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Seis tigres são abandonados para morrer presos em gaiola após tutor se mudar para o exterior

Foto: CEN
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Seis tigres foram resgatados de condições deploráveis depois de terem sido deixados para morrer de fome pelo tutor.

Ativistas de direitos animais na Ucrânia foram avisados sobre os tigres em 30 de dezembro e descobriram os animais mantidos em uma gaiola improvisada na ilha Vodnikov, em Kiev.

Evgheniya Prokopenko, um dos ativistas que ingressou na operação, compartilhou vídeos e fotos da operação de resgate.

Segundo a mídia local, os tigres estavam trancados em um clube particular que aparentemente havia sido abandonado.

Entende-se que o proprietário do local, que não teve o nome divulgado, é um ucraniano conhecido, mas se mudou para o exterior.

Evgheniya explicou: “Quase metade da equipe do departamento de polícia de Holosiivskyi visitou o local, Tiger Club (Clube dos Tigres), junto com equipes de resgate, onde encontramos seis tigres em condições terríveis”.

Foto: CEN
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“Recebemos uma ligação dizendo que eles estavam sendo mantidos em um pequena gaiola, tipo um galinheiro improvisado, e que eles mantêm as pessoas acordadas rugindo dia e noite”.

“Os locais onde estavam alojados foram feitos de materiais improvisados e estavam em péssimo estado de conservação”.

“As condições eram chocantes, três tigres viviam em um espaço cercado abandonados na lama de sua urina e fezes, sem possibilidade de encontrar um lugar seco”.

Segundo o ativista, os animais tinham tanta sede que até bebiam o líquido do chão.
Ela acrescentou: “Um tigre mais velho vivia em um espaço mínimo, enquanto outros dois ficavam juntos em outro espaço apenas um pouco maior”.

Foto: CEN
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Quando a polícia chegou, encontraram seguranças vigiando o local, mas ninguém cuidando dos tigres.

O advogado Prokopenko acrescentou: “Iniciamos um processo criminal de acordo com a primeira parte do artigo 299 (Crueldade aos animais) do Código Penal da Ucrânia. O suspeito pode enfrentar até três anos de prisão. Agora estamos resolvendo o problema levando os animais a instituições especiais que têm condições de atendê-los”.

Uma jornalista do jornal “Ukrainskaya Pravda”, Yaroslava Koba, afirmou que identificou o proprietário como uma pessoa chamada Vladimir Bulankov e afirmou ter entrado em contato com ele.

Ela disse que ele prometeu voltar ao país o quanto antes e fazer dos tigres uma prioridade. Ele disse também que seu plano era entregá-los ao zoológico “Feldman Ekopark”, na cidade de Kharkov, no nordeste da Ucrânia. As informações são do Mirror UK.

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ONG processa governo e responsáveis pelo transporte de navio de mais de 60 mil ovelhas vivas

Foto: NSPCA
Foto: NSPCA

A maior e mais antiga organização de defesa e proteção dos direitos animais, NSPCA, (National Council of Societies for the Prevention of Cruelty to Animals/Conselho Nacional de Sociedades para a Prevenção da Crueldade contra Animais) da África do Sul, confirmou quinta feira última (14) que apresentou acusações criminais contra vários grupos, entre eles o Departamento de Agricultura, que estão envolvidos na terrível exportação de 60 mil ovelhas vivas da África do Sul para o Oriente Médio no mês passado.

Também foram apresentadas acusações de abuso de animais contra o departamento de Reforma Agrária e o Desenvolvimento Rural (DALRRD), o departamentos de Desenvolvimento Rural de Cidade do Cabo e contra os proprietários e capitão do navio Al Shuwaikh e o contra Page Farming Trust.

Conforme relatado anteriormente pela mídia mundial, apesar da indignação global e de uma campanha da NSPCA, o governo da África do Sul ainda assim aprovou a exportação dos animais.

Foto: World Animal News/Reprodução
Foto: World Animal News/Reprodução

“Muitos animais não sobreviverão à jornada; as mortes acumuladas nas frotas de Al Mawashi, de 1980 até o primeiro semestre de 2017, somam mais de 1,5 milhão de mortes”, disse a inspetora sênior, Grace De Lange, gerente da Unidade de Proteção de Animais de Fazenda da NSPCA, em uma declaração de setembro.

