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Cachorrinha especial viaja pelo mundo após ser adotada

Foto: Instagram/hotrodmel
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Mel, uma Pit Bull de oito anos, pode precisar de uma cadeira de rodas para se locomover, mas isso não a impede de viajar pelo mundo todo com seu pai, Tom Dilworth.

Dilworth foi ao abrigo Yonkers Animal Shelter para ver outro cachorro, mas acabou adotando Mel. Dilworth aproximou-se de Mel, que deitou a cabeça em sua perna e, naquele momento, ele soube que precisava levá-la para casa.

Foto: Instagram/hotrodmel
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Logo depois de adotar Mel, Dilworth percebeu que ela tinha problemas com seu equilíbrio que continuaram a piorar com o tempo. Dilworth acabou descobrindo que Mel tinha uma doença neurológica que afeta seu equilíbrio.

Foto: Instagram/hotrodmel
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A doença causava a dor de Mel. Ela tinha dificuldade em andar sozinha. Com a ajuda de Eddie Wheels for Pets, Dilworth colocou Mel em uma cadeira de rodas para ajudá-la a se locomover.

Dilworth é fotógrafo profissional e adora viajar, mas nunca vai a lugar algum sem a sua fiel parceira canino.

Foto: Instagram/hotrodmel
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Mel começou a conhecer e explorar novos e incríveis lugares com seu pai e está amando sua segunda chance na vida.

Clique aqui para acompanhar as aventuras de Mel no Instagram.

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Destaques, Notícias

Mulher viaja pelo mundo para salvar cães e gatos de países devastados por guerras

No entanto, nada poderia ter preparado Louise para o horror da guerra. Era Janeiro de 2004 e na sua função logística, Louise nunca havia sentido tanto medo.

Louise e um cão no Iraque neste ano/ Foto: Reprodução, Mirror

Balas passavam pela base do exército durante todo o dia, fazendo-a tremer e o chão estremecer quando as bombas eram detonadas. “Aqueles primeiros dias foram terríveis. Mas algo que realmente me atingiu, sobre o qual eu nem tinha refletido quando recebi meus formulários de inscrição,  eram os animais – as vítimas inocentes pegas no fogo cruzado”, diz.

Mesmo sem os conflitos, a vida de um cão ou gato abandonado nascido em um país deserto como o Iraque era curta. A região pode atingir 40 °C no verão e -20 °C no inverno. O solo congela e não há como encontrar alimento a menos que seja no lixo. Com a guerra devastando o território, as vidas dos animais se tornaram ainda mais insuportáveis. Louise testemunhou um terrível sofrimento humano, mas, embora houvesse instituições de caridade que ajudavam a população do Afeganistão, os cães e os gatos eram constantemente deixados para sobreviver sozinhos.

Ainda que Louise e suas tropas viajassem entre diferentes bases, ela testemunhou dezenas de animais em péssimas condições na estrada. Alguns estavam mortos e outros tinham sido atingidos por veículos blindados e tinham ossos quebrados e membros mutilados. Infelizmente, a raiva também era generalizada.

“Tendo crescido com animais domésticos, sempre fui uma amante de animais. Quando eu tinha 15 anos, presenciei um proprietário de uma loja de animais colocando dois ratos vivos na gaiola de uma cobra. Comprei os ratos e o denunciei ao conselho. Ver a dor que essas criaturas viveram foi desolador. Não poderia suportar não fazer nada”, conta Louise.

Os moradores locais enxergavam os gatos e cães abandonados como um incômodo e os envenenavam, mas o veneno paralisava o sistema respiratório, causando uma morte lenta e cruel.

“Eu queria fechar os olhos para a dor, fisicamente e metaforicamente, mas não conseguia, especialmente quando um dos nossos limpadores me trouxe um gatinho meio morto. O chefe me disse que eu tinha que me livrar dele, mas não pude. Em vez disso, cuidei da pobre criatura até recuperar a saúde e nomeia-a como Simba Al-tiqriti”, acrescenta.

Louise se esforçou para manter Simba escondido até ir para um novo campo em Novembro de 2005, quando seu chefe disse que era preciso deixar o gato. Louise não podia suportar a ideia de abandonar Simba nas ruas e sabia que ele nunca sobreviveria se isso ocorresse. Por isso, elaborou um plano elaborado para levá-lo até a fronteira com o Kuwait, para que ele fosse tratado e, posteriormente, levado para os pais de Louise em West Midlands, na Inglaterra.

