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Universidade Federal do Paraná promove I Seminário de Direito Animal

A Universidade Federal do Paraná (UFPR) vai promover, no São Nobre do Prédio Histórico do campus Santos Andrade, o I Seminário de Direito Animal da UFPR. O evento será realizado das 9h às 21h no dia 12 de março.

(Foto: Divulgação)

Com entrada franca, o seminário terá como coordenador científico o Prof. Dr. Vicente de Paula Ataíde Junior. Os participantes receberão certificado de 12h/aula de atividades complementares mediante controle de frequência.

Para se inscrever e conferir a programação completa do evento, basta clicar aqui.

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Lobo-marinho é encontrado descansando em praia de Guaratuba (PR)

Um lobo-marinho foi encontrado na praia de Guaratuba, no Paraná, nesta sexta-feira (3), de acordo com o Centro de Estudos do Mar (CEM) da Universidade Federal do Paraná (UFPR). O animal foi visto pelos especialistas do CEM durante uma visita de monitoramento.

Um lobo-marinho foi encontrado na praia de Guaratuba, no Paraná, nesta sexta-feira (3), de acordo com o Centro de Estudos do Mar (CEM) da UFPR.
(Foto: Reprodução)

Segundo os biólogos, trata-se de um lobo-marinho de pequeno porte, que provavelmente procurou a região para descansar, como é comum nesta época.

O animal será analisado para avaliar as condições de saúde, conforme o CEM. A área foi isolada para proteger o lobo-marinho.

Ainda conforme o CEM, a saída do animal do local vai depender da decisão espontânea dele.

Descanso

Em setembro de 2017, outro lobo-marinho foi encontrado descansando na praia de Guaratuba. O animal permaneceu por mais de seis dias no local e virou atração entre turistas e moradores.

Fonte: G1

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Estudantes da UFPR são acusados de maus-tratos contra animais

Divulgação
Divulgação

Um caso de maus-tratos a uma cachorrinha chamou a atenção em Palotina no interior do Paraná. O caso foi divulgado na ANDA essa semana.

Os responsáveis pelo animal seriam alunos de Ciências Biológicas da UFPR, um deles estaria com a matrícula trancada.

A instituição divulgou uma nota de repúdio. Leia abaixo:

Nota de Repúdio

Recentemente foram divulgadas informações sobre a morte de um cão ocorrida na residência de dois moradores de Palotina, supostamente alunos da UFPR.

A UFPR/Palotina e a Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA/Palotina) declaram repúdio a qualquer ato de maus tratos contra animais ocorridos em qualquer local e praticados por qualquer pessoa. Cabe salientar que a CEUA/Palotina atua dentro da UFPR/Palotina para analisar toda atividade de ensino ou pesquisa em que seja necessário utilizar animais a fim de evitar qualquer tipo de prejuízo. Por diversas vezes a UFPR/Palotina trabalha junto à Promotoria Pública do município e à Associação São Francisco de Assis (ASFA) no sentido de promover o bem-estar animal.

Prof. Erica Guirro – Coordenadora da Comissão de Ética no Uso de Animais

Prof. Elisandro Pires Frigo – Diretor do Setor Palotina​

Fonte: Bem Paraná

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Departamento de Medicina Veterinária da UFPR firma convênio

Professores do curso de Medicina Veterinária da UFPR estiveram reunidos em Paranaguá com a equipe da Secretaria de Meio Ambiente daquele município para apresentar projetos para cooperação técnico-científicos. A intenção é firmar um convênio com foco no controle populacional ético de animais (cães e gatos), assistência clínica, cirurgia de equinos, além de ações educativas para prevenção de zoonoses e incentivo à guarda responsável.

Participaram da reunião os professores Antonio Waldir Cunha da Silva (Coordenador de Curso de Medicina Veterinária da UFPR), Ivan Deconto (Coordenador do Projeto de Extensão Carroceiro) e Alexander Biondo (da área de Zoonoses), além dos funcionários Carlos Fernandes e Dorly Andrade, do Departamento de Medicina Veterinária da UFPR.

