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A ANDA entrevista a presidente da AVADA, associação de advogados que defende animais na Espanha

A advogada Amparo Requena explica que, por enquanto, o grupo conta com nove profissionais e atende, gratuitamente, casos envolvendo animais resgatados por ONGs e protetores da cidade de Valência

O cão Pony de 10 anos é um dos animais acolhidos pela Protective Modepran de Valência. Foto Modepran

A falta de apoio jurídico nos casos de maus-tratos a animais é uma realidade no mundo todo, o que favorece a impunidade e o alto índice de crimes desse tipo. Mas na cidade de Valência, na Espanha, um grupo formado por nove advogados, especializados em direitos animais, resolveu fortalecer o combate à crueldade formando, em setembro deste ano, a associação AVADA – Advogados Valencianos em Defesa Animal.

O grupo atende gratuitamente ONGs e protetores em casos de violência contra animais – um serviço que já vinha sendo realizado informalmente pelos advogados que hoje compõem a associação. Além dos profissionais da área de Direito, a AVADA conta com o apoio de veterinários para melhor elucidação dos casos de maus-tratos. A associação também pretende trabalhar no sentido de garantir mais proteção jurídica aos animais da cidade por meio da criação de leis municipais.

Na Espanha, maus-tratos a animais podem gerar multas de 6 a 18 mil euros (R$36 e R$86 mil) e até ano e meio de detenção, mas sem o devido acompanhamento de um advogado, muitos casos que não ganham as páginas da mídia espanhola acabam esquecidos.

Tutora de quatro cães e cinco gatos, a advogada Amparo Requena assumiu a presidência da AVADA e explica que grande parte das ocorrências é de maus-tratos cometidos pelos próprios tutores e que, lamentavelmente, acabam impunes porque os protetores responsáveis pelos resgates dos animais vitimados, geralmente, não conseguem arcar com os custos de ações jurídicas e nem podem contar com o poder público.

A advogada Amparo Requena, presidente da AVADA, com seus animais. Arquivo pessoal

A AVADA reforça que a violência contra animais está diretamente ligada à violência contra seres humanos. Houve por exemplo, na Espanha, o caso notório e ilustrativo dessa afirmação de um homem que queimava os cães da família com cigarros para ameaçar seus filhos pequenos e traumatizá-los.

Acompanhe a entrevista cedida à ANDA:

ANDA: Como atuam os advogados da AVADA?

Amparo Requena (AR): Os advogados que formam o conselho da AVADA têm seus próprios empregos (a maioria possui escritório e outros trabalham para a administração sendo que eu, especificamente, na jurisdição de menores infratores) e procuramos dedicar parte de nosso tempo para lidar com questões criminais de abuso de animais e casos de abandono, de uma maneira altruísta.

ANDA: A associação atende, além de ocorrências de animais acolhidos por protetores, casos de tutores de baixa renda?

AR: Se o animal tem uma família, em princípio não intervimos de maneira altruísta, mas se for um caso especial de família sem recursos e o assunto for sério o suficiente, nós o valorizamos e podemos agir. Não apenas ajudamos cães e gatos, como qualquer animal em que o abuso esteja sendo exercido.

ANDA: Qual o alcance regional da AVADA?

AR: Em princípio, ao fazê-lo de uma maneira totalmente altruísta, só podemos alcançar os animais de Valência, mas se houver um caso sério em outras cidades e um parceiro que queira levá-lo adiante sem lucro, teremos prazer em ajudar em tudo o que esse profissional precisar.

ANDA: A AVADA vê relação entre crime contra animais e pessoas?

AR: A maioria dos abusos de animais ocorre devido à omissão do dever de cuidar, embora, infelizmente, também encontremos casos de abuso de ação, como ocorre com muitos caçadores sem escrúpulos e casos relacionados a outros crimes contra pessoas, como é o elo com a violência de gênero, abuso infantil ou abuso de idosos.

ANDA: Como são tratados os animais em situação de rua na Espanha?

AR: Na Espanha, animais abandonados são de responsabilidade das prefeituras, que podem fazê-lo por conta própria ou contratar entidades. Idealmente, eles devem ser acolhidos por protetores de animais, como é o caso de Valência no Protective Modepran – um lugar com a missão de cuidar, castrar, abrigar e buscar adoção para os animais abandonados – mas muitas outras cidades fazem o controle com empresas (canis) que têm fins lucrativos à custa da morte dos animais.

O gatinho Bachiller, de 5 anos, aguarda adoção em Valência, na Espanha. Foto site Modepran

ANDA: E com relação as colônias de gatos? Existe controle ético?

