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Marca de luxo Diane Von Furstenberg bane o uso de pelo de cabras angorás

A estilista da grife de luxo que leva seu nome, Diane Von Furstenberg (DVF) anunciou seu comprometimento em banir o mohair de toda sua linha. Com a decisão, a empresa juntou-se a outras 240 marcas em todo o mundo que baniram completamente o material.

A estilista da grife de luxo que leva seu nome, Diane Von Furstenberg (DVF) anunciou seu comprometimento em banir o mohair de toda sua linha.
Dona da marca que carrega seu nome, Diane juntou-se a outras 240 empresas que já haviam abolido o mohair. (Foto: Reprodução)

A decisão da grife foi resultado da pressão da sociedade para que os direitos animais fossem respeitados, e da crescente tendência de uma moda consciente e livre de crueldade.

A PETA também pediu à estilista para que parasse de utilizar o mohair, e compartilhou um recente vídeo produzido pela organização onde denuncia a crueldade por trás da obtenção do tecido.

Mohair, um popular tecido semelhante à seda, feito do pelo de cabras angorás, é frequentemente usado pela indústria da moda na produção de suéteres, chapéus, casacos e outros acessórios para o inverno.

No entanto, apesar do fato das cabras não serem mortas no processo de extração de seus pelos, a crescente demanda pelo material transformou o procedimento em algo extremamente doloroso para os animais. De acordo investigações da PETA, os trabalhadores são pagos pelo volume de pelo retirado, e não pelas horas trabalhadas. Dessa forma, eles são encorajados a trabalhar o mais rápido possível, muitas vezes cortando a pele da cabra por descuido e deixando feridas abertas.

Cabra Angorá é assassinada em zoo em Berlim, Alemanha, para consumo humano de dois homens que “estavam com fome”. (Foto: Rex Features)
Apesar de não serem mortos, os animais estão sendo extremamente maltratados(Foto: Rex Features)

Além disso, as cabras consideradas impróprias para a tosa, são mortas nos próprios estabelecimentos de forma cruel e dolorosa, ou são enviadas para matadouros.

Ao implementar esta proibição, a DVF tem o poder de reduzir drasticamente a demanda por este tecido e potencialmente acabar com parte desse sofrimento desnecessário dos animais. A estilista tem possui 111 lojas em 70 países, potencializando a mensagem da proibição internacionalmente.

A moda cruelty-free está se estabelecendo de forma notável, uma vez que designers de marcas luxuosas e de marcas cotidianas posicionaram-se contra materiais de origem animal. Entre as empresas que implementaram proibições de mohair semelhantes estão a Gap, Banana Republic, H&M, Topshop, Forever 21 e dezenas de outras.

Diversas grifes também anunciaram que não utilizarão materiais obtidos através do sofrimento animal. Apenas no ano passado, a Gucci, Michael Kors e a Versace prometeram abandonar o uso de pele.

A indústria fashion agora aposta em tecidos naturais feitos pelo homem, como couro de maçã e abacaxi.

Finalmente a conscientização de consumidores conseguiu desencadear uma mudança em grande escala em uma indústria tão tradicional como a da moda. Essa é uma oportunidade de melhorar a condição de vida de milhões de animais sofrem diversos maus-tratos e são mortos em nome da moda.

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Uso de pele de animais na indústria da moda não é mais uma tendência (Foto: Justin Sullivan/Getty Images)
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Editora-Chefe da revista InStyle diz que pele de animal está fora de moda

Laura Brown, editora-chefe da icônica revista de moda InStyle, assumiu publicamente o compromisso de nunca permitir que peles de animais apareçam em suas publicações.

Uso de pele de animais na indústria da moda não é mais uma tendência (Foto: Justin Sullivan/Getty Images)
Uso de pele de animais na indústria da moda não é mais uma tendência (Foto: Justin Sullivan/Getty Images)

“Quero deixar claro que a InStyle não fotografa peles nem aceita publicidade de peles”, disse Brown em um recente painel de discussão patrocinado pela Humane Society dos Estados Unidos (HSUS).

“Como é emocionante ver que a indústria da moda está começando a adotar alternativas livres de pele animal. Um brinde pela querida chinchila que agora vive uma vida longa e adorável”.