Fonte: CBN Foz

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UFPR aponta irregularidades na atuação da Sociedade Protetora dos Animais de Curitiba

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Uma parceria entre o Departamento de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Paraná e a Sociedade Protetora dos Animais de Curitiba (SPAC) está gerando polêmica. Devido a problemas encontrados pela universidade na instituição, um relatório está sendo elaborado para o Ministério Público do Paraná, apontando irregularidades na entidade filantrópica.

Medicina Veterinária do Coletivo trabalha também com abrigos de animais
A professora Rita de Cassia Maria Garcia, responsável pela disciplina de Medicina Veterinária do Coletivo, explica a situação. Segundo ela, a parceria com a SPAC começou em outubro deste ano, com objetivo de elaborar um diagnóstico da atuação da sociedade e posteriormente um convênio para melhorar o bem estar dos animais abrigados. A professora, acompanhada por cinco residentes e três estagiários, passou um mês atuando na instituição para entender a demanda e o fluxo de animais no local. Num segundo momento, a intenção era montar um prontuário de cada animal e fazer a avaliação de saúde. Porém, a situação não permitiu esse trabalho.

“Constatamos várias irregularidades graves. A principal delas é a falta de técnica séptica para a realização de cirurgias em geral, incluindo castração, o que causa sofrimento aos animais, por negligência dos veterinários que lá atuam. Além disso, não há protocolo de prevenção de doenças para os animais abrigados, incluindo vacinas. Por isso, 100% dos filhotes que adentram a entidade morrem de doenças infecciosas”, explica. Segundo ela, a situação pode ser definida como maus tratos, o que é um crime federal. Também a prática ilegal da profissão de médico veterinário foi detectada.

Diante disso, a diretoria e a responsável técnica da SPAC foram chamadas para uma reunião com professores da UFPR, na qual foram apontados os problemas e solicitado que a entidade deixasse de realizar cirurgias até que o local fosse adequado às legislações vigentes e a conduta dos profissionais, ao código de ética dos médicos veterinários. “Em nenhum momento pedimos para que a SPAC deixe de funcionar, mas que interrompa as cirurgias e a recepção de novos animais, dando atendimento adequado aos que lá estão”, explica a professora Rita. Os professores ofereceram alternativas de instituições para atendimento dos animais, uma vez que os preços da SPAC são os mesmos praticados por algumas clínicas veterinárias particulares da região . “A UFPR não pode atuar num ambiente onde atos ilegais estão sendo cometidos”, complementa a professora.

O relatório apontando todas as irregularidades está sendo elaborado pela equipe da UFPR e será encaminhado ao Ministério Público do Paraná, que tomará as próximas providências em seu âmbito de atuação. “Continuamos abertos para atuar no SPAC e em outras entidades para melhorar a vida dos animais”, finaliza Rita.

Fonte: CBN Foz

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Cães abandonados em universidade serão monitorados e resgatados

Integrantes da Rede de Proteção Animal de Curitiba (PR), da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, iniciaram ontem ação de monitoramento e resgate dos cães abandonados no campus do Centro Politécnico da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

A medida tem como objetivo coibir os ataques de cães ocorridos contra alunos e funcionários no campus nos últimos meses. O último caso foi na sexta-feira. AUFPR estima que 12 cães passeiam livremente pelo local em busca de alimento e alguns deles têm agido de forma violenta, já que se juntam em pequenas matilhas. Em seis meses, foram registrados 15 ataques.

Fonte:  Paraná Online

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UFPR faz exames em antílopes achados mortos no zoológico de Curitiba (PR)

A Universidade Federal do Paraná (UFPR) recolheu amostras dos 19 antílopes encontrados mortos na manhã de quarta-feira (17), no Zoológico de Curitiba. Os animais morreram ao mesmo tempo, após serem transferidos de ambiente.

Ainda não se sabe qual poderia ser a causa das mortes. Segundo o veterinário Manoel Lucas Javorouski, que trabalha no zoológico, todos os animais morreram ao mesmo tempo.

“O que é curioso neste caso é que todos os animais morreram, o que não é uma situação comum.Por mais que fosse o estresse da movimentação, da captura e da transferência, isso não seria a causa para todos os animais morrerem”, acredita o veterinário.

Ele diz que há várias hipóteses possíveis. Entre elas, a contaminação da água e de alimentos. Contudo, o que aumenta o mistério é que a água que eles recebem é tratada e a comida sequer havia sido entregue aos animais no dia da transferência.