Foto: Reprodução, Mirror

Apesar de muitas coisas derem errado, um amigo levou o gatinho em segurança para o Reino Unido. Louise criou cada vez mais planos para salvar gatos e cães da morte certa. “As forças armadas americanas costumavam me deixar enviar pacotes de medicamentos e alimentos para a linha de frente em seus tanques. Eles enviariam fotos de animais felizes e saudáveis, nossos pacotes ajudaram. Organizei a ida de três gatos do Iraque, Doodle, Phoenix e Pudding, e dois cães, Zeus e Gabriel, ao Reino Unido para morar com meus pais até eu poder me juntar a eles”, relata.

Em Dezembro de 2009, ela mudou-se para outra empresa de segurança, desta vez no Afeganistão. Quando sua mãe leu sobre um abrigo de cães no local, Louise entrou em contato e ofereceu-se para ajudar. Em pouco tempo, ela estava trabalhando 20 horas por dia, entre sua função normal e o voluntariado no abrigo.

Em Maio de 2010, ela abandonou seu trabalho para se concentrar no abrigo. Como eles não tinham como pagá-la,  ela viveu  com suas economias por seis meses: “Foi um trabalho árduo, mas incrivelmente gratificante. Eu estava auxiliando gatos e cães durante o dia todo, todos os dias, e estávamos fazendo uma grande diferença”, diz.

Eventualmente, um terreno adequado foi localizado e Louise e a equipe construíram um novo refúgio para os animais. O local era muito básico e  – como Louise não era uma veterinária treinada – tudo o que ela podia fazer era vacinar, tratar as pulgas e vermes dos animais, assim como alimentá-los e lhes oferecer companheirismo e amor como nunca antes receberam.

“Quando uma instituição de caridade internacional de animais ouviu sobre nós, eles entraram em contato e, lentamente, treinaram um homem local como veterinário para tratar apropriadamente os cães e gatos. Lentamente, crescemos o suficiente para empregar um limpador e outro veterinário e abrigar cerca de 100 cães”, explica Louise.

Em Outubro de 2015, ela decidiu voltar para o Reino Unido porque estava exausta. O santuário afegão salvou centenas de animais e ajudou a melhorar a forma como eles eram tratados pelos moradores locais.

De volta ao Reino Unido

Louise e cães resgatados no Reino Unido/ Foto: Reprodução, Mirror

“Embora eu estivesse deixando o Afeganistão, eu não estava indo sozinha. Levei comigo mais cinco cães – Robo, Joe, Bell, Holly e Foxy – e quatro gatos – Pookie, Baron, Zabba e Shariq. Foi uma missão infernal levá-los para casa e custou £ 16 mil, que arrecadei graças à incrível generosidade de amigos e estranhos aqui no Reino Unido, mas lhes prometi tudo, eu os manteria seguros e nunca irei quebrar essa promessa”, Louise.

Louise trabalha em tempo integral como gerente de um centro de resgate de cães em West Midlands. Ela também é uma administradora da War Paws, uma instituição de caridade sediada no Iraque, que arrecada dinheiro para castrar, tratar e alimentar animais abandonados. “Temos conversado com o governo iraquiano sobre a importância do controle da população e da medicação contra a raiva, mas é um longo processo. Não iremos desistir”, frisa.

Ela também organiza o transporte de todos os cães que são adotados por famílias no Reino Unido e nos EUA. É um procedimento complicado e caro, mas há muitas pessoas como Louise que resgatam os animais.

“Posso não estar mudando o mundo, mas estou feliz em dar a esses animais maravilhosos uma vida segura, feliz e saudável. Vi cães que foram espancados, famintos e baleados. Mesmo assim, são tão gentis e amorosos, desejam lares felizes e é minha missão ajudá-los a encontrar um lugar para pertencerem e serem amados”, finaliza.

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Após um ano desaparecido, cão é encontrado 1.200 km longe de casa

(Foto: Getty Images)

Um cão que havia desaparecido na Flórida em 2016 foi encontrado recentemente em Nova York.

