratos devem ser encaminhadas para órgãos de fiscalização ambiental federal, estadual e municipal além da Delegacia de Polícia Civil, como provê o artigo 1º do texto. No ato da notificação, deve constar o nome (se possível), endereço e contato do responsável pelo animal presente no momento.

O profissional deve também fornecer o relatório do atendimento prestado, indicando a espécie, raça e características físicas do animal, descrição de sua situação de saúde na hora do atendimento e os respectivos procedimentos adotados. A lei prevê que se o estabelecimento descumprir as normas estará sujeito a punições. São elas: advertência por escrito, multa simples, que vai variar de R$ 500 a R$ 10.000, além de multa diária, no caso de não cessação dos maus tratos.

Também estão previstas outras punições: resgate dos animais pelos órgãos competentes e apreensão de produtos e subprodutos, instrumentos, apetrechos, equipamentos e veículos de qualquer natureza, utilizados na infração.

Nos casos de reincidência específica, caracterizados pelo cometimento de nova infração, da mesma natureza e gravidade, a multa corresponderá ao dobro da anteriormente imposta. Caso o infrator cometa, simultaneamente, duas ou mais infrações, serão aplicadas sanções de forma combinadas.

O código estadual de proteção aos animais proíbe a agressão e ofensa física ou psicológica de animais, além de mantê-los em animais insalubres e de espaço inferior a seu porte. É vedado deixar os animais enclausurados ou forçá-los a trabalhos excessivos.

​Read More
Notícias, Você é o Repórter

Cães resgatados são atacados com ácido em abrigo

11 animais ficaram gravemente feridos após ataque com ácido
Protetora de animais teve discussão com dono de imóvel

Resham Dhaliwal tinha alugado há algum tempo dois quartos para o abrigo de animais – Protection and Care for Animals (PACFA – Proteção e Cuidados para Animais) – que ela dirige na vila Nandiali. O dono da propriedade, Balwinder Singh, queria que ela deixasse os quartos, mas ela se recusava a fazê-lo, o que resultou em uma discussão entre os dois.

No dia seguinte Dhaliwal encontrou os animais em estado crítico. “Eu encontrei o corpo carbonizado de um cachorro com queimaduras ácidas”.

O órgão dos direitos animais PETA disse que um cão foi morto no ataque, 11 ficaram gravemente feridos e 19 estavam desaparecidos. Sohana SHO Rajan Parwinder Singh disse que uma denúncia foi registrada contra três pessoas: Balwinder, seu filho Jimmy e o empregado Dharminder, com acusações de roubo, retenção ilegal, ferimento intencional, intimidação criminal e conforme disposições aplicáveis da Lei de Prevenção à Crueldade Animal. Balwinder foi preso, enquanto os outros dois ainda estão em liberdade, ele disse. A pessoa detida, entretanto, negou as acusações.

A PETA também escreveu para o diretor-geral da polícia, exigindo ação imediata contra os criminosos. A polícia está investigando o assunto. A instituição sediada em Mumbai, foi lançada em janeiro de 2000. A PETA India opera sob o simples princípio de que os animais não são nossos para comer, usar, ou explorar para o entretenimento. Seu objetivo é educar os formuladores de políticas e o público sobre o abuso de animais e promover o entendimento de que todos os animais têm o direito de serem tratados com respeito.

​Read More
Notícias

Gato é esfaqueado dentro de Igreja em Livramento de Nossa Senhora (BA)

Animal foi encaminhado para clínica veterinária
Homem fugiu do local após agredir gato

De acordo com informações, o homem que portava uma faca, teve um “surto” e por isso esfaqueou o animal. Depois de agredir o gato, o homem fugiu do local e não foi encontrado.

Já o gato foi encontrado e resgatado por membros da APA – Associação Protetora dos Animais e então encaminhado para uma clínica veterinária. A médica veterinária Marcelle Oliveira prestou socorros ao animal sem custos.

Caso você presencie maus-tratos a animais de quaisquer espécies, sejam domésticos, domesticados, silvestres ou exóticos – como abandono, envenenamento, presos constantemente em correntes ou cordas muito curtas, manutenção em lugar anti-higiênico, mutilação, presos em espaço incompatível ao porte do animal ou em local sem iluminação e ventilação, utilização em shows que possam lhes causar lesão, pânico ou estresse, agressão física, exposição a esforço excessivo e animais debilitados (tração), rinhas, etc. –, vá à delegacia de polícia mais próxima para lavrar o Boletim de Ocorrência (BO), ou compareça à Promotoria de Justiça do Meio Ambiente.

A denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605, de 12.02.1998 (Lei de Crimes Ambientais) e pela Constituição Federal Brasileira, de 05 de outubro de 1988.

Lei de Crimes Ambientais

“Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:

Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.

§ 1º. Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

§ 2º. “A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.”

​Read More
Notícias

Homem que espancou cachorro até a morte é preso

Cão foi amarrado em poste e espancado
Criminoso tentava estuprar filha de 21 anos

A delegada Márcia Julião, titular da 42ªDP (Recreio), disse que o advogado de Alexander entrou em contato e afirmou que ele irá se entregar até o fim da semana. De acordo com Márcia, o homem tentava estuprar a filha de 21 anos, que gritou e chamou a atenção do cão que, para tentar protegê-la mordeu o homem.

Cão foi espancado até a morte
Morador da região registrou crueldade | Foto: Reprodução

Em seguida, com raiva, Alexandre pegou o animal, amarrou em um poste e o espancou até a morte. Toda a ação foi gravada em vídeo por um vizinho. As imagens foram publicadas nas redes sociais e revoltaram os vizinhos e internautas. A filha de Alexander Eguchi foi ouvida na delegacia e confirmou que ele a agarrou e a ameaçou.

Na decisão, o juiz Manoel Tavares Cavalcanti, do VII Juizado da Violência Doméstica, diz que a prisão cautelar de Alexandre é necessária porque a “liberdade do denunciado atinge a manutenção da ordem pública, ameaça o normal desenvolvimento e julgamento da ação e prejudica a aplicação da lei penal”.

O crime é regido pela Lei de Crimes Ambientais, que considera como maus-tratos:

“Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º. Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º. “A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.”

​Read More
Notícias

Incomodado com latidos, homem corta patas de cão e o deixa morrer

Cão estava em um abrigo para animais resgatados
Homem cortou patas de animal e o deixou sangrar até a morte

Em ato de crueldade e desumanidade, um homem cortou as patas de um cão indefeso porque se sentiu incomodado com os latidos do animal. Após ferir o cachorro, o deixou agonizando até à morte. O caso aconteceu no interior de Goiás.

O criminoso identificado como Sandro Pereira de Melo, confessou ter cortado as duas patas dianteiras do animal e o deixado agonizar até a morte. O caso aconteceu em um abrigo temporário para animais de Iporá (a 215 km de Goiânia) na Associação Vida.

Segundo o delegado Ramon Queiroz, responsável pelo caso, Melo confessou o crime e contou que mutilou o cão utilizando um podão (instrumento utilizado para cortar galhos de árvore); em seguida o jogou dentro do cercado onde ficam os animais resgatados. Ele relatou também que havia matado outro cachorro pouco tempo depois com uma paulada na cabeça. O autor será indiciado pelo crime de mutilação e maus-tratos a animais, previsto na Lei Ambiental.

O criminoso responderá em liberdade, pois segundo delegado responsável pelo caso, o crime é considerado uma “infração leve”.

Os maus-tratos contra animais são disciplinados pela Lei 9.605/98, em seu artigo 32, que assim dispõe:

“Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.

§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.”

​Read More