Sobre a possibilidade de uma doença, ele diz que é muito estranho que isso possa ter causado a morte de todos os antílopes no mesmo dia. “Uma doença, por mais que ela fosse agressiva, você teria mortes sucessivas, alguns animais num dia, outros no outro e poderia se estender por até uma semana, com perdas sequenciais de animais”, explica. Outra situação provável é a de que alguém possa ter envenenado os antílopes, propositalmente ou não.

“Nenhuma  hipótese até agora foi descartada”, afirma Javorouski.

Fonte: CBN Foz

Nota da Redação: Os 19 antílopes  que tiveram uma vida miserável em confinamento sendo expostos como objetos nas vitrines vivas chamadas zoológicos merecem que, no mínimo, este caso repercuta muito e seja esclarecido o quanto antes.

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Ônibus especialmente equipado oferece castração de animais, em Curitiba (PR)

Ônibus é especialmente equipado para as cirurgias. Foto: Valdecir Galor/SMCS

Para evitar o crescimento da população de cães nas ruas da cidade e educar os tutores em relação às suas responsabilidades com os animais, a prefeitura realiza uma ação, em parceria com a Universidade Federal do Paraná, que leva um ônibus, conhecido como o “Castramóvel”, especialmente equipado para realizar castrações e divulgar a guarda responsável. Ao longo de 2011, a ação ocorreu nas principais regionais da cidade e no próximo dia 03 de dezembro acontecerá na regional do Bairro Novo.

As operações do “Castramóvel” serão feitas por profissionais e alunos do Departamento de Medicina Veterinária da UFPR. O ônibus, que integra a Rede de Defesa e Proteção Animal da Prefeitura de Curitiba, conta com equipamentos necessários para realização de cirurgias.

Exigências

Uma das exigências para a castração é que os animais recebam também a identificação eletrônica (microchip) com os dados do tutor e do animal. Além disso, as famílias terão obrigatoriamente de participar das atividades de educação para guarda responsável (só poderão ser castrados animais que têm tutor).

Outro critério é que serão atendidos os animais que têm tutor e que não apresentam complicações clínicas. A unidade móvel também possibilitará o treinamento de estudantes do curso de Medicina Veterinária da UFPR em técnica operatória. Curitiba é a primeira cidade no Estado a ter a unidade móvel de castração.

Fonte: Paraná Online

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‘Castramóvel’ da UFPR realiza primeiras cirurgias no PR

Além da castração, Unidade Móvel de Esterilização e Educação em Saúde da universidade também pretende conscientizar a comunidade sobre a tutela responsável de animais

A Unidade Móvel de Esterilização e Educação em Saúde (Umees) da UFPR, também conhecida como “Castramóvel”, promoveu na terça-feira (29), em Antonia, a segunda ação de castração gratuita de cães desde que entrou em funcionamento.

A primeira ação aconteceu cerca de três meses atrás, no campus Centro Politécnico, onde era grande a concentração de cães errantes. Depois disso, a unidade esteve nas cidades de Pinhais e São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Nas duas, porém, não foram realizadas intervenções cirúrgicas e a Umess se concentrou em trabalhos de educação a respeito da importância da tutela responsável de cães e gatos.

Depois do período eleitoral, a unidade deve começar a cumprir agenda em bairros da cidade de Curitiba, que serão definidos pela administração municipal. Ainda este ano deve fazer também mais uma visita a São José dos Pinhais, aí sim visando a castração dos animais.

Mais importante do que a castração, segundo a equipe da UFPR, é o processo de conscientização sobre a tutela responsável de animais, que também acompanha o projeto.

A Umees é, na verdade, mais uma fase de uma rede de projetos que está em prática há quatro anos. Ela inclui iniciativas de controle de zoonoses (doenças que afetam tanto animais quanto seres humanos) na região metropolitana, no litoral e na Apa do Iraí, além de um projeto de conscientização dos chamados “carrinheiros”, pessoas que vivem do recolhimento de material reciclável nas ruas da cidade e que geralmente têm cães de companhia. Todas visando levar informação à população, o que inclui visitas domiciliares em comunidades carentes e palestras em escolas de primeira à quarta série.

“Hoje, 70% das novas doenças que surgem são zoonoses”, informa o professor de Veterinária da UFPR e vice-coordenador da Umees, Alexandre Biondo.

