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Congresso aborda justiça ecológica e solidariedade interespécies no contexto da Covid-19

Congresso aborda justiça ecológica e solidariedade interespécies no contexto da Covid-19
Foto: Reprodução/ Facebook/ ONG AFANA

Entre os dias 6 e 9 de outubro de 2020, sob o formato de webinar em razão da pandemia da Covid-19, será realizado o “VII Congresso Mundial de Bioética e Direito Animal” com uma carga horário de 40 horas registradas em certificado conferido a todos os participantes do evento.

O congresso é uma iniciativa acadêmica do Instituto Abolicionista Animal (IAA), desta vez em formato virtual pela plataforma Sympla, em parceria com a Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), a Universidade Católica do Salvador (UCSAL) e a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e a Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Com o tema “Justiça ecológica e solidariedade interespécies”, o evento irá reunir profissionais de diversas áreas do conhecimento, abordando os temas mais inovadores e relevantes da Bioética e do Direito Animal, além de oferecer minicursos, mostras de comunicações e pesquisas, inclusive lançamento de livros específicos.

Para o professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Tagore Trajano de Almeida Silva, 36 anos, um dos organizadores do congresso, esse evento é importante para discutir as temáticas da Justiça ecológica e da solidariedade interespécies no mundo.

“Pensar no planeta terra é pensar na casa de todos nós, casa de todas as espécies, casa para todos aqueles humanos e não humanos, para todos os seres que fazem parte desse planeta. Então o objetivo do congresso é juntar os maiores ícones do Brasil e do mundo para discutir a temática da bioética e dos direitos animais”, disse Trajano em entrevista à Anda.

Congresso aborda justiça ecológica e solidariedade interespécies no contexto da Covid-19
Foto: Reprodução/ Pixabay

O congresso terá participantes internacionais; como professores, convidados e palestrantes de países como Estados Unidos, Espanha e China. O Congresso Mundial de Bioética e Direitos animais é realizado a cada dois anos. Esse ano em razão da pandemia do Covid-19 será realizada de forma virtual na plataforma Sympla. O último congresso foi realizado na cidade de João Pessoa (PB) de forma presencial em 2018.

Segundo o professor Tagore, um dos primeiros pontos a ser abordado no congresso é o aprendizado que a população teve com a pandemia do Covid-19. “ O grande objetivo hoje da palestra de abertura do congresso é falar sobre os efeitos da pandemia no nosso planeta; como é que essa pandemia interagiu e quais são os efeitos ao planeta, seja ele negativo ou positivo, se é que podemos falar em ponto positivo dessa pandemia, queremos discutir a relação com a natureza e qual é a lógica pedagógica desse vírus, e principalmente o que ele nos veio a ensinar; exemplos; trouxe mais empatia, mais compaixão, piedade e compreensão do outro”, destacou um dos organizadores do evento realizado via online.

Para Tagore, o que fez o projeto do Congresso dá certo foi a união e o trabalho de equipe de várias instituições que visam o mesmo objetivo que é: bioética e os direitos animais, ressaltando que o maior ensinamento da pandemia foi a solidariedade e o apoio entre grupos, em torno de um proposito só, que é a solidariedade interespécies.

O idealizador do projeto ainda destaca que o congresso vai discutir temas que antes da pandemia eram pouco falados. “O culturalismo, o uso de animais de alimentação, discutir o desgaste do capitalismo, e o que o isso está provocando no mundo, porque se gerou uma pandemia zoonótica vinda dos animais, todos esses temas eram pouco abordados na mídia antes da pandemia, o Congresso vai abordar esses temas relevantes”, esclareceu um dos organizadores em entrevista à ANDA.

Já para o advogado e doutorando em Ciências pela Universidade de São Paulo (USP) Thiago Pires Oliveira,36 anos, idealizador e presente desde 2008 em todos os Congressos mundiais de bioética e direito animal. O evento mudou a sua vida completamente e a sua maneira de pensar o mundo.

“ Hoje eu sou vegano, hoje eu tenho uma visão muito mais amadurecida e mais crítica do direito animal, um pensamento que as pessoas levem mais a sério os seres mais vulneráveis e que os direitos animais sejam respeitados”, disse.

“Desde 2008, a minha vida pessoal deu um salto, e como se tivesse passando um filme da minha história, e ver o quanto meu pensamento mudou. Hoje sou muito mais consciente dos direitos animal”, declarou Oliveira em entrevista à ANDA.

Papel do Setor Público

Para o promotor de Justiça do Meio Ambiente e Urbanismo da Comarca de Salvador Luciano Rocha Santana, 55 anos, fundador e atual presidente do Instituto Abolicionista Animal (IAA), e um dos organizadores do “XII Congresso Mundial de Bioética e dos Direito Animal”, o evento que é bianual busca discutir as questões éticas e jurídicas emergentes do mundo.

