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Vietnã estuda proibir consumo e comércio de animais silvestres

WWF

À luz do coronavírus,  conservacionistas pressionaram o governo vietnamita a acabar com o comércio de animais silvestres. A NPO Pan Nature enviou uma carta ao governo pedindo que protegesse a vida selvagem.

Cerca de 14 outros grupos conservacionistas, incluindo WWF, Animals Asia Foundation e Save Vietnamese Wildlife, todos assinaram a carta, de acordo com o One Green Planet.

A carta dizia: ‘A lição da SARS e agora da Covid-19 é clara: novos vírus continuarão a passar da vida selvagem para as pessoas, enquanto o tráfico de animais e o consumo da vida selvagem continuarem’.

O Vietnã é um ponto de acesso conhecido pelo comércio de pangolins, pois a carne no país é considerada uma iguaria.

Pressão ativista

Desde então, o primeiro-ministro Nguyen Xuan Phuc respondeu à carta, de acordo com o VN Express. O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural recebeu ordens de compilar ‘rapidamente’ uma diretiva para proibir essas atividades. A submissão ao prazo final do governo é 1º de abril.

O diretor da Pan Nature, Trinh Le Nguyen, disse em comunicado que a legislação funcionaria como um exemplo de quão importante é a conservação do mundo natural e o fim do comércio de animais silvestres.

“Esperamos que, com essa resposta do primeiro-ministro, as agências de fiscalização demonstrem seu compromisso de erradicar completamente o comércio e o consumo de animais silvestres em nosso país”, disse Nguyen.

Os cientistas acreditam que o coronavírus começou em um mercado úmido em Wuhan, na China. Mercados como esses vendem animais selvagens exóticos como pangolins, cobras e morcegos.


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Cadela e filhotes são salvos momentos antes de serem mortos para consumo

O Vietnã, assim como outros países asiáticos, é um grande consumidor de carne de cachorro

Fiona foi resgatada no Vietnã com vários tumores e passou por cirurgia. Foto Site Fight Dog Meat

Recentemente, o grupo “Fight Dog Meat”, que luta contra o consumo de cães e gatos em toda a Ásia, conseguiu resgatar uma cadela e seus filhotes de um matadouro no Vietnã. Uma equipe com membros do grupo passou alguns dias vasculhando florestas onde se sabe que há matadouros de cães. Normalmente, cães que possuem tutores são roubados de suas casas e levados pelos ladrões para a selva onde são mantidos em gaiolas e depois mortos para serem consumidos em restaurantes ou vendidos em mercados.

O que impressiona no vídeo do resgate é o pavor da cadelinha. Seus filhotes estão com ela dentro de uma gaiola e ela treme o corpo todo. “Essa mãe estava absolutamente petrificada com a presença das pessoas. Ela sem dúvida viu coisas chocantes acontecerem com seus amigos cachorros e filhotes anteriores. Agora ela está segura, com seus bebês!”, publicou o Fight Dog Meat em sua página do Facebook.

Veja o resgate da cadelinha e seus filhotes AQUI

Outro resgate recente no Vietnã foi de Fiona (foto de abertura dessa matéria), resgatada com muitos tumores. Ela já foi operada, mas permanece no hospital veterinário para tratar uma anemia grave e ser submetida a uma nova cirurgia mais complexa. Os ativistas dizem que ela continua “muito doce” apesar de todo o horror que já deve ter enfrentado e estão fazendo de tudo para dar qualidade de vida a ela.

O grupo tem um trabalho muito forte também em toda a China, inclusive, em Wuhan, epicentro do novo coronavírus, da onde já resgataram muitos cães e gatos e agora lutam para salvar os animais domésticos abandonados devido a uma notícia equivocada de que poderiam transmitir o coronavírus. Os ativistas têm denunciado que é costume em Wuhan os animais serem cozidos ainda vivos e conscientes em grandes caldeirões de água fervente.

Para ajudar a cadelinha, seus filhotes e outros animais acesse https://fightdogmeat.com/donate/

Fátima ChuEcco é jornalista ambientalista e atuante na causa animal

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Imagens de cães assados vendidos em barracas de rua do Vietnã chocam turistas

Foto: Soi Dog ONG
Foto: Soi Dog ONG

Cães assados no espeto vendidos em barracas de rua pelos vendedores ambulantes do Vietnã foram flagrados em fotos horríveis de um mercado de carne.