“Aqueles que sobreviverem à viagem enfrentarão os horrores de chegar a um país onde não há leis de proteção animal. Eles serão empurrados para dentro de caminhões e manuseados de forma desumana, apenas para serem mortos ainda totalmente conscientes, geralmente por matadouros não qualificados e na presença de outros animais”.

A NSPCA monitorou o recente processo de carregamento e as violações nos termos da Lei de Proteção aos Animais nº71 de 1962 foram observadas e documentadas pelos inspetores da NSPCA, bem como pelos inspetores de várias SPCAs (ONGS afiliadas à NSCPA) de Cidade do Cabo Oriental.

Foto: World Animal News/Reprodução
Foto: World Animal News/Reprodução

As condições a bordo do navio Al Shuwaikh incluíam níveis perigosos de amônia em alguns dos conveses fechados, ambientes sujos, incluindo fezes nas valas de água e comida, além de outras sérias preocupações com o bem-estar dos animais.

No cais e no confinamento, os animais foram tratados de maneira desumana e foram feitas tentativas de carregar ovelhas doentes, feridas e mancas. Infelizmente, esses pobres seres sencientes pareciam não significar nada para os funcionários e exportadores.

“Nosso pedido de tratamento humano dos animais caiu em ouvidos surdos”, disse De Lange em um comunicado feito dia 14 de novembro: “Testemunhar o sofrimento dessas ovelhas antes mesmo da partida do navio e assistir o Al Shuwaikh partir foi muito difícil, mas também confirmou a determinação da NSPCA de advogar por justiça em seu nome”.

Foto: NSPCA
Foto: NSPCA

De acordo com De Lange, documentos com as evidências relevantes foram entregues aos Serviços de Polícia da África do Sul, que agora deverão obter declarações dos acusados.

A NSPCA também se reuniu com seu advogado, que confirmou que a organização tem um caso para ser apresentado ao Supremo Tribunal. A intenção não é apenas garantir que o Al Shuwaikh não retorne às costas da África do Sul, mas também desafiar a questão da exportação de animais vivos por mar. As informações do World Animal News.

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Mais de 20 gatos mantidos em ambiente insalubre são resgatados em Vila Velha (ES)

Os animais eram explorados para reprodução e venda. Eles viviam em gaiolas sujas, em meio a fezes e urina


Mais de 20 gatos foram resgatados nesta terça-feira (22) em Vila Velha (ES) em uma ação realizada pela CPI dos Maus-Tratos Contra os Animais da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales), em parceria com o Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV).

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Foram resgatados 19 gatos adultos e três filhotes, mantidos em condições insalubres. Desses animais, 17 eram gatos persas que, segundo o veterinário Daniel Bressiane, do CRMV, tinham falhas no pelo, lesões e secreção nasal e ocular. Cinco gatos também apresentavam dificuldade respiratória e 15 tinham desnutrição. As informações são do portal Folha Vitória.

Os animais eram mantidos presos em gaiolas improvisadas em um ambiente com temperaturas elevadas, abaixo de telhas de amianto. Segundo a deputada estadual Janete de Sá (PMN), presidente da CPI, havia fezes e urina por todo o local.

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“Devido à situação de precariedade encontrada na residência, nós providenciamos a retirada dos animais, uma vez que a falta de limpeza e higiene de toda a área compromete a situação dos gatos, que agora estão em um abrigo em Vila Velha”, afirmou Janete de Sá.

A tutora dos gatos, de 66 anos, foi levada para a delegacia. Após assinar um termo circunstanciado de ocorrência, ela foi liberada. A infratora terá que prestar depoimento à CPI. Ela confessou que vendia os gatos, inclusive doentes.

Casos de maus-tratos a animais no Espírito Santo podem ser denunciados à CPI dos Maus-Tratos Contra os Animais da Assembleia Legislativa pelo e-mail defesadosanimaises@gmail.com ou pelo telefone (27) 3382-3735.

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Oito cavalos são sacrificados após descoberta de caso severo de negligência

Foto: MEN Media
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Os oito cavalos tiveram que ser sacrificados depois de terem sido encontrados aleijados em um estábulo minúsculo “amontoados” uns nos outros e com estrume por todo lado em um caso criminoso de negligência .

Oficiais de bem-estar animal descobriram dez animais que vivem em um estábulo imundo cercado por suas próprias fezes e urina, em um caso de negligência que o inspetor do departamento disse ser “o pior que já viu”.