“O Ministério Público vem desenvolvendo um papel de protagonista na defesa dos direitos animais e da natureza, a partir da utilização dos instrumentos jurídicos diversos, tanto jurisdicionais quanto extra jurisdicionais. Como instrumentos jurisdicionais temos a ação civil pública, a ação penal pública e a ação improbidade administrativa”, declarou o promotor de Justiça em entrevista à ANDA.

Congresso aborda justiça ecológica e solidariedade interespécies no contexto da Covid-19
Foto: Reprodução/ Facebook/ IAA

Para o fundador do Instituto Abolicionista Animal, é muito importante a utilização da recomendação do compromisso de ajustamento de conduta. “O Ministério Público Brasileiro, tanto o Ministério Público Federal, quanto o Ministério Público dos Estados, do Distrito Federal e territórios, dispõe de um arsenal de instrumentos jurídicos que podem ser usados em defesa do meio ambiente e dos animais”, enfatizou.

Luciano Rocha ainda destaca o trabalho realizado pelo Instituto Abolicionista Animal (IAA) no qual é um dos fundadores. “O Instituto como associação civil de caráter cientifico- educacional vêm desenvolvendo um trabalho pioneiro na defesa dos direitos animais”, ressaltou Santana.

O Instituto Abolicionista Animal (IAA) é uma associação civil de direitos privado criada em 08 de agosto de 2006 com intuito de promover o desenvolvimento dos estudos acadêmicos e a difusão cientifico – educacional do direito animal, na condição de ramo autônomo do direito. Esta associação é sediada na Cidade de Salvador (BA).

O IAA contribuiu para a criação do periódico acadêmico Revista Brasileira de Direito Animal, primeiro periódico da América latina especializado no Direito Animal.

Foto: Reprodução/Facebook/IAAE

Inscrição

Para o professor associado da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) Patryck de Araújo Ayala, o Congresso Mundial de Bioética e Direito Animal é o maior evento dedicado ao tema no Brasil e possivelmente na América Latina.

Segundo Patryck, que também é um dos organizadores do congresso, o evento já conta com mais de 500 inscritos até o momento.

Para o professor de Direito na Faculdade Federal do Mato Grosso, atualmente o mundo precisa de uma aproximação do Direito com a ciência.

“Os sistemas naturais e todas as formas de vida são importantes e merecem o respeito da comunidade humana”, pontuou Ayala em entrevista à ANDA.

O professor ainda cita a importância do congresso para as pessoas se conscientizarem dos direitos animais. “Talvez a nossa maior contribuição seja estimular essa reflexão: para o direito, todas as formas de vida importam e devem importar”, ressaltou Patrick Araújo.

Quem quiser participar do XII Congresso Mundial de Bioética e Direito Animal, que será entre o dia 6 ao dia 9 de outubro, pode se inscrever no link: Sympla.


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Jovem que nasceu em santuário tem ligação tão profunda com guepardos que dorme com os animais

Foto: Caters
Foto: Caters

A jovem que hoje tem 21 anos, vive na África do Sul, nasceu em um santuário de animais e conta que o convívio com os animais sempre foi uma grande parte de sua vida.

Descrevendo-se como a doutora Dolittle (referência ao personagem do filme “Dr. Dolittle” que podia falar com animais) da vida real, ela até escolheu estudar em casa aos 10 anos de idade porque sentia muita falta dos animais quando estava na escola.

Agora adulta, ela trabalha em período integral em um santuário, cuidando de chitas (também conhecidas como guepardos ou onças-africanas), girafas, suricatos e zebras, entre outras espécies – nenhum animal é considerado perigoso ou pequeno demais para o santuário.

Foto: Caters
Foto: Caters

Kristen disse: “Meu pai Barry, 54 anos, cria leões e outros felinos e ele me ensinou tudo o que sei. Resgatamos três de nossas chitas atuais de uma fazenda de criação, onde o proprietário teve problemas financeiros e perdeu sua fazenda, uma das quais estava grávida, então eu criei os filhotes desde o nascimento”.

“Na maioria das vezes, as pessoas trazem os animais para nós, se sentem que estão em perigo ou nós mesmos os resgatamos. Os mangustos (Herpestidae) foram encontrados em um dreno após uma enchente”, conta ela.

“Minha casa fica a nove metros de distância do recinto das chitas, então elas são minha primeira visão de manhã, o que é ótimo”.

Foto: Caters
Foto: Caters

Em setembro de 2018, Kristen se mudou para Joanesburgo (África do Sul) porque queria pelo menos experimentar o mundo corporativo – mas rapidamente percebeu que aquilo não era para ela.

Ela acrescentou: “Descobri que as pessoas estavam sempre competindo umas com as outras, como quem tem o melhor carro, etc. Eu odiava todos os dias ir no escritório. Sentar atrás de um computador não era para mim”.

“Prefiro alimentar os animais e sujar as mãos limpando o santuário do que viver na cidade grande – também educo voluntários sobre os animais e mostro a eles exatamente como eles são incríveis”.

