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Governo libera mais 36 agrotóxicos e totaliza 474 pesticidas liberados neste ano

Os agrotóxicos liberados são genéricos, o que significa que eles têm componentes ativos já presentes em outros pesticidas à venda no mercado


O Ministério da Agricultura liberou mais 36 agrotóxicos genéricos, sendo quatro biológicos ou orgânicos. Neste ano, foram registrados 474 pesticidas.

Imagem: iStock

O registro dos novos agrotóxicos foi publicado no Diário Oficial da União (DOU), no ato 91, do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas da Secretaria de Defesa Agropecuária. As informações são do Estadão.

De acordo com o Ministério, pesticidas genéricos têm componentes ativos já presentes em outros agrotóxicos à venda no mercado, cuja patente expirou.

Em seu site oficial, a pasta explicou que quando uma patente expira, “outras empresas podem registrar novos produtos à base do princípio ativo”.

“O objetivo da aprovação de produtos genéricos é aumentar a concorrência no mercado e diminuir o preço dos defensivos, o que faz cair o custo de produção”, afirmou o Ministério.

Agrotóxicos são prejudiciais para a saúde humana, que entra em contato com eles através da ingestão de alimentos, e também devastam o meio ambiente.


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Pesquisa: 57% dos brasileiros estão dispostos a reduzir consumo de carne

Uma pesquisa realizada pelo Google concluiu que 57% dos entrevistados estão dispostos a reduzir o consumo de carne pelo menos uma vez na semana e que 16% se declaram vegetarianos ou veganos.

Pixabay/silviarita

Os dados revelam ainda que as buscas pelo termo “carne vegetal” aumentaram 150% entre os brasileiros de 2015 a 2019 e que a expressão é nove vezes mais usada no Brasil do que a “plant based”, usada por países como os Estados Unidos.

O resultado da pesquisa foi divulgado na terça-feira (17). Foram entrevistadas 4.335 internautas de todo o país através da ferramente Google Survey. As informações são do Estadão.

Entre as pessoas dispostas a reduzir o consumo de carne, 39% nasceram entre 1981 e 1996. São os chamados “millennials”.

O interesse da população pelo vegetarianismo e pelo veganismo deve aumentar ainda mais com a chegada de novos produtos feitos de carne vegetal no mercado, assim como aconteceu em outros países. Nos Estados Unidos, por exemplo, as buscas por “plant based” são oito vezes maiores do que no Brasil.

“A oportunidade é gigante e a indústria de alimentos deve acompanhar essa tendência com inovações igualmente grandes para conseguir endereçá-la”, explicou Marco Bebiano, diretor de negócios para Bens de Consumo, Tecnologia e Governo do Google Brasil.

As buscas pelo termo “carne vegetal” no Google são direcionadas às seguintes áreas: conhecimento (37%), como terminologias e conceitos, produtos segmentados (36%) para a substituição direta da proteína animal, receitas (23%) adaptadas ao universo sem carne e lugares especializados (4%), como restaurantes, padarias, açougue e mercados.

No que se refere a conhecimento, as dúvidas mais frequente são: “O que é carne vegetal?”, “Como fazer receita prática vegana?”, “O que é plant based?”, “O que eu como em um dia vegano?” e “O que é flexitarianismo?”.

O interesse das pessoas pelo assunto pode também estar ligado à chegada de opções vegetarianas e veganas em redes de fast-food e ao debate sobre o tema que tem sido feito por famosos.


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Chef consultora da Sociedade Vegetariana Brasileira dá receitas para as festas

Myllena Salles, que também faz parte do time do programa Segunda Sem Carne (SSC), ensina quatro receitas para uma completa refeição sem crueldade animal

Foto RitaE/Pixabay

Os vegetais e frutas têm grande potencial para as ceias de Natal e Ano Novo – é o que garante a SVB – Sociedade Vegetariana Brasileira por meio de sua chef consultora Myllena Salles. No e-book “Ceia de Natal” as receitas são variadas e podem ser conferidas gratuitamente por meio do link . Basta se cadastrar para ter acesso ao conteúdo completo.

Fundada em 2003, a SVB é uma organização sem fins lucrativos que promove a alimentação vegetariana como uma escolha ética, saudável, sustentável e socialmente justa. Por meio de campanhas, programas, convênios, eventos, pesquisa e ativismo, a SVB realiza conscientização sobre os benefícios do vegetarianismo e trabalha para aumentar o acesso da população a produtos e serviços vegetarianos.