AR: No controle de gatos selvagens existem municípios que implementaram o método CES (captura, esterilização e liberação), mas não todos, e é por isso que também estamos lutando para que isso seja feito em toda parte.

ANDA: A maior parte dos estados brasileiros já possue leis que proíbem a matança de animais em situação de rua. Existe alguma chance da Espanha adotar esse modelo?

AR: Infelizmente, ainda não temos uma lei de proteção animal em nível estadual para isso. Cada comunidade autônoma tem sua lei de proteção e em muitas delas ainda é permitido sacrificar os animais quando eles demoram para serem adotados. Estamos lutando muito para acabar com isso. Parabéns pelo fato de que no Brasil há uma maioria de estados onde não se pode sacrificar … na Espanha, ainda não.

Fátima ChuEcco é jornalista ambientalista e atuante na causa animal

 

 

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Ativistas se pintam de vermelho para representar touros mortos em protesto contra touradas‏

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Pacific Press/Rex/Shutterstock
Foto: Pacific Press/Rex/Shutterstock

Toureiros espanhóis e admiradores das touradas não tiveram um dia fácil na abertura da temporada, que aconteceu em todo o país nesse domingo de Páscoa, conforme a tradição

Imagens de várias arenas mostraram toureiros e bandarilheiros sendo derrubados e golpeados por animais que eles tentavam dominar dentro da área.

Foto: Pacific Press/Rex/Shutterstock
Foto: Pacific Press/Rex/Shutterstock
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Além disso, no começo do dia, dezenas de ativistas de direitos animais encenaram um protesto contra as touradas no centro de Madri, que envolveu homens e mulheres vestidos apenas com roupas íntimas e deitados em uma praça, cobertos de sangue falso.

Foto: Pacific Press/Rex/Shutterstock
Foto: Pacific Press/Rex/Shutterstock

Fazendo o papel de touros assassinados, o grupo pedia o fim da tradição das touradas, que ainda são vistas por muitos como um “esporte” e parte essencial da cultura espanhola.

Foto: Pacific Press/Rex/Shutterstock
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Homens e mulheres se pintaram com tinta vermelha para simbolizar o sofrimento dos touros, e espalharam em torno de si areia e dinheiro falso para representar a busca pelo lucro que move através dos espetáculos.

Foto: Pacific Press/Rex/Shutterstock
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O protesto foi realizado dias após uma grande marcha em Val~encia a favor das touradas, na qual milhares de apoiadores da prática se reuniram para defender o que eles descrevem como “cultura”.

Foto: Pacific Press/Rex/Shutterstock
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Segundo o governo de Valencia, mais de 10.000 participantes marcharam até a arena da cidade no último domingo, após legisladores da União Europeia terem recentemente declarado o uso de subsídios públicos para criar bovinos para serem explorados nas touradas.

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Duas pessoas são presas por amarrarem uma égua e a deixarem sem comida

O Grupo Ambiental da Polícia na Espanha prendeu duas pessoas na sexta-feira (18) por abuso animal em Algemesí (Valência). Segundo comunicado, os policiais localizaram a égua amarrada a uma árvore com aparente estado de abandono e uma condição física lamentável, e descobriram que lhe faltavam água e área de pastagem.

A polícia contatou a associação protetora dos cavalos, que assumiu o animal e tomou as medidas necessárias para a averiguação do tutor e de mais casos de animais em circunstâncias semelhantes. Uma vez identificado o tutor, ele foi detido e voluntariamente entregou a responsabilidade do animal para a associação, que ajudará em sua cura e restabelecimento.

Além disso, os agentes prenderam uma segunda pessoa por ter, também, responsabilidade no ato de maus-tratos. Os procedimentos ​​foram encaminhados ao Tribunal de Polícia de Alzira (Valência). Conforme o relatado pelo veterinário, a égua estava “muito desidratada, com um alto grau de anemia, falta de musculatura do corpo e em uma condições físicas péssimas. Ela apresentou ferimentos na cabeça e nos membros”. As ferraduras também estavam em mau estado, o que a impede de caminhar e posicionar-se corretamente.

Fonte: ABC

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Animais marinhos aparecem na costa valenciana, na Espanha

Por Maria Angelica São Pedro (da Redação)

O tubarão capturado dias atrás nas águas de Alboraia. (Foto: Reprodução)
O tubarão capturado dias atrás nas águas de Alboraia. (Foto: Reprodução)

Não se trata de um caso isolado. Já são três os animais marinhos arrastados para as costas valencianas, na Espanha. A princípios do mês de julho se localizou um tubarão nas praias de Dénia que seguiu sua rota até Xàvia, onde uma embarcação o encontrou morto. As informações são do La Provincia.