Os corpos dos cães pequenos podem ser vistos dispostos sobre as grelhas, enquanto os vendedores se preparam para cortá-los e servi-los nos restaurantes de mercado de Hanói “Thit Cho”.

As imagens, capturadas por Josh Edelson, que estava viajando pelo país, mostram a pele endurecida e queimada dos animais se partindo enquanto eles são empilhados um sobre os outros.

Foto: Pinterest
Foto: Pinterest

Muitos dos cães ainda têm os dentes no lugar como pode ser vistos nas imagens.

Josh, que vive na Califórnia (EUA), disse que tentou por dois dias encontrar fornecedores que lhe permitissem filmar e fotografar suas barracas de espetos de carne de cachorro.

Ele disse: “A primeira vez que tentei, eles me expulsaram. Eles não gostam de tirar fotos, provavelmente porque é uma parte bastante controversa da cultura deles comer cachorro”.

“Os moradores afirmam que isso faz parte da cultura da região e que o costume deve permanecer”.

Foto: World Dog Alliance
Foto: World Dog Alliance

Josh disse que a certa altura, durante uma visita ao mercado, ele viu soldados se aproximarem de uma barraca e esperava vê-los fechá-la.

No entanto, ele ficou surpreso quando os soldados compraram alguns dos espetos de cachorro.

Josh acrescentou: “Eu pensei que os soldados estavam lá para fechar a barraca, mas fiquei surpreso ao vê-los comprar alguns espetos para comer”.

Comer cachorro ainda é legal no sudeste da Ásia, embora seja desaprovado pela maioria da população e o governo planeje proibir seu consumo até 2021.

No entanto, a indústria de carne de cachorro estava crescendo no país há alguns anos, com relatos de animais roubados de residências para serem transformados em comida.

Foto: We Animals

Em 2014, sete toneladas de cães vivos eram enviados para Hanói todos os dias, relata o Daily Mail.

A maioria dos animais enviados vinha da Tailândia, Camboja e Laos.

Histórias de horror de cães sendo espancados até a morte e recheados de pedras e facas para aumentar seu valor de mercado chocaram o mundo.

Outros têm a garganta cortada ou são esfaqueados no peito, enquanto outros são queimados vivos.

Foto: Wikimedia Commons/calflier001
Foto: Wikimedia Commons/calflier001

Alguns clientes dos mercados de carne de cachorro acreditavam que quanto mais o animal sofria em sua morte, mais saborosa ficava sua carne.

No entanto, nos últimos anos, essa indústria cruel viu seus números despencarem após crescentes pressões de grupos ativistas pelos direitos animais em todo o mundo. As informações são do Mirror UK.

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Corpos de sete tigres são encontrados congelados em um estacionamento no Vietnã

Foto: AFP/Getty Images

Foto: AFP/Getty ImagesOs cadáveres de sete tigres congelados foram encontrados em um carro em Hanói levaram à prisão de um importante suspeito de tráfico de animais selvagens, informou a mídia estatal vietnamita nesta sexta-feira, enquanto o país tenta desmantelar uma rota de contrabando do Laos.

Nguyen Huu Hue, que acredita ter contrabandeado animais do vizinho Laos durante anos, foi preso na quinta-feira com outras duas pessoas depois que os tigres mortos foram encontrados em seu veículo em um estacionamento, de acordo com o jornal Cong An Nhan Dan.

“Hue montou uma empresa que vende materiais de construção para encobrir o comércio ilegal de tigres e animais selvagens”, relatou Cong An Nhan Dan, porta-voz oficial do Ministério da Segurança Pública.

Todos os sete tigres pareciam ser filhotes, de acordo com fotos do local.

Não ficou imediatamente claro se os tigres mortos vieram da selva ou de uma muitas fazendas de criação tigres (que funcionam na ilegalidade) no Laos, que suprem grande parte da demanda da Ásia por carne e partes do corpo de tigres.

A polícia já prendeu vários outros membros da mesma rede de tráfico de animais selvagens, que está funcionando há vários anos em uma província central que faz fronteira com o Laos.