Abaixo algumas sugestões:

ENTRADA – BOLINHO DO MAR DE SHIMEJI

Foto Monika Schroder/Pixabay

Ingredientes:

500 gramas de shimeji branco; 300 gramas de mandioca cozida e amassada; dois dentes de alho amassados; uma folha nori triturada; meio limão espremido; três colheres de sopa de coentro picado; uma colher de chá de pimenta do reino; uma xícara de farinha de trigo; Sal a gosto; e óleo para fritar.

Modo de preparo:

– Comece limpando o shimeji, removendo a parte inferior. Deixe o shimeji seco com o auxílio de papel toalha ou pano. Em seguida, triture o shimeji no processador até que fique levemente granulado, use o modo pulsar para controlar, para que não fique muito processado ao ponto de massa;

– Em uma vasilha grande, coloque a mandioca bem cozida e amassada ao ponto de purê, misture os demais ingredientes;

– Misture até que fique homogêneo e a massa firme para moldar;

– Molde os bolinhos em forma de croquete, passe levemente na farinha de trigo, remova o excesso e frite por imersão em óleo quente;

– Evite colocar em papel toalha após frito, de preferência deixe secando a gordura em uma grade.

PRATO PRINCIPAL – MEDALHÃO DE SHITAKE AO MOLHO DE LARANJA

Foto S Hermann & F. Richter/Pixabay

Ingredientes:

Para o medalhão – 800 gramas de shitake; quatro dentes de alho amassados; uma colher de chá de cominho; um quatro de xícara de azeite; uma colher de sopa de páprica defumada; três colheres de sopa de shoyu; três colheres de sopa de cebolinha picada; uma xícara de farinha de rosca ou até dar o ponto; sal a gosto.

Para a abobrinha – duas abobrinhas grandes; Azeite; uma colher de chá de pimenta do reino; Sal a gosto.

Para o molho de laranja – Suco de quatro laranjas pêra; uma colher de chá de açúcar; um galho de alecrim; uma cebola pequena picada; um quarto de colher de chá de noz moscada, uma colher de sopa de amido de milho; Sal a gosto.

Preparo:

Medalhão – Comece batendo o shitake no processador até que fique granulado, não bata muito para que não vire uma massa. Transfira o shitake batido para um bowl e coloque os demais ingredientes para o medalhão, misture até que fique homogêneo e a massa firme, caso seja necessário adicione um pouco mais de farinha de rosca para chegar no ponto de moldar. Molde os medalhões deixando um pouco menor do que o tamanho da espessura da abobrinha, pois a abobrinha irá diminuir de tamanho. Coloque em uma forma untada com óleo vegetal e leve ao forno por 25 minutos ou até que fiquem firmes e dourados, reserve.

Molho – Refogue a cebola e adicione o galho de alecrim, deixe o alecrim por 2 minutos e depois remova. Em seguida, coloque o suco das laranjas, o açúcar, o sal e a noz moscada e deixe cozinhando em fogo baixo. Dissolva o amido de milho com um pouco de água e adicione à panela, mexa até que comece engrossar e desligue o fogo. Coloque o molho sobre os medalhões, leve ao forno novamente por 10 minutos e sirva.

Abobrinha – Remova as pontas das abobrinhas e corte no sentido do comprimento. Coloque as abobrinhas em uma peneira, salpique sal e deixe por aproximadamente por 10 minutos para eliminar a maior parte da água. Em seguida, coloque pimenta do reino, acerte o sal e frite as abobrinhas na frigideira dos dois lados até que fiquem douradas. Espere esfriar e envolva o medalhão com a abobrinha ainda na assadeira onde está o medalhão, prenda a abobrinha com um palito de dente e reserve.

Rendimento: sete porções.

GUARNIÇÃO – SALPICÃO DE GRÃO DE BICO

Foto PD Pics/Pixabay

Ingredientes:

200 gramas de grão bico; uma folha de louro; uma cenoura ralada; 100 gramas de milho; 100 de ervilha; 100 gramas de batata palha; 80 gramas de uva passas; uma cebola roxa fatiada em meia lua; 150 gramas de vagem; 100 gramas de azeitona verde; 30 gramas de salsinha picada

Para a maionese – 100 mililitros de água; 25 gramas de extrato de soja; cinco gramas de sal; dois dentes de alho; 40 gramas de gergelim; 100 mililitros de óleo vegetal; meio limão; Sal a gosto.

Preparo:

– Comece deixando o grão de bico de molho por, no mínimo 8 horas, após o tempo de molho, descarte a água e leve os grãos à panela de pressão, com uma nova água cobrindo os grãos. Acrescente a folha de louro, sal e um fio de óleo vegetal e cozinhe por aproximadamente 25 minutos, até que os grãos estejam macios. Escorra a água e reserve os grãos para esfriarem. Corte a vagem em cubos e refogue com um pouco de azeite por 5 minutos até que estejam macias e deixe esfriar. Em uma vasilha coloque todos os ingredientes, misture bem e reserve.

