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Análise tendenciosa: Vigilância Agropecuária diz que bois repletos de excrementos estão em boas condições

Um relatório tendencioso do Serviço de Vigilância Agropecuária (SAV) afirma que os 25 mil bois que estão embarcados no navio NADA, no Porto de Santos, no litoral paulista, estão saudáveis e que a embarcação tem boas condições sanitárias.

Animais são mantidos em ambientes superlotados e repletos de urina e fezes (Foto: Magda Regina)

As alegações do SAV, que é integrado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), é contestada não só pelos ativistas, que fizeram registros, por meio de fotos e vídeos, da crueldade imposta aos animais, como também pela Secretária Municipal de Meio Ambiente de Santos, que multou a Minerva Foods, empresa responsável pelo embarque dos bois, em R$ 1.469.118 por maus-tratos aos animais, e ainda pela médica veterinária Magda Regina, que concluiu “que a prática de transporte marítimo de animais por longas distancias está intrínseca e inerentemente relacionado à causação de crueldade, sofrimento, dor, indignidade e corrupção do bem-estar animal sob diversas formas”.

O que foram consideradas “boas condições sanitárias” pela Vigilância Agropecuária, foi classificada por Magda como “um cenário de intensa insalubridade”. A médica veterinária relatou ter se deparado, no interior do navio, com um ambiente repleto de fezes e urina que provoca odor amoniacal “extremamente intenso tornando difícil a respiração” e superlotado a ponto de comprometer severamente a mobilidade dos bois. Também foi relatado o fato da estrutura do navio ser inadequada, o que possibilita a ocorrência de acidentes, que também podem acontecer devido aos “movimentos pendulares da embarcação” e a diminuição do espaço, que acontece quando algum animal, exausto, deita no chão, causando mais limitação aos outros bois e facilitando, assim, “a ocorrência de tombos ou acidentes assemelhados”. A presença de ventilação, níveis de temperatura e umidade inadequadas na embarcação também foram descritas. As mortes, frequentemente registradas em longas viagens, foram comentadas pela médica veterinária. De acordo com Magda, “o óbito de animais está intrinsicamente ligado à prática de transporte marítimo de carga viva”.

Bois são mantidos em baias sujas e superlotadas (Foto: Magda Regina)

Os maus-tratos, apontados pela médica veterinária, não foram encontrados durante a vistoria realizada pelo SAV, segundo os fiscais que realizaram inspeção técnica juntamente com a veterinária. Os resultados obtidos pelos profissionais, entretanto, é bastante diferente. Comprometida com o bem-estar animal, Magda produziu um laudo, com fotos apresentadas como prova, que relata detalhadamente a crueldade sofrida pelos animais. Os fiscais da Vigilância Agropecuária, entretanto, produziram um relatório tendencioso e parcial, que ignora o bem-estar animal e defende a pecuária a qualquer custo.

Entenda o caso

Os bois, criados em fazendas no interior de São Paulo, distantes 500 quilômetros de Santos, foram transportados em caminhões superlotados – com 27 a 38 animais cada – até o porto, onde foram embarcados no navio NADA, que seguiria viagem com destino a Turquia. O embarque foi realizado de 26 a 31 de janeiro.

Animais estão embarcados no navio NADA (Foto: Renan Fiuza/G1)

Graças a uma ação civil pública movida pela Agência de Notícias de Direitos Animais (ANDA) em parceria com a Associação de Proteção Animal de Itanhaém (AIPA), os embarques foram suspensos. Ao acatar o pedido de suspensão dos embarques, o desembargador Luis Fernando Nishi atendeu integralmente às solicitações da ação, que incluíam o desembarque dos bois que foram colocados no navio, com posterior transferência para local seguro e adequado, e também o impedimento da embarcação zarpar do porto. Tais solicitações foram reforçadas por ordem judicial emitida pelo juiz Marcio Krammer de Lima, que determinou ainda, para a hipótese de descumprimento, ” multa de R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais) por navio”.