Na semana passada foi capturado na praia de Alboraia um tubarão moribundo que acabou recebendo uma injeção letal para que não sofresse. Depois disso, a aparição de um golfinho morto no El Puig, saltou um alarme de preocupação entre os cidadãos.

Existem fatores como o vento e as marés que fazem com que estes animais, quando estão doentes, se aproximem das praias e gerem curiosidade entre os veranistas.

Em nenhum caso estes animais supõem um perigo para os banhistas, simplesmente deve-se avisar às autoridades pertinentes quando ocorra um feito similar e manter a calma. José Luís Crespo, veterinário da área de recuperação de l’Oceanográfic , afirmou que estas aparições entram dentro dos parâmetros normais anuais.

O fato de que se trate de animais marinhos e de grandes dimensões faz com que chame a atenção entre os banhistas mas não resulta algo extraordinário.

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ONG AnimaNaturalis realiza piquenique vegetariano em Valencia

Por Pérola Novais (da Redação)

Imagem: AnimaNaturalis
Imagem: AnimaNaturalis

Por volta das duas da tarde do último domingo (30), a ONG AnimaNaturalis celebrou no leito do velho rio Turia, em Valencia, na Espanha, um piquenique 100% vegetariano. Esta organização, que defende a vida livre dos animais, longe de toda crueldade, em todos os âmbitos possíveis, convocou pela segunda vez este tipo de reunião que congregou dezenas de pessoas em torno de um pano estendido sobre a grama. Sobre o pano foram expostos diferentes tipos de alimentos vegetarianos preparados especialmente para a ocasião, servidos como degustação aos presentes.

“O vegetarianismo é uma forma de alimentação mais saudável,  uma dieta que exclui todos os produtos de origem animal, e o veganismo é um estilo de vida marcado pela não utilização de animais, nem na indústria farmacêutica, nem na indústria de confecções de roupas (peles), espetáculos, tração e também alimentação”, explicou Natália Rizzo, subdiretora de AnimaNaturalis. “Somos uma ONG que defende os direitos de todos os animais, e uma das áreas que assim procedemos é na não utilização dos animais na alimentação”, reforçou. “Buscamos, por meio da realização destes piqueniques vegetarianos, convidar pessoas que queiram experimentar a comida vegetariana e mostrar a todos que realmente é muito fácil ser vegetariano”, acrescentou.

Quanto à transição do onívoro (aquele que se alimenta de carnes e vegetais) ao vegetarianismo, existem aqueles que preferem se tornar vegetarianos de uma só vez, enquanto outros optam por uma forma progressiva. Emílio Veladiez, que se converteu ao vegetarianismo há uns 7 meses, contou seu caso. “Não quis fazer isso de forma muito radical, mas sei também que não é tão difícil como dizem por aí”, explicou.

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Ativistas fazem manifestação antitouradas na Espanha

Por Lilian Regato Garrafa  (da Redação)

Os ativistas representaram cada um dos 90 touros que morrem nos dez dias da Feira de Fallas, colocando-se na pele dos animais, para defender seus direitos e ser sua voz
“a fim de que a tourada seja abolida”.

(Foto: Reprodução/AnimaNaturalis)

Cerca de uma centena de ativistas da ONG AnimaNaturalis se transformaram, neste domingo, em Valência, nos touros destinados à morte na Feira de Fallas 2012. Vestidos de preto e usando máscaras de touro, os voluntários sustentavam cartazes que pediam abolição das touradas e o fim da tortura.

Durante o evento, os ativistas bradaram, em alto e bom som, frases como: “Por uma Fallas sem tortura”, “Para uma Fallas sem crueldade”, “Abolição das touradas”, em plena zona de fogo da cidade de Valência, pouco antes do mascletà (exibição pirotécnica tradicional em Valência), diante de milhares de pessoas.

“Em uma sociedade moderna e civilizada não tem sentido ainda existirem tais manifestações de violência, onde a dor e o sofrimento de um animal são comemorados como uma diversão para o deleite de uma plateia que, aliás, está se tornando cada vez menos numerosa’, afirmou Natalie Rizzo, vice-diretora da AnimaNaturalis Espanha. “Nós, cidadãos, temos uma oportunidade histórica para rejeitar este tipo de espetáculo e dar um passo adiante a fim de conseguir festas livres de crueldade contra os animais”.