O Vietnã é tanto um centro de consumo quanto uma rota popular de contrabando de vida selvagem – que vão desde partes e corpos de tigres a presas de elefante, pangolins e chifre de rinoceronte.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

Parte dela é destinada ao consumo interno no Vietnã, enquanto o restante é contrabandeado para a China.

Peças de tigre são usadas na medicina tradicional ou jóias no Vietnã, onde a população outrora vasta dos grandes felinos ameaçados diminuiu drasticamente.

Seus ossos são comumente cozidos e misturados com vinho de arroz para criar um elixir para tratar a artrite e promover a força.

A prisão de contrabandistas em Hanói ocorre após uma apreensão recorde em Cingapura, nesta semana, de quase nove toneladas de marfim e um enorme estoque de escalas de pangolim com destino ao Vietnã.

Há muito tempo, Hanói prometeu reprimir o comércio de animais silvestres, embora os conservacionistas afirmem que o mercado paralelo persiste graças à fraca e inexpressiva aplicação da lei.

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Autoridades apreendem 125 kg de chifres de rinoceronte no Vietnã

Autoridades do Vietnã apreenderam 125 quilos de chifres de rinoceronte. Pelo menos 55 peças foram encontradas após serem escondidas em gesso no Aeroporto Noi Bai, de Hanói. A apreensão foi feita na última quinta-feira (25), mas o caso só foi divulgado neste domingo (28).

Foto: Reprodução / Pixabay / Ilustrativa

“Precisamos de metade do dia para tirá-los de onde estavam escondidos”, disse uma fonte de segurança à AFP.

No mesmo dia em que os chifres foram encontrados, três pessoas foram presas por envolvimento num caso em que corpos congelados de tigre foram localizados em um veículo parado em um estacionamento.

Partes de animais silvestres, como chifres de rinoceronte e de elefante, são vendidas dentro do Vietnã e enviadas para a China. Os produtos costumam ser usados, em muitos casos, na medicina tradicional. Não há, no entanto, nenhum estudo científico que comprove qualquer benefício dessa prática cruel que tira a vida de inúmeros animais.

As autoridades vietnamitas lutam contra o tráfico de partes de animais, mas o comércio, que chega a lucrar até 60 mil dólares por quilo de chifre, persiste.


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Filhotes de urso dão os primeiros passos na grama após serem resgatados de circo

Foto: Animals Asia
Foto: Animals Asia

O vídeo capta o momento em que duas irmãs filhotes de urso dão seus primeiros passos na grama depois de serem resgatados de uma vida de crueldade, abuso e sofrimento no circo.

Os ursos da lua, também conhecidos como ursos negros asiáticos (Ursus thibetanus), são classificados atualmente como espécie em extinção pela IUCN e foram caçados na natureza e obrigados a andar de moto em um palco em circo no Vietnã.

Imagens terríveis de dentro do circo mostram um dos filhotes amordaçados caindo de uma bicicleta antes de serem pegos pela nuca.

Os filhotes são irmãs e foram nomeados Sugar and Spice. Eles foram resgatados após uma investigação da ONG Animals Asia.

A entidade diz que os ursos de circo podem passar suas vidas inteiras em pequenas gaiolas ou celas de concreto, sem nunca verem árvores e grama ou escolherem por onde querem caminhar.

Sarah van Herpt, que está cuidando dos filhotes, disse que o momento em que pisaram na grama pela primeira vez foi “mágico e emocionante”.

Foto: Animals Asia
Foto: Animals Asia

Ela disse: “Eles estavam curiosos e encantados com o mundo exterior, mas ao mesmo tempo com medo também.

“Sem a mãe deles para protegê-los, eles se sentem vulneráveis e sabem (sentiram na própria pele) quão terrível a exploração pode ser, mas com o tempo eles perceberão que estão seguros em nosso santuário”.

“Ninguém mais pode machucá-los”. Os ursos da lua deveriam ser protegidos de caçadores sob a lei vietnamita, mas os filhotes foram encontrados sendo explorados abertamente no palco do Circo Central em Hanói.