“Em janeiro de 2019, voltei ao santuário e foi a melhor sensação do mundo. Tornou-se parte da minha rotina diária interagir com os animais, sejam eles grandes ou pequenos, é tudo que eu conheço da vida”.

“Na metade do tempo, esqueço que os guepardos são selvagens – considero-os mais parecidos com gatos domésticos. Pode parecer loucura, mas sinto que posso falar com os animais, mas sem dizer uma palavra. Trata-se de comunicação pela linguagem corporal, eles leem a sua tanto quanto você pode ler a deles”.

Foto: Caters
Foto: Caters

“Eu criei três guepardos desde filhotes e eles são como minha família – eu sei que eles me protegeriam tanto quanto eu os protejo. Eles são totalmente inofensivos; deito no chão com eles e beijo seu rosto e às vezes até durmo no recinto com eles”.

Atualmente, Kristen cuida de sete guepardos, incluindo um que é completamente selvagem.

“Uma regra que eu sempre cumpri é nunca é forçar os animais a serem meus amigos, eu mostro que não vou machucá-los e lentamente vou me aproximando todos os dias para ganhar sua confiança”, diz ela.

“Geralmente, leva um mês para construir a confiança deles, mas se eu ultrapassar os limites, o guepardo pula e bate as patas no chão, o que significa que aquilo já foi o suficiente para ele”.

“Nunca fui ferida pelos animais, mas tenho certeza que se eles me machucarem, é provável que seja minha culpa. Os primeiros felinos que conheci, quando eu tinha 11 anos de idade, foram dois leões de três meses e ainda me lembro da onda de alegria que percorreu meu corpo naquele dia”.

“É uma experiência maravilhosa e tenho a sorte de vivê-la todos os dias”, conclui a amante dos animais.

Você pode acompanhar as aventuras de Kristen no Instagram em @kristenkerrafrica. As informações são do METRO UK.

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Estudo revela que cães podem se comunicar com os tutores pela expressão de seus olhos

Foto: Pinterest
Foto: Pinterest

Cães domésticos podem “conversar” com seus tutores usando os olhos para dizer que estão com fome ou querem atenção, segundo uma nova pesquisa.

Quase dois terços dos tutores de cães disseram que seus animais de domésticos usam o olhar para comunicar suas necessidades, acompanhado de latidos, lamentos ou cutucando fisicamente seus amigos humanos.

Nove em cada dez tutores disseram aos pesquisadores que seus animais domésticos são muito bons em comunicar o que desejam através do olhar e da linguagem corporal.

A pesquisa foi realizada pela empresa de alimentos para cães, Pet Munchies, em conjunto com a revista K9 Magazine, que perguntou a 1.100 tutores de cães em toda a Grã-Bretanha sobre como eles interagem com seus cães.

Os cães geralmente empregam “linguagem de cachorro” porque querem comida, mas muitas vezes um olhar intenso é a maneira do animal de expressar preocupação com a segurança da família, segundo a pesquisa.

Cerca de 58% dos animais que ficam de pé e olham intensamente para os humanos, também recorrem a cutucar a perna do tutor com o nariz se a mensagem não estiver sendo transmitida.

Cerca de 57% dos tutores disseram que latir ou resmungar (ganindo) era uma maneira de chamar a atenção – um pouco menos popular do que dar uma olhada para o companheiro humano – e 39% disseram que seus animais iam até a porta para indicar que queriam sair.

Foto: Pinterest
Foto: Pinterest

Pouco menos de um quarto, 22%, disse que seu cachorro corre em círculos ou para frente e para trás para indicar que queria algo e 7,5% disseram que seus animais domésticos recorriam a roubar algo para obter atenção.

Mas a necessidade de conversar funciona nos dois sentidos, com os tutores dizendo que desejam poder ser entendidos por seus animais, também descobriram os pesquisadores.

Quase metade dos tutores de cães, 40%, disse que gostaria de poder perguntar ao animal o que eles poderiam fazer por eles para torná-los mais felizes.

Outros 19% disseram que gostariam de poder perguntar ao animal se estavam doentes e 18% disseram que gostariam de perguntar sobre o passado de seus cães e o que aconteceu com eles antes de se conhecerem.

O editor da K9 Magazine, Ryan O’Meara, 42 anos, e tutor de três cães, disse: “Aprender a ‘falar com cachorro’ é extremamente importante”.

“É crucial entender o que nossos cães estão tentando nos dizer quando se comunicam conosco”.

“Uma das maneiras pelas quais os cães sempre se comunicam com os humanos é estudando nossos olhos” disse o editor.

“Ao longo das décadas, os cães aprenderam a julgar nosso humor e caráter, por exemplo, olhando para nós. Esta é a maneira de um cachorro tentar realmente falar conosco”.