A Minerva Foods, maior exportadora de bois vivos do Brasil, foi multada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Santos em mais de R$ 3,4 milhões, sendo R$ 1.469.118 por maus-tratos e poluição ambiental, por despejar dejetos dos animais em via pública, e R$ 2 milhões também por poluição ambiental, devido ao forte odor que atingiu a cidade de Santos emitido pelo estrume dos animais mantidos na embarcação.

Caso será decidido pela Justiça Federal

O ministro Gurgel de Faria, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), decidiu, na noite de sexta-feira (2), que as decisões sobre o caso devem ser tomadas apenas pela Justiça Federal, tendo designado a 25ª Vara Federal de São Paulo para dar andamento às questões.

A decisão do ministro invalida a determinação tomada pela Justiça Estadual, de desembarque dos bois, mas mantém suspenso o embarque, a proibição de liberação da embarcação, que está retida no cais santista, e a ordem de desembarque dos animais, conforme decisão do juiz federal Djalma Moreira Gomes, que estabeleceu a suspensão das operações não só no Porto de Santos, mas nos portos de todo o território nacional.

A Turquia, país que iria receber os bois nas próximas semanas e matá-los de forma cruel – fazendo uso de uma faca bem afiada que os mataria ainda conscientes -, enviou uma equipe do Consulado Geral da Turquia em São Paulo ao Porto de Santos para participar de uma reunião sobre o impasse.

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Vigilância Sanitária resgata 12 cães com sinais de maus-tratos

Vigilância sanitária resgatou cães após denúncias
Os cães estavam abandonados sem comida ou água em um sítio de Piedade (Foto: Prefeitura de Piedade/Divulgação)

O trabalho que durou cerca de 8 horas, levou tempo e contou com a participação de uma equipe da prefeitura no local para o transporte dos animais.

Os cães, que não tinham água e nem comida à disposição, estavam estressados devido às más condições do sítio. Além disso, foram encontrados ossos de bois e restos de produtos de açougue na propriedade.

Vigilância sanitária resgatou cães após denúncias
Animais foram resgatados após diversas denúncias anônimas em Piedade (SP) (Foto: Prefeitura de Piedade/Divulgação)

A equipe da Vigilância precisou usar tranquilizantes para acalmar os animais e levá-los ao alojamento da prefeitura, que se encontra provisoriamente no antigo prédio da Elektro. Alguns animais resgatados estão doentes e todos recebem cuidados diários de profissionais.

A denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605, de 12.02.1998 (Lei de Crimes Ambientais) e pela Constituição Federal Brasileira, de 05 de outubro de 1988.

Lei de Crimes Ambientais

“Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º. Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º. “A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.”

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Pet shop é interditada após mutilar animais em Camboriú (SC)

Local foi interditato após denúncia de maus-tratos
Fiscais constataram necessidade de dedetização no ambiente

Uma pet shop localizado no centro de Camboriú (SC), foi interditado pela Vigilância Sanitária após ser denunciado por maus-tratos e irregularidades. A proprietária do local foi autuada por infração ambiental.

Além de não possuir alvará para funcionamento, os fiscais constataram necessidade de dedetização no ambiente, falta de certificado de procedência dos animais comercializados, acúmulo de cachorros em espaço reduzido e mutilação do rabo de filhotes, o que é ilegal.

De acordo com o diretor de fiscalização da Fundação Camboriuense de Gestão e Desenvolvimento Sustentável (Fucam), Maurício Fernandes, que atua juntamente com a VS e o Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV), a proprietária do local infringiu uma lei instaurada em 1998 que proíbe a mutilação de animais. “O corte de rabo, orelha, cordas vocais e garras é proibido por lei desde 1998. Possivelmente será instaurada uma ação civil contra a proprietária”, explica Maurício.

