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Após morte de cadela, reunião discute presença de animais na Ufam

Cadela vivia nas dependências da Ufam
Animal foi morto dentro de universidade (Foto: Arquivo Pessoal)

Após casos de maus-tratos dentro do campus da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), foi realizada uma reunião para debater a implantação de um Programa de Proteção Permanente aos Animais Domésticos e Silvestres que vivem na área.

Recentemente uma cadela conhecida pelo nome de “Pretinha” morreu após ter sido agredida com uma chave inglesa por um funcionário de uma empresa terceirizada da universidade.

A reunião contou com representantes da Ufam, membros da Comissão Especial de Proteção aos Animais da Ordem dos Advogados do Brasil Amazonas (CEPA/OAB-AM) e do Grupo Desabandone.

A reitoria sugeriu a elaboração de campanhas de conscientização sobre abandono e maus-tratos; a inclusão, em todos os contratos de prestação de serviços para a Ufam, de cláusulas específicas e suas implicações.

Diante do caso, a instituição enfatizou que ciente de que a defesa do meio ambiente e dos direitos animais se constitui um dever de todos, solicita a colaboração da comunidade acadêmica tanto para registrar o abandono de animais no ambiente da universidade quanto para denunciar maus-tratos a qualquer deles; a fim de que tais ações não voltem a ocorrer ou sejam minimizadas e seus autores responsabilizados.

A denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605, de 12.02.1998 (Lei de Crimes Ambientais) e pela Constituição Federal Brasileira, de 05 de outubro de 1988.

Lei de Crimes Ambientais

“Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:

Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.

§ 1º. Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

§ 2º. “A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.”

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Alunos fazem manifestação contra casos de maus-tratos a animais na Ufam (AM)

Ato reúne membros da Comissão Especial de Defesa dos Animais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-AM), ONG ComPaixão e alunos da Ufam (Fotos: Euzivaldo Queiroz)

Há poucos dias, foram feitas duas denúncias de maus-tratos dentro do campus, em que um animal havia sido envenenado por uma substância tóxica e outro teve uma das patas quebradas, supostamente causado por um atropelamento.

Na semana passada, uma cadela conhecida pelo nome de “Pretinha” morreu após ter sido agredida com uma chave inglesa por um funcionário de uma empresa terceirizada.

A estudante de mestrado, Izaura Nogueira, 28, conta que está indignada com a situação constante de maus-tratos na universidade que não tem solução. “Não aguentamos mais. O que aconteceu com a “Pretinha” foi muita maldade. Queremos que a Ufam tome providências. Por isso estamos aqui para chamar a atenção de toda a comunidade acadêmica que maus-tratos de animais e abandono são crimes”.

Em nota, a Ufam informou que, diante dos relatos apresentados de maus-tratos a animais no campus universitário, reafirma sua posição de condenação veemente à violência contra animais. “A universidade está apurando os dois casos recentemente ocorridos e está adotando as providências cabíveis em relação a ambos”, disse em nota.

A instituição enfatizou ainda que, ciente de que a defesa do meio ambiente e dos direitos dos animais se constitui um dever de todos, solicita a colaboração da comunidade acadêmica tanto para registrar o abandono de animais no ambiente da universidade quanto para denunciar maus-tratos a qualquer deles; a fim de que tais ações não voltem a ocorrer ou sejam minimizadas e seus autores responsabilizados.

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Cachorro encontrado com sinais de agressão na Ufam foi envenenado, diz laudo

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O laudo médico veterinário confirmou que um dos cães encontrados com sinais de agressão na Universidade Federal do Amazonas (Ufam) foi envenenado por uma substância tóxica. Ele está internado em estado grave em uma clinica veterinária, na Zona Centro-Sul de Manaus.

O cachorro sem raça definida chamado “Cachaça” foi encontrado na manhã de sábado bastante debilitado e com sangramento, o que chamou a atenção dos alunos. Eles acionaram a Comissão Especial de Defesa dos Animais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-AM), que foi até o Campus Universitário durante a tarde de sábado para levantar mais informações sobre a agressão.

Além do cão Cachaça, outra cadela também foi vista com uma das patas quebradas e acredita-se que o animal foi atropelado. Segundo a presidente da Comissão, Ana Lúcia Nogueira, não foi possível resgatá-la porque o animal conseguiu fugir para o mato.

“Estivemos no Campus e conseguimos coletar muitas informações importantes, que serão usadas para instruir uma representação criminal contra a Universidade”, afirmou a advogada. Membros da ONG ComPaixão também acompanharam a visita da comissão ao Campus. Todas as informações serão repassadas à Delegacia Especializada em Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema).