Uma mulher, moradora de Nova York, resgatou o cachorro e o levou para um lar de animais. Lá, foi feita uma leitura do microchip que estava no cão, mostrando que seu tutor estava em Palm Beach, na Flórida, tendo viajado mais de 1200 km.

Ninguém sabe como o cão aguentou viajar por tanto tempo.

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Casal pede demissão para velajar pelo mundo com seu cão e estreia canal no YouTube

Foto: Reprodução/Sailing Around The World

Muitas pessoas sonham em se tornar um alto executivo, ter equipe e um ótimo salário mas não imaginam o quanto de trabalho, foco e dedicação é necessário para chegar tão longe. Os encontros com os amigos se tornam raros, mal vê a família e praticamente vive dentro do trabalho. Afinal o que é este sucesso que tanto buscamos?

Cansados deste círculo vicioso, onde se gasta mais para buscar a paz e por isso é preciso trabalhar mais para poder gastar ainda mais, Beto e Thais resolveram buscar uma vida simples, próximos a natureza, a essência humana de sobrevivência e gratidão de poder viver dia após dia como se fossem finais de semana.

O plano de morar em um veleiro e viajar pelo mundo no final de 2015 foi inspirado em jovens casais que tem feito o mesmo não apenas a bordo de veleiros mas também em Kombis, hostels e bicicletas.

Depois de estudar as possibilidades, o casal optou pela vida a bordo pois um veleiro é praticamente auto-sustentável e, no caso do Shogun (um veleiro Peterson de 33 pés), há espaço suficiente para eles e principalmente o cachorro – um Golden Retriever chamado Google.

“Nós queríamos uma casa móvel, com quintal infinito. Eu amo praia e o Google ama nadar. O Beto desde pequeno adora consertar coisas e tecnologia. Um Veleiro tem coisas para consertar todo dia e construído sob muita tecnologia”, comenta Thais.

Durante o ano de 2016, eles executaram o planejamento da viagem, praticamente em segredo. Começaram a procurar o barco em janeiro, curso de vela em fevereiro, compra do Veleiro Shogun em abril, Arrais em junho e passaram vários finais de semana a borda para realizar algumas reformas.

O desapego das coisas materiais também começaram desde o início de 2016. Thais concentrou-se nas roupas e nos eletrodomésticos e Beto no carro e nos imóveis. Praticamente tudo foi vendido até o fim do ano e o dinheiro aplicado rendeu o suficiente para navegar pelo mundo.

De acordo com o planejamento, em janeiro de 2017, ambos iriam pedir demissão e começar a viagem a partir de maio.

Beto Toledo, 35 anos, era diretor geral de mídia, trabalhava há nove anos na VML, a melhor agência digital do Brasil segundo uma avaliação de clientes na pesquisa do grupo consultores. Foram necessários três meses para sua saída, tempo suficiente para ser substituído e não gerar problemas para os clientes.

Já Thais Cañadó, 25 anos e designer de moda na Scarfme, conseguiu se organizar para ficar até a troca da coleção e se desligar da empresa um mês antes da viagem.

A viagem começa a partir de Santos (litoral de SP) com destino ao Caribe, à Austrália e à Europa.

Porém diferente das travessias mais conhecidas, como da Familia Schurmanm, eles irão velejar pela costa, parando nas melhores praias do caminho, como por exemplo nos primeiros meses em Ilha Bela, Ubatuba, Angra e Paraty. A cada semana publicarão um vídeo no canal “Sailing Around The World” do YouTube mostrando o dia a dia da vida a bordo e principalmente os lugares visitados, sempre na perspectiva de quem chega na praia pelo mar e não pela terra.

Fonte: Terra

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Grupo de mulheres viaja por 10 países africanos para sensibilizar as pessoas sobre declínio de elefantes

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Northglen News
Foto: Northglen News

Um grupo de mulheres decidiu viajar por 10 países africanos, percorrendo uma área de 16 mil quilômetros durante 100 dias  para aumentar a conscientização do público a respeito da diminuição das populações de elefantes.

A odisseia africana de 100 dias teve como objetivo sensibilizar as pessoas sobre o problema da caça enfrentado pelos elefantes em declínio na África.

A aventura começou no Sibiya Casino and Entertainment Complex no dia 9 de agosto e se concentrou no desenvolvimento da comunidade, na educação de jovens e na conscientização pública sobre crimes contra a vida selvagem e a caça.

