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Filhotes de urso dão os primeiros passos na grama após serem resgatados de circo

Foto: Animals Asia
Foto: Animals Asia

O vídeo capta o momento em que duas irmãs filhotes de urso dão seus primeiros passos na grama depois de serem resgatados de uma vida de crueldade, abuso e sofrimento no circo.

Os ursos da lua, também conhecidos como ursos negros asiáticos (Ursus thibetanus), são classificados atualmente como espécie em extinção pela IUCN e foram caçados na natureza e obrigados a andar de moto em um palco em circo no Vietnã.

Imagens terríveis de dentro do circo mostram um dos filhotes amordaçados caindo de uma bicicleta antes de serem pegos pela nuca.

Os filhotes são irmãs e foram nomeados Sugar and Spice. Eles foram resgatados após uma investigação da ONG Animals Asia.

A entidade diz que os ursos de circo podem passar suas vidas inteiras em pequenas gaiolas ou celas de concreto, sem nunca verem árvores e grama ou escolherem por onde querem caminhar.

Sarah van Herpt, que está cuidando dos filhotes, disse que o momento em que pisaram na grama pela primeira vez foi “mágico e emocionante”.

Foto: Animals Asia
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Ela disse: “Eles estavam curiosos e encantados com o mundo exterior, mas ao mesmo tempo com medo também.

“Sem a mãe deles para protegê-los, eles se sentem vulneráveis e sabem (sentiram na própria pele) quão terrível a exploração pode ser, mas com o tempo eles perceberão que estão seguros em nosso santuário”.

“Ninguém mais pode machucá-los”. Os ursos da lua deveriam ser protegidos de caçadores sob a lei vietnamita, mas os filhotes foram encontrados sendo explorados abertamente no palco do Circo Central em Hanói.

Como eles nunca aprenderam habilidades essenciais de sobrevivência de sua mãe, como seria o natural, os filhotes terão que crescer no santuário de ursos da Animals Asia.

Foto: Animals Asia
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Eles serão eventualmente integrados a uma comunidade existente de quase 200 ursos resgatados. A Animals Asia está pedindo ao governo vietnamita que proíba as apresentações circenses com ursos e envie os animais para centros de resgate e santuários.

A CEO da Animals Asia, Jill Robinson, acrescentou: “É inconcebível que ursos tão jovens ainda confusos e assustados estejam sendo explorados e forçados a se apresentar no palco de circos no Vietnã”.

“Estes animais estão ameaçados, protegidos pelas leis nacionais e profundamente traumatizados pelo que está sendo feito a eles. As condições em que elas são mantidas são horríveis e não há consideração pelo seu bem-estar enquanto estão no palco”. “Felizmente, a crueldade acabou para Sugar e Spice, mas não vamos desistir de outros animais que sofrem o mesmo destino terrível.”

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Ursas e leões aprisionados em zoo exibem sinais de deterioração mental

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: PETA

Zoológicos convencionais são terríveis, mas zoológicos de beira de estrada são muito piores. Ao contrário de grandes zoos, zoológicos de beira de estrada são feitos para ser uma parada rápida para turistas de modo que eles possam fazer uma pausa e observar os animais selvagens antes de voltarem para seus trajetos.

Estas instalações são normalmente administradas por proprietários privados que compraram os animais e obtiveram autorizações para exibi-los para o mundo. Alguns zoos de beira de estrada mais conhecidos são o Tony o Truck Stop Tiger e o Natural Bridge Zoo. Embora esses estabelecimentos afirmem estar preocupados com a “conservação”, eles não são nada mais do que uma coleção de recintos muito pequenos que, por vezes, realizam programas de reprodução.

Considerando que esses animais nunca serão libertados na natureza, não há nada que faça com que esses locais sejam organizações de “conservação”. A principal prioridade para zoos de beira de estrada é o lucro e, infelizmente, muitas vezes isso gera um grande custo para os animais.

Um desses estabelecimentos é o Spring River Park e Zoo, em Roswell, no Novo México (EUA). No local, ursos e leões da montanha são confinados em imundos poços de concreto e, consequentemente, suas saúdes são prejudicadas mentalmente e fisicamente.

