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Grupo que matava animais é desmantelado em Viana

A GNR de Viana do Castelo e a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica detiveram dois indivíduos e constituíram arguido um terceiro por suspeita da prática do crime de morte de animais, revelou nesta quinta-feira fonte policial.

Em comunicado, o Comando Territorial da GNR de Viana do Castelo adiantou que a operação, realizada na quarta-feira naquele concelho, resultou de uma investigação do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) daquela comarca.

“Os suspeitos foram detidos em flagrante delito e estão indiciados na prática do crime de abate clandestino, sendo que os dois detidos já possuem antecedentes criminais por crimes desta natureza”, afirma a Guarda.

Um dos detidos “também está indiciado pela prática do crime de receptação e falsificação de documentos”, lê-se naquele comunicado.

No âmbito daquela operação, que envolveu 23 militares e nove inspectores, entre eles uma médica veterinária da ASAE, foram realizadas 15 buscas, três domiciliárias, quatro a explorações agrícolas, uma a um talho, e sete a veículos, todas no concelho de Viana do Castelo.

A investigação decorreu entre as 15h30 de quarta-feira e a 1h desta quinta-feira. Foram detidos dois indivíduos, com idades entre os 36 e 51 anos, e foi constituído arguido um terceiro indivíduo, com 17 anos, todos residentes na capital do Alto Minho.

Aquela força policial apreendeu uma arma para morte de animais de grande porte e 41 cartuchos, diversos utensílios utilizados na morte de animais, balança, carimbos e documentos falsos, chips, brincos para identificação animal, 335 quilogramas de carne ovina, 23 animais vivos (19 ovelhas e quatro bois) e quatro motorroçadoras.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Público

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ONG Animal cancela protestos contra touradas em Viana

“Confirmadíssimo. Não há tourada em Viana do Castelo. Assim, a ação da Animal fica sem efeito”, lê-se na página do facebook da associação de defesa dos animais.

A Animal, que elaborou a moção aprovada em 2009 pela Câmara de Viana do Castelo que proibiu a realização de touradas no concelho, tinha anunciado para domingo (24) uma ação de sensibilização seguida de uma vigília contra aquela que seria a terceira corrida de touros desde que Viana do Castelo foi declarada cidade antitouradas.

O movimento “Vianenses pela Liberdade” anunciou, no sábado, o adiamento do espetáculo tauromáquico para 07 de setembro alegando “problemas administrativos criados pela Câmara de Viana do Castelo”.

A autarquia rejeitou, na sexta-feira, “liminarmente” o pedido de licenciamento para a instalação de uma praça amovível alegando “incumprimento formal do processo”.

Fonte autárquica explicou à Lusa que os organizadores “não apresentaram cópia da APÓLICE DE SEGURO de acidentes pessoais”, um elemento “fundamental, exigido por lei”, para o licenciamento deste tipo de espetáculos.

Em causa está a montagem de praça amovível, num terreno privado situado junto à antiga empresa de pescas de Viana, conhecida localmente como Seca do Bacalhau, em Darque, o mesmo local onde decorreu a tourada do ano passado, com a presença, segundo a organização, de mais de 2.550 espetadores.

O movimento de aficionados, criado em 2009 na sequência da aprovação, pelo município, da declaração antitouradas, acusou o autarca socialista José Maria Costa de “continuar a agir de má-fé, a cometer ilegalidades e a atacar os direitos e liberdades dos cidadãos de Viana do Castelo, envergonhado a cidade”.

Apesar do adiamento, um grupo local de ativistas que reclama o fim deste espetáculos na cidade decidiu manter as ações anunciadas para as 16:00, próximo do local onde deveria realizar-se a corrida de touros.

“Em vez de ser uma ação para demonstrar desagrado por, mais uma, vez a cidade ser ofendida pela presença de apreciadores de tortura animal, vamos demonstrar a nossa alegria por ter sido evitada a ofensa a Viana do Castelo”, afirmou à Lusa Ana Macedo, porta-voz do movimento cívico.

Ana Macedo assegurou que o grupo de ativistas “está pronto” para nova manifestação, a 07 de setembro, “caso a ideia de fazer uma tourada prossiga”.

A ativista apelou ainda à autarquia para avançar com um pedido, junto da Assembleia da República, para que seja atribuído à cidade um REGIME de exceção, tal como acontece com o município de Barrancos onde são permitidos os touros de morte.