Para chegar até dois dos cavalos os funcionários tiveram que escavar a sujeira, pois os dejetos estavam bloqueando a porta do estábulo.

Os cavalos não tinham um ferrador para aparar os cascos por pelo menos 12 meses, quando isso deveria acontecer a cada seis semanas.

Isso fez com que os cascos dos animais crescessem descontroladamente, deixando os cavalos aleijados e tendo que lutar para conseguir se locomover.

Foto: MEN Media
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Cinco cavalos estavam em tal estado de sofrimento que um veterinário independente decidiu que a melhor coisa era sacrificá-los imediatamente.

Outros três foram encaminhados para uma cirurgia de emergência antes de ser decidido que eles também precisavam ser sacrificados para acabar com seu sofrimento.

Um tribunal proibiu o homem responsável pelos cavalos de manter todos os animais em seu poder depois que sua negligência foi descoberta.

Carl Kawka, 57 anos, de Greenbank Road, na cidade de Rochdale, Inglaterra se declarou culpado de duas acusações de crueldade e atentado ao bem-estar animal quando compareceu ao tribunal de magistrados de Tameside na última quinta-feira.

O tribunal ouviu como a RSPCA (ONG que atua em defesa dos direitos animais) foi enviada para investigar Kawka devido a preocupações sobre 10 cavalos que ele tinha sob seus cuidados em seus estábulos em Oldham.

Foto: MEN Media
Foto: MEN Media

O inspetor Danni Jennings e os oficiais do World Horse Welfare descobriram que oito cavalos tinham cascos enormes e deformados que os deixaram aleijados.

Em mitigação, o tribunal ouviu que Kawka estava com dificuldades devido a problemas de saúde.

Felizmente, após um longo tratamento, dois dos cavalos estão a caminho da recuperação.

Um deles, chamado Ronnie, agora foi realocado, e outra égua chamada Celine está se recuperando bem e deve voltar para casa em breve.

Kawka foi proibido de manter todos os animais, recebeu uma sentença de 18 semanas de prisão suspensa por 12 meses e um toque de recolher de cinco meses entre as 19h e as 7hs da manhã.

“Este é o pior caso de negligência que já vi em minha carreira de 11 anos como inspetor da RSPCA.

“Os cavalos estavam claramente sofrendo e estavam aleijados, lutando para andar e se mexer e era óbvio que não tinham visto a luz do dia por um longo período de tempo.

“O modo como foram negligenciados foi horrível – foi um dia muito triste e deprimente para todos os envolvidos”.

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Fábrica de filhotes mantinha mais de 100 cães em gaiolas minúsculas presos no meio de fezes e urina

Foto: RSCPA Queensland/Facebook
Foto: RSCPA Queensland/Facebook

Uma investigação descobriu um criador de cães que mantinha mais de 100 filhotes em condições horríveis, com alguns cobertos em suas próprias fezes e urina.

Sharon McAdam, proprietária do negócio de criação de cães da Kupala Bull Terriers em Gladstone, Queensland, na Austrália, tinha 110 cães e filhotes da raça bull terrier.

Muitos dos animais foram mantidos em pequenas gaiolas com pouco acesso a comida e água.

Foto: RSCPA Queensland/Facebook
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Após uma investigação da RSPCA na propriedade em novembro do ano passado, todos os cães foram resgatados depois de terem sido encontrados confinados em gaiolas sujas e alguns eram até incapazes de andar no ambiente ‘pútrido’.

A RSPCA foi contatada em outubro depois que um cliente notou como as condições em que os animais eram mantidas eram péssimas ao comprar um filhote de cachorro do criador.

McAdam se declarou culpada na quarta-feira no Tribunal de Magistrados de Gladstone a uma acusação de não fornecer condições de vida adequadas e duas acusações de não fornecer o tratamento adequado para lesões nos animais.

Foto: RSCPA Queensland/Facebook
Foto: RSCPA Queensland/Facebook

A corte ouviu que os cães estavam vivendo em gaiolas “perigosas” com pouca ventilação e circulação de ar, bem como fios aparecendo no ambiente “imundo e contaminado”, relatou o Courier-Mail.

Os animais foram mantidos em uma sala onde havia um cheiro horrível e pisos encharcados de urina, segundo os investigadores.

Foto: RSCPA Queensland/Facebook
Foto: RSCPA Queensland/Facebook

A RSPCA disse em um blog em seu site que as condições de vida dos cães eram “alarmantes”.