Sierra e Ursula são duas ursas exploradas pelo zoo. Infelizmente, poucas informações podem ser encontradas sobre ambas. Tudo o que sabemos é que elas são ursas negras americanas que passaram muitos anos vivendo neste zoológico miserável.

Elas são mantidas em um recinto de concreto que contém uma piscina imunda revestida por algas e com um odor desagradável. As ursas ainda usam a piscina apesar de sua condição – provavelmente devido ao puro tédio. Na natureza, elas passariam seus dias subindo em grandes habitats, procurando alimento e, acima de tudo, hibernando.

Foto: PETA

No zoo, com pisos de concreto, sem espaço e uma piscina escura, tudo o que Sierra e Ursula têm são problemas de saúde. Viver no concreto, dia após dia, está colocando pressão sobre suas articulações e desgastando as almofadas de suas patas. Suas condições de vida sombrias também têm afetado sua saúde mental.

Elas foram observadas andando de um lado para o outro em seu recinto constantemente e isso é um sinal claro de uma grave angústia. Animais em cativeiro geralmente exibem comportamentos repetitivos quando suas condições não atendem às suas necessidades. E, claro, não há nenhuma maneira desta prisão suprir as necessidades de Sierra e Ursula.

Infelizmente, Sierra e Ursula não são os únicos animais que sofrem no Spring River Park e Zoo. Bart e Bret, dois leões da montanha, também são vítimas da negligência do zoológico. Estes leões vivem em um recinto que se parece exatamente com o das ursas. Lamentavelmente, parece que a condição física e mental de Bart e Bret também espelha a de Sierra e Ursula.

Na natureza, os leões da montanha são animais solitários e altamente territoriais que evitam ativamente outros felinos, a menos que seja para ter uma relação. Infelizmente, evitar um ao outro é impossível para Bart e Bret. Em vez de ter acesso a um grande habitat, onde podem caçar sua própria comida e passar o dia fazendo exercícios, Bart e Bret gastam seus dias andando de um lado para o outro.

De acordo com a PETA, um dos leões da montanha parece estar obeso, provavelmente devido à má alimentação e à falta de exercício e não por um consumo excessivo de alimentos.

Como você pode ajudar

Até agora você provavelmente está fazendo a mesma pergunta que nós: “Como podemos tirá-los de lá?” Felizmente, há uma maneira pela qual você pode ajudar – e levará menos de cinco minutos. Use sua voz para auxiliar esses pobres animais enviando uma carta ao Spring River Park e Zoo, pressionando-os a fechar seus poços e permitir que as ursas e os leões da montanha sejam transferidos para santuários.

Em um santuário respeitável, esses animais podem viver em territórios espaçosos e receber o cuidado e atenção de que necessitam, reportou o One Green Planet.

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SeaWorld planeja separar ursas polares e explorar uma delas para reprodução

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: iStock.

Um preocupado especialista em mamíferos marinhos informou ativistas pelos direitos animais sobre o plano do SeaWorld de separar as ursas polares e melhores amigas Snowflake e Szenja em seu parque de San Diego, nos Estados Unidos.

O parque quer enviar Snowflake para o Pittsburgh Zoo e explorá-la para reprodução para fins comerciais. Isso deixaria Szenja, que viveu com Snowflake desde 1997, sem nenhum companheiro de sua própria espécie. E, claro, qualquer urso polar bebê resultante seria condenado a uma existência miserável em recintos que são um milionésimo do tamanho do espaço que teriam na natureza.

A PETA enviou uma carta ao CEO da SeaWorld, Joel Manby, pedindo-lhe que impedisse a separação e a tentativa de reprodução.

Segundo fontes, o SeaWorld quer desesperadamente conseguir bebê urso polar para exibi-lo na instalação. O parque de San Diego é incapaz de obter ursos polares da natureza porque nem o Canadá nem o Alasca podem fornecer filhotes órfãos.

A empresa não cumpre os padrões mínimos prescritos por leis internacionalmente reconhecidas de conservação de urso polar. O SeaWorld tentou engravidar Snowflake várias vezes, incluindo em 2015, quando ela foi drogada e forçosamente inseminada.