Para o professor Felipe Wouk, coordenador da Umees, apenas a castração não resolve o problema. “Se você só castra o animal e não educa o tutor para a tutela responsável, para que mantenha o cão em casa, o animal vai voltar para a rua, onde vai continuar podendo transmitir doenças”, explica.

De acordo com o censo realizado em Antonina, existem cerca de cinco mil cães na cidade, um para quatro habitantes. Mas em Piraquara, segundo Biondo, o número chega a um cão para cada dois habitantes. Grande parte desses animais, afirmam os professores, são semidomiciliados (têm casa, mas passam grande parte do tempo perambulando pelas ruas, oferecendo riscos à comunidade). “Conscientizar a população a manter esses animais longe das ruas é uma questão de saúde pública”, diz Wouk.
Segundo ele, a castração é só mais um elo na cadeia de informação e conscientização. Biondo concorda. “A castração é uma ação pontual, mas a conscientização que trazemos junto com isso tem um efeito multiplicador”, calcula.

O casamento entre prática cirúrgica e conscientização popular foi considerado tão benéfico que o Conselho Federal de Medicina Veterinária, órgão máximo do setor no país, baixou uma resolução regulamentando as atividades de castração em unidades móveis baseada na prática inaugurada pela UFPR.

Fonte: Bem Paraná

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Alunos de Veterinária da UFPR fazem ação em aldeia

Alunos do curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Paraná (UFPR), membros do projeto de extensão “APA do Iraí”, promovem nesta quinta-feira (27) uma atividade de educação em saúde na aldeia indígena Araçá I, localizada em Piraquara, região metropolitana de Curitiba.

O grupo aplicará os procedimentos técnicos necessários para a saúde dos animais, a fim de identificar a situação sanitária dos cães, além de levar informações sobre doenças, guarda responsável e higiene. Os alunos irão coletar sangue, fezes e água. Também será aplicado questionário epidemiológico para cada animal.

Serão ministradas palestras a respeito dos seguintes temas: zoonoses (raiva, toxoplasmose e leptospirose); bem-estar animal; guarda responsável; importância da higiene com os animais; e cuidados com o lixo.

A atividade é realizada em parceria com a Diretoria de Meio Ambiente e Ação Social da Sanepar, a Prefeitura de Piraquara e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

A comunidade indígena Araçá I está localizada no entorno da Barragem Cayuguava, considerada área de proteção ambiental, o que restringe diversas atividades cotidianas da cultura indígena e estabelece uma relação de maior preocupação no que diz respeito à proteção dos mananciais de abastecimento público, preservação da floresta atlântica e qualidade de vida aos indígenas.

A aldeia é constituída por cerca 18 famílias, num total de 75 pessoas, que têm interesse em monitorar a saúde dos animais que vivem na aldeia e planejar futuras esterilizações para o seu controle na comunidade.

Fonte: Bem Paraná

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Você é o Repórter

Engenheiro é ameaçado por alimentar animais abandonados na Universidade Federal do Paraná

Jorge Figueiredo
jfigueiredo@ufpr.br

Queridos amigos protetores, vamos ajudar o engenheiro Jorge Figueiredo, funcionário da Universidade Federal do Paraná, Campus Centro Politécnico, que está sendo ameaçado pela segurança da Instituição por alimentar os animais abandonados por todos naquele local.

O Jorge fez uma carta que segue para que vejam até que ponto temos que lutar contra pessoas de má índole e talvez uma Instituição que não se importa.

O Jorge tem 23 cachorros na sua casa, 20 que ele tirou das ruas, ele alimenta, manda castrar as fêmeas (com seu salário) e cuida dos animais da UFPR, Politécnico, e as funcionárias da segurança do local têm inclusive ameaçado o meu irmão, riscado o seu carro, além que muitas vezes machucar os animais.

Peço que enviem este e-mail para todas as ONGs e vamos ser solidários com o Jorge, que está fazendo o que todos nós fazemos.

Obrigada, Josete.