“Os alunos relataram que tinham outros animais machucados, mas nós só conseguimos resgatar o Cachaça, que de acordo com o laudo, foi envenenado. E de acordo com os seguranças, o envenenamento só pode ter ocorrido de sexta para sábado porque ele fica lá e só tem convívio com os alunos durante a semana e nos finais de semana com os seguranças e os poucos alunos que vão até o Campus”, explicou.

O animal permanece internado em uma clínica veterinária, na Zona Centro-Sul, mas o quadro dele é grave. Além da intoxicação, Cachaça também contraiu parvovirose canina, uma doença caracterizada por diarréia com sangue.

Fonte: A Crítica

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OAB-AM recebe dois novos casos de agressão a animais dentro da Ufam

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Novas denúncias de maus-tratos a animais na Universidade Federal do Amazonas (Ufam) chamou a atenção de Comissão Especial de Defesa dos Animais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-AM) neste sábado (17). Uma manifestação está prevista para esta segunda-feira (19) no ICHL.

De acordo com a presidente da comissão, Ana Lúcia Nogueira, outros dois cachorros foram encontrados com sinais de agressão no campus universitário. Os animais foram socorridos e estão em observação em uma clínica veterinária.

“A cadela sofreu uma fratura nas patas e nós acreditamos que isso aconteceu de ontem para hoje. O outro cachorro foi encontrado bastante ensanguentado, mas ainda não dá para saber se ele foi realmente agredido. Estamos aguardando o laudo do veterinário para comprovar se houve mesmo a agressão no caso dele”, explicou ela.

Segundo a advogada, os casos de maus-tratos a animais dentro da universidade estão se tornando mais recorrentes e a Comissão irá acompanhar de perto todas as denúncias. No início da semana, a cadela “Pretinha”, mascote dos alunos, morreu após ser agredida com uma chave inglesa por um funcionário que prestava serviços dentro do campus. A Delegacia Especializada em Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema) está investigando o caso.

“A Comissão vai acompanhar este caso e estamos indo até a Ufam para localizar testemunhas para explicar o que aconteceu. É inadmissível que casos como esses estejam acontecendo dentro a Universidade”, lamentou Nogueira.

Ainda segundo a advogada, em outubro do ano passado a Comissão entrou com uma representação no Ministério Público para que a Ufam se manifestasse sobre os casos de maus-tratos que vinha acontecendo à época. “Alguns alunos e até professores são favoráveis a essas agressões. Mas isso não pode continuar acontecendo. Por isso, vamos continuar cobrando providências e requisitar força policial caso haja necessidade”, destacou a advogada.

De acordo com a Comissão de Defesa dos Animais da OAB Amazonas, a Delegacia Especializada em Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema) será comunicada sobre os novos episódios de agressões a animais.

Manifestação

Na segunda-feira (19) a Comissão de Defesa dos Animais vai mobilizar uma manifestação, às 12h, no Campus Universitário da Ufam para combater os casos de maus-tratos. Na terça, conforme a comissão, as testemunhas do caso “Pretinha” serão ouvidas na Dema.

Fonte: A Crítica

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Cadela morre após agressão com chave inglesa dentro de universidade

A cadela chamada de Pretinha pelos alunos, foi assassinada após agressão com uma chave inglesa por um funcionário que prestava serviço dentro do campus da universidade, nesta terça-feira (13).

A Delegacia Especializada em Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema) iniciou o inquérito nesta quarta-feira (14), para investigar as circunstâncias do crime e poder responsabilizar o criminoso.

Até o momento, o agressor ainda não foi identificado e os alunos já estão organizando um protesto para conscientizar e alertar sobre os maus-tratos contra animais dentro do campus da Ufam.

Cadela recebendo carinho de aluna
Cadela Pretinha era a mascote dos alunos da universidade (Foto: Reprodução / A Crítica)

O crime ocorreu dentro da Faculdade de Tecnologia da Universidade. Segundo Izaura Nogueira, 28 anos, uma estudante de mestrado, testemunhas disseram que Pretinha dormia perto do local onde dois funcionário da empresa AJL faziam um serviço de manutenção. A cadela teria acordado assustada com o barulho da obra e rosnado para um deles. Em seguida, um dos infratores teria pegado a ferramenta e desferido golpes contra o animal.

“Na hora ela gritou, obviamente. Deve ter doído muito. Ali ela já deve ter ficado machucada, não conseguindo andar direito, e foi se arrastando até próximo da biblioteca, e lá ela desmaiou”, conta Izaura. Ainda de acordo com a estudante, a cadela chegou a ser levada para receber atendimento em uma clínica, mas precisou ser transferida para outro consultório e acabou falecendo horas depois.

Alguns estudantes filmaram o agressor, que assumiu o crime em gravação. “Eles sabiam que estavam sendo filmados e riram. Um deles assumiu que tinham batido na cadela e que bateria de novo. Como eles não aguentaram a pressão (dos estudantes) e viram que o negócio não ia dar certo porque começou a lotar, eles pegaram as coisas deles e foram embora sem se identificar”, afirma.