(Foto: Europa Press)

Convém lembrar que, de acordo com estudos sobre o interesse pela tauromaquia como entretenimento na Espanha, feito pela empresa IG Research, mais de 67% da população afirmou não possuir qualquer interesse por touradas. “Não só não tem o apoio da esmagadora maioria da população, como também é vergonhoso que se gastem enormes quantias de dinheiro público nesse espetáculo cruel e atroz, enquanto a comunidade de Valência está em dívida com a Espanha”, declara Rizzo.

A AnimaNaturalis considera sem sentido que, enquanto na Espanha se estejam cortando bilhões de euros em educação e saúde pública, governos como o de Valência invistam dinheiro público na manutenção da praça de touros e nesta feira.

A performance foi feita com tranquilidade durante mais de meia hora, tempo em que se entoaram temas antitouradas, foi lido um manifesto e foi feito um emocionante minuto de silêncio em memória de todas as vítimas de touradas.

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Colégio de Veterinários de Valencia extingue premiação de touro

Por Danielle Bohnen (da Redação)

Em assembleia celebrada no último dia 26, por 25 votos a favor frente a 11 contra, o Colégio de Veterinários de Valência, na Espanha, derrubou a premiação “Toro de Oro” na feira promovida todos os anos pela instituição.

É tradição em alguns colégios veterinários provinciais na Espanha, a premiação anual ao melhor touro da cidade. O animal deve demonstrar ser o mais elegante, ser nobre, de casta e raça. Em Valência, a entrega do prêmio “Toro de Oro” coincide com a celebração de São Francisco de Assis, padroeiro dos veterinários.

Depois da queixa apresentada no ano passado por parte de um grupo de colegiados e com a divulgação na imprensa, com declação de uma das sócias da Associação de Veterinários Abolicionistas da Tauromaquia (AVAT), a junta diretiva do Colegio de Veterinários de Valencia decidiu fazer um apesquisa entre seus associados, que decidiram pelo encerramento do prêmio.


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AnimaNaturalis protesta contra matança de focas no Canadá

Foto: AnimaNaturalis


Um grupo de ativistas da Ong AnimaNaturalis realizou hoje (16) uma manifestação na Plaza de los Pinazo, em Valência, Espanha, como protesto à matança de focas no Canadá. Parte dos manifestantes estavam despidos, com os corpos pintados todo de branco com algumas manchas vermelhas, caracterizados de focas com marcas de sangue, enquanto outra parte foi vestida de luto, carregando cartazes feitos de tecido que simulavam a pele dos animais.

Durante a manifestação, os ativistas gritaram slogans como “Canadá, chega de crueldade” e “Direitos para os animais”. O protesto, segundo a  coordenadora da Ong, Natalia Rizzo, tem como finalidade acabar com a matança de focas no Canadá. “A cada ano, centenas de milhares de filhotes de foca são brutalmente assassinados pelos pescadores canadenses, uma das maiores matanças de mamíferos da história”, explicaram os membros da AnimaNaturalis.

Segundo Natalia Rizzo, a renda anual dos pescadores canadenses procede, entre 95 e 99 por cento, da venda de peixes e mariscos, e não de derivados da foca. A coordenadora da AnimaNaturalis ressaltou que a matança de focas, por si só, não fornece benefícios para aqueles que a fazem, sendo apenas uma atividade complementar à pesca, realizada por pura diversão, lamentou Natalia.

Fonte: Noticias.com

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Ativistas conseguem cancelar apresentação do circo Ringling Bros. em Valência, na Espanha

Por Karina Ramos (da Redação)

No embalo do recente cancelamento da turnê do circo Ringling na Alemanha, surge mais uma vitória na Europa. Devido a uma campanha promovida pela PETA do Reino Unido e outras organizações de proteção animal contra as apresentações cruéis do Ringling Bros., o circo cancelou sua visita a Valência, na Espanha. 

A PETA Reino Unido e a AnimaNaturalis enviaram um conjunto de cartas para as autoridades de Valência, informando-os da fama histórica do Ringling de bater, acorrentar e enjaular elefantes, tigres, cavalos e muitos outros animais. A PETA Reino Unido e a AnimaNaturalis também tinham planos de protestar do lado de fora do picadeiro onde o circo iria se apresentar.

Ativistas protestam contra circo que maltrata animais
Ativistas protestam contra circo que maltrata animais

Com uma cidade atrás da outra tomando uma posição contra o abuso de animais, a turnê europeia do Ringling está em decadência. Porém, ainda não derrubada totalmente. O Ringling ainda tem três apresentações marcadas em sua turnê pela Espanha. Os dedos estão cruzados para que sejam canceladas também. Mas, se não forem, o circo pode apostar que haverá protestos em todos os locais de apresentação.

Quem quiser ajudar nessa luta, acesse aqui o link para participar da mobilização.

Fonte: PETA

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