O local tem sido alvo de denúncias há dois meses, segundo a diretora da Vigilância em Saúde de Camboriú, Josiane Farias. “Fizemos uma série de visitas ao local e solicitamos a regularização do alvará, dedetização e espaço apropriado para os animais. Sempre disponibilizamos um prazo para o empresário se adequar”, esclarece. Na quarta-feira, porém, a denúncia registrada foi de maus-tratos.

Segundo ela, ao chegarem na pet shop, encontraram filhotes mutilados. “Chegamos ao local e verificamos que estavam realizando mutilação dos rabos dos filhotes. Além disso, nenhuma das exigências anteriores tinha sido cumprida. Decidimos interditar o local imediatamente”. A equipe, formada por Josiane e quatros fiscais, também observou o confinamento de 38 animais em um espaço reduzido, considerado insalubre.

De acordo com o secretário de Saúde, Ronnye Peterson dos Santos, para voltar a atuar na cidade a pet shop precisa regularizar seus documentos, adequar suas instalações e provar que os animais serão tratados de maneira apropriada. “A Vigilância Sanitária listou uma série de exigências que deverão ser cumpridas. É muito provável que o estabelecimento responda a um processo judicial”, conclui.

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Restaurante de Florianópolis (SC) onde foram encontrados gambás é interditado

gamba
Divulgação

A Vigilância Sanitária de Florianópolis (SC) autuou e interditou o restaurante Chalé do Camarão, na Lagoa da Conceição, nesta quarta-feira, dia 10, depois que foram encontrados gambás em sua cozinha. Dois animais estavam vivos e dois estavam no congelados, temperados para serem consumidos.

De acordo com informações do comandante da Polícia Militar Ambiental no Leste da Ilha, Marcelo Duarte, os policiais se dirigiram até o restaurante após uma denúncia feita por uma ex-funcionária. No local foram encontrados os animais. “Os dois gambás mortos estavam prontos para consumo em um freezer junto com outros alimentos, como peixe e camarão. Os dois animais vivos estavam em um freezer desativado nos fundos do restaurante”, contou Marcelo.

O proprietário alegou para os oficiais que os animais foram capturados dentro do estabelecimento e seriam consumidos pelos próprios funcionários. A Vigilância Sanitária foi acionada e o restaurante fechado. O homem e um auxiliar de cozinha, que teria feito o abate, foram detidos por crime ambiental, já que se trata de animal silvestre com caça e comercialização proibida. Os dois foram liberados após assinarem um termo circunstanciado.

Os gambás foram levados para a sede da Polícia Ambiental e soltos no Parque do Rio Vermelho na manhã desta quinta-feira (11). O veterinário do parque, João Vitor Roeder, disse que os animais estavam um pouco apáticos e estressados pelo cativeiro, mas em pouco tempo se recuperaram. Ele explica que além de ser proibido a caça de gambás, existem riscos ao consumir sua carne. “Estes animais podem ser reservatórios de doenças como leptospirose e raiva, e não se sabe sua procedência, já que não existe inspeção nenhuma”, explicou.

Restaurante fechado
Na manhã de quinta-feira (11), não havia ninguém no restaurante para falar sobre o assunto. Um homem que havia sido contratado ontem para trabalhar de garçom estranhou a porta fechada e foi informado pela reportagem do ocorrido. Dois funcionários que estavam nos fundos se limitaram a dizer que estavam de folga na quarta-feira (10) e não iriam falar sobre os gambás.

Fonte: Jornal de Luzilândia

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Vigilância Sanitária vacina 4.078 animais no final de semana em Barra do Bugres (MT)

barra dos bugres

Cerca de 15 pontos de vacinação foram distribuídos entre a área rural e urbana do município onde voluntários, funcionários e membros da Igreja Adventista colaboraram durante a campanha de vacinação que recebeu o nome de “Dia D”. “Com certeza alcançaremos a meta da vacinação que se encerra no dia 30 de agosto”, disse Maria Silva de Souza, Coordenadora do Departamento de Vigilância Sanitária do Município.