A viagem também ajudou a arrecadar dinheiro para apoiar organizações envolvidas na luta contra a exploração de animais. Andando pela África do Sul, Suazilândia, Moçambique, Zimbábue, Namíbia, Botswana, Zâmbia, Tanzânia, Malawi e Quênia, a equipe distribuiu 20 mil folhetos educacionais em escolas e comunidades.

Elas também visitaram 37 organizações envolvidas na conservação da vida selvagem africana para informar sobre o trabalho que realizam. Todas as mulheres arcaram com os custos da viagem e a quantia arrecada será direcionada a beneficiários.

Carla Geyser, moradora da cidade sul-africana de Durban e líder da expedição, disse que as todas ficaram entusiasmadas com a causa. Ela também é  membro da Blue Sky Society Trust, uma organização sem fins lucrativos cuja iniciativa chamada Elephant Ignite Expedition foi um dos melhores projetos de conservação para este ano.

“Elas trabalharam incansavelmente para garantir o sucesso da expedição e os projetos que visitamos são verdadeiramente surpreendentes. A dedicação que essas pessoas têm para fazer diferença e proteger a vida selvagem da África é uma lição de humildade. Isso nos motiva a trabalhar mais para conseguir espalhar sua mensagem para o mundo”, declarou.

O grupo fez a última parada na instalação de elefantes órfãos do David Sheldrick Wildlife Trust em Nairóbi, no Quênia, onde se encontraram com Dama Daphne Sheldrick e sua filha, Angela.

“O envolvimento de Daphne Sheldrick com os animais selvagens tem se estendido por muitos anos e ela é uma autoridade internacional reconhecida na criação deles. Ela também aperfeiçoou a fórmula do leite e a criação de bebês elefantes e rinocerontes dependentes de leite. Encontrar uma verdadeira “matriarca” da conservação foi uma experiência absolutamente memorável e um final adequado para a viagem de uma vida para nós “, disse Geyser ao Northglen News.

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Você é o Repórter

Ativista viaja mais de 800 km para resgatar porco atropelado

Por Luh Pires

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Em meio a tantas tragédias com tombamentos de caminhões de frangos e porcos que aconteceram nas últimas semanas, onde os animais são saqueados ali mesmo, sem chance de serem resgatados; em meio ao descarte dos Bois de Forquilhas em São José (SC); e de tantas pessoas que não oferecem sequer um prato de ração, água ou uma casinha comunitária para um cãozinho abandonado em sua rua; um ativista da cidade de São Francisco de Itabapoana viajou mais de 800 km entre ida e volta num translado de mais de 15 horas para resgatar um porquinho que havia sido atropelado e abandonado numa poça de água em Vaz Lobo (RJ).

Pessoas próximas ao local fotografaram e postaram o caso numa página do Facebook que acabou gerando indignação e diversos compartilhamentos. Consternados, um grupo de ativistas que prefere se manter anônimo para proteger suas estratégias de ação por todo o Brasil decidiu agir. Uma das envolvidas foi Daniela Spallanzani que pagou a passagem de ida para que o segundo personagem entrasse na história. Não é a primeira vez que o ativista Camilo Jose Apresentação percorre o Brasil em busca de animais de todas as espécies – ele mesmo não gosta de tornar isso público – só que desta vez, o resgate chamou muito a atenção pela abnegação e disposição em viajar subitamente para um local tão distante, mesmo sem saber se o animal ainda estaria vivo ou se mesmo não havia sido saqueado por carnistas.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A terceira envolvida no caso é a ativista Merielen Sabaini que monitorou a localização exata do animal e fez os contatos para que o ativista chegasse na região. Sendo responsável também pela volta do protetor com o animal nos braços. O mais impressionante é que nenhuma pessoa próxima ao local foi capaz de recolher o pobre animal e levá-lo para tratamento. Mas houve aqueles que tomaram conta do pobre inocente ali mesmo: “Se não fosse por isso, com certeza, ela teria morrido”, diz o ativista.

Na manhã desta quarta-feira (7), Camilo chegou na cidade de Vaz e encontrou o suíno jogado no mesmo local onde ocorreu o acidente. Para o desespero de todos, moradores da região informaram que, além de ter sido atropelada, a porquinha também foi espancada.