Como eles nunca aprenderam habilidades essenciais de sobrevivência de sua mãe, como seria o natural, os filhotes terão que crescer no santuário de ursos da Animals Asia.

Foto: Animals Asia
Foto: Animals Asia

Eles serão eventualmente integrados a uma comunidade existente de quase 200 ursos resgatados. A Animals Asia está pedindo ao governo vietnamita que proíba as apresentações circenses com ursos e envie os animais para centros de resgate e santuários.

A CEO da Animals Asia, Jill Robinson, acrescentou: “É inconcebível que ursos tão jovens ainda confusos e assustados estejam sendo explorados e forçados a se apresentar no palco de circos no Vietnã”.

“Estes animais estão ameaçados, protegidos pelas leis nacionais e profundamente traumatizados pelo que está sendo feito a eles. As condições em que elas são mantidas são horríveis e não há consideração pelo seu bem-estar enquanto estão no palco”. “Felizmente, a crueldade acabou para Sugar e Spice, mas não vamos desistir de outros animais que sofrem o mesmo destino terrível.”

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Crocodilos têm o pescoço cortado e a pele arrancada para fazer bolsas

Foto: PETA
Foto: PETA

Uma investigação realizada pela ONG PETA expôs o sofrimento desses animais em fazendas de criação de répteis nos EUA e na África, e agora o depoimento de uma testemunha revela a horrível realidade de dezenas de milhares de crocodilos no Vietnã, criados e violentamente mortos para fazer bolsas de couro de luxo vendidas em todo o mundo.

Duas das fazendas investigadas são responsáveis pelo fornecimento de peles de crocodilo para a empresa controladora da Louis Vuitton, a LVMH, e “algumas das maiores marcas de moda”, de acordo com um proprietário de fazenda.

As imagens mostram o que consumo de bolsas de pele de crocodilo, cintos, sapatos ou pulseiras de relógio podem estar apoiando e, em seguida, e a necessidade urgente de medidas para ajudar a parar este abuso.

Foto: PETA
Foto: PETA

Trabalhadores eletrocutam os crocodilos, e em seguida, tentam matá-los cortando seus pescoços e enfiando espetos e hastes de metal em suas colunas vertebrais. Os animais tremem vigorosamente enquanto isso acontece.

A perna de crocodilo pode ser vista levantando-se depois que ele foi aberto. Então os trabalhadores o deixam para sangrar até a última gota.

Este método de morte cruel há muito se mostra desumano, e especialistas descobriram que os crocodilianos permanecem conscientes por mais de uma hora depois que sua medula espinhal foi rompida e seus vasos sanguíneos cortados.

Foto: PETA
Foto: PETA

Um especialista em répteis que assistiu a cenas dos crocodilos sendo mortos e disse que “as incisões no pescoço dos animais teriam sido muito dolorosas e desumanas”, e “não há probabilidade de que esses animais ‘morram instantaneamente’”.

A investigação mostra no vídeo os trabalhadores levando os crocodilos para uma sala adjacente onde eles cortam sua pele – um processo que leva de 15 a 20 minutos por animal. Imagens mostram que um crocodilo continuou a se mover depois de ser esfolado.

A equipe de investigadores visitou uma fazenda que contém dezenas de milhares de crocodilos e mata 1.500 deles a cada três meses. Nesta fazenda – que fornece peles para Louis Vuitton – cerca de 5 mil crocodilos eram mantidos em pequenos recintos de concreto – alguns mais estreitos do que o comprimento de seus corpos, onde os animais mal podiam se mexer.

Foto: PETA
Foto: PETA

Um dos investigadores foi informado de que eles são mantidos nessas condições, o que um especialista em répteis chamou de “excessivamente restritivo, desestimulante e desumano” para animais de grande porte como os crocodilos, que chegam a fica confinados por 15 meses antes de finalmente serem mortos.

Nesta fazenda e outra que fornece peles para a LVMH, crocodilos foram colocados em poços de concreto. Quando vários animais são alojados juntos, é provável que resultem agressões e ferimentos, e estes geralmente levam a infecções e doenças. Um crocodilo estava sem cauda.

Foto: PETA
Foto: PETA

Depois que os crocodilos foram abatidos, os trabalhadores cortaram e arrancaram a pele – tudo apenas para fazer bolsas de luxo, carteiras e outros itens a serem vendidos pela Louis Vuitton e outras marcas.