Maionese – Bata os ingredientes no liquidificador, exceto o óleo, por um minuto, para que triture o gergelim e o alho até que fique um líquido liso. Diminua a velocidade e adicione o óleo aos poucos, deixando cair em fio enquanto bate. Aumente a velocidade conforme o óleo for acabando e a maionese engrossando. Em seguida, misture toda a maionese à vasilha dos ingredientes do salpicão e, por últimoo, a batata palha. Sirva frio.

SOBREMESA – PANNACOTTA COM GELEIA DE MORANGO

Foto congerdesign/Pixabay

Ingredientes:

Para a Pannacota – 400 gramas de amendoim cru sem sal; um litro de água; uma colher de chá de agar agar; uma colher de chá de extrato de baunilha; meia xícara de açúcar

Para a geleia – 500 gramas de morangos maduros; uma colher de sopa de hortelã picada; um limão taiti; uma xícara de açúcar.

Preparo:

Pannacota – Deixe o amendoim de molho por no mínimo quatro horas. Em seguida, coloque o amendoim e um litro de água filtrada no liquidificador e bata por três minutos, até que triture todo o amendoim e fique homogêneo. Em seguida, passe o leite em uma peneira fina ou um voal, descarte o resíduo e reserve o leite.

Coloque o leite frio em uma panela, misture o agar agar até que se dissolva completamente e, em seguida, adicione os demais ingredientes. Leve ao fogo médio por aproximadamente 15 minutos, até que comece ferver e engrossar, sempre mexendo para que não grude no fundo. Desligue o fogo e coloque em taças de sobremesa e leve à geladeira para firmar.

Geleia – Bata todos os ingredientes no liquidificador até que formem um purê liso, em seguida, coloque a mistura em uma panela pequena e cozinhe em fogo médio até que comece engrossar e caramelizar, mexendo às vezes para não queimar no fundo. Quando a pannacota firmar, coloque a geleia por cima e leve a geladeira novamente para gelar.

Rendimento: cinco porções.

 

 

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Campeão de luta livre Zack Saber Jr. considera alimentação vegana responsável por seu físico

Foto: PETA UK
Foto: PETA UK

O campeão britânico de luta livre peso-pesado, Zack Saber Jr., creditou sua alimentação à base de vegetais ao seu físico poderoso.

O atleta fez os comentários em um vídeo produzido para a ONG PETA, que traz o lema: “Força Vegana – movido por vegetais”.

Mudanças

Segundo Saber, “tudo mudou instantaneamente” quando ele se tornou vegano em 2015, depois de assistir ao documentário Forks Over Knives.

“Eu me senti muito mais energizado”, disse ele. “Apenas comendo vegetais, alimentos integrais, você sabe, cheios de água, minerais, vitaminas, você se sente bem de verdade”.

Ele também falou sobre o uso de animais na moda, dizendo que o veganismo não é apenas uma questão de comida  e “não há razão para usar roupas que são feitas com animais torturados”. Sua jaqueta, caneleiras e sapatos são todos sem couro e totalmente veganos.

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Jornalismo cultural, Notícias

Alternativas à carne ganham “tecnologia inédita” no Brasil

Iniciativa é resultado do crescente interesse dos brasileiros por alimentos à base de plantas


Uma empresa brasileira fundada em Campinas (SP) está investindo em soluções de alta tecnologia para a produção de alternativas à carne que imitam cortes de frango, porco e peixes. A iniciativa é resultado do crescente interesse dos brasileiros por alimentos à base de plantas, além da preocupação em incentivar o consumo desses produtos.

Alternativas à carne que imitam cortes de frango estão entre as apostas da R & S Blumos (Foto: Vegan Gluten Free Life)

A R & S Blumos anunciou que sua mais recente aposta é em uma nova fábrica em Cotia (SP), onde será colocado em prática processo inédito no Brasil de extrusão úmida de proteínas, permitindo a criação de “texturas e estruturas até então impossíveis” de versões vegetais de carnes ou “carne sem carne”.

Para alcançar esse objetivo, a empresa firmou uma parceria com o grupo Wenger, que é líder global em processos de extrusão. A previsão é de que no primeiro trimestre de 2020 seja possível fornecer seus produtos ao mercado industrial e de “food service”.

“Trata-se do maior investimento da história da empresa e marcaremos uma nova fase no desenvolvimento do setor no Brasil e na América do Sul”, garante o diretor de estratégia e novos negócios da R & S Blumos, Fernando Santana.