Izaura, assim como outras estudantes, contaram como Pretinha era amorosa e que jamais havia mordido ou ferido ninguém. O corpo estudantil da universidade cobra um posicionamento da reitoria contra os maus-tratos e é por isso que estão organizando o protesto no dia 19 de junho. “Toda semana ficamos sabendo de casos de maus-tratos contra os animais na Ufam e a reitoria não faz nada”, denuncia.

De acordo com o delegado do Dema, Samir Freire, as investigações começaram nesta quarta-feira (14). Inicialmente, a PC vai pedir a identificação de todos os funcionários da empresa, denunciada pelos alunos, e vai ouvir todas as testemunhas do crime.

“As investigações estão sendo iniciadas e não posso tecer maiores detalhes, mas com certeza o infrator que cometeu essa barbaridade vai ser penalizado. Eles poderão responder por delito de maus-tratos com aumento de pena por conta da morte do animal, além de assinarem um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Recebemos provas testemunhais e também vamos aproveitar vídeos e filmagens para responsabilizar criminalmente”, afirma o delegado.

Em nota, a administração da Ufam lamentou o ocorrido e afirmou que está tomando as medidas necessárias.  “A UFAM lamenta profundamente o caso e não tolera ou concorda com quaisquer práticas de violência contra animais. A Universidade reitera o seu compromisso institucional de preservação do meio ambiente, respeito e convivência harmoniosa entre todos que habitam os seus espaços”, diz em nota.

A empresa AJL, onde os funcionários trabalham, se pronunciou sobre o crime nas redes sociais. Ela afirma que os funcionários foram afastados e aguarda a formalização da denúncia para agir contra os colaboradores.

“Estamos há mais de 25 anos no mercado e ao contrário de algumas acusações sem fundamento e sem nenhuma ligação com o fato em questão, nunca tivemos uma ocorrência do tipo. Esclarecemos também que para este caso nosso setor jurídico já esta tomando as providências e chamando as pessoas para se manifestarem quanto às acusações. Os técnicos envolvidos foram afastados de suas atividades até que tenhamos uma apuração mais concreta dos fatos”, afirmou a empresa.

Um vídeo foi entregue aos agentes policiais para ajudar no inquérito como prova do crime. Nas imagens é possível ver as alunas contestando os dois funcionários da empresa perguntando o motivo da agressão. Veja a seguir:

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Universitários se unem em busca de tutores para cães abandonados no campus da Ufam

As estudantes Maruska Soares, 18 (à esq.), e Lúcia Durães, nos corredores da Faculdade de Direito da Ufam, onde vivem, pelo menos, 20 animais. Elas fazem parte do grupo que busca tutores para eles (Márcio Silva)
As estudantes Maruska Soares, 18 (à esq.), e Lúcia Durães, nos corredores da Faculdade de Direito da Ufam, onde vivem, pelo menos, 20 animais. Elas fazem parte do grupo que busca tutores para eles (Márcio Silva)

O abandono de animais domésticos é um problema antigo e que está longe de ser resolvido, apesar da grande quantidade de projetos e leis que buscam promover a proteção e bem estar dos animais. Em Manaus, a população de cães e gatos abandonados passa de 200 mil animais, segundo estimativa da secretária de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Kamila Amaral.

Na Universidade Federal do Amazonas (Ufam), os cães e gatos que foram abandonados próximo à Faculdade de Direito tem gerado opiniões divergentes de alunos e professores sobre a permanência dos animais no local. Na semana passada, um aluno do curso foi mordido por um dos cachorros que circula pelo campus. Além dele, outras três pessoas foram atacadas pelos cães. Os acidentes reforçam os argumentos de quem se diz contrário à permanência dos animais no campus.

Polêmica à parte, um grupo de 15 alunos do curso de Direito, todos apaixonados por animais e motivados pela situação dos cachorros do campus, decidiu angariar recursos para cuidar dos animais e comprar alimentos e produtos de higiene, além de regularizar a vacinação e castrar a “bicharada”, por meio do projeto S.O.S. Animais Ufam.

De acordo com levantamento feito pelos estudantes, 20 cachorros circulam pela Ufam e alunos de vários cursos participam de atividades para cuidar desses animais. Lúcia Durães, 25, é uma delas. Segundo ela, os cachorros não atacaram os alunos por serem violentos, mas por instinto. “Eles estavam tentando proteger uma fêmea no cio”, explicou. Para resolver o problema, essa fêmea foi adotada por um aluno, contou ela. “Eles são bastante carinhosos e a maioria das pessoas gosta deles, mas claro que sempre vai haver pessoas contra”, disse Lúcia.

Com doação dos próprios alunos e de algumas empresas privadas, os cachorros foram vermifugados, vacinados e serão castrados. Uma dificuldade, de acordo com a estudante Maruska Soares, 18, é que, depois de castrados, os animais precisam, pelo menos, de um lar temporário para que se recuperem do procedimento cirúrgico.

A intenção do grupo é que, depois de castrados, os animais sejam adotados por alunos ou por pessoas que se interessem em cuidar deles.

Portaria

Outra luta do grupo de estudantes é reverter uma portaria, publicada em agosto, que determina a retirada dos cães dos campus. Por enquanto, segundo Lúcia, a decisão foi suspensa e os animais poderão permanecer no campus. “Nós explicamos que estamos procurando um lar para cada um deles. Claro que nós sabemos que não deveria ter cachorros na universidade, mas há animais abandonados em toda a cidade e esse problema não é resolvido. Temos que fazer algo”, acrescentou Lúcia.

‘Ação conjunta’

Brincalhões, espertos e muito carinhosos, os cães da universidade conquistaram os alunos, que realizaram um “multirão” para dar banho nos animais. Os alunos se dividem na hora de dar comida e criaram uma página no Facebook: /SOS Animais Ufam, por meio da qual buscam doações para os animais. De acordo com Lúcia Durães, quem quiser doar ração, medicamentos e produtos de higiene pode entrar em contato por meio das redes sociais ou pelos telefones 98191-7403, 99462-8993 e 98139-4410.

Fonte: A Crítica

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Cobra que se refugiou em biblioteca da Ufam preocupa estudantes, em Manaus (AM)

Estagiárias da biblioteca setorial do ICHL informaram que viram um animal de aproximadamente 50 centímetros enrolado em uma prateleira. Logo depois ela sumiu

Um aviso afixado na porta da biblioteca do Setor Norte, que fica no Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), informando sobre a existência de uma cobra no local deixou os estudantes preocupados.

A diretora da biblioteca, Elizete Dias, contou que, na última segunda-feira, duas estagiárias estavam fazendo a reposição de livros, quando viram uma cobra de cerca de 50 centímetros enrolada em uma das prateleiras. “Elas saíram correndo para avisar a supervisora, mas ao retornarem o animal já havia sumido”, disse.

Segundo a acadêmica do 1º período de Serviço Social, Giselly Carvalho Farias, 17, os universitários estão assustados com a situação. “Estamos até evitando entrar na biblioteca. Nós temos medo que, de repente, ao retirar um livro, a cobra possa aparecer novamente ou até mesmo ferir alguém”, afirmou.

O universitário Raimundo Igor dos Santos, 20, representante do Centro Acadêmico de Administração, disse que, nesta quinta-feira, eles irão encaminhar um ofício à reitoria da Ufam solicitando providências. “É obrigação da instituição oferecer segurança aos estudantes”, ressaltou.

A assessoria de comunicação da Ufam informou que, na terça-feira, funcionários da empresa que presta serviços de limpeza à universidade fizeram uma busca pelo animal dentro da biblioteca, mas que ele não foi encontrado.

Fonte: D24am

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Mais de 3 mil quelônios são soltos na natureza

Ribeirinhos de uma comunidade do município de Barreirinha, no interior do Amazonas, devolveram à natureza 3.900 quelônios. Os animais foram soltos em 23 comunidades rurais participantes do projeto ambiental “Pé de Pincha”, coordenado pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam). O objetivo é preservar espécies em extinção.

Comunidades cuidam dos animais até a soltura. Foto: Divulgação
Comunidades cuidam dos animais até a soltura. (Foto: Divulgação/Portal Amazônia)

Na comunidade do Ariaú, no Rio Andirá, o trabalho de soltura foi dividido entre 20 famílias rurais da Amazônia. Os comunitários assumiram a responsabilidade de, após a coleta dos ovos e eclosão, cuidar dos animais até a soltura.

– Com o projeto, estamos preservando para que daqui há algum tempo essas espécies estejam entre nós e que nossos filhos e netos possam conhecer esses animais-, disse o coordenador do projeto na comunidade de Ariaú, Ivenilson Gomes de Araújo.

Uma equipe de profissionais e estudantes da Ufam acompanha o trabalho dos ribeiros durante o ano todo. Eles coletam dados das espécies devolvidas aos rios. – Com o apoio da universidade e da prefeitura, conseguimos chegar às áreas mais remotas para dar apoio às comunidades -, disse o engenheiro de pesca da Ufam, Thiago Luiz Anízio.

Esta é a 9ª vez que moradores das comunidades rurais que fazem parte do projeto Pé-de-Pincha se reúnem para comemorar a soltura de quelônios no rio Andirá. Somente neste ano, 25 mil filhotes de tracajás, tartarugas, iacá, irapuca e outras espécies serão soltos com objetivo de repovoar os rios e lagos da região.

Fonte: Portalamazonia

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