A PETA expôs a crueldade em fazendas de répteis em três continentes, e a história é sempre a mesma: confinamento severo e fechado e uma morte violenta. Antes de comprar itens feitos de peles de animais, é mandatório, parar e pensar nos animais de onde esses itens vieram e em seu intenso sofrimento.

A conscientização tem como objetivo alertar a população para que não apoiem essa crueldade com suas compras.

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Ursa cega resgatada de fazenda de bile sente o sol pela primeira vez

A luz do sol está finalmente brilhando para Mai, uma ursa da espécie urso-negro-asiático ou urso-da-lua (Ursus thibetanus) cega que só conheceu a escuridão.

Estas cenas edificantes mostram o urso hesitante andando à luz do dia sobre o capim fresco pela primeira vez em anos. Mai perdeu a visão em função do trauma de ter sido mantida prisioneira para que sua glândula biliar fosse extraída para uso em medicamentos orientais.

Apesar de ter sido resgatada de seu pesadelo permanente no ano passado, ela ainda tinha muito medo de sair para o ar fresco no santuário de animais resgatados de condições semelhantes.

Finalmente, tendo desenvolvido a confiança em outros ursos resgatados no santuário de Animals Asia em Tam Dao, Vietnã, Mai foi filmada andando pela grama pela primeira vez desde que ela foi capturada da natureza como um filhote ainda e levada para ser explorada em uma das fazendas de extração de bile do país.

A Animals Asia tem tido um enorme sucesso ajudando os chamados bile bears (urso de bila), resgatando mais de 600 animais dessas fazendas hediondas e dando a eles a chance de andar em santuários protegidos, ao ar livre.

Para Mai, houvia uma hesitação inicial em deixar a segurança de sua toca no santuário até que os sons de seus companheiros ursos também resgatados, brincando a encorajaram a dar o primeiro passo.

Um vídeo divulgado esta semana mostra a ursa saindo de sua toca e andando pelo gramado, ponderando se deveria dar um mergulho em uma piscina ou descansar em um ninho, antes dela lentamente recuar para dentro do conforto de sua toca.

Infelizmente, Mai não pôde ver muito do seu entorno em sua primeira caminhada, mas há esperanças de que a visão que ela perdeu em cativeiro um dia seja restaurada.

Existem planos para que um veterinário especialista em oftalmologista venha examiná-la em breve.

No entanto, foi a audição afiada de Mai que permitiu que ela captasse os sons de seus companheiros de resgate, os ursos Newtie e Mekong, brincando juntos e se divertindo que finalmente a encorajou a dar um passo adiante.

Sarah van Herpt, gerente da Animals Asia Bear, explicou: “Nas últimas semanas, Mai tem se mostrado cada vez mais confiante.

“Ela ainda só saia para pegar a comida no concreto do lado de fora da toca, alcançando a grama apenas para puxar comida de volta até sua toca.

“Mas agora que ela deu os primeiros passos cheia de coragem, temos certeza de que sua confiança continuará crescendo”.

“Ela tem muito o que esperar e espero que Mekong e Newtie possam convencê-la de que há muita diversão na grama para esses três amigos.”

Para os ursos “cultivados” (criados em cativeiro apenas para este fim específico), a extração de bílis significa suportar o sofrimento intolerável, com os animais sendo continuamente furados e recebendo cateteres nos organismos destinados a drenar suas vesículas biliares, o que expõe ao risco de uma série de problemas de saúde, desde cegueira até artrite e câncer.

A Animals Asia foi fundada por Jill Robinson OBE e combate a indústria de bile de urso há mais de 20 anos, tendo resgatado mais de 600 ursos de todo o Extremo Oriente.

Em 2017, o governo vietnamita assinou um acordo, que é um marco na história do país, em parceria com a Animals Asia para fechar todas as fazendas de bílis de ursos e enviar todos os ursos cativos para os santuários até 2022.