A expectativa é de que a nova linha de ingredientes da marca amplie a presença da empresa no mercado de produtos à base de plantas. Hoje a marca é conhecida no setor de fornecimento de proteína texturizada de ervilha, ligantes naturais, fibras e amido.

De acordo com o diretor geral do Good Food Institute (GFI) no Brasil, Gustavo Guadagnini, a R & S Blumos está trilhando um caminho promissor porque a transformação da indústria de alimentos depende da disponibilidade de ingredientes de alta qualidade e processos inovadores.

“O primeiro passo de uma transformação na cadeia de produção de alimentos é o investimento em ingredientes mais sofisticados, sustentáveis e saudáveis, que permitem novas aplicações e produtos que antes não seriam possíveis, transformando os hábitos alimentares dos consumidores”, destaca Guadagnini.

Saiba Mais

O Good Food Institute é parceiro da R & S Blumos no projeto de desenvolvimento de “carne sem carne”.


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Jornalismo cultural, Notícias

No Reino Unido, 25% dos jovens de 18 anos não comem carne

Pesquisa aponta que abstenção do consumo de carne está crescendo entre os mais jovens no Reino Unido


A abstenção do consumo de carne está crescendo entre os mais jovens no Reino Unido. Esta é a conclusão de uma pesquisa da organização Eating Better encomendada junto ao YouGoy e divulgada este mês.

Jovens estão se tornando mais conscientes de seu impacto nas relações de consumo (Foto: Getty)

Segundo o relatório que avalia mudanças de hábitos entre adolescentes e jovens adultos, está crescendo a preocupação com a relação entre consumo de carne e impacto ambiental. Jovens com faixa etária de 11 a 18 anos, por exemplo, qualificam como muito mais importante discutir hoje as implicações ambientais dos nossos hábitos de consumo do que a saída do Reino Unido da União Europeia ou até mesmo temas correlatos à saúde.

Segundo a pesquisa, 25% dos jovens britânicos de 18 anos se identificam como vegetarianos ou veganos. Outra conclusão é de que a proximidade com a fase adulta garante mais liberdade de escolha, considerando que os jovens de 11 anos, que têm sua alimentação geralmente pautadas pelos pais, em muitos casos não possuem o mesmo direito – o que explica por que apenas 6% são vegetarianos ou veganos.

No Reino Unido, 76% dos jovens de 18 anos qualificam as mudanças climáticas como um dos problemas mais urgentes do nosso tempo. Já com relação àqueles com 11 anos, o percentual cai para 66%. Considerando esses fatores, os jovens são apontados como importante peça-chave na redução do consumo de carne e estímulo à adoção do veganismo ou vegetarianismo.

Vale lembrar também que no Reino Unido cada vez mais o impacto ambiental do consumo de carne tem sido abordado pela mídia, incluindo veículos como The Guardian, The Independent e BBC. Esta última lançou este mês no canal BBC One o documentário “Meat: A Threat to Our Planet?” ou “Carne: Uma Ameaça ao Nosso Planeta?”, que aborda o impacto da produção e do consumo de carne no mundo.

Entre os destinos da bióloga e apresentadora Liz Bonnin está o Brasil, lar do maior rebanho bovino do mundo. Na Amazônia, ela descobre que 20% da floresta foi destruída e que a pecuária é a principal causa desse desmatamento. “Agora estamos perdendo dois campos de futebol por minuto e devastando a vida selvagem da região.”


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Promotora defende cardápio vegano implementado em escolas na Bahia

O Programa Escola Sustentável oferece aos alunos opções éticas, sustentáveis e saudáveis


A promotora Leticia Baird defendeu o cardápio vegano nas escolas públicas da Bahia. Instituições de quatro municípios – Serrinha, Teofilândia, Biritinga e Barrocas – foram contempladas com a alimentação livre de origem animal graças a importante atuação da promotora.

Foto: Terrence McCoy – Washington Post

A iniciativa é uma diretriz do Ministério Público da Bahia, estabelecida em 2018 em prol da sustentabilidade. Após os municípios serem convidados a assinar um termo de ajustamento de conduta, carnes, ovos e leite estão sendo progressivamente retirados da merenda escolar. Pasta de amendoim, pão vegano, carne de soja e outros alimentos vegetais estão sendo inseridos na alimentação dos alunos.

Atualmente, 40% do cardápio é de origem vegetal. O objetivo é que, no futuro, seja 100%. O projeto é apoiado pela ONG Humane Society International, que defende causas ambientais. As informações são da Gazeta do Povo.