“Eles sabem que entenderemos o que eles estão tentando nos dizer, porque, à medida que o relacionamento com os cães evoluiu, aprendemos a ler os sinais deles e os nossos”.

“E como os cães são realmente inteligentes, ao longo dos anos, eles ampliaram a forma como conversam conosco usando o olhar com a evolução do visual dos ‘olhos de cachorrinho’, estratagema projetado para atrair nossa atenção, imitando os olhos arregalados, a aparência de bebês.

“Como essa pesquisa revela, a maioria dos cães está usando o poder do olhar como uma forma de nos fazer entender o que eles querem de nós e de fazer os tutores entenderem o que seus cães estão dizendo a eles”.

“Seja indo para fora, recebendo um tratamento ou encorajando-nos a mudar nosso foco para eles e dar-lhes alguma atenção, entendemos claramente o que nossos cães querem”.

“A comunicação se resume a olhar, latir ou ganir para os cães. Onde os olhares falham, latir sempre funciona – embora seja um pouco menos sutil”.

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Histórias Felizes, Notícias

Cachorro e porquinho têm um encontro marcado para brincar juntos toda semana

Foto: Amanda Quick
Foto: Amanda Quick

As amizades mais improváveis são as vezes as mais gratificantes, Carlton e Colt estão aí para provar isso. Os dois são diferentes em muitos aspectos, mas eles têm uma coisa muito importante em comum – eles se amam de todo o coração.

Para o que aos olhos de muitos seria incompatível, foi amizade à primeira vista.

“A amizade deles foi instantânea!”, Disse Amanda Quick, tutora de Carlton, ao The Dodo. “Colt não conseguia tirar os olhos de Carl. Eles estavam fazendo brincadeiras, barulhinhos e pastando juntos, até lutando e brincando nas pilhas de folhas”.

Foto: Amanda Quick
Foto: Amanda Quick

Ambos os animais são resgatados, abandonados por suas famílias anteriores. Carlton foi originalmente vendido como um “mini porco” – também conhecido como porcos micro ou xícara de chá – uma raça que não existe realmente. Quando viram que ele estava crescendo demais, sua família o largou em uma fazenda na zona rural do Texas (EUA).

Quando Quick viu pela primeira vez uma foto de Carlton, ela soube que o lugar dele era ao lado dela: “Eu sempre quis resgatar um porco, meus dois cães são resgatados”, disse Quick. “Assim que vi seu doce rosto de bebê, soube que ele era único. Eu dirigi uma hora para pegá-lo naquela noite.

Quando o porco de boa sorte não está jogando tigelas de cachorro ou derramando o café de sua mãe, ele gosta de aconchegar-se com seus irmãos cães”.

Foto: Amanda Quick
Foto: Amanda Quick

“Ele é um causador de problemas nato. Pensei em mudar o nome dele para `Que droga Carl´, porque digo essa frase umas 100 vezes por dia”, disse Quick. “Ele está me fazendo rir ou me dando os melhores aconchegos o tempo todo. O que mais eu poderia querer?”

Um dia, Quick resolveu levar Carlton com ela para seu treino semanal de canto com sua amiga Mary. Mal sabia ela que Carlton encontraria sua alma gêmea, um cachorro chamado Colt, lá.

Agora, seus encontros se tornaram uma tradição amada e muito aguardada.

Foto: Amanda Quick
Foto: Amanda Quick

“Desde a primeira vez, Carlton espera na porta todas as segundas-feiras”, disse Quick. “Ele sabe quando é hora de partir. Ele vai do carro até a porta da frente de Mary e Colt começa a pular no segundo em que entramos. Mesmo depois de semanas, eles ainda estão tão empolgados em se ver toda segunda-feira”.

Para Colt, essas visitas o mantêm jovem, de acordo com Quick: “Ele não fica tão empolgado com os cachorros em casa. Ele tem 8 anos e é bastante artrítico, então guarda a energia para Carl”.

Foto: Amanda Quick
Foto: Amanda Quick

Quick capturou recentemente essa alegria em um vídeo que ela postou no Facebook na quarta-feira (11). Você pode assistir ao vídeo adorável aqui.

A mãe de Carlton não está surpresa que o porco especial tenha tantos amigos únicos: “Ele é apenas uma boa alma”, disse Quick. “Ele estende o amor a qualquer espécie e tem o dom de saber quem mais precisa”.

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Vídeo que flagra momento de carinho entre gatinho, canguru e pombo viraliza nas redes sociais

Foto: ViralHog
Foto: ViralHog

Imagens adoráveis de um gato, um pombo e um bebê canguru que se aconchegaram juntos, como se fossem os melhores amigos, se tornou viral na internet.

A australiana Anandii Macrides já vivia com Michonne, o gato, quando seu parceiro trouxe Anya, um pombo filhote do sexo feminino resgatado, um ano atrás.

Logo eles se juntaram a Taro, o canguru filhote, e uma improvável amizade entre o trio começou.

