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Protetora precisa de doação de ração e areia para gatos em São Paulo

A protetora de animais Raquel Rignani está precisando de ajuda para manter os gatos resgatados por ela. Nos últimos 15 dias, ela retirou 13 gatos da rua. Para oferecer a eles os cuidados necessários, ela precisa de doação de ração, areia, anti-pulgas e vermífugo, ou de quantia em dinheiro para ajudar na compra desses itens.

Além disso, Raquel busca também lares temporários para os gatos. Isso porque ela não tem espaço para abrigá-los e está sendo obrigada a manter alguns deles em gaiolas.

Interessados em ajudar devem entrar em contato com Raquel pelo telefone 11 998800310.

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Filhote precisa de doação de vermífugo em SP

Adriana Rosas Proteção Animal
aprosas@ig.com.br

O parasita Giardia
O parasita Giardia

Um filhote tutelado por uma família muito humilde foi diagnosticado com o parasita “giardia”. Ele tem apenas quatro meses de vida e precisa de um vermifugo em solução. Ele está em SP, Capital. Quem puder ajudar entre em contato com a Adriana através do tel: 11 97301 6158.

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Notícias

Saiba qual o melhor momento para vermifugar seu animal

Ao levar um  animal para casa, seja ele um cachorro ou um gato, é preciso estar ciente de que há uma série de cuidados e procedimentos que devem ser realizados para garantir a saúde e o bem-estar do dele.. Marcar uma consulta com um veterinário é a primeira e mais importante atitude a se tomar neste momento.

Imprescindíveis para manter os animais caninos e felinos fora de perigo, os processos de vacinação e vermifugamento estão entre as primeiras providências a serem tomadas para garantir uma vida saudável e feliz ao bichinho, já que afastam alguns dos problemas e doenças mais comuns (e que podem ser fatais, em alguns casos).

Enquanto a vacinação de cães e gatos deve ser administrada a partir do 45º ou 60º dia de vida (respectivamente), o processo de vermifugamento deve ser iniciado ainda mais cedo, tornando essencial que os tutores do bichinho tomem tais providências. Nessa fase da vida, a possibilidade de contaminação (e de complicações graves em função disso) é bem grande.

Dito isso, confira, a seguir, a forma certa de vermifugar o seu cão ou gato, e fique ligado para marcar uma consulta com um profissional veterinário.

Vermifugamento para cães

Um filhote deve sempre ser examinado antes de receber qualquer tipo de medicação (para garantir a ausência de qualquer tipo de doença que possa incentivar uma reação adversa) e, embora muitos deles já possam ter vermes desde pequeninos, somente um profissional poderá indicar o medicamento vermífugo correto por meio de um exame de fezes, que dirá qual o remédio ideal para acabar com o problema.

Administrado em duas a quatro doses, o vermífugo para cães deve ter sua primeira dose dada ao animal entre os seus 15 e 30 primeiros dias de vida, sendo repetida de uma a três vezes a partir disso, com intervalos de 15 dias. Vale lembrar que animais adultos doentes também não devem receber o vermífugo sem antes passar por uma consulta com um veterinário pois, conforme descrito, isso pode provocar reações perigosas para o cão ou gato.

A quantidade de doses a ser administrada ao animal vai variar de acordo com a apresentação de vermes nas fezes ou nos exames parasitológico de fezes feito a partir da segunda vez em que o medicamento tiver sido administrado, sendo que o reforço das doses será trimestral ou semestral, de acordo com cada caso específico.

Vermifugamento para gatos

No caso dos gatos, o processo de vermifugamento também é iniciado no mesmo período que o dos cães. No entanto, enquanto as doses caninas terminam após três repetições, as felinas continuam com intervalos de três a quatro meses para o resto de suas vidas (já que os gatos destacam uma propensão maior a se contaminar com vermes).

Da mesma forma também, os bichanos devem passar por uma consulta com um veterinário antes que qualquer dose de vermífugo lhe seja administrada, pois cada tipo de verme necessita de um tipo específico de remédio, e só um profissional terá condições de indicar o medicamento certo para cada caso.