No YouTube, a promotora aparece em vídeos nos quais defende os animais e alerta para o “perigo quase irreversível” dos dejetos de matadouros que contaminam a água e o solo. Ao jornal Washington Post, Letícia afirmou que, na Bahia, “encontrou uma culinária baseada em raízes, e que todos os nutrientes que ela precisa estão nos vegetais, além de estar tentando cortar o glúten”.

“Se uma alimentação à base de vegetais é mais barata financeiramente, custa menos para o meio ambiente e fornece igual suporte nutricional, por que o governo vai ter que comprar carne?”, defende. “Aquecimento global tá aí, emissão de gases do efeito estufa está aí, e qual é hoje a maior fonte de degradação ambiental atrelada a aquecimento global e gases poluentes? Sistema de produção alimentar”, completa.

O Programa Escola Sustentável foi idealizado pelo Ministério Público não só para garantir mais sustentabilidade, mas também para combater doenças causadas por produtos de origem animal, como a obesidade, o colesterol e a pressão alta. O órgão pretende, também, fomentar a agricultura familiar na região através do projeto.

“Modernamente, as entidades de pesquisa mais renomadas, inclusive The Lancet, que é a maior revista de publicação de medicina hoje no mundo, é muito antiga, Harvard, Stanford, Oxford, promovem esse tipo de alimentação”, diz a promotora. Segundo ela, o cardápio vegano garante melhorias na “qualidade da alimentação escolar, prevenção de doenças e melhor gestão de recursos públicos financeiros”.

“Não há na nossa legislação nenhuma norma que obrigue que a fonte seja de origem animal (…) os únicos itens obrigatórios são frutas e hortaliças. Não existe obrigatoriedade, não fala que é obrigatório usar ovo, leite, queijo, não existe”, continua.

Sobre a determinação feita em 2018 pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) a respeito da necessidade de haver proteína animal no cardápio escolar, Letícia disse que “isso foi já em 2018, quando o programa já tinha sido lançado, então não há norma, não há lei”.

Sobre as pessoas que insistem em criticar o programa, a promotora afirmou que “talvez, exista um desajuste de informação quanto ao que hoje diz a ciência com relação à eficiência nutricional de uma alimentação à base de vegetais”. “É um descompasso desses críticos no que, modernamente, se sustenta sobre viabilidade nutricional, numa alimentação a base de vegetais”, reforçou.

De acordo com a coordenadora do projeto na região de Biritinga, Valdiceia Leão, inicialmente o programa encontrou resistência de algumas famílias. “Realmente, houve um impacto, até pela questão da cultura, houve um choque, teve reação”, explica. “Nós dissemos aos pais que seria gradativo e que, ao passo que a criança ia comendo, ia se adaptando”. Orgulhosa, Valdiceia conta que a filha, de 9 anos, não come carne. “Ela não come nada de doce, eu não dou, não deixo de jeito nenhum. E ama verdura. Não come carne, eu não dou carne, nem frango”, diz.

Em entrevista à Gazeta do Povo, a promotora defendeu a manutenção do programa, que oferece aos alunos opções éticas, sustentáveis e saudáveis. Confira abaixo.

Quando vocês substituírem 100%, e as pessoas que não… de repente vai ter alguém que não vai concordar com isso. Como é que fica essa questão?

Primeiro que a gente não chegou lá no 100% ainda, a gente está teorizando.

Mas pode ter gente que hoje mesmo, com 40%, não concorde, não é?

Quando você chega no hospital, para ser atendida, você pergunta se a marca da aspirina que ele vai te dar é x ou y ou você quer saber se a aspirina vai ter o mesmo efeito? É o que eu estou tentando dizer, e que a sociedade brasileira tem uma dificuldade para entender, porque nós ainda vemos o poder público de uma forma pessoalizada. Dinheiro público, recurso público não pode ser visto de acordo com as minhas preferências, meu gosto. Não, dinheiro público é escasso, não tem dinheiro para todas as coisas, então tem que fazer o máximo com o mínimo.

Se isso se mostra producente, sobre todas as perspectivas quando comparado a uma outra opção, o poder público nem pode ter escolha, porque é regido pelo princípio da eficiência. Infelizmente, a eficiência não é um princípio muito observado na prática da administração pública, e talvez por isso haja tanta divergência e essas ponderações das pessoas.

Hoje, por exemplo, se uma criança quisesse uma alimentação dessa [vegana], como é que isso seria? Pense o inverso, uma criança que por razões, não de saúde, até porque o acordo do MP, o TAC, tem uma cláusula muito expressa, se houver uma recomendação médica, de que a criança objetivamente precisa fazer uso, o governo vai ter que dar, se aquilo faz parte da saúde, uma prescrição médica fundamentada. Mas e uma criança que seja vegetariana, se ela for comer hoje na escola, vai ter arroz com charque. E aí? Ninguém pensa o outro lado?