Provando que três “nem sempre é demais”, Anya estabeleceu um vínculo estreito com os outros dois animais, apesar das pombas serem reconhecidas por sua natureza agressiva.

Imagens recentes compartilhadas por seus tutores mostram “os três patetas” como foram apelidados, amontoados na sala do casal.

Enquanto Taro tenta dormir, Michonne decide que seu companheiro marsupial precisa de um banho enquanto Anya retribui o favor “banhando” o gato e o canguru.

“Chovia e trovejava lá fora e Taro estava no sofá dormindo”, disse Macrides ao Daily Mail em matéria de 12 de dezembro.

“Saí para fazer algo e, quando voltei, o vídeo mostra o que encontrei”.

Foto: ViralHog
Foto: ViralHog

“Michonne está acariciando Taro e Anya tenta acariciar os dois e ser acariciada em troca”.

“Normalmente, mantenho os gatos longe do canguru pois eles podem causar problemas de saúde, mas isso foi tão bonito de se ver que eu tive que gravar um vídeo”.

O adorável vídeo atraiu quase 4 mil visualizações desde que foi enviado ao YouTube nesta semana.

Foto: ViralHog
Foto: ViralHog

“As criações de Deus são perfeitas”, comentou um espectador online.

Outro acrescentou: “Aww, tão doce, obrigado por filmar e compartilhar conosco.”

Esse vídeo é o exemplo do amor, da ternura e da entrega incomparável de que são capazes os animais, não importando a espécie ou o local, seja na natureza em uma casa: eles estão sempre de coração aberto. As informações são do Daily Mail.

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Voluntários do mundo inteiro se unem para salvar coalas ameaçados por incêndios

Centenas de coalas já foram mortos pelas queimadas que atingem a Austrália


Voluntários do mundo inteiro estão se unindo para impulsionar campanhas de arrecadação de fundos para o tratamento de coalas vítimas de incêndios na Austrália.

Reprodução/Instagram

Centenas de animais da espécie já foram mortos pelas queimadas que atingem o sul e o leste do país. As informações são do portal R7.

As campanhas tiveram maior alcance após o coala Lewis ser resgatado por uma mulher. O animal, porém, não sobreviveu.

Uma campanha criada pelo hospital veterinário que está tratando os coalas na cidade de Port Macquarie já arrecadou mais de 1,8 milhões de dólares australianos (cerca de R$ 5,2 milhões).

Reprodução/Facebook

ONGs australianas também estão recebendo doações de cestos, cobertores e mantimentos para os animais.

Na Holanda, voluntários estão produzindo luvas para proteger as patas dos coalas, que ficam queimadas durante os incêndios. As peças são feitas em algodão e auxiliam na cicatrização das queimaduras. Até o momento, mais de 400 pares foram produzidos.


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Greta Thunberg diz que a força das crianças e adolescentes é subestimada no combate à crise do clima

Foto: Twitter/Greta Thunberg
Foto: Twitter/Greta Thunberg

Greta Thunberg diz que as pessoas “subestimaram a força de crianças e adolescentes zangadas” quando se trata da defesa do planeta e do seu futuro.

A adolescente ativista pelo clima fez o comentário durante uma entrevista concedida em 3 de dezembro.

Viajando

Thunberg passou três semanas navegando da Virgínia, nos EUA, para Lisboa, Portugal.

Ela estava a caminho da cúpula climática da COP25 em Madri. O evento anteriormente estava programado para ocorrer no Chile, mas teve que se mudar para a Espanha devido aos distúrbios civis no país – o que significa que Thunberg teve que atravessar o Atlântico.

Foto: Twitter/Greta Thunberg
Foto: Twitter/Greta Thunberg

Ela escolheu velejar e pegar trens em vez de voar ou dirigir em uma tentativa de reduzir seu impacto ambiental, pegando carona em um catamarã de vela de 48 pés chamada La Vagabonde, que usa painéis solares e hidro-geradores para obter energia.

“Nós estamos zangados”

Falando a repórteres em Lisboa, depois de ser informada de que algumas pessoas a vêem como uma pessoa sempre “zangada”, Thunberg disse: “As pessoas estão subestimando a força das crianças e adolescentes zangados”.

“Estamos bravos, frustrados e é por boas razões. Se eles querem que paremos de ficar bravos, talvez devam parar de nos deixar bravos”.

Enquanto isso, a ministra do Meio Ambiente do Chile, Carolina Schmidt, elogiou Thunberg por seu ativismo climático, dizendo: “Ela é uma líder capaz de mover e abrir corações de muitos jovens e muitas pessoas em todo o mundo. Precisamos dessa força tremenda para aumentar as ações pelo clima”. As informações são do Plant Base News.