A coordenadora informou ainda que a campanha continua e os animais que não foram vacinados no sábado, poderão ser vacinados na sede da Vigilância Sanitária, localizado aos fundos do PSF do São Raimundo, “Basta entrar pelos portões do fundo aqui ao lado do PSF que o animal será vacinado”, esclareceu a coordenadora. Para vacinar os animais de grande porte, basta o tutor fazer uma solicitação e encaminhar à Vigilância Sanitária para que os profissionais possam ir até a residência e aplicar a vacina. “Lembramos que esta solicitação só será atendida para o caso de animais de grande porte que fica dificultoso para que conduzam o animal até a sede da vigilância sanitária”, informou.

A vacinação continua sendo realizada na sede da Vigilância Sanitária de Barra do Bugres, na Rua Goias, próximo à Câmara de Vereadores.

Fonte: Circuito Mato Grosso

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Vigilância Sanitária apreende cavalo criado dentro de casa, em Goiás

Cavalo era criado dentro de casa, em Itumbiara (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Cavalo era criado dentro de casa, em Itumbiara (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

A Vigilância Sanitária de Itumbiara, no sul de Goiás, apreendeu um cavalo que era criado dentro de uma residência, no Setor Santos Dumont. Imagens feitas no momento da apreensão mostram o local em condições consideradas insalubres, com acúmulo de lixo e fezes do animal. O mau cheiro causado pela situação incomodava os vizinhos da casa, que denunciaram o tutor do equino.

“Quando chove vai bagunça para porta da gente. Quando venta, vai também. Já sofri muito com essa sujeira, não gosto nem de passar aqui”, relata a vizinha, Josefa de Paula.

Após ser apreendido, o equino foi levado ao Centro de Zoonozes. “O cavalo só foi liberado depois que o tutor comprovou que providenciou um local adequado e afastado de residências para manter o animal”, afirma o diretor da Vigilância Sanitária de Itumbiara, Hebert Andrade.

Por lei, não é proibido criar animais como cavalos ou galinhas em casa, desde que as condições sejam higiênicas e não representem riscos à saúde, nem incomodem a vizinhança. A exceção à regra é o caso dos porcos, que não podem ser criados em zona urbana ou próximos a mananciais.

Segundo a Vigilância, o tutor do cavalo apreendido explora o equino para tracionar uma carroça, com a qual faz fretes para a construção civil. A apreensão denuncia um problema considerado grave por Hebert Andrade: o alto número de pessoas que sobrevivem de atividades que exploram animais em veículos de tração.

De acordo com estimativa do órgão, em média, 150 pessoas usam os animais para fazer fretes ou recolher material para reciclagem em Itumbiara, cidade que possui aproximadamente 95 mil habitantes. “É preciso repensar esse costume”, acredita o diretor. Para ele, a prática coloca em risco a vida do tutor, do animal e de motoristas.

Ainda segundo a Vigilância, aproximadamente 40 animais de grande porte, como cavalos e mulas, são apreendidos todo mês nas vias públicas da cidade. O objetivo é evitar acidentes de trânsito e transmissão de doenças.

Fonte: G1

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Morte de animais por envenenamento em SC continua sem solução

Crime será acompanhado pela promotoria de justiça

O envenenamento de animais que continua sem solução na região de Taió (SC), será levado ao Ministério Público. A promotora de Justiça da Comarca de Taió, Dra. Kariny Zanette Vitoria vai receber formalmente o abaixo-assinado que está sendo feito por moradores de Taió, pedindo investigação sobre as diversas ocorrências de envenenamento em animais. É preciso saber como funciona a venda destes venenos, que tipo de controle existe, como deve agir a vigilância sanitária e animal, nestes casos, e que tipo de procedimento está sendo adotado na elucidação destes casos. O assunto já foi abordado com grande destaque a pouco tempo, e não foi possível levantar suspeitos, permanecendo apenas os prejuízos e a preocupação deste grande perigo retornar. E retornou!

Os fatos a seguir, ocorreram na estrada geral de Bela Vista/Cachoeira, em direção ao Distrito de Passo Manso, onde já foram registrados muitos casos recentes de envenenamento de animais.