Mas então não seria justo equilibrar o cardápio? E quando chegar em 100%? E essas crianças que querem comer carne?

É aquilo que eu acabei de falar, que talvez você ainda não compreendeu, a gente está falando de recurso público.

Tá, mas o recurso…

Mas o que?! Você vai escolher se o governo vai comprar ambulância branca que custa 100 mil?

Mas quando chegar a 100% vai tender a um lado, ao veganismo. E o outro lado?

Não, a questão não é veganismo. É utilização de recurso público, é isso que eu sempre tento deixar claro.

Mas vão continuar existindo pessoas que querem se alimentar com carne, não é?

Que comam em casa com o seu dinheiro, porque aqui a gente está falando de recurso público.


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Organizadores esperam número recorde de participantes na marcha contra o uso de peles

Foto: Evolve Activism
Foto: Evolve Activism

Espera-se que um número recorde de ativistas participe da “Marcha de Londres contra o Uso de Peles” enquanto os organizadores se preparam para sua segunda manifestação anual.

Criada e organizada pela ONG de direitos dos animais Evolve Activism, a marcha será realizada em 23 de novembro, das 13h às 17h. O ponto de encontro do evento ainda não foi confirmado.

Entre os palestrantes convidados estão ativistas pelos direitos animais de longa data, incluindo Robin Lane, Luke London (há 14 anos na causa) e Mel Broughton.

Uma indústria bárbara e cruel

Em comunicado enviado ao Plant Based News, Emma Jade Easton, CEO da Evolve Activism, disse: “Em 2019, deveria haver uma proibição mundial da produção e venda de peles de animais, mas infelizmente esse não é o caso e mesmo que estejamos vendo peles sendo banidas nas ruas (uso da população em geral) e por muitos estilistas de luxo, incluindo Prada, Chanel e Gucci, ainda existem bilhões de animais como martas, coelhos, raposas, coiotes e guaxinins que são mortos por nada além de moda fútil e artigos de beleza”.

“Até vermos uma proibição global e todas as lojas, estilistas e bancas de mercado pararem de vender peles reais, continuaremos a nos posicionar contra essa indústria bárbara e a marchar contra o uso e produção de peles”.

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Estudo revela que lavouras veganas produzem 1900% mais proteína que a criação de animais

Foto: @thelittlelondonvegan
Foto: @thelittlelondonvegan

Abandonar o consumo produtos animais que requerem o uso de muitos recursos naturais – como carne e ovos – em favor de alimentos veganos, pode ajudar a alimentar uma população mundial em constante crescimento, com um potencial 20 vezes maior ou 1900% a mais, de acordo com um novo estudo.

São necessárias estratégias para aumentar a produção de alimentos e minimizar o impacto ambiental. Prevê-se que a população humana continue aumentando, atingindo 9,8 bilhões em 2050. Com esse aumento, o suprimento de alimentos precisará dobrar nos próximos anos.

Uma solução, de acordo com o estudo recente, é mudar a maneira como comemos.

Reduzir o consumo de carne e outros produtos de origem animal pode ter um imenso impacto na disponibilidade de alimentos. “Substituir todos os itens de origem animal da dieta dos Estados Unidos, por exemplo, por alternativas baseadas em vegetais, adicionará comida suficiente para alimentar, na íntegra, 350 milhões de pessoas a mais”, diz o estudo. Sem falar que essa mudança seria mais eficaz do que eliminar todos os problemas de perda de alimentos na cadeia de suprimentos. O estudo continua: “Esses resultados destacam a importância das mudanças na alimentação para melhorar a disponibilidade e segurança dos alimentos”.

“Perda de alimentos por oportunidade” é um termo associado ao desperdício de alimentos que pode ser impactado (e melhorado) pelas escolhas alimentares dos consumidores. A perda de alimentos por oportunidade dos produtos de origem animal é alta. Para a carne bovina, fica em 96%, o que significa que a área necessária para produzir 100 gramas de proteína vegetal produz apenas quatro gramas de carne bovina. Carne de porco, laticínios, aves e ovos compartilham perdas de oportunidades igualmente altas, 90%, 75%, 50% e 40%, respectivamente”.

