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Bombeiros capturam mais uma jiboia em área urbana de Bauru (SP)

Por volta das 9h de ontem, policiais do Corpo de Bombeiros receberam um chamado de moradores da Vila São Paulo, em Bauru. O motivo era uma jiboia que estava enrolada em um tronco que fica no quintal da residência localizada na quadra 1 da rua Caetano Imparati.

Há quatro dias, outra jiboia surpreendeu moradores da Pousada da Esperança, bairro que fica ao lado da Vila São Paulo. A cobra foi capturada e solta em habitat natural, segundo informações colhidas junto ao Corpo de Bombeiros.

O fato, que se repetiu em poucos dias, deixa a população preocupada. Entretanto, Luiz Pires, zootecnista e diretor do Zoológico Municipal, explica que o réptil não faz mal ao ser humano e também não é venenoso.

Pires salienta que as jiboias são comuns nessa região e que seu habitat natural é em resquícios de matas fechadas, como ocorre nos dois bairros em que elas apareceram.

“Esses animais aparecem com mais frequência no verão, já que no inverno eles se protegem quase que em hibernação. Nos climas mais quentes eles saem à procura de alimento”, acrescentou o diretor do Zoo.

As jiboias se alimentam principalmente de roedores. Portanto, Luiz Pires alerta para que os moradores não acumulem lixo. “É importante ressaltar que a população não acumule lixo no interior de sua casa e também não deixe lixo espalhado pelas ruas, onde aparecem os roedores. Se há roedores, esses répteis voltarão a aparecer à procura de seu alimento”.

A jiboia foi capturada pelos policiais do Corpo de Bombeiros e solta no próprio bairro, entretanto, no seu devido habitat natural.

Com informações de JCnet

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Propriedade rural mantém cães amarrados, sem água e comida

Foto: Osvaldo Birke/Mogi News
Foto: Osvaldo Birke/Mogi News

Dois cães abandonados em uma área de cultivo de cogumelos na Vila São Paulo, no Botujuru, geraram reclamações entre os moradores do local. Segundo os vizinhos, os animais passam o dia amarrados, em uma área suja, cheia de barro e sem vasilhas de comida ou água.

Na esquina da avenida Felipe Sawaya e rua Santa Helena, os cães passam o dia presos nas colunas de um velho galpão, em um local com muita lama. Aparentemente cansados e muito magros, mal param sobre as quatro patas.

Em um dos animais falta um pedaço da orelha. O outro abre somente um dos olhos. A reportagem foi até a casa dos responsáveis. Os tutores, chineses, alegaram que não entendem o idioma.

Chocada com a situação, a professora Susan De Thommazo, de 52 anos, diz que há tempos tem notado o problema. “Eles passam o dia inteiro amarrados em meio a sujeira, praticamente sem comer ou beber. A situação daqueles animais fere qualquer norma de saúde. Isso é um risco tanto para os animais quanto para os humanos”.

Fiscalização

A Secretaria Municipal de Saúde informou, por meio de nota, que o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) recebeu esta denúncia na semana passada e deverá visitar o local. “A Vigilância Sanitária já esteve no local e solicitou uma série de melhorias aos tutores”.

Fonte: Mogi News

Nota da Redação: Para as pessoas que trabalham no CCZ de Mogi, uma semana pode parecer pouco tempo se em seu cotidiano há comida, água e, principalmente, liberdade. Há urgência na solução de problemas de qualquer ser que sofre. Além disso, se os tutores já demonstraram tanta irresponsabilidade e desrespeito, deveriam ficar sem a guarda dos animais. “Melhorias” no local não são suficientes à qualidade de vida destes animais. Espera-se que soluções mais efetivas e urgentes sejam tomadas pelas autoridades da cidade. É fundamental que a população local continue acompanhando o caso e cobrando providências.

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