“Alguns não conseguiam ficar eretos em suas gaiolas, outros eram incapazes de se virar, e todos eram incapazes de andar, correr, usar os sentidos e desfrutar de atividades normais de cães. Eles não eram socializados. O pelo dos animais estava sujo e muito fedorento”, disse a RSPCA em um comunicado.

Foto: RSCPA Queensland/Facebook
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“Eles viviam confinados em áreas sujas e fedorentas, com piso encharcado de urina.”

O advogado de defesa Ryan Mitchell disse que McAdam desenvolveu uma “obsessão” com a criação de cães e que só dormia quatro horas por dia para cuidar dos animais.

Foto: RSCPA Queensland/Facebook
Foto: RSCPA Queensland/Facebook

McAdam e seu marido começaram a criar cães há 32 anos, mas quando o marido deixou o negócio, ela ficou com muitos cães para cuidar.

“É uma pena que as coisas tenham ficado tão ruins antes de você pedir ajuda”, disse ela, disse a magistrada Philippa Beckinsale.

Foto: RSCPA Queensland/Facebook
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Infelizmente McAdam ainda poderá vender os filhotes ao total uma ninhada por ano e cada filhote deverá ser vendido dentro de três meses.

Ela pode ter em sua compania no máximo dois cães e terá que pagar 5500 dólares em custos de veterinário, bem como 1000 dólares em honorários legais.

McAdam também foi colocada em uma ordem restritiva de dois anos de liberdade condicional.

Foto: RSCPA Queensland/Facebook
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Investigação expõe sofrimento e crueldade com porcos em fazenda de criação

Ativistas ocuparam uma fazenda de criação de porcos na Inglaterra no início desta semana para protestar contra o sofrimento, abuso e as más condições de vida a que os animais são submetidos.

Cerca de 100 militantes do movimento Meat The Victims (um trocadilho com a palavra carne em inglês e o verbo conhecer que possuem a mesma pronúncia na língua inglesa meat/meet: Conheça as Vítimas ou Vítimas da Carne) participaram da ação no Moss Rose Piggeries em Lancashire, uma fazenda de criação de porcos que existe desde 1963.

Seguiu-se uma investigação de três meses realizada pelo grupo, que descobriu animais “cobertos com suas próprios fezes em baias imundas” com prolapsos e outros ferimentos. Um ativista disse que havia mais de 30 centímetros de urina e fezes em algumas áreas onde os porcos ficavam confinados.

Nada a esconder

Apesar das fotos da ação mostrarem compartimento de contenção e gaiolas imundas e pelo menos um animal com um prolapso, o fazendeiro Wayne Baguley disse que não tem “nada a esconder”, e que as autoridades competentes inspecionaram minuciosamente a fazenda.

“Os ativistas da Meat The Victims vieram esta manhã. Pedi a eles que saíssem educadamente. Eles disseram que não iam sair e eu teria que telefonar para a polícia, e foi o que eu fiz”, acrescentou Baguley.

Foto: Virtue for Animals
Foto: Virtue for Animals

“Eles disseram que os porcos não foram mantidos em bom estado e tentaram me confrontaram. É o direito deles protestarem se quiserem fazer isso, mas eu não acho que eles deveriam ter o direito invadir minha fazenda”.

“O grupo deles deve ter vindo aqui antes, uns dois ou três meses atrás, mas foi durante a noite. Eu fui inspecionado três vezes desde que eles supostamente vieram e houve um incidente em uma inspeção que dois dos 90 bebedores de água estavam bloqueados.

Ação

“Moss Rose é uma instalação intensiva de criação de porcos que abriga centenas de indivíduos vistos vivendo em condições insalubres, com muitos deles cobertos com suas próprias fezes (e urina) em baias de concreto imundas. Um certo número de animais no local também foi visto alojado em pisos de azulejos sujos e molhados, causando um claro risco de deslizamento para os animais”, disse um porta-voz do Meat the Victims.

“Longe das baias principais, os ativistas também encontraram indivíduos com o que pareciam ser prolapsos dolorosos em pequenos cercados sem acesso à cama, sem sinais visíveis de comida, e manchas de sangue eram vistas no chão e nas paredes”.

“Outro motivo de preocupação é o número de baratas que cobrem as paredes e infestam os compartimentos de comida nas instalações. Isso vai expor ao público a realidade da pecuária e conscientizar a população sobre como eles podem ajudar a impedir a exploração e a morte desses animais de criação adotando um estilo de vida vegano”.