“Como as alternativas de vegetais precisam de menos terra por unidade de proteína ou energia, a substituição de itens de origem animal por alternativas vegetais libera terras agrícolas que podem ser reaproveitadas para o cultivo de alimentos adicionais”, diz o estudo. De fato, uma pesquisa publicada pela Universidade de Oxford disse que o uso global da terra cairia 75% se todos parassem de comer carne e se tornassem veganos.

A mudança também liberaria as culturas atualmente cultivadas exclusivamente para a criação de vacas e bois. A maioria da alfafa, aveia, grão e milho produzidos é usada para alimentar diretamente animais de criação industrial, quando poderia alimentar humanos.

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Atriz e apresentadora Fearne Cotton revela se tornou vegana

A estrela Fearne Cotton diz que se comprometeu com o veganismo | Foto: Instagram/Fearne Cotton
A estrela Fearne Cotton diz que se comprometeu com o veganismo | Foto: Instagram/Fearne Cotton

A estrela, que publicou recentemente um livro de receitas vegano, foi ao Instagram para compartilhar as notícias com seus seguidores.

Ela fez um vídeo desejando a todos um feliz Dia Mundial do Veganismo e descreveu sua própria jornada vegana.

“Dê uma chance ao veganismo”

“Hoje é o Dia Mundial do Veganismo”, disse ela no vídeo. “Então, se você está flertando com a ideia de se tornar vegano, este é um ótimo dia para começar”.

“Meu marido, Jesse é vegano há uma semana. Eu estava avaliando a idéia de me tornar vegana há alguns anos, porém, mais recentemente eu me comprometi definitivamente e sou vegano há um mês”.

“Foi absolutamente maravilhoso ter mudado meu estilo de vida e eu gostei muito dessa transdofrmação. Se você quiser experimentar veganismo, experimente por um tempo, use a hashtag #GoVegan24 (#Sejaveganopor24horas) e faça isso por um dia, veja como você se sente e feliz Dia Mundial Veganismo”.

Campanha #GoVegan24

A campanha #GoVegan24 é uma iniciativa criada pela ONG vegana Viva! Para incentivar as pessoas a abandonar carne e laticínios por um dia e postar sobre sua experiência nas mídias sociais.

“O planeta e nossa vida selvagem estão sob enorme ameaça da pecuária e da pesca. O mundo natural está desaparecendo diante de nós”, disse a fundadora e diretora da entidade, Juliet Gellatley, em um comunicado enviado ao Plant Based News.

“Tornar-se vegano pode impedir isso. Estamos chamando as pessoas que estão inspiradas pela ideia de se tornarem veganas, é um passo inicial poderoso para experimentá-lo por apenas 24 horas. A #GoVegan24 é a maneira perfeita de explorar uma alimentação vegana. Tenho certeza que aqueles que o fizerem serão agradavelmente surpreendidos”.

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Atleta vegana quebra nove recordes em campeonato de levantamento de peso

Foto: Yolanda Presswood
Foto: Yolanda Presswood

Yolanda Presswood, atleta vegama de levantamento de pesos, alcançou nove recordes incríveis nos recente encontros da categoria “USPA Drug Tested Nationals” em Las Vegas, nos Estados Unidos.

O encontro esportivo ofereceu à atleta a chance de continuar as conquistas surpreendentes que a levaram a ganhar títulos e bater recordes após um curto período de tempo no esporte.

Após a competição, Presswood saiu com recordes nos níveis estadual, nacional e mundial, tornando-se campeã nacional na categoria M1 (40-44) de 60 kg. Seu desempenho também deu a ela uma classificação de “Atleta de Elite”.

Perda de peso

Presswood decidiu que mudaria de categoria de peso (de um levantador de peso de 67,5 kg para 60 kg) logo após se qualificar para o evento, uma vez que um peso menor permitiria que ela tentasse 12 recordes – incluindo quatro recordes mundiais.

Restringir calorias e caminhar parecia estar funcionando até que ela sofreu uma tensão intercostal. “Felizmente, com a ajuda da minha personal trainner e amiga Natasha Barnes, eu fui capaz de continuar a levantar pesos apesar da tensão dolorosa que me afetou”, disse ela à GVA – Great Vegan Athletes.

Outras dificuldades apareceram e Presswood passou e experimentar uma perda de força. Ela teve dificuldade em continuar com a perda de peso. A atleta sofre de TEPT (transtorno de estresse pós-traumático) e experimentou o que descreve como “o pior ataque de pânico da minha vida. O tipo em que você pensa que está morrendo enquanto se prepara para o encontro”.

Mudando de tática para incluir jejum e corte de carboidratos, ela finalmente passou a pesar 59,5 kg alcançando seu objetivo.

Recordes

A levantadora de pesos vegana agora detém 11 recordes em duas categorias de peso.