OCORRÊNCIAS EM DETRIMENTO DO BEM-ESTAR DOS ANIMAIS ABANDONADOS NO CAMPUS III DA UFPR

Segundo o que relatam a segurança interna contratada pela UFPR  (Betron – quais passará um relatório do ocorrido), que somos impedidos de alimentarmos os animais aqui abandonados à mercê de uma sociedade que não cumpre seu papel, que se acham amparados em Leis que regulamentam este fim, com por exemplo:

Declaração Universal dos Direitos dos Animais

Todos os animais têm direito à vida
Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem
Nenhum animal deve ser maltratado
Todos os animais selvagens têm direito de viver livres no seu habitat
O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca abandonado
Nenhum animal deve ser usado em experiência que lhe causem dor . Todo ato que põe em risco a vida de um animal é crime contra a vida
A poluição e a destruição do meio ambiente são consideradas crimes contra os animais
Os direitos dos animais devem ser defendidos por Lei
O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.

Decreto 4.645 de 10 de Junho de 1934

Art.1°- Todos os animais existentes no País são tutelados do Estado
Art.2°  – Aquele que, em lugar público ou privado, aplicar ou fazer aplicar maus tratos aos animais, incorrerá em multa e pena de prisão, quer delinqüente seja ou não o respectivo proprietário, sem prejuízo de ação civil que possa caber:
§ 1° – A critério da autoridade que verificar a infração da presente Lei, será imposta qualquer das penalidades acima estatuídas, ou ambas
§ 2° – A pena a aplicar dependerá da gravidade do delito, a juízo da autoridade
§ 3° – Os animais serão assistidos em juízo pelos representantes do Ministério Público, seus substitutos legais e pelos membros das sociedades protetoras de animais
Art.3°  – Consideram-se maus tratos:
I – Praticar ato de  abuso ou crueldade em qualquer animal;
II – Manter animais em lugares anti-higiênicos ou que lhes impeçam a respiração, o movimento ou o descanso, os privem de alimentação, de ar ou luz;
Art 15°  – Em todos os casos de reincidência ou quando os maus tratos venham a determinar a morte do animal, ou produzir mutilação de qualquer dos seus órgãos  ou membros, tanto pena de multa como a de prisão serão aplicados em dobro.
Art 16° – As autoridades federais, estaduais e municipais prestarão aos membros das sociedades protetoras dos animais a cooperação necessária para fazer cumprir a presente lei.
Art 17°  – A palavra ” animal”, da presente lei, compreende todo ser irracional, quadrúpede ou bípede, doméstico ou selvagem, exceto os daninhos.

Ver-se assim uma sociedade intuída em seus próprios interesses, onde o egoísmo logra a turvar a percepção do exposto acima. Quanto mais nos apregoamos aos bens materiais, mais dificuldade tem o homem de ser abnegado aos seres irracionais e sua manutenção de vida. O egoísmo, muito marcante na sociedade atual, constitui sinal de pouca evolução, onde o mundo gira em torno de seu umbigo sem se incomodar com as dores causadas a estes seres irracionais providos de todas as desgraças produzidas pelos seres que se dizem racionais.

Dizem-nos que somos dotados de espírito quais detêm o direito de liberdade, consciência e vontade; e como conseqüência responder por seus atos. Assim, quando assumimos elevadas posições, é apenas no intuito de melhor trabalhar para o semelhante. A medida que perdemos o gosto pelas coisas materiais, o egoísmo o abandona. Quando nos desvencilhamos de preocupações mesquinhas, caminhamos vigorosamente para libertação e transcendência. Todas estas dificuldades não nos assustam, pois nossa meta é elevadas e esta esperança para o futuro é infinita.

O fruto produzido pela sociedade é cruel diante dos seres irracionais, que são objetos de desejo quando pequenos, quando logo alcançam vida adulta, começam a produzirem desconforto à aqueles que tanto lhe forneceu abrigo e carinho. Despojados destes, são lançados à uma vida de peregrinação pelas ruas e praças, Universidades; pelos quais são desprovidos pelo ínterim de alguém que deveriam lhes dar abrigo, alimentação, remédios, vacinas, carinho; fazem-nos ser proibitivos dentro de uma recinto de ensinamentos de curso superior, sustentados pela sociedade sofrida, castigada por impostos injustos.