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Destaques

Vídeo mostra funcionários de fazenda jogando galinhas em baldes de urina

Foto: AJP

Uma investigação secreta em duas fazendas de criação de galinhas classificadas como “éticas” – uma das quais responsável pelo abastecimento de grandes redes de supermercados – revelou abusos de animais chocantes.

A ONG Animal Justice Project (AJP) realizou as investigações durante três meses nas fazendas Trees Farm e Brome Grange em Suffolk, na Inglaterra. Ambas as fazendas são credenciadas pelo selo Red Tractor (que alguns dizem se tratar apenas de um esquema de marketing), que afirma que oferece alimentos que são ‘produzidos de forma responsável para alguns dos padrões mais abrangentes e respeitados do mundo’. A Trees Farm também é credenciada pela RSPCA.

Mas os vídeos e as imagens obtidas por AJP mostram galinhas sendo chutadas e jogadas com toda força. Os trabalhadores foram documentados quebrando o pescoço de galinhas e deixando uma delas para morrer jogada durante um período de oito horas. Além disso, um trabalhador foi filmado urinando em um balde e depois jogando pássaros vivos, mas seriamente ferido dentro do objeto.

Suspensão

De acordo com um porta-voz da rede de supermercados, a cadeia de lojas suspendeu como fornecedor a fazenda Brome Grange, e diz que está “investigando caso a caso e continuará comprometida e confiando nas autoridades competentes sobre os padrões de bem-estar na fazenda”.

A RSPCA suspendeu a Trees Farm de seu esquema de credenciamento, dizendo: “Estamos chocados e enojados. Estamos investigando esses incidentes perturbadores”.

O selo da Red Tractor, que estava nas manchetes do mundo todo semana passada, depois que investigações em três fazendas credenciadas de Lincolnshire revelaram abusos, disse que ambas as fazendas de Suffolk foram “suspensas com efeito imediato”, dizendo que leva a sério “alegações de violaçõesde seu código de conduta”.

Abuso, crueldade e sofrimento

“Esta extensa investigação sobre a vida de frangos de crescimento lento e supostamente acima do normal – desde a colocação de pintos até o momento em que aves jovens com nove semanas de idade são mortas – revela que as galinhas criadas ‘por sua carne’ estão sujeitas a abuso, crueldade, dor, e sofrendo imensamente independentemente de qualquer selo ou rótulo”, disse a fundadora da AJP, Claire Palmer, em um comunicado enviado ao Plant Based News.

“Nós registramos cenas de aves tendo seus pescoços quebrados por trabalhadores da fazenda e jogados no chão com desprezo ou em um balde cheio de urina, frangos jovens sendo chutados, pisados e tendo seus pescoços esticados ao extremos nas linhas de alimentação, uma violação costumeira de seu bem-estar.

“[Nós documentamos] a potencial quebra da lei, trabalhadores que falham em biossegurança, negligência por parte dos trabalhadores em verificar o bem-estar das aves que resultou em frangos coxos, doentes e moribundos, sendo deixados para sofrer por dias, e uma área livre”, disse a fundadora da AJP.

“O público está sendo enganado pela indústria, pela RSPCA e até mesmo por outras organizações de bem-estar animal. As aves sofrem absurdamente nas fazendas de criação. Elas ainda são submetidas a terríveis abusos nas mãos de equipes que possuem certificados da RSPCA. Animal Justice Project defende uma alimentação vegana para os consumidores como a única solução para realmente proteger os animais”.

A Animal Justice Project levará suas descobertas para seminários e conselhos no centro de Londres em 4 de julho, e fará campanha nas ruas e universidades em toda a Grã-Bretanha para promover uma dieta vegana como parte de sua nova campanha ‘The Foul Truth’ (A verdade dos tolos, na tradução livre).

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Empresa é interditada e proibida de receber bois após despejar fezes de animais em rio

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) interditou a Minerva Foods, que atua em Abaetetuba, nordeste do Pará, após a empresa construir e usar, sem autorização, uma vala para despejar fezes e urinas de bois no rio Curuperê.

Moradores protestam contra a empresa Minerva Foods (Foto: Reprodução)

Uma decisão judicial também interditou parcialmente as atividades da empresa e a proibiu de receber bois na unidade do município paraense. De acordo com o juiz Raimundo Rodrigues Santana, da 5ª Vara da Fazenda Pública e Tutelas Coletivas, “será permitido somente o ingresso dos animais que já estejam às proximidades da empresa, até a data da intimação, a fim de evitar danos ao seu estado de saúde e eventuais consequências negativas de ordem sanitária”.