 

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Vídeo flagra elefanta quebrando barreira em rodovia para que sua manada pudesse atravessar

Foto: Twitter
Foto: Twitter

A Internet está cheia de inúmeros vídeos de elefantes lidando com obstáculos criados pelo homem, provando que eles são um dos animais mais inteligentes sobre a Terra. Uma filmagem recente de uma manada de elefantes tentando atravessar uma rodovia movimentada, que se tornou viral nas redes sociais, tem atraído a atenção de usuários do mundo todo.

O clipe mostra uma elefanta tentando quebrar uma barreira central em uma movimentada estrada que liga as cidades indianas de Coimbatore e Mettupalayam para ajudar sua manada a alcançar o outro lado da estrada e assim entrar na floresta.

O vídeo foi compartilhado no Twitter pelo oficial da IFS ou Indian Forest Service (Serviço Florestal Indiano), Parveen Kaswan, que elogiou a qualidade de liderança da elefanta ressaltando a capacidade única dos elefantes de nunca esquecem suas rotas.

Ele compartilhou o vídeo com a legenda: “Liderança é principalmente sobre responsabilidade. Uma elefanta abre caminho para outros cinco membros da família atravessarem a movimentada estrada Coimabtore até a Rodovia Nacional Mettupalayam. Os elefantes nunca esquecem suas rotas”.

No vídeo, a elefanta que lidera o rebanho pode ser vista empurrando as barreiras divisórias do canteiro central da rodovia com sua tromba, exercendo sua força e depois quebrando o obstáculo. Assim que ela abre o caminho, os demais atravessam rapidamente a estrada movimentada e entram na floresta.

O vídeo alcançou 17 mil visualizações, 1,5 mil curtidas e 421 retweets.

Foto: Twitter
Foto: Twitter

Internautas elogiaram a memória dos elefantes e alguns deles criticaram a maneira como os humanos invadiram seus habitats. As informações são do jornal Indian Times.

Vida de elefante

Grupos de elefantes ou manadas seguem uma estrutura matriarcal em que a elefanta mais velha fica no comando dos demais. Os rebanhos são compostos principalmente por membros da família do sexo feminino, filhotes e elefantes mais jovens, de acordo com o LiveScience e incluem cerca de 6 a 20 membros, dependendo do suprimento de alimentos. Quando a família fica muito grande, os rebanhos geralmente se dividem em grupos menores que permanecem na mesma área.

A matriarca conta com sua experiência e memória para lembrar onde estão os melhores locais para comida, água e onde encontrar proteção. A matriarca também é responsável por ensinar aos membros mais jovens de sua família como se socializar com outros elefantes.

Foto: Jasoprakas Debdas
Foto: Jasoprakas Debdas

Os elefantes são muito sociais e podem se comunicar entre si e identificar outros elefantes a distâncias de até 3 quilômetros usando sons estrondosos e agudos que ficam abaixo do alcance audível dos seres humanos, de acordo com o LiveScience.

Os elefantes demonstram prontamente boas maneiras aos membros de seu rebanho e outros rebanhos. Por exemplo, eles usam suas trombas para cumprimentar um ao outro, segurando-a no alto ou inserindo a extremidade da tromba na boca de outro elefante.

Os elefantes também prestam muita atenção ao bem-estar de todos os membros de seu rebanho e farão o possível para cuidar e proteger os membros fracos ou feridos.

Foto: Pinterest
Foto: Pinterest

Eles são considerados uma espécie extremamente inteligente e foram observados mostrando habilidades avançadas de resolução de problemas e demonstrando empatia, luto e autoconsciência, de acordo com um artigo da Scientific American.

Estado de conservação

A União Internacional para Conservação da Natureza e Recursos Naturais (IUCN) classifica o elefante asiático como ameaçado de extinção. Embora não se saiba exatamente quantos elefantes asiáticos restam no planeta, os especialistas acreditam que a população está diminuindo.

Foto: The Economist
Foto: The Economist

O elefante africano é considerado vulnerável, de acordo com a IUCN, e a população da espécie está aumentando. Segundo a African Wildlife Foundation, existem cerca de 415 mil elefantes africanos em estado selvagem.

Ameaças contra a sobrevivência de elefantes africanos e asiáticos incluem caça e perda de habitat, segundo o World Wildlife Fund.

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Moradores de vilarejo se unem para salvar elefanta presa em poço de água

Foto: Euronews
Foto: Euronews

Os moradores de uma comunidade na Índia estão sendo aplaudidos e elogiados nas redes sociais, após sua participação decisiva no resgate de uma elefanta que caiu em um poço ter sido divulgada em um vídeo na internet.

Aldeões residentes no distrito de Sundargarh, em Odisha, encontraram a elefanta depois que ela de alguma forma caiu na água profunda e escura no poço. Ela estava lutando desesperadamente para sair, se debatendo com quase todo o corpo submerso.

Os guardas florestais e os bombeiros compareceram ao local com ferramentas de resgate e trabalharam por duas horas ao lado dos moradores para libertá-la. Eles colocaram longas cordas embaixo das pernas da elefanta e puxaram o máximo que puderam para tirá-la da água, com membros da multidão ao redor se unindo no esforço para ajudar o animal em apuros.