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Jornalismo cultural, Notícias

Tereza Cristina diz que exportação de “gado em pé” para o Vietnã é um mercado novo que se abre

Por David Arioch

Eles querem a carne brasileira. É um mercado novo que se abre, um país que tem 100 milhões de pessoas”, destacou (Fotos: Mapa/Save Movement)

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, que se reuniu com o primeiro-ministro do Vietnã, Nguyen Xuân Phúc, disse ontem que o país asiático está disposto a abrir o mercado de carne bovina para o Brasil no segundo semestre deste ano.

De acordo com a ministra, os vietnamitas demonstraram grande interesse na compra de “boi em pé”. “Eles querem a carne brasileira. É um mercado novo que se abre, um país que tem 100 milhões de pessoas”, destacou.

Em contrapartida à compra de “gado em pé”, o Vietnã quer exportar camarão e ampliar a venda de peixe da espécie panga no Brasil.

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Casal usa canal no YouTube para exibir vídeos de animais silvestres sendo mortos, esfolados e comidos por eles

Foto: Care2
Foto: Care2

Muitas pessoas não conhecem os nomes Ah Lin Tuch e Phoun Raty, mas em sua terra natal, o Camboja, no Vietnã, eles viraram manchetes de jornais e redes sociais por todos as razões erradas possíveis.

A equipe composta por marido e mulher tem enfurecido os cidadãos cambojanos depois que eles publicaram vídeos de si mesmos comendo e esfolando animais silvestres ameaçados e protegidos no Camboja pelo YouTube.

Lin Tuch e seu marido Phoun criaram um nome para si e conquistaram seguidores online na esperança de ganhar dinheiro com seus vídeos repugnantes. Até o momento, eles já fizeram 500 dólares por meio de anúncios patrocinados pelo Google.

O casal diz que não sabia que os animais estavam ameçados de extinção ou eram especiais, mas a ignorância não é desculpa, especialmente porque suas ações podem encorajar outros, principalmente os mais jovens, a fazer o mesmo.

Em um dos vídeos mais cruéis o casal come um raro gato pescador (Prionailurus viverrinus), espécie endêmica da Ásia. Em 2010, o gato foi listado pela IUCN como “ameaçado” de extinção e apenas recentemente foi caracterizado para “vulnerável”.

O casal também filmou a si mesmo esfolando, cozinhando e comendo lagartos, sapos e pássaros, incluindo uma grande e bela garça.

Enquanto o governo está investigando os incidentes, há mais uma maneira de garantir que os sonhos de Ah Lin Tuch e Phoun Raty de ganhar dinheiro com o abuso de animais nunca se concretizem.

Alguns usuários inconformados e compassivos estão pedindo ao YouTube para banir o canal desse casal da plataforma e garantir que ambos nunca mais possam lucrar com a matança de animais em extinção ou não.

Conheça mais sobre o Vietnã e sua rica biodiversidade

O Vietnã é um dos principais pontos de diversidade biológica do mundo, de acordo com uma pesquisa científica. Existem 30 parques nacionais em um país que é um pouco maior que o Novo México, e há tantos tipos de animais quanto nas prominentes savanas africanas do Quênia e Tanzânia.

As florestas do Vietnã abrigam duas dúzias de espécies de primatas – gibões, macacos, loris e langures, muitas vezes em cores que fazem a tribo humana parecer banal em contraste a eles.

Especialistas afirmam que a antiga floresta contém quase 2 mil espécies de árvores e entre elas vivem alguns animais incríveis e raros, incluindo o leopardo nebuloso, o langur de Delacour, civetas de Owston, lontras e ursos negros asiáticos. Corujas, esquilos voadores, loris, morcegos e gatos silvestres.

Infelizmente nesse país tão rico em biodversidade, os parques nacionais são basicamente apenas de fachada, e a caça (geralmente praticada por guardas florestais) e tem dizimado a vida selvagem, de acordo com informações do NY Times.

Suas populações selvagens, já cercadas pela destruição do habitat por uma população humana explodindo em números, também estão sendo fuziladas, capturadas e caçadas ao vivo de forma tão eficiente que os parques nacionais e outras áreas naturais são atualmente afetados pela “síndrome da floresta vazia”: de onde até mesmo pequenos animais e aves foram caçados até a extinção local. Outros países asiáticos estão em vários estágios da mesma convulsão. Costuma-se dizer que muitas novas espécies desaparecem antes que a ciência possa descobri-las.