O magistrado permitiu também que entrem na empresa alimentos e remédios para os animais e autorizou a saída de animais que estejam em condições de embarque, com o intuito de garantir a sanidade e diminuir o número de animais nos pastos.

O descumprimento da decisão judicial acarreta em multa diária de R$ 30 mil.

A Minerva Foods também será notificada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade por descumprimento de condicionante de licença ambiental e por exercer atividade em desacordo com a licença de operação.

A Secretaria aguarda o resultado da análise da água para confirmação técnica de poluição. Se a hipótese for confirmada, a empresa poderá receber uma terceira multa ambiental. O valor máximo previsto em lei, para cada multa, é de aproximadamente R$ 5 milhões.

A Minerva Foods tem 15 dias para se manifestar, segundo a legislação. Por meio de nota, a empresa disse que não comenta casos jurídicos em andamento, mas afirmou que adota as melhores práticas na condução de suas atividades e atua em colaboração permanente com órgãos de controle ambiental e social.

O caso de despejo de excrementos de animais no rio foi denunciado por moradores da região. De acordo com eles, muitas pessoas estavam doentes e com dor do estômago. Na época, a empresa negou o despejo.

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Multinacional despeja toneladas de fezes de bois em rio, denunciam moradores

Moradores de Curuperé-Grande, região localizada na fronteira entre as cidades de Abaetetuba e Igarapé-miri, no Pará, denunciam que a multinacional Minerva Foods tem despejado toneladas de fezes e urina de bois no rio Curuperé.

Morador mostra o nível de poluição do rio (Foto: Via/WhatsApp)

De acordo com os moradores, que tem protestado contra esta situação, a poluição causada pelos excrementos exterminou a fauna e a flora do rio e tem forçado a população a usar água contaminada. As informações são do portal Diário Online.

Uma fazenda da empresa está localizada às margens do rio, localidade em que residem cerca de 180 famílias de comunidades quilombolas e ribeirinhas. Na propriedade, são mantidos cerca de 20 a 25 mil bois.

Os moradores denunciam que a fazenda não tem estrutura para tratar de 200 a 270 toneladas de excrementos expelidos diariamente pelos animais e os despeja no principal rio da região. De acordo com eles, os dejetos lançados no rio vão parar em pelo menos três igarapés – igapó-açu, bacuri, cataiandeua – que eram usados pela comunidade.

“O forte odor de fezes e urina é insuportável, se sente há quilômetros de distância. Não existe mais nenhum tipo de vida no local. Onde antes havia peixes, onde as pessoas retiravam água para beber e tomar banho, hoje não passa de um líquido pastoso e esbranquiçado”, disse uma testemunha, que preferiu não ser identificada.

Indignados com a situação, moradores fizeram um protesto, bloqueando a entrada da empresa na rodovia PA-151, que liga Igarapé-Miri a Barcarena, impedindo o transporte de bois. As pessoas exigem a saída da empresa da cidade. Uma das lideranças da manifestação disse que será ajuizada uma ação na Justiça, pedindo reparos para despoluição do rio e dos igarapés, indenizações e encerramento das atividades da empresa.

“O povo está há sete anos sofrendo o desastre. A minerva está acabando com tudo o que é deles. São três comunidades afetadas, cerca de 400 famílias. A fazenda deles pega todo rio Curuperé. O povo está humilhado, massacrado. A água deles acabou. Ali está só fezes de boi. Empresa não os recebe”, relata Socorro Burajuba, presidenta da associação Caíque Ama, que acompanhou o protesto.

A reportagem do Diário Online tentou contato com representantes da multinacional, mas não obteve sucesso.

A Minerva Foods é a segunda maior fabricante de carne de boi no Brasil e trabalha também com a exportação de animais vivos. Atualmente, a empresa mantém comércio com mais de 100 países.

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De olho no planeta

Estudo diz que a urina das vacas contribui para as emissões de gases de efeito estufa

De acordo com um novo estudo publicado na revista Scientific Reports, não é apenas o gás metano liberado pelas vacas que contribui para o aquecimento global, mas também a sua urina.