Fonte: Terra

 

 

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Doação de vermifugo para 12 cães com urgência

Por Direitos dos Animais

Uma senhora em situação carente tutela 12 cães e no momento todos estão com vermes, ela não tem condições financeiras de comprar a medicação e pagar consultas veterinárias. Quem puder ajudar, entre em contato.

(Foto: Reprodução Facebook)
(Foto: Reprodução Facebook)

Eles estão em Rio Pequeno, Zona Oeste de São Paulo.

Contato: Katia Polzato, tel:11-3714-2674

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Situação dos animais da região atingida pelas chuvas em PE é muito grave

(da Redação)

As informações que recebemos da situação dos municípios atingidos pelas fortes chuvas que castigam a região da Mata Sul de Pernambuco são dramáticas. A equipe do Veterinários sem Fronteiras relata que no município de Barreiros que cerca de 452 famílias estão abrigadas, a maioria com seus animais.

Tutores e animais estão juntos e necessitando de muita ajuda. Não há comida e todos estão passando fome. Ainda é muita pequena a ajuda para as pessoas e quase nehuma para os animais. A estimativa de representantes do VSF é de que ela mais de mil animais, entre cães e gatos, estão em situação de risco.

A equipe dos VSF realizou ações de vacinação, vermifugação e atendimento aos animais feridos. Todos esperam ansiosos a ajuda do Mutirão SOS Animal, que a Dog Mídia está promovendo desde o início da semana.

A maior necessidade nesse momento e de ração para cães e gatos, material de limpeza e medicamentos (vacinas contra leptospirose, antibióticos de ampla ação – tipo Pencivet -,  vermífugos, top line, agulhas e seringas

Postos de arrecadação em Recife:

Caninos Pet Clube- Estrada do Encanamento, 531 – Paranamirim ( por tras do Coliseu- Futebol Society)- fone: (81) 9968 2534

Planeta Pet-Recife- Rua Visconde de Jequitinhonha, 2301- Boa Viagem ( Depois do Entre Amigos-O Bode). Fone: 3465.6317

Consultório Gatti – Av 17 de Agosto ,1681- Casa Forte. Segundo semáforo depois da praça de casa forte à esquerda . Fone:3441.3268

Animania- Rua Conde de Irajá 580- Torre -vizinho a um armazém de construção. Fone:3226.9199

Se alguém mais se disponibilizar a atuar como ponto de arrecadação, por favor nos informe através do e-mail dogmidia@terra.com.br


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Cadela resgatada das ruas aguarda novo lar em SP

Karla Galotto
karlagalotto@hotmail.com

O meu nome é Pietra, a minha amiga Karla me encontrou na rua dia 09 de dezembro. Eu estava maltratada e com sarna pelo corpo inteiro, ela fez todo o meu tratamento, me castrou, deu vacina e vermífugo, mas infelizmente eu não posso ficar na casa dela, pois lá já tem mais 2 cachorras e uma delas com 6 filhotes.

Eu preciso de lar urgente. Adoro carinho e ainda tomo mamadeira.

Contato: Karla (11) 22586273 / 92086454

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Cuidados são necessários para os animais de estimação no verão

O verão chega e para as pessoas é época de praia, sol, mar e diversão. Mas para os animais de estimação este pode ser um período difícil, principalmente para os mais peludos. Para evitar que cães e gatos sofram com o calor, os veterinários recomendam alguns cuidados simples, mas que podem deixar os bichinhos tranquilos para encarar a temporada com mais saúde.

A médica veterinária da Clínica Bem Estar Animal, Ludmila Maria Pereira de Carlos, explica que, em primeiro lugar, é preciso deixar o animal em lugar fresco e muito bem hidratado para evitar a insolação. Colocar uma pedra de gelo no pote de água ajuda a manter a bebida fresca por mais tempo. Outra dica é a água de coco. Oferecer um pouco dela, desde que geladinha, é uma opção para auxiliá-lo a manter a temperatura do corpo.