A declaração de Brown é consistente com as tendências atuais das maiores marcas e designers da indústria da moda – incluindo Gucci, Donatella Versace e Michael Kors – que se comprometeram a eliminar as peles de suas coleções.

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Leona Lewis diz que sente nojo quando vê pessoas usando peles

A cantora Popstar britânica e ativista pelos direitos animais Leona Lewis disse à revista Live que sente nojo quando vê pessoas usando peles verdadeiras.

“Os animais são muito maltratados”, Leona disse. “Quando eu vejo pessoas a usar peles, principalmente jovens cantores, eu fico nauseada.”

Ela contou ainda que, para o seu primeiro ensaio fotográfico, a produção trouxe peles, penas e“tudo aquilo que eu desprezo. Eu tive que deixar claro que eu simplesmente não faço isso”.

A cantora foi eleita a vegetariana mais sexy do mundo em pesquisa realizada pelo PETA (Pessoas para o Tratamento Ético de Animais).

“Eu sou vegetariana, então não uso roupas, sapatos ou bolsas feitas de couro ou camurça ou qualquer produto vindo de animais”, disse a intérprete do hit Bleeding Love.

“Sou totalmente contra a crueldade a animais”, acrescentou ela, que conquistou o apoio do PETA.

Ela posou para uma sessão de fotos nos estúdios da Sony BMG, em Kensington, na Inglaterra, com a mascote da família, Misty. “Eu quis me juntar à Sociedade Mundial de Proteção Animal porque ela visa acabar com os maus-tratos contra os animais no mundo e faz ótimas campanhas”, disse.

Leona falou sobre os motivos de seu apoio à DUBEA: “Uma das razões pelas quais os animais são tão vulneráveis aos maus-tratos é que não existe hoje um acordo entre países mostrando que eles também podem sofrer e sentir dor. A campanha pela Declaração Universal de Bem-Estar Animal pode ser o início do fim dos maus-tratos contra os animais no mundo. Cabe a nós dar uma voz a eles, agora”, finalizou.

Com informações do  We Need Animals

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Twiggy condena uso de peles na Semana da Moda de Londres

Twiggy, a famosa modelo britânica dos anos 60, condenou hoje durante a Semana da Moda de Londres o uso de peles de animais.

Aos 60 anos, a modelo disse que as peles com as quais circulam algumas manequins nas passarelas são de animais mantidos em “condições desumanas”.

Utilizar 20 raposas e 80 visons para fazer um só casaco é de “uma crueldade intolerável”, opinou.

“Fico triste com o fato de alguns estilistas continuarem utilizando animais para compor as peças”, acrescentou a modelo.

Segundo Twiggy, cujo nome é Lesley Hornby, um novo relatório da organização Animal Defenders International denuncia os milhares de animais utilizados no mundo da moda.

O diretor da ONG, Jan Creamer, expressou sua decepção pelo fato de que em passarelas como Londres e durante a Semana da Moda de Nova York, vários estilistas continuem usando peles autênticas, ignorando a sua origem a partir da morte de animais.

Fonte: G1

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Nova campanha da Peta ganha reforço de boate topless

A organização PETA (sigla em inglês para Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais), que realizou nesta quinta-feira (18), em frente à Torre Eifell, na capital francesa, um protesto contra as touradas, um dos eventos mais populares da Espanha, lança mais uma campanha contra o uso de pele de animais que dará o que falar. A campanha, que em português será ‘Preferimos fazer topless a vestir peles!’, contará com o apoio de uma famosa boate de Nova York.

Seis garotas da famosa boate de topless da Big Apple, Ricks Cabaret, estrelam a campanha. De acordo com o blog da Peta, as moças tiveram a oportunidade de ver vídeos que mostram as terríveis condições de coelhos na China e na França.

Em abril deste ano, defensores dos animais pediram permissão para fazer uma exposição de porcos nas arquibancadas do Congresso dos Estados Unidos com o objetivo de protestar contra os maus-tratos. A Peta afirmou que “em um momento em que o mundo está preocupado com a gripe suína, estamos prontos para recriar a realidade da criação de porcos”.

Fonte: Correio do Brasil

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