Parte dessa carnificina acontece para alimentar a demanda nacional e internacional da medicina tradicional oriental no Vietnã e na vizinha China. Exemplos de um extenso catálogo de “remédios” incluem: pênis de tigre para impotência, bile de urso para câncer, chifre de rinoceronte para ressaca, bílis de loris (primata) para aliviar as graves infecções das vias aéreas que surgem da poluição do ar no Vietnã.

Mais motivos para o extermínio dos animais selvagens descobertos pelas pesquisas foi “a crescente demanda por carne silvestre em restaurantes urbanos, o que é uma questão de status”, disse Barney Long, diretor de conservação de espécies da ONG Global Wildlife Conservation.

“Este tipo de consumo não como a carne do mato onde os pobres estão caçando comida para sobreviver”, disse ele. “É um símbolo de status para levar funcionários de sua empresa ou colegas do governo para uma refeição da vida selvagem. E honestamente, isso acontece em uma escala que é incompreensível. Não estamos falando de uma ou duas espécies, mas comunidades inteiras de vida selvagem estão desaparecendo”.

Dessa forma as florestas do Vietnã com sua variedade biológica rara e preciosa perecem silenciosamente enquanto um genocídio animal se consolida exterminando espécies que muitas vezes jamais chegaremos a conhecer, vítimas indefesas da ganância, estupidez e maldades humana irrefreáveis.

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Reservas do Vietnã sofrem da “Síndrome da Floresta Vazia”

Saola espécie de antílope ameaçada | Foto: Helth Apta
Saola espécie de antílope ameaçada | Foto: Helth Apta

O Vietnã é um dos principais pontos de diversidade biológica do mundo, de acordo com uma pesquisa científica. Existem 30 parques nacionais em um país que é um pouco maior que o Novo México, e há tantos tipos de animais quanto nas prominentes savanas africanas do Quênia e Tanzânia.

Na verdade, centenas de novas espécies de plantas e animais foram descobertas no Vietnã durante as últimas três décadas, e mais são registradas a cada ano. O saola antílope, por exemplo. Seu rosto suave e repleto de listras brancas impressiona pela beleza. Anunciado como “o último unicórnio” por sua raridade, o saola é o maior animal terrestre descoberto em qualquer lugar desde 1937.

Um pequeno rebanho de rinocerontes perdidos há muito tempo, um cervo e um coelho listrado também apareceram na lista de novas espécies. Até um inseto gigante, com 21 centímetros de comprimento, e muitos outros tipos de pássaros – tordos risonhos – peixes, cobras e sapos até então desconhecidos ou considerados extintos.

Saola em close | Foto: List of Animals
Saola em close | Foto: List of Animals

As florestas do Vietnã abrigam duas dúzias de espécies de primatas – gibões, macacos, loris e langures, muitas vezes em cores que fazem a tribo humana parecer banal em contraste a eles.

Especialistas afirmam que a antiga floresta contém quase 2 mil espécies de árvores e entre elas vivem alguns animais incríveis e raros, incluindo o leopardo nebuloso, o langur de Delacour, civetas de Owston, lontras e ursos negros asiáticos. Corujas, esquilos voadores, loris, morcegos e gatos silvestres.

Mas as viagens para o destino rico em diversidade são quase impossíveis, guias turísticos indecisos quanto a áreas naturais e a vida selvagem, empurram pacotes para a paisagem habitada ou para as cidades. Quando questionados sobre seu comportamento eles simplesmente respondem: “Você já esteve no Vietnã antes, ou conhece a situação lá? É muito difícil se você não está ciente”.

Ameaça a vida selvagem

No Vietnã, os parques nacionais são basicamente apenas de fachada, e a caça (geralmente praticada por guardas florestais) e tem dizimado a vida selvagem, de acordo com informações do NY Times.

Apelos às equipes de conservação que vivem e trabalham no Vietnã reconciliaram as aparentes contradições. O país é realmente um epicentro da diversidade de espécies silvestres. Mas as viagens para conhecer a vida selvagem não são muito procuradas, e o Vietnã também se tornou um centro mundial para o tráfico de animais silvestres.