Vêem-se assim, um descumprimento de todos os direitos acerbados pelos mesmos, caracterizando-se abandono e seu direito primordial à vida e alimentação. Esta instituição, que deveria dar o exemplo, enlaça em seus conceitos todo o desprovimento destes direitos. Seria necessária uma política de ensinamento pela Faculdade de Medicina Veterinária inserida dentro desta Universidade, a criar política e cuidados com estes animais que perambulam estes campus.

Far-se-á necessário ter-se em mente, que os mesmos provavelmente não gostariam de estarem em uma situação de calamidade que se acham atualmente. Ter-se uma política de cuidados ambientais com ênfase em situações praticas que resultem benefícios a sociedade, dando exemplo aos estudantes com os cuidados necessários que as Leis o tutelam.

Atos proibitivos deverão ter amparo em lei, o que hoje não se vê. A política administrativa desta Universidade deverá atrelar-se  primeiramente ao conhecimento, amparo legal, para constituir um ensinamento com qualidade e dignidade sem abuso ou crueldade de qualquer natureza para com estes seres irracionais.

Muitas pessoas que se acham dentro deste propósito, são barrados por pessoas inescrupulosas, sem o conhecimento legal do direito dos mesmos, traduzindo em impedimentos com tratos aos animais que perambulam esta Universidade.

Deverá ser levado em conhecimento das autoridades competentes, para que se tenha o respaldo necessário dentro da Lei, como também os órgãos de impressa como forma de alertar toda sociedade do que ocorre dentro de uma Instituição de Ensino Superior, pelos quais colocarão estes alunos futuramente como profissionais dentro da mesma.

Eng° Jorge Figueiredo. Ctba, 12/03/10.

JORGE FIGUEIREDO
(41) 8816.9296
(41) 3361.3596 (trabalho)
(41) 3345.1499 (res.)

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Pesquisadores da UFPR monitoram desova de tartatuga-de-couro

Aproximadamente 500 tartarugas-de-couro, espécie mais conhecida como tartaruga-gigante, deverão nascer na primeira quinzena de fevereiro, entre os balneários de Barrancos e Atami Sul, em Pontal do Paraná, no litoral do Estado.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Desde novembro, quando uma tartaruga dessas veio ao litoral desovar, a equipe do Laboratório de Ecologia e Conservação do Centro de Estudos do Mar (Lec/Cem) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) acompanha o animal que botou de 70 a 100 ovos em cinco diferentes ninhos. A tartaruga-de-couro está ameaçada de extinção. Em todo o Brasil, apenas 20 animais estão em processo de desova.

De acordo com a pesquisadora colaboradora do Lec/Cem, Liana Rosa, o nascimento de tartarugas dessa espécie no Paraná pode ser considerado ocasional, uma vez que esse tipo de animal tem como comportamento desovar em locais com águas mais quentes, como em regiões acima do Rio de Janeiro.

“Esse mesmo animal tinha vindo em 2007 desovar no Paraná. Naquela época pensamos que ela havia se perdido, mas ao ver ela retornar nessa temporada concluímos que a tartaruga escolheu o nosso litoral como local para colocar seus ovos. Para nós é um privilégio”, diz. Naturalmente, a tartaruga-gigante bota ovos com um intervalo que pode variar de 2 a 3 anos.

Na madrugada daquele dia, a equipe do laboratório monitorou, juntamente com o Batalhão de Polícia Ambiental Força Verde, a desova na restinga do balneário de Atami Sul.

No entanto, de acordo com Liana, a maior dificuldade em acompanhar esse processo é garantir que os animais nasçam perfeitamente, pois a cada mil nascimentos, apenas uma tartaruga chega ao tamanho do exemplar que está vindo no litoral do Paraná.

“Por isso, estamos protegendo o local onde estão os ninhos para que ninguém cave por curiosidade. Também estamos informando a população com placas explicando a importância da área de desova, bem como do cuidado com a espécie”, diz. O local para nascimento das tartarugas deve ser protegido por restinga e com pouca luminosidade.

Para garantir o perfeito nascimento, o Laboratório de Ecologia e Conservação monitora os ninhos diariamente. Os biólogos verificam a temperatura dos ovos, que é essencial para o desenvolvimento dos embriões.

“Tudo está seguindo perfeitamente para o nascimento das tartarugas, o que deve acontecer na primeira quinzena de fevereiro. Estamos esperando ansiosamente pelo nascimento”, frisa a pesquisadora.

Fonte: Paraná Online

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