A elefanta agarrou-se a um galho de árvore e se jogou na lama na beira da água, onde lutou para se equilibrar. Com um impulso final de seus socorristas, ela se levantou e correu para a floresta enquanto a multidão aplaudia.

O resgate heroico, que foi capturado no vídeo que tornou viral, nos lembra que, trabalhando juntos por uma causa comum, as pessoas podem realizar grandes coisas – especialmente quando se trata de resgatar animais.

Foto: Euronews
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Pit bull não consegue dormir sem a tutora mirim ao seu lado

Desde que foi adotado Lebowski se ligou a pequena Scarlett de uma maneira especial e única, o cachorro não consegue tirar os olhos de sua humana favorita nem na hora de dormir


 

Foto: Instagram/scarleysworld
Foto: Instagram/scarleysworld

Uma garotinha chamada Scarlett descobriu o segredo para uma boa noite de sono: o seu pit bull resgatado de 30 kg.

A família Geiger adotou Lebowski do abrigo Priceless Pet Rescue há quatro anos e, assim que Scarlett conheceu o filhote, a conexão entre os dois foi instantânea.

“Quando Scarlett conheceu Lebowski, ela tinha 4 anos e ele 10 semanas”, disse Jennifer Geiger, mãe de Scarlett, ao The Dodo. “Ela estava tão apaixonada pelo rosto fofo e feliz dele e adorou tudo naquele filhote lindo! Eu diria que os dois se abraçaram imediatamente.

Foto: Instagram/scarleysworld
Foto: Instagram/scarleysworld

Lebowski começou a seguir sua irmã mais velha em todos os lugares, copiando o que ela fazia. O filhote brincava de vestir-se, participava de festas de chá e observava enquanto fazia sua lição de casa.

Mas a coisa preferida de Lebowski para fazer junto com sua humana favorita é definitivamente a hora da soneca.

“Lebowski ficou grudado em Scarlett desde que o trouxemos para casa”, disse Geiger. “Eles desmaiaram juntos de sono no sofá inúmeras vezes.”

Foto: Instagram/scarleysworld
Foto: Instagram/scarleysworld

Quando Lebowski tinha cerca de 8 meses, ele começou a desaparecer à noite. “Eu entrava em pânico porque havia momentos em eu que acordava no meio da noite e não conseguia encontrá-lo”, disse Geiger.

Geiger finalmente encontrou Lebowski escondido debaixo da cama de Scarlett, “imenso como um monstro, mas doce como um anjo”, observou Geiger.

Então, uma noite, Geiger abriu a porta do quarto de Scarlett e encontrou Lebowski ao lado dela, roncando. “Ele se acomodou ao lado dela e não parou mais desde então”, disse Geiger.

Foto: Instagram/scarleysworld
Foto: Instagram/scarleysworld

Anos depois, Scarlett ainda compartilha sua cama de solteiro com Lebowski. “Esses dois sempre dormem melhor juntos”, escreveu Geiger no Instagram, “onde quer que eles durmam nesta casa, sempre estão juntos e isso é tudo o que importa para eles”.

Geiger até filmou secretamente seus doces “aconchegamentos”:

Agora, todos na casa já sabem que o pit bull encontra seu caminho para o quarto de Scarlett todas as noites, desde que ela não esteja na festa do pijama. “Dizemos a ele ‘vá para a cama’ e ele vai direto para a cama de Scarlett e se aconchega”, disse Geiger. “É a coisa mais doce de se ver”.

“Ele mantém um olhar atento sobre a garota e fica irritado quando não estão juntos”, acrescentou. “O vínculo deles é muito especial e nos sentimos abençoados por poder testemunhar esse amor à medida que os dois crescem juntos e se aventuram pela vida”.

Foto: Instagram/scarleysworld
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Notícias

Ativistas transformam campo de futebol em floresta

Foram plantadas mais de 300 árvores dentro do campo de futebol com o objetivo de conscientizar a população sobre como seria um futuro onde as árvores se tornassem tão raras que só pudessem ser vistas em estádios


 

Foto: CEN/For Forest/Gerhard Maurer
Foto: CEN/For Forest/Gerhard Maurer

Uma floresta foi cultivada dentro de um estádio de futebol austríaco por ativistas que tinham por objetivo mostrar como poderia ser em um futuro onde as árvores se tornem tão raras que as pessoas tenham que ir aos estádios para vê-las.

Centenas de árvores foram plantadas no estádio de futebol Woerthersee, em Klagenfurt, na Áustria, como parte de um projeto de arte de 30 anos atrás – e as pessoas podem aproveitar o espetáculo a partir de hoje, 8 de setembro.

O criador do projeto, Klaus Littmann, pintou à mão o desenho de Max Peintner, “A atração sem fim da natureza”, de 1970, que descreve uma floresta de árvores em um enorme estádio cercado por milhares de pessoas dentro de uma cidade – usando esse esboço como base de sua visão.