No último dia 06 de maio, em Bela Vista, a família de Valdir Leandro estava acordando, quando percebeu que diversos animais estavam agindo de forma estranha. “Foi uma surpresa e uma grande tristeza para nós todos, vendo o sofrimento daqueles bichos, e a gente sem saber direito o que fazer” disse dona Luzia Leandro.

Nem eram oito horas da manhã, quando os cachorros começaram a gemer e se contorcerem de dor, e emitir uma baba pela boca. Além dos três cachorros, também diversas galinhas experimentaram um produto com aparência de massa cor de rosa. “Parecia uma carne que tinha sido passada na serra-fita de açougue, era como se fosse aquela serragem de osso” disse dona Luzia, ainda entristecida com a lembrança da cena, que aterrorizou as crianças e os adultos.

Imagina-se o pânico que tomou conta da família, sem ter certeza do que podia ser comido ou bebido em sua propriedade. Foram momentos de tristeza a medo.

Lobo era um cachorro que estava há sete anos com a família. Dócil, adestrado e faceiro agia como guardião da propriedade e sabia ficar alerta dentro do pátio. A vizinhança toda conhecia o seu jeitão e admirava que ele nunca agredisse ninguém na estrada, que passa ao lado da casa. Era um animal ensinado e domesticado. Bolinha era uma cadelinha que vivia dentro do cercado, e também tinha sete anos de convivência, como animal de companhia. Kadu, era o preferido do pequeno Nicolas, filho de Juliana. Os três foram vítimas de envenenamento no mesmo ato.

A família vez diversas tentativas para salvar os bichos, inclusive com específico pessoa, produto amplamente conhecido como contra-veneno. Nada deu certo, e os animais padeciam gemendo, vomitando, espumando e tremendo de dor e sofrimento, diante dos olhares aflitos de seus tutores.

Na mesma manhã, foi feito o comunicado à delegacia de Polícia da Comarca de Taió do ocorrido, e no final da tarde, a família recebeu um telefonema que não seria possível a visita de nenhum perito, recomendando-se que os bichos fossem enterrados. O fato aborreceu os familiares, que esperavam uma investigação, ou algo do gênero.

Não se sabe ao certo quem preparou o engodo, mas a desconfiança é que estavam preparando para roubar a propriedade, que fica a mais de 7 Km do centro de Taió.

Eles recolheram parte do material que foi jogado, para futuras análises, já que nenhuma autoridade policial, veterinária ou sanitária apareceu.

No sítio vizinho, de Roland Becker, foram registrados 4 arrombamentos em menos de meio ano. Levaram tudo, freezer, fogão, geladeiras, máquinas e equipamentos, roçadeiras e outros objetos.

Da propriedade de Nelson Skura, que mora na entrada da Tifa do Encano, foram mortos mais 3 cachorros no mesmo dia, pelo mesmo motivo.

Orácio Bagátolli, que mora um pouco adiante, também foi vítima de furto e diversas tentativas.

O documento com diversas assinaturas será recolhido e o departamento jurídico do Jornal O Barriga Verde está remetendo ao Ministério Público, como curador do meio ambiente, com outros relatos e notícias já publicadas sobre fatos semelhantes. Acompanharemos os desdobramentos deste caso.

Fonte: Adjorsc

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Castrações ilegais podem causar a morte de animais

Em carta publicada esta semana na Gazeta do Sul o mecânico Airton Andres alertou a população para castrações ilegais de cães em Santa Cruz do Sul (RS). As denúncias estão sendo investigadas pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) e pela Vigilância Sanitária do município.
Foto: Ag. Assmann/Rodrigo Assmann

Atraído por um preço atrativo, de R$ 80,00, o mecânico contratou o serviço de dois veterinários, indicados por uma casa agropecuária e que fizeram a castração de dois cães (fêmeas) nos fundos da sua residência, sem cuidados com a assepsia. Os profissionais seriam de outro município e viriam a Santa Cruz semanalmente para atender os clientes do estabelecimento.