Com muita dor, calor – já que porcos aguentam apenas 30°- e muito agitada pela movimentação, o corpinho foi envolto em sacos de gelo para ser resfriado. Consciente, mesmo após ter sofrido agressões físicas após o atropelamento, com o suporte das moradoras Ana e Roberta que ajudaram a levantar o animal que pesa mais de 80 kg, agora Camilo retorna com a porca que recebeu o nome de Natalina, uma ironia do grupo por ela ter sobrevivido ao “Espírito de Natal”.

Foto: Divulgação
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Agora uma nova fase começa: ele vai precisar de muitos recursos para tratamento veterinário para cuidar e manter mais esta vítima da sociedade; além de dezenas de outros animais aos quais ele dedica a vida no Santuário Salvando Vidas.

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Casal viaja pelo mundo para ajudar animais abandonados

Reprodução/ProjetoMundoCão
Reprodução/ProjetoMundoCão

A descoberta de que uma vida simples e feliz é possível e vale à pena foi o resultado de 17 meses de expedição de São Caetano até o Alasca vivida por Eleni Alvejan, 43 anos, e Sérgio Medeiros, 42. A bordo de uma Land Rover 4×4, o casal percorreu a Pan-American Highway (Rodovia Panamericana) – rede de estradas que liga os dois extremos do continente americano, com 25,8 mil quilômetros ­– para ajudar cachorros abandonados com a distribuição de alimento, água e afeto por meio do projeto Mundo Cão.

“Para muitos, o que fizemos é uma grande bobagem. O que resolve na vida de um cachorro que muitas vezes está à beira da morte um pote de ração? Mas nosso projeto vem de um trabalho de sete anos com moradores de rua e seus companheiros animais. O projeto nunca foi o principal objetivo da viagem. Saímos para uma transformação pessoal. No entanto, os cães nos olhavam nos olhos, nos buscavam para um carinho e comiam agradecidos.”, destaca Eleni, que abandonou o emprego como condutora de transporte escolar para embarcar na aventura ao lado do marido, com quem é casada há 16 anos.

A princípio, a viagem deveria durar um ano, no entanto, o casal se desapegou também do tempo. “Nos envolvemos muito mais com os lugares, com as pessoas e com tudo o que estávamos vivendo”, lembra Sérgio, que deixou para trás a vida de vendedor técnico em indústria de papel. Dessa forma, a chegada ao destino final tornou-se momento de coroação da coragem do casal.

“Muitos saem das suas vidas comuns com o objetivo de tirar uma foto, dar meia volta e regressar à sua vida real. Esse nunca foi nosso plano. Tudo que vivemos nos 17 meses de estrada, antes de chegar até a placa que indica a última fronteira, ficará como uma marca nas nossas vidas, principalmente por tantas pessoas importantes que encontramos, que abriram suas casas e principalmente seus corações.”

No entanto, em quase um ano e meio de estrada, o casal não percorreu apenas caminhos fáceis. Houve imprevistos. Alguns perigosos, como, por exemplo, o episódio em que foram abordados por integrantes das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), na Colômbia. “Sofremos dois roubos, um no Peru e outro no México. Sentimos um terremoto no Equador e presenciamos uma forte atividade vulcânica na Nicarágua”, comenta Sérgio.

Administrar o dinheiro ­– US$ 700 (aproximadamente R$ 2.276 por mês, fruto do aluguel do apartamento em São Caetano) – foi outra dificuldade. A quantia devia ser suficiente para abastecer o carro, comer e tomar banho, já que a hospedagem estava quase que restrita ao veículo, a pontos gratuitos ou, em algumas ocasiões, a casas de amigos que faziam pelo caminho.

A ração que era distribuída aos cães também fazia parte do orçamento. “A princípio, comprávamos dez quilos de ração por semana. Às vezes dava para três ou quatro dias e às vezes sobrava. Então, começamos comprar conforme a necessidade, o que funcionou melhor”, diz Eleni.

Pelo lado sentimental, a maior das dificuldades, conforme o casal, é a impotência sentida a cada cachorro abandonado encontrado pelas ruas. “Virar as costas e ir embora foi o pior sentimento provado. Se tem uma palavra que define os cães abandonados é tristeza. Tanto faz se estão no Brasil, na Nicarágua ou no México, eles têm sempre o mesmo olhar de súplica. Mesmo nos Estados Unidos e Canadá, onde não têm cães nas ruas, existem milhares de cães abandonados nos refúgios esperando pela adoção ou pela morte induzida”, conta Eleni.