“A magnitude dessa conquista para mim é enorme”, disse ela. “Parti com isso como meu objetivo e foi exatamente o que conquistei”.

Yolanda também sentiu que tinha aprendido com o processo de perda de peso.

“Eu não consideraria perder peso se não tivesse uma chance de bater quatro recordes mundiais. Nunca mais o farei. Não o recomendo a levantadores novos ou mais novos. Apenas pratique com o peso que estiver!”

Uma década de veganismo

Presswood, que é vegana há quase 10 anos, mudou seu estilo de vida depois de se conscientizar da natureza cruel dos produtos de origem animal e pesquisar mais sobre o assunto.

“Eu decidi que iria olhar para a situação mais a fundo e peguei o livro de Alicia Silverstone, ‘The Kind Diet’ (A Dieta Compassiva). Foi nessa leitura que meus olhos foram abertos para as atrocidades que os animais sofrem todos os dias”, disse ela anteriormente à GVA.

“Eu não conseguia desviar o olhar do livro. Como vocês sabem, como veganos, começamos com o óbvio e continuamos aprendendo à medida que avançamos em nossas vidas. Minha casa é vegana para os animais, incluindo nossos dois filhos adolescentes de 16 e 20 anos. Escolhi ser vegana por amor à vida, a todas as vidas. Corações fortes. Mentes fortes. Corpo forte”.

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Notícias

Novo filme aborda os resultados da alimentação vegana para pacientes com dor crônica

Foto: Plant Based News
Foto: Plant Based News

Um novo documentário intitulado “On a Scale of 1 to 10, the Silent Epidemic” (Em uma escala de 1 a 10, a Epidemia Silenciosa), recentemente lançado e já disponível online, explora como uma alimentação baseada em vegetais pode ajudar pessoas com dor crônica.

O documentário está disponível no canal do YouTube do Plant Based News (PBN).

O filme explora algumas possíveis atitudes em relação à saúde e à dor crônica, e como uma mudança de mentalidade combinada com uma dieta baseada em vegetais permite que as pessoas recuperem todo o seu potencial. Fazem parte da produção o Dr. Neal Barnard, Mimi Kirk e Dr. Michael Klaper, entre outros especialistas.

Fazendo um filme

O cineasta Laurent Goldstein disse ao PBN que a equipe começou a fazer o documentário na primavera de 2017. “Levamos dois anos para filmar tudo e viajamos por toda a América do Norte no processo. Nosso período de pós-produção durou cerca de quatro meses”, acrescentou.

Segundo Goldstein, ele foi inspirado a fazer o filme porque queria ajudar as pessoas com dor crônica a ver o que é possível fazer para se sentirem melhores.

“Testemunhando minha mãe lutando contra dores crônicas nos últimos 20 anos de sua vida, além da minha própria história com dores nas costas debilitantes, a experiência de minha parceira Jennifer com endometriose e o fato de eu ter passado 20 anos participando e organizando seminários de saúde e bem-estar foram todos os fatores motivadores”, acrescentou ele.

“Fui inspirado ao longo do caminho, ouvindo as histórias de pessoas com dor crônica e a ampla recuperação que elas alcançaram nas situações mais desesperadoras”.

Impacto

Goldstein acredita que o filme tem um enorme potencial para causar um impacto significativo “porque toca as pessoas em um nível emocional e também lhes dá esperança”.

“O tema da dor crônica é deprimente. No entanto, eu não queria fazer um filme deprimente. Eu queria fazer um filme que motivasse as pessoas emocionalmente e também as inspirasse a fazer mudanças”, disse ele.

“Acredito que o filme possa ter um grande impacto. Há uma crise de opioides (excesso) no momento e as pessoas estão morrendo pelo abuso de medicação. Pessoas com dor crônica geralmente se sentem decepcionadas com o sistema médico. Ao assistir ao filme, elas percebem quanto poder têm em suas vidas e como com suas próprias mãos, elas podem impactar diretamente sua saúde positivamente, implementando algumas mudanças simples, como mudar para uma dieta baseada em vegetais”, disse o cineasta.

“O que torna o filme único é também o fato de oferecermos soluções práticas e, ao mesmo tempo, que jogam uma luz sobre os componentes mentais e emocionais da dor crônica. Estamos iniciando um movimento de expansão a partir do filme, envolvendo mente e o corpo, uma redefinição de saúde”.

“Em uma escala de 1 a 10, a Epidemia Silenciosa” abrirá a Cúpula Internacional da IPain Foundation em Los Angeles, nos Estados Unidos. Além disso, a Fundação reconheceu o filme com o prêmio 2019 Community Impact Award.

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