Foto: CEN/For Forest/Unimo
Foto: CEN/For Forest/Unimo

O projeto do estádio, intitulado For Forest, foi possível com o apoio do conselho local com o time de futebol que normalmente usa o estádio que tem 30 mil lugares e que atualmente está na segunda liga da Áustria, tendo sido transferido para uma instalação menor nas proximidades.

O projeto foi divulgado tendo como pano de fundo de incêndios florestais na Amazônia, seguido pela notícia de que inseticidas e tempo seco estavam contribuindo para os incêndios devastadores na Áustria.

Falando sobre o projeto, Klaus disse: “Quero desafiar nossa percepção da natureza e aguçar nossa consciência do futuro relacionamento entre natureza e humanidade”.

Foto: CEN/For Forest/Unimo
Foto: CEN/For Forest/Unimo

Ele viu o potencial do local depois de ouvir como o estádio havia sido abandonado a maior parte do ano em que seria usado no Campeonato Europeu de Futebol em 2008.

O artista disse à revista TANK: “Os trabalhos de [Peintner], que são críticos da civilização e ecologicos, refletem verdadeiramente os pesadelos da humanidade. A própria natureza é uma maravilhosa obra de arte.

Klaus achou o conceito “fascinante”, a ideia surgiu inicialmente em um mundo onde havia “pouca discussão sobre desmatamento e mudança climática”.

Foto: CEN/For Forest/Gerhard Maurer
Foto: CEN/For Forest/Gerhard Maurer

Ele continuou: “Este projeto também é um aviso de que a natureza, que agora consideramos um dado adquirido, um dia poderá ser encontrada apenas em espaços especialmente designados, como já é o caso dos animais de zoológico”.

O projeto inclui 16 tipos de árvores e terminará em 27 de outubro, com as árvores arrancadas e movidas para locais próximos para minimizar a pegada de carbono.

As pessoas só poderão ver a floresta selvagem das arquibancadas do estadio e haverá exposições paralelas sobre o tema da natureza no Museum Moderner Kunst Kärnten e na Klagenfurt State Gallery, na cidade austríaca.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

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Histórias Felizes, Notícias

Cachorros amam tanto sua tutora que não a deixam ir a lugar algum sozinha

Os cinco cães que vivem com Abbey Rose não se separam dela por nada no mundo, por isso ela não os desaponta e leva-os junto com ela até no banheiro público


 

Foto: Abby Rose Avery
Foto: Abby Rose Avery

Por Eliane Arakaki

Aonde quer que Abby Rose Avery vá, seus cachorros estão bem ao seu lado, grudados nela, atrapalhando e se certificando de que ela está segura – mesmo quando vai a lugares onde prefere ficar “sozinha”.

“Eles me seguem até o banheiro, no chuveiro, na banheira quase que constantemente”, disse Avery ao The Dodo.

A atividade favorita do grupo é encarar a tutora pelo maior tempo possível porque eles a amam muito, e ela ama a todos eles da mesma forma.

Foto: Abby Rose Avery
Foto: Abby Rose Avery

“Quando vou ao banheiro é a coisa mais linda que você já viu”, disse Avery.

Com tantos cães, Avery e sua matilha ganham muitos olhares quando saem juntos em público, mas isso não a impede de leva-los para passear sempre que bem entender.

Recentemente, a gangue estava em uma caminhada quando Avery precisou usar o banheiro. Desta vez, ela teve que arrastar todos os cinco cães para o toalete com ela – e eles ficaram mais do que felizes em se juntar a tutora, como sempre.

Foto: Abby Rose Avery
Foto: Abby Rose Avery

“Eles foram muito bem-comportados como costumam ser”, disse Avery. “Eu disse a eles ‘dentro’ e todos se deitaram e me encararam com amor.”

Um dos passatempos favoritos da turma é assistir a mamãe quando ela vai ao banheiro, e estar em um banheiro público não mudou isso, de jeito nenhuma. Claro, todo mundo no banheiro estava um pouco confuso – e muito entretido com a situação inusitada.

“Havia um churrasco no parque e muitas pessoas olhavam, apontavam e riam”, disse Avery. “Uma mulher ao meu lado na barraca disse: ‘São muitos pés, num só reservado!'”.

Foto: Abby Rose Avery
Foto: Abby Rose Avery

Depois que terminaram, Avery desfilou sua equipe de volta pelo banheiro, para o deleite de todos ao seu redor. Para quem olhava de fora, era uma visão engraçada, mas para os cães era apenas mais um dia. Garantir que a tutora esteja segura – onde quer que vá – é o trabalho favorito deles.

E eles o fazem com prazer e alegria que só o amor de animal é capaz de proporcionar tanto aos tutores, quanto a eles mesmos.

Foto: Abby Rose Avery
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