O SeaWorld está tentando esconder o verdadeiro motivo do plano (ter um bebê no parque para atrair visitantes) sob o tapete enquanto finge defender a “conservação”.

Mas mesmo se o bebê de Snowflake sobreviver – o que é duvidoso, dada a taxa de mortalidade infantil de 65% dos ursos polares cativos – ele nunca será libertado na natureza. Conservação significa a preservação de habitats naturais e proteger as espécies na natureza, não criar mais animais para viver em uma caixa de concreto.

Além disso, o Pittsburgh Zoo perdeu sua aprovação no Association of Zoos and Aquariums em 2015 porque se recusou a cumprir os requisitos da organização para o manuseio seguro de elefantes. Em novembro de 2016, o parque foi citado por descumprimento crítico da Lei Federal de Bem-Estar Animal quando um recinto de morcegos inundou, matando 36 morcegos.

A PETA declarou que continuará a pressionar o SeaWorld para não agravar o sofrimento destas ursas polares e não sentenciar mais animais a um destino sombrio.

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Ursas exploradas para selfies são resgatadas após anos de sofrimento

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Four Paws
Four Paws

Duas ursas pardas albanesas que foram terrivelmente abusadas, Luna e Jeta, em breve poderão desfrutar da liberdade e da paz em um santuário.

A crueldade a que ursos pardos são submetidos na Albânia provocou indignação internacional durante o verão, depois que um caso em particular ganhou as manchetes em todo o mundo. Tomi, que era um urso selvagem, foi capturado e forçado a viver em uma gaiola fora de um restaurante. Ele era alimentado com pão e cerveja e usado como um atração turística.

Felizmente,  ele e outros membros de sua espécie foram resgatados, mas o empenho para salvar os animais apelidados de “ursos mais tristes da Europa” ainda está em andamento. Agora ativistas da Four Paws estão comemorando os esforços bem-sucedidos para ajudar Luna e Jeta a iniciarem novas vidas.

Luna é uma jovem ursa que passou anos em um parque de diversões, onde era mantida em uma pequena gaiola e exposta ao barulho e ao caos do parque. De acordo com a Four Paws, inevitavelmente, os anos de maus-tratos a prejudicaram, mas agora ela deixará este passado para trás.

Com a ajuda do Ministério do Meio Ambiente, ela também foi resgatada e seu anel de nariz foi removido. Em breve, as duas ursas serão transferidas para  o Santuário de Ursos da Four Paws em Kosovo onde poderão viver seus dias em paz.

Embora elas estejam finalmente seguras, ainda há vários ursos infelizes que precisam de ajuda. De acordo com a Four Paws, estima-se que mais 50 ursos pardos são mantidos em condições miseráveis, embora isso seja ilegal desde 2006.

Em um esforço para ajudá-los, a organização lançou a campanha “Salve os Ursos mais Infelizes” na esperança de garantir a sua liberdade e reforçar a aplicação das leis existentes destinadas a protegê-los, de acordo com o Care2.

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Filhotes de urso são libertados após dois anos vivendo confinados em uma garagem

Por Natalia Cesana  (da Redação)

Foto: AFP

Dois filhotes de urso, trancados em uma pequena garagem de São Petesburgo, na Rússia, e em condições terríveis, foram libertados no dia 11 de agosto. A informação é de uma oficial da defesa animal, segundo informações do jornal Asia One.

“Os dois filhotes passaram quase dois anos nesta garagem com apenas três entradas de ar. Agora eles foram libertados e transferidos para um centro de reabilitação”, disse Dinara Ageyeva, do grupo de ajuda Vita, à AFP.

As ursinhas, chamadas Rita e Roma, estavam com um fotógrafo que procurava atrair turistas. Mas os animais raramente saiam da prisão, que não era quente o suficiente no inverno e era abafada no verão.

Vizinhos avisaram ativistas dos direitos animais depois de terem ouvido rosnados vindos da garagem e sentido um cheiro nauseante.

Ageyeva disse que será muito difícil processar o fotógrafo e condená-lo a maus-tratos contra animais. “Mesmo que ele seja processado, ele provavelmente pagará apenas um pequena multa”, disse ela.

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