Logo depois dos procedimentos, as suturas, feitas com linha de pesca, infeccionaram e as cachorrinhas Cindi, daschund, e Lessi, SRD, quase morreram. Elas precisaram ser internadas em uma clínica, onde ficaram por quase dez dias em tratamento. Revoltado, Andres denunciou o caso à Polícia Civil, ao Ministério Público e ao CRMV, além de mover processo contra os veterinários e a agropecuária.

O coordenador da Vigilância Sanitária da Prefeitura, veterinário Paulo César Rutkowski, confirmou a denúncia e disse que não foi a primeira envolvendo os dois profissionais. No entanto, como o caso não ocorreu dentro de um estabelecimento, o setor não pôde agir. “Nós recomendamos a realização do boletim de ocorrência na Polícia Civil e a denúncia à promotoria e ao CRMV.”

Ética

Rutkowski esclareceu que não é permitida a realização de cirurgias a céu aberto ou em domicílio. Frisou que qualquer procedimento desse tipo só pode ser feito em sala exclusiva e apropriada, com equipamentos esterilizados e adequados, em locais licenciados pela vigilância.

Destacou que os dois veterinários feriram a ética profissional. Explicou que, por terem passado por uma universidade, conhecem os procedimentos legais para uma cirurgia. Como agiram fora das normas, disse que estão lesando os clientes. “Quem contrata o serviço de um profissional tem a expectativa de que ele irá atuar dentro dos padrões técnicos e éticos.”

Desconfie do preço baixo

Conforme Paulo Rutkowski, os tutores de animais devem desconfiar de “promoções”. Explicou que a castração de uma cadela de porte médio, com todos os cuidados recomendados pelo CRMV, custa entre R$ 250,00 e R$ 300,00. De um macho, o preço médio é de R$ 150,00. Avaliou que uma castração por R$ 80,00 não estará respeitando as normas técnicas e de assepsia. Só o frasco de anestesia custa R$ 70,00 em uma casa veterinária.

O coordenador da vigilância disse que uma cirurgia feita sem os cuidados necessários poderá levar o animal à morte. Pela forma como teriam agido os alvos de denúncia, Rutkowski diz que até duvida se realmente são veterinários. Lembrou que, em algumas localidades, é comum a existência de “práticos”, que acabam causando danos irreversíveis em muitos procedimentos.

Fonte: Gaz

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Envenenamento de cães e gatos revolta população de Inhapi (AL)

Moradores cobram providências

Desde o início de abril, moradores do Povoado Promissão em Inhapi (AL) estão revoltados com a morte de cães e gatos que são encontrados todos os dias, ao amanhecer, jogados por várias ruas e quintais residenciais. De acordo com a população pelo menos 100 animais já foram mortos.

Algumas pessoas acreditam que a matança seja realizada por alguém que durante a noite coloca pedaços de carnes envenenados para os animais que morrem depois de ingerí-los. Segundo informações colhidas no local, até urubus morreram depois de se alimentarem.

O fato está deixando muita gente revoltada. Um morador, que preferiu não se identificar, afirmou que tinha um gato da raça siamês e ele morreu depois de comer um pedaço de carne envenenado que foi jogado no seu quintal na última sexta feira (8).

“A pessoa que está fazendo isso é uma criminosa”, disse.

Os moradores cobram da Vigilância Sanitária do município a apuração do caso.

Fonte: Primeira Edição

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Homem é multado em R$ 8,5 mil por maltratar 15 cães em Guararapes (SP)

Cães encontrados pelos policiais durante flagrante na residência: sete foram sacrificados. Fotos: Polícia Militar Ambiental

Um homem de 30 anos, residente em Guararapes, interior de São Paulo, foi autuado em R$ 8,5 mil pela Polícia Militar Ambiental, acusado de manter 15 cães sob maus-tratos. Os animais foram apreendidos na manhã de hoje e sete deles tiveram que ser sacrificados pela Vigilância Sanitária do município, pois estavam bastante debilitados.