“Viana tem que pedir a exceção tal como Barrancos a pediu. Se Barrancos tem direito porque não temos nós”, questionou a ativista.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Notícias ao Minuto

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Ativistas criticam recuo no regulamento contra touradas em Viana, Portugal

NELSON GARRIDO
Foto:  NELSON GARRIDO

Um grupo de ativistas que reclama o fim das touradas em Viana do Castelo criticou nesta segunda-feira a câmara por não ter aprovado um regulamento de proteção de animais que poderia “dar mais força” à proibição destes espectáculos no concelho.

“Estamos, novamente, no ponto zero no que diz respeito às touradas”, diz a porta-voz do movimento “Touradas em Viana? Não obrigado” numa carta aberta ao presidente da câmara, publicada nas redes sociais.

“Aparentemente Viana não quer ser cidade anti touradas. É muito triste porque sabemos quantos milhares de assinaturas recolhemos para sustentar o regulamento municipal e nem discussão pública foi feita”, afirmou Ana Macedo, contactada pela Lusa.

Confrontado com as críticas, o autarca José Maria Costa escusou-se a prestar declarações.

Esta posição do movimento cívico surge na sequência da decisão da autarquia de recuar no regulamento para protecção dos animais face à publicação da legislação nacional que veio regulamentar a realização de espectáculos tauromáquicos.

“Perante isto, o nosso regulamento municipal deixava de ter sentido, já que há um regulamento nacional para estas actividades”, explicou José Maria Costa, na semana passada, no final da reunião ordinária da assembleia municipal.

Na altura, o autarca adiantou que o decreto-lei n.º 89/2014, publicado em Diário da República a 11 de Junho, veio “clarificar de uma vez por todas” o regime de realização de touradas.

“Está finalmente definido que é à Inspecção Geral das Actividades Culturais (IGAC) e às câmaras que compete, em paralelo, licenciar e autorizar a realização de espectáculos tauromáquicos em cumprimento das respectivas condições técnicas, sanitárias e de segurança”, frisou.

Já o grupo de activistas contrapõe: “Até agora não foi possível evitar as touradas e não vai ser agora com uma lei que protege as touradas que vamos conseguir. Ou Viana se assume como anti touradas ou então desiste. Continuar a alegar que somos e não fazer nada nesse sentido não pode ser”.

Ana Macedo defendeu que o documento “poderia dar mais força à autarquia” e considerou que quem aconselhou o presidente da câmara sobre a suficiência da lei geral “aconselhou mal”.

A porta-voz lembrou que em Julho passado entregou na autarquia um abaixo-assinado com “milhares” de apoios contra o regresso das corridas de touros ao concelho, esforço que agora “caiu por terra”.

“Não acredito que seja o próprio presidente da câmara a tomar uma decisão destas. É lógico que ele tem que seguir conselhos de alguém. Parto do princípio que esses conselhos sejam de juristas que trabalhem para a câmara. Agora, realmente não funcionam há três anos”, referiu.

Em Maio, o movimento Vianenses pela Liberdade anunciou a data de 24 de Agosto para a realização de uma nova tourada na cidade.

Em 2009, o anterior executivo aprovou uma deliberação recusando a realização de touradas no concelho, sempre que tal dependesse da autarquia, transformando Viana no primeiro município anti touradas do país.

Contudo, desafiando essa posição, a federação das associações taurinas Prótoiro realizou duas touradas no concelho, em 2012 e 2013, instalando para tal uma arena amovível em terrenos privados, autorizada pelo tribunal.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Público Pt

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Homem é detido acusado de tráfico de animais em Salgueiro (PE)

Um homem foi detido nessa quinta-feira (10) em Salgueiro, Sertão de Pernambuco, acusado de tráfico de animais.

A polícia encontrou os animais no momento em que fazia um bloqueio na BR 232. Ao fazer uma revista em uma caminhonete foram encontrados 40 pássaros silvestres das espécies Gola, Viana, Caboclo lindo, Papa Capim, Azulão e Galo de Campina. Nenhum dos animais tinham a Guia de Trânsito Animal.

O motorista do veículo, o pedreiro Francisco de Assis Alves de Farias, 51 anos foi detido, ele prestou depoimento e foi liberado.

Os animais foram levados para o Ibama da cidade, de lá serão levados para uma área livre onde serão soltos.

Fonte: JC

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Polícia apreende 40 aves silvestres em Ouricuri (PE)

(daRedação)

Uma operação da Polícia Militar conseguiu apreender animais silvestres na cidade de Ouricuri, no Sertão pernambucano. A ação foi realizada ontem (30) e recuperou um total de 40 aves de espécies como: azulão, galos de campina, viana, papa-capim, entre outras.

O agricultor Lendo Luis de Souza, 20 anos, preso em flagrante, foi autuado por crime ambiental. As aves foram entregues à Polícia Civil.

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