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Cadela fica com faca cravada no pescoço após ser morta em Rio Claro (SP)

Encontrada ferida na rua, a cadela foi resgatada com vida, mas não resistiu aos ferimentos


Uma cadela ficou com uma faca cravada em seu pescoço após ser agredida até à morte no domingo (2), em Rio Claro, no interior de São Paulo. O tutor da cadela, responsável pela agressão, responderá por maus-tratos.

Pixabay/Nietjuh/Imagem Ilustrativa

A protetora de animais Lucineia Gentil informou que a cadela foi encontrada no bairro Floridiana, a três quarteirões de distância da casa onde morava.

Resgatada com vida, a cadela foi socorrida, mas morreu durante uma cirurgia. As informações são do portal G1.

“Não teve jeito, depois que anestesiaram ela, viram que tinha três facadas na cabeça, uma profunda na nuca e a faca que ficou atravessada na garganta dela cortou a traqueia, repartiu o esôfago dela, ela perdeu a dentição e um pedaço da boca. Foi terrível”, contou.

Após denúncia anônima, o tutor da cadela foi levado à delegacia. Em depoimento, ele confessou o crime e alegou que passava por dificuldades financeiras. O homem foi liberado e responderá por maus-tratos em liberdade.


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Cachorro exausto é arrastado após ser forçado a percorrer quase 10 km

Além do cansaço físico, o cachorro apresentava desconforto térmico e ferimentos nas patas, que deixaram um rastro de sangue por onde ele passou


Um cachorro da raça pit bull foi forçado a caminhar quase 10 km e, quando se negou a andar por estar exausto, foi arrastado pelo tutor. O caso aconteceu em Maceió (AL) na sexta-feira (24). O tutor do animal foi detido após testemunhas acionarem a Polícia Militar.

Foto: Ascom/IMA

O animal, que está recebendo tratamento veterinário, ficou com as patas feridas. Funcionários do Instituto do Meio Ambiente (IMA), que acionaram a polícia, demonstraram interesse em adotar o cachorro, que terá seu destino decidido pela Comissão de Bem Estar Animal da Ordem dos Advogados do Brasil seccional Alagoas (OAB-AL). As informações são do portal G1.

Uma mulher fez o homem parar de forçar o cão a caminhar quando ele passava na frente da sede do IMA. A atitude dela chamou a atenção dos funcionários do instituto, que também decidiram intervir.

Após a polícia chegar, o homem foi encaminhado a uma delegacia. Ele foi autuado por maus-tratos a animais pela Polícia Civil e pelo IMA.

“Ele disse que ia levar o cachorro para a praia, que já era acostumado a fazer esse percurso e que dessa vez resolveu levar o cachorro. Quando estava a poucos metros do IMA, o cachorro não aguentou mais andar e ele começou a arrastar o cachorro, que estava com as patas esfoladas, machucadas, saindo sangue”, contou a assessora do IMA, Clarice Maia.

Foto: Rick Vieira/Arquivo Pessoal

O médico veterinário Rick Vieira foi acionado e esteve no local para prestar atendimento ao cachorro. “O pessoal sabe que eu sou veterinário e me abordou para falar do caso que o cachorro tinha sido trazido das imediações da Polícia Rodoviária Federal, no Tabuleiro, até o Mutange andando. O animal não estava conseguindo ficar em pé, no passeio estava um rastro de sangue, ainda está, inclusive, por conta das feridas”, disse.

“Ele [o cachorro] caminhou por um período muito grande e isso acabou lesionando as patas do cachorro. Ele está até agora sem conseguir ficar em pé. Além disso, ele estava com desconforto térmico muito grande. O pessoal do IMA colocou ele na sombra e ofereceu água junto com os outros populares”, completou.

De acordo com o veterinário e com funcionários do IMA, após ser flagrado pelas testemunhas, o homem tentou colocar o cão em um carro fretado e colocá-lo nas costas para fugir.

Foto: Ascom/IMA

“Eu conversei com a doutora Rosana, da Comissão de Bem Estar Animal, e o animal está sob minha responsabilidade até se restabelecer”, contou o médico veterinário.

Rosana Jambo, presidente da Comissão de Bem Estar Animal, afirmou que o pit bull tem sinais de conchectomia – prática proibida desde 2012 por meio da qual a orelha do animal é cortada para fins estéticos. Além do corte da orelha, a retirada da cauda e a eliminação das cordas vocais também são proibidas pelo Conselho de Medicina Veterinária.

“O tutor vai ter que dizer também quem é que realizou o procedimento, porque isso envolve também um profissional, provavelmente, de veterinária, porque também é outro sinal de maus-tratos. Vamos saber quem fez a mutilação no animal, se foi o agressor, se foi um veterinário”, explicou Rosana Jambo.


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