Os principais sinais que indicam que o animal pode estar com insolação e desidratação são vômito e diarreia. Para tratar em casa é indicado o soro caseiro, semelhante ao que é feito para crianças. “Um copo de 250 ml de água, com uma colher de café de açúcar e uma pontinha de sal, ajuda a reidratar. Se o bichinho não melhorar, o ideal é levá-lo ao veterinário”, explica Ludmila.

Quem costuma levar o cachorro para passear nos parques e ruas da cidade ou nos calçadões do litoral precisa ficar atento com os horários. Entre 10 e 16 horas não é adequado ficar exposto ao sol, o que pode causar queimaduras na pele. Além disso o chão está muito quente e pode machucar a pata e causar bolhas. “O correto é deixar o cão caminhar apenas na grama, não no asfalto. O calor entra pelas patinhas e o animal não percebe. Só à noite o corpo esfria e ele começa a passar mal. Em alguns casos pode causar desnaturação das proteínas e levar à morte”, diz a veterinária.

Se o tutor notar que isso está acontecendo com seu animal, um atendimento de emergência antes de levar ao veterinário é molhar todo o corpo dele com água gelada ou passar álcool na parte interna das coxas, nas axilas e no pescoço. Isso ajuda a baixar a temperatura do corpo do bichinho, que com insolação forte pode chegar a 42 graus C.

Quanto aos pelos, o correto é deixá-los bem curtos no verão. Para quem não gosta, os médicos veterinários recomendam pelo menos uma boa tosa higiênica para reduzir a quantidade de pelos em algumas regiões. A lhasa apso Mel, 3 anos, sente muito calor no verão e por isso costuma dormir fora da casinha nesses dias, sempre com a barriga estirada no chão frio. Para amenizar o sofrimento, sua tutora Daniele Guerra Iurk leva Mel para ser tosada assim que começa a temporada. “Deixamos o pelo bem baixinho. Na praia costumamos dar bastante água, mas ela fica bem largada, sempre no piso gelado e procurando sombra”, conta Daniele.

Lhasa apso Mel, de 3 anos. (Foto: Gazeta do Povo)
Lhasa apso Mel, de 3 anos. (Foto: Gazeta do Povo)

Os bichanos também sofrem

Não só os cachorros sentem dificuldades com o calor, os gatos também precisam de alguns cuidados para evitar mal-estar. A médica veterinária e professora da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), Marúcia de Andrade, diz que é necessário separar um lugar com sombra em casa para que os gatos possam ficar, além de aumentar as trocas de água, no mínimo quatro vezes ao dia, para que ela esteja sempre fresca.

A tosa também é importante para os felinos, já que com o calor os pelos caem mais e os bichinhos podem engolir maior quantidade, provocando vômitos. “É aconselhável trocar a vasilha de água de plástico por uma de louça, para conservar a temperatura do líquido”, diz Marúcia. Ela explica que, ao contrário do que muita gente pensa, não é necessário aumentar a quantidade de ba­­nhos, que deve continuar na frequência de 30 a 45 dias para os de pelos longos e três meses para os de pelagem curta.

Tanto para cães quanto para ga­­tos, a infestação por parasitas aumenta com o calor. Por isso é importante não esquecer de dar vermífugo e remédios para pulgas e carrapatos. Para quem gosta de levar os animais à praia, o cuidado deve ser maior já que os cachorros podem contrair e transmitir bicho geográfico.

Os gatinhos Estrelinha, uma siamesa de 4 anos, Mingau, angorá de 3 anos e Floquinho, da mesma raça e idade, não costumam ir à praia no verão, mas a dona Silvana Dias Silveira toma várias medidas para deixá-los mais fresquinhos em casa. “Toso eles sempre, deixo o pelo curtinho para evitar que caia muito e que se espalhem pela casa inteira. Além disso, procuro deixar as janelas abertas, renovar a água e deixar a comida sempre fresca.”

Mingau. (Foto: Priscila Forone/Gazeta do Povo)
Mingau. (Foto: Priscila Forone/Gazeta do Povo)

Saúde

Doenças de pele também atingem os bichos. Algumas delas são mais frequentes no verão. Para evitá-las confira algumas dicas:

Dermatite solar

Acontece mais em animais de pelo claro. Por isso é preciso passar o protetor solar pelo menos três vezes ao dia em cães e gatos. Pode ser de uso próprio para animais, encontrado em pet shops, ou o mesmo usado em pessoas. O fator deve ser, no mínimo, 30 e passado no corpo inteiro em animais de pelo curto, nas patas, na parte acima do focinho, e nas orelhas em animais de pelos longos. Nos gatos que têm essas partes do corpo branquinhas é indispensável o uso do protetor, porque o excesso de sol pode provocar câncer de pele.

Foliculite

São manchas vermelhas pelo corpo todo do animal causadas pelo excesso de banho. Ao contrário do que os donos pensam, não é necessário aumentar a quantidade de banho por causa do calor. Nos cães deve ser a cada 10 dias e em gatos entre 30 e 45 dias – para os de pelos longos – e três meses – para os de pelos curtos.

Fungos

Eles podem aparecer no animal que não é bem seco após o banho. A veterinária recomenda que após o banho o secador seja usado, mesmo no verão. A única mudança é que deve estar na temperatura fria, e não na quente. Outra forma de prevenção é fazer o último enxágue do banho com vinagre. O correto é misturá-lo com água na mesma proporção. Meio litro de vinagre para meio litro de água, por exemplo.

Fonte: Gazeta do Povo

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Município inicia atividades de controle populacional de cães e gatos

O Programa Municipal para controle da população canina, felina e de zoonoses parasitárias de Venâncio Aires iniciou, no último fim de semana, as ações em áreas do perímetro urbano. Houve aplicação de vermífugo em 540 cães e de anticoncepcionais em aproximadamente 150 cadelas do Bairro Coronel Brito. Sob organização da Secretaria Municipal da Saúde, o trabalho, além de proteger a saúde dos animais, busca ampliar a prevenção de doenças em crianças e adultos em contato com animais abandonados ou doentes. Em razão do êxito da primeira etapa da campanha, nos próximos dias outras comunidades devem receber os técnicos para a ampliação da atividade de prevenção.

Vacinação

O veterinário Christian Wilke Hintz explica que durante dois dias houve a aplicação de doses de anticoncepcional semestral nas fêmeas e endectocida para controle de ácaros (sarna), tungíase (bicho-de-pé), carrapatos, ancilostomíase (bicho geográfico), piolhos e verminoses em todos os animais de forma gratuita.

Sábado, na Escola Crescer, e domingo, na Escola 11 de Maio, a comunidade compareceu para a proteção dos animais.

O secretário municipal da Saúde, Vilson Gauer, revela que o programa trará resultados a médio e longo prazo. “Se pensarmos que cada cadela pode ter até dois cios por ano, com cinco filhotes em cada prenhez, ao vacinarmos mil fêmeas com método contraceptivo será possível reduzir até dez mil filhotes de cães abandonados por ano.”, explica Gauer.

O programa para controle de zoonoses tem custo de aproximadamente R$ 3,00 por animal, por ano. “O valor é relativamente barato se pensarmos que estamos trabalhando para a prevenção de moléstias como raiva, doenças de pele, toxoplasmose, leishmaniose, entre outras”, afirma o secretário.

Durante a campanha, os tutores dos animais assinaram termo de ciência dos procedimentos realizados e receberam caderneta para controle sanitário, que servirá para o reconhecimento do animal e da medicação recebida. A cada seis meses, a ação deve ser repetida na comunidade com reaplicação do contraceptivo nas fêmeas e controle da saúde de todos os animais.

Fonte: Gazeta do Sul

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