Os maus-tratos custaram a vida de sete dos 15 cães. Foto: Polícia Ambiental

Os policiais foram até uma chácara no bairro rural Nobre por volta das 6h30 após receberem denúncia anônima. De acordo com o segundo-sargento José Pedro Delaporta, que comandou a operação, dois cães estavam trancados em um cômodo da residência, um estava sozinho em outro cômodo, um amarrado em uma corrente, cinco estavam soltos no imóvel e seis estavam trancados em um espaço cercado utilizado como canil.

Fonte:  Folha da Região

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Você é o Repórter

Protetora precisa de muita ajuda em seu abrigo

Simone Götzö
simone.gotzo@gmail.com

Eu estou passada, em uma manhã quatro notícias ruins de Mairiporã, pelo amor de Deus alguém pode ajudar?
Algum advogado da causa animal disponível para ajudar a Cidinha?

Só hoje:

– Árvore derrubou o canil com as chuvas de ontem;
– Grace, filhote de pit que andava como coelho, perdemos ela para cinomose hoje;
– Em baixo, fotos de uma vítima em um dos canis, o Tigrão (cão resgatado ano passado com fratura exposta).

Tigrão
Árvore caída
Estrago no canil

E, pra arrematar, a Ana Carolina, filha da Cidinha acabou de me ligar dizendo que a vigilância sanitária foi lá nesse instante e eles terão que sair do imóvel, gente estou passada, que é isso? Abriram as portas do inferno hoje? A Cidinha está lá que não se aguenta de tanto chorar, ela está em desespero total.

Algum advogado por favor, pode ligar pra Cidinha pra auxiliá-la na defesa? São mais de 120 cães carentes que junto com elas serão despejados, em nome de todos e de Deus eu imploro, não fechem os olhos.

Obrigada a todos
Simone

Para ajudas e contato:
http://abrigodonacidinha.blogspot.com/
http://www.youtube.com/watch?v=qrx6f7jc2sk

Cidinha (Aparecida Oliveira de Souza)
CPF: 681.697.878-15
Bradesco – agência 2898-3 – poupança 1003064-1
Telefones: 11-4484-4729 – 8164-6144

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Mais de 60 animais vítimas de maus-tratos são resgatados em Florianópolis (SC)

Após denúncias de vizinhos, a Diretoria do Bem-Estar Animal do Centro de Zoonoses de Florianópolis (SP) apreendeu entre a noite desta quinta-feira e a manhã desta sexta-feira (4) mais de 60 animais no bairro Carianos, no Sul da Ilha, em Florianópolis. Cães, gatos, galinhas, patos, coelhos e até um esquilo da mongólia foram retirados do local por causa de maus-tratos, e muitos estavam doentes.

Segundo a diretora do Bem-Estar Animal, Maria da Graça Dutra, esta é a quarta vez que o órgão faz apreensões na mesma casa. Desde 2005, mais de 100 animais já foram retirados de lá.

Maria da Graça explica que o dono da casa vive com a mulher e um filho e tem mania de colecionar animais. Os animais estavam trancados em gaiolas, sem condições de higiene e sem alimentação e água suficientes. Ela pediu ajuda da Vigilância Sanitária do município para que a situação não se repita.

— Os órgãos competentes precisam tomar providências, a minha parte eu faço. Por muito menos, a Vigilância Sanitária fecha restaurantes e outros estabelecimentos — desabafa a diretora, que diz receber seguidas reclamações de vizinhos da casa onde os animais eram mantidos.

Alguns animais apreendidos foram distribuídos entre pessoas que se prontificaram em acolhê-los. Os coelhos infelizmente foram sacrificados sob a justificativa de estarem doentes. Já os gatos e um cão estão no Centro de Zoonoses, no bairro Itacorubi, e esperam por adoção.

Fonte: Diário Catarinense

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