Renovados, Eleni e Sérgio já traçaram nova rota. Segundo eles, viajar se tornou espécie de vício. “O plano é seguir para a Europa, Ásia e África, uma volta ao mundo. Mas agora é o momento de trabalhar para juntar dinheiro para a nova empreitada, porque, ao contrário do que muitos pensam, não somos ricos e não temos patrocínios”, ressalta Sérgio.

“Descobrimos que viajar pode ser um estilo de vida, podemos viver da forma que desejarmos, onde quisermos e pelo tempo que quisermos. Tudo é uma questão de prioridades. Nossa prioridade é ser feliz hoje e não esperar a vida passar para descobrir que não se tem mais tempo para fazer o que realmente desejamos”, observa Eleni.

Durante todo o percurso, o casal compartilhava as experiências vivenciadas por meio do site www.projetomundocao.com.br.

Fonte: Diário do Grande ABC

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Cadela diagnosticada com câncer terminal viaja ao lado de tutor

Reprodução/Instagram
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Rob Kugler teve seu coração devastado quando sua companheira, Bella, foi diagnosticada com um câncer terminal nos ossos. O veterinário foi enfático ao dizer: a cadela tem apenas entre 3 a 6 meses de vida. Foi então que Rob resolveu parar tudo e viajar com Bella pelos Estados Unidos, para fazer dos seus últimos dias, os melhores de sua já curta vida.

Reprodução/Instagram
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Contrariando a previsão do veterinário, 15 meses depois, Bella ainda estava viva e muito feliz. Seu tutor já havia perdido um amigo no Iraque e sua irmã em um acidente de carro e sua jornada com Bela pode ser vista no Instagram.

Fonte: Correio do Ar

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Cachorra com dificuldades para andar, reescreve sua vida e viaja por todo o Estados Unidos com seu tutor

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Mel é uma pit bull de oito anos de idade que viveu bastante tempo em um abrigo até ser adotada por Tom Dilworth. Tom contou que foi até o abrigo para ver um outro cão, porém, quando Mel se aproximou dele e colocou a cabeça em sua perna, foi paixão imediata e ele viu que não tinha como ser outro animal. Era Mel quem iria para a sua casa.

Até então Mel parecia ser um cão perfeitamente normal, mas depois de algumas semanas no novo lar, os papais perceberam que tinha alguma coisa acontecendo com o cão. Mel parecia perder seu equilíbrio, um pouco mais a cada dia.

Depois de exames foi constatado que Mel tem uma doença neurológica que afeta o equilíbrio. A doença não é dolorosa para o cão, apenas torna sua locomoção um pouco difícil.

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Após o diagnóstico, os tutores de Mel não se preocuparam com o trabalho que a doença do cão poderia lhes trazer. Eles se preocuparam mesmo foi em trazer mais qualidade de vida para Mel. Então, para que fosse mais fácil para ela se locomover, eles lhe deram uma cadeira de rodas feita sob medida.

Com a ajuda de Eddie’s Wheels for Pets, especialista em fazer cadeira de rodas para animais, Mel agora pode correr por onde quiser, além de acompanhar seu ‘papai’ por todo o país em que vive, os Estados Unidos. O tutor de Mel, Tom Dilworth, é fotógrafo e faz muitas viagens a trabalho, e agora ele tem uma supercompanheira de viagens, Mel.

Na primeira vez em que Mel utilizou a cadeira de rodas, ela ficou um pouco hesitante, mas já passou. Hoje Mel ama sua cadeira de rodas e a segurança e a liberdade que ela lhe dá.

Além disso, Mel também adora acompanhar seu ‘papai’ nas viagens e aventuras e não fica nada tímida na frente das câmeras, ela também está curtindo ser a modelo preferida do papai. Veja mais fotos na conta do Instagram feita especialmente para a cachorra.

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Fonte: Portal do Dog

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Homem viaja, deixa cadela sem comida e vizinhos se revoltam em Campo Grande (MS)

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Moradores do bairro Estrela do Sul, em Campo Grande (MS), estão revoltados com a situação de uma cadelinha abandonada há vários dias, sem comida.