Foto: Getty Images

Quando os animais urinam nas pastagens, eles produzem o óxido nitroso dos gases de efeito estufa, que, como o metano, tem um efeito climático muito mais grave do que o dióxido de carbono (CO2).

Pesquisas anteriores realizadas no condado de Somerset, no Reino Unido, mostraram como a adição de urina de vaca às pastagens estimula a produção de gás, adicionando nitrogênio ao sistema e aumentando a quantidade de água no solo.

Em um novo estudo, cientistas investigaram os níveis de óxido nitroso proveniente de pastos de vacas na América Latina e no Caribe, após despejar amostras de urina neles.

Eles descobriram que, enquanto a urina inevitavelmente produz gases de efeito estufa, a quantidade de óxido nitroso liberado nos campos que continham solo de baixa qualidade era três vezes maior.

As indústria agropecuária é a principal culpada pelo aquecimento global, liberando CO2, metano e óxido nitroso, responsáveis ​​por 10% das emissões apenas no Reino Unido. No Brasil, ela é responsável por 69% das emissões de gases de efeito estufa.

Dieta vegana em prol do planeta

Inúmeros estudos já comprovaram que a melhor ação individual que alguém pode fazer contra as mudanças climáticas é adotar uma dieta vegana. Além de ser a opção ética, pois os animais não foram feitos para o nosso consumo, parar de consumir produtos de origem animal tem um efeito benéfico ao meio ambiente e à saúde humana.

Em dezembro do ano passado, a ONU afirmou que o consumo de carne é o problema mais urgente do mundo, recomendando que os países adotassem uma dieta com mais vegetais. A equipe do Instituto Internacional de Análise de Sistemas Aplicados (IIASA) afirmou que a redução do consumo de produtos de origem animal é uma rota eficaz em direção a um planeta mais saudável.

A noção é espelhada em uma análise de produção de alimentos concluída por pesquisadores de Oxford em 2018. Os pesquisadores avaliaram os danos que a produção de alimentos tem no planeta, do uso da terra, uso da água, poluição do ar, poluição da água e emissões de carbono. Após o estudo, os pesquisadores afirmaram que tornar-se vegano é “a maior e melhor maneira de reduzir seu impacto no planeta Terra.”

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Você é o Repórter

Gata que geme de dor e expele sangue ao urinar precisa de ajuda em SP

A gata da foto foi atropelada. Ela foi resgatada, mas está urinando sangue e precisa de uma madrinha ou padrinho para arcar com os gastos médicos dela ou ainda de um veterinário solidário para cuidar dela com urgência, pois ela geme de dor e expele sangue ao urinar.

Interessados em ajudar devem entrar em contato com Raquel pelo e-mail raquelpxr@yahoo.com.br.

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Mais de 90 cães que viviam em ambiente repleto de fezes são resgatados

Mais de 90 cães foram encontrados em situação de maus-tratos em uma casa no município de Atlanta, no estado norte-americano da Geórgia. O caso foi descoberto quando o Corpo de Bombeiros da cidade foi acionado para combater um suposto incêndio. Chegando ao endereço indicado, no entanto, a equipe percebeu que não havia fogo no local, mas sim cachorros que viviam em um ambiente insalubre, repleto de fezes e urina, e considerado pequeno para tantos animais.

Em ambiente superlotado e em meio a fezes, cachorros viviam sob maus-tratos (Foto: Divulgação)

“Havia cerca de 15 a 20 cães no quintal, mas quando eu abri a porta da frente tudo o que pude ver eram cães”, disse Tim Poorman, integrante do Fulton County Animal Services, entidade de proteção animal que participou do resgate.

O caso envolvendo acumuladores de animais é um dos cinco piores já vistos pela instituição, de acordo com informações dadas por Tim ao canal americano FOX 5 News. “A casa estava coberta de fezes e urina. Todos esses cães estavam vivendo na propriedade de 2000 pés (cerca de 600 m²)”, afirmou.

O tutor dos cachorros enfrenta acusações de crueldade animal e pode ser condenado ao pagamento de multa e a proibição de tutelar animais por tempo determinado pelo juiz. As informações são do portal Best Of Web.

Após serem resgatados, os cães foram levados para o abrigo de uma ONG (Foto: Divulgação)

Os cães serão disponibilizados para adoção apenas após a ONG finalizar os tratamentos médicos e as avaliações comportamentais de cada um deles. Segundo Tim, “o público pode ajudar adotando os cães que tínhamos aqui anteriormente”.

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