Suas populações selvagens, já cercadas pela destruição do habitat por uma população humana explodindo em números, também estão sendo fuziladas, capturadas e caçadas ao vivo de forma tão eficiente que os parques nacionais e outras áreas naturais são atualmente afetados pela “síndrome da floresta vazia”: de onde até mesmo pequenos animais e aves foram caçados até a extinção local. Outros países asiáticos estão em vários estágios da mesma convulsão. Costuma-se dizer que muitas novas espécies desaparecem antes que a ciência possa descobri-las.

Loris em cativeiro | Foto: Holocausto animal
Loris em cativeiro | Foto: Holocausto animal

O declínio da vida selvagem no Vietnã é especialmente intenso. Por exemplo, em uma única reserva nacional remota, especialmente habitada pelo saola e outros animais raros, foram encontradas 23 mil armadilhas de arame baratas, mas com eficiência fatal, em 2015, o ano mais recente apurado. Dezenas de milhares dessas armadilhas são colocadas a cada ano, tão rápido quanto podem ser confiscadas.

Apesar dos levantamentos intensivos, não se observou a ocorrência de nenhum saola (passível de verificação) desde que uma foto foi tirada de um deles, seis anos atrás. O último rinoceronte foi morto por caçadores furtivos no Parque Nacional Cat Tien em 2010. Os tigres foram efetivamente caçados até não existirem mais. Apenas pequenas populações de ursos e elefantes se agarram em espaços verdes de selva pequenos e vulneráveis. Quase todas as várias espécies de primatas estão em risco de extinção.

Parte dessa carnificina acontece para alimentar a demanda nacional e internacional da medicina tradicional oriental no Vietnã e na vizinha China. Exemplos de um extenso catálogo de “remédios” incluem: pênis de tigre para impotência, bile de urso para câncer, chifre de rinoceronte para ressaca, bílis de loris (primata) para aliviar as graves infecções das vias aéreas que surgem da poluição do ar no Vietnã.

Loris na natureza | Foto: Science News
Loris na natureza | Foto: Science News

Mais motivos para o extermínio dos animais selvagens descobertos pelas pesquisas foi “a crescente demanda por carne silvestre em restaurantes urbanos, o que é uma questão de status”, disse Barney Long, diretor de conservação de espécies da ONG Global Wildlife Conservation.

“Este tipo de consumo não como a carne do mato onde os pobres estão caçando comida para sobreviver”, disse ele. “É um símbolo de status para levar funcionários de sua empresa ou colegas do governo para uma refeição da vida selvagem. E honestamente, isso acontece em uma escala que é incompreensível. Não estamos falando de uma ou duas espécies, mas comunidades inteiras de vida selvagem estão desaparecendo”.

Dessa forma as florestas do Vietnã com sua variedade biológica rara e preciosa perecem silenciosamente enquanto um genocídio animal se consolida exterminando espécies que muitas vezes jamais chegaremos a conhecer, vítimas indefesas da ganância, estupidez e maldades humana irrefreáveis.

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Notícias

Homens são presos por matar macaco e transmitir ato pela internet

Três homens foram presos no Vietnã por terem matado um macaco e transmitido o ato pela internet. O animal pertence a uma espécie protegida.

Os homens foram declarados culpados de “violar a lei de proteção de fauna selvagem rara e de valor”, segundo o portal VNExpress. Eles foram condenados a penas de prisão de 12 a 15 meses por um tribunal da província de Ha Tinh, no centro do país.

Foto: Mogens Trolle/VC no TG

O crime ocorreu em dezembro. Um dos envolvidos vendeu o macaco ao principal acusado, Thai Kim Hong, de 51 anos, que convidou o vendedor e outras quatro pessoas para matar e comer o animal, ato que foi transmitido por rede social. As informações são da agência de notícias EFE.

Segundo as autoridades vietnamitas, o animal era um douc-de-canelas-vermelhas (Pygathrix nemaeus). A espécie consta na lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza como espécie ameaçada.

A caça deste macaco e a comercialização dele é proibida por lei. A espécie vive entre o Vietnã, o Laos e o Camboja e está ameaçada pela caça e pela perda de seu habitat, devido à expansão da construção e da agricultura.

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