O tutor teria viajado há pelo menos 10 dias, situação evidente pela sujeira no quintal e os vizinhos dizem que o animal chora muito de fome e frio. O cão, de pequeno porte, que aparenta ser um poodle, está bastante sujo e assustado, mas se alegra quando as vizinhas se aproximam.

Comovidos com a situação do anima, os vizinhos colocam alimentos pelo portão. “Ela chora a noite inteira. Se eu pudesse, pegava”, diz a professora aposentada Sueli Aparecida Martins, de 59 anos, que pondera sobre o receio de ser acusada de invasão de domicílio.

A dona de casa Maria Monteiro, 57 anos, também se compadece com a situação do cãozinho. Angustiada, ela diz tem acordado de madrugada com o choro e checa se falta água ou alimento. “É de cortar o coração, a pior raça que existe é o ser humano”, desabafa.

A preocupação é maior com a chegada do frio, uma vez que não há casinha no local para que a cachorrinha se abrigue. Para a próxima madrugada, a previsão é que a mínima fique em 10ºC.

A reportagem tentou entrar em contado com a Decat (Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Ambientais e Proteção ao Turista) por meio do telefone de denúncias (67) 3368-6144, que está fora do ar. A delegacia informou que o telefone foi alterado e o novo número para atendimento é 3325-2567. A delegada titular, Rosely Molina, informou que a denúncia será checada e, se configurado maus-tratos, será instaurado procedimento e o tutor do animal pode responder criminalmente. Em caso de condenação, a pena vai de 03 meses a um ano.

Fonte: Campo Grande News

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Casal viaja o mundo para ajudar animais abandonados

casal

“Queremos que as pessoas iniciem uma transformação interna e coloquem em prática suas boas intenções por meio de gestos simples de ajuda e amor, não só aos animais como também para o seu entorno”. É com essa disposição que o casal Sergio Medeiros, 41, e Eleni Alvejan, 42, decidiu integrar ao grande sonho de dar a volta ao mundo o trabalho voluntário com animais abandonados.

Após visitarem a América do Sul, agora o casal irá passar mais um ano em viagem a bordo de uma Land Rover 4×4 para viver as experiências de convívio pelas três Américas.

“A ideia do projeto Mundo Cão é dar ração, água e carinho para animais abandonados . Mas o foco principal do projeto é legitimar a ação de enxergar o outro, não importa se é uma pessoa ou animal”, conta Medeiros.

Na primeira etapa do projeto, realizada em janeiro deste ano, o casal viajou cerca de 15 mil km pela Patagônia. As fotos estão retratadas no site. A segunda fase, marcada para iniciar em fevereiro de 2015, tem como roteiro a América Central, Estados Unidos, Canadá e Alasca.

“Viajamos com recursos próprios, que conseguimos por meio do aluguel do nosso apartamento e uma poupança criada para esse fim. Contamos em encontrar parcerias e patrocínios até a data de nossa partida, mas se isso não acontecer partiremos da mesma forma na data que planejamos”, diz Alvejan.

“O mais difícil é olhar para trás. Sabemos que um pote de ração não mudará a realidade daquele animal, mas a continuidade desta mentalidade cria uma rede que transforma pessoas, animais e pode mudar o mundo”, afirma.

E depois? “Nosso futuro é bem incerto, vamos deixar nossos trabalhos, amigos e família”, responde Medeiros . “Mas nossa intuição diz que é o mais certo a se fazer. Será um grande aprendizado. Nunca tivemos medo da vida nem de começar de novo. A única certeza que temos é que voltaremos pessoas muito melhores.”

Fonte: Catraca Livre

 

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Cobra viaja 1.500 km entre o Pantanal e Curitiba dentro de ônibus fretado

Uma cobra do Pantanal viajou 1.500 km dentro de um ônibus fretado por um grupo de amigos de Curitiba. O dono do ônibus, que saiu de Albuquerque, no Mato Grosso do Sul, com destino à capital paranaense, onde mora o grupo, só percebeu a presença do animal após limpar o ônibus, já no Paraná. A Polícia Florestal foi chamada pelo dono do ônibus e conseguiu capturar a cobra.

Fonte: O Globo

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