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ONG recebe 23 casinhas de cachorro feitas por presidiários

ONG recebe 23 casinhas de cachorro feitas por presidiários em Santa Catarina
Foto: Reprodução/ Facebook: ONG Faunamiga

A Associação de Proteção Animal Faunamiga recebeu no final de maio 23 casinhas de cachorro feitas por detentos do presidio de Joaçaba, em Santa Catarina. Essa doação foi feita através de uma parceria entre a ONG e a instituição correcional.

Enquanto a associação forneceu tintas, o presídio solicitou a mão de obra dos detentos para a confecção dos abrigos. A instituição correcional ainda disponibilizou o restante do material necessário para a confecção das casinhas.

A iniciativa diminui a pena dos presidiários: cada três dias trabalhados é um dia a menos de detenção a ser cumprido, além do mais importante da ação, que é devolver o investimento em ressocialização para sociedade através do ato de ajudar animais em situação de vulnerabilidade.

As casinhas foram entregues para os representantes da organização. A ONG Faunamiga é uma associação civil de direitos privados, sem fins lucrativos, que representa no âmbito municipal de Capinzal e Ouro (SC) as pessoas que visam combater a crueldade contra animais.

Suas atividades começaram em 2008, com uma campanha que promoveu mais de quatro mutirões de castrações, totalizando mais de 500 esterilizações de fêmeas, evitando reproduções indesejadas de cães e gatos e reduzindo o abandono.

Ações do bem

O paranaense Ismael Ribas Diniz vive na cidade de Cascavel (PR) e usa seu conhecimento de pedreiro e alguns materiais perdidos dentro da sua casa para construir casinhas de cachorro em troca de doações de alimentos para famílias carentes.

Foto: Reprodução/ CGN

Após receber os alimentos, ele monta cestas básicas e distribui para famílias em situação de vulnerabilidade. Até o momento, ele já entregou mais de cinco casinhas e tem 27 encomendas.

Para alavancar esse projeto, Ismael pede um apoio financeiro, já que recebe apenas R$ 1.300 por mês com o seu trabalho de pedreiro, e com esse valor somente consegue sustentar sua família, não sobrando muito dinheiro para a compra dos materiais.

Quem tiver interesse em ajudar, com materiais ou dinheiro, pode entrar em contato com o Ismael, pelo telefone (45) 99843- 5618 (apenas WhatsApp).


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Protetora de animais troca máscara por ração no Rio de Janeiro

Arquivo Pessoal

A enfermeira Beatriz Marinho, de 26 anos, está trocando máscaras por ração no Rio de Janeiro. O objetivo é alimentar animais em situação de vulnerabilidade. Com a ação, no entanto, ela beneficia também humanos, ao aumentar a proteção de cada um deles, através das máscaras, contra o coronavírus.

Com a campanha, a enfermeira consegue manter a alimentação de cerca de 50 cães e gatos, que vivem na rua ou abrigados em sua casa e em lares temporários. As máscaras entregues a quem oferece a ração e outros insumos para animais são doadas por terceiros.

“Como alimento alguns animais na rua, tenho outros aguardando adoção/tratamento na minha casa e na casa de voluntários, preciso ter sempre ração, sachês e vermífugos. Como não consigo arcar com tudo sozinha, crio sempre estratégias para arrecadar mais. Com o atual cenário, pedi doação de máscaras, pois não sei fazer e trocar por itens essenciais no meu trabalho voluntário”, explicou Beatriz ao portal Grande Tijuca.

“No começo, consegui uma pessoa que decidiu ajudar e me doar o que ele arrecadou. Foram 10 sachês e 3 kg de ração. Recentemente ganhei 24 máscaras para eu mesma realizar a campanha e iniciei neste domingo. Por ora, foram 08 máscaras e 15 sachês, 3 kg de ração e uma que combinei a troca nesta segunda e não sei o que virá”, completou.

Interessados em ajudar, doando máscaras ou ração e insumos para animais, devem entrar em contato com Beatriz pelo telefone 22 980225943. As entregas são feitas na Praça Sete, na Vila Isabel, Verdun, no Grajaú e Praça Vanhagem, na Tijuca.


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Estudo revela segredos da linguagem dos orangotangos

Foto: Phys.org/Reprodução
Foto: Phys.org/Reprodução

No primeiro estudo de campo aprofundado de gestos entre orangotangos selvagens, os cientistas da Universidade de Exeter, localizada no condado de Devon, na Inglaterra, identificaram 11 sinais vocais e 21 “tipos de gestos” físicos.

“Suba em mim”, “eu subo em você” e “retome a brincadeira” estão entre os pedidos que os orangotangos selvagens fazem entre si, dizem os pesquisadores.

Os sons incluíam atitudes e sons batizados pelos cientistas como: “chiado do beijo” (um forte ruído de beijo criado durante a inspiração), o “grumph” (um som baixo que dura um ou dois segundos após a inspiração), o “gorkum” (um chiado do beijo seguido por uma série de grumphs) e a “framboesa”.

Os gestos incluíam acenos, batidas com o pé, colocar o lábio inferior para frente, sacudir objetos e “apresentar” uma parte do corpo, exibindo-a.

As descobertas revelam que os orangotangos respondem de forma ampla e variada à comunicação, reagindo antes do término dos gestos ou em menos de um segundo em 90% das comunicações (excluindo aqueles gestos em que não foi notada expressão de comunicação).
“Observamos orangotangos usando sons e gestos para atingir oito objetivos diferentes – coisas que eles queriam que outro orangotango fizesse”, disse a cientista da Universidade de Exeter, Dra. Helen Morrogh-Bernard, fundadora e codiretora da Bornean Nature Foundation ou BNF (Fundação de Bornéu para Natureza).

“Os orangotangos são os mais solitários de todos os macacos, razão pela qual a maioria dos estudos publicados até hoje foi feita por observação em macacos africanos, e pouco se sabe sobre gestos de orangotangos selvagens.

“Passamos dois anos filmando mais de 600 horas de orangotangos na floresta de turfeiras de Sabangau, em Bornéu, na Indonésia. Enquanto algumas de nossas descobertas apoiam o que foi revelado por estudos em zoológicos, outros aspectos são novos – e destacam a importância de estudar a comunicação em seu contexto natural”.

Uma das novas descobertas é que, enquanto os orangotangos preferem as mãos sobre os pés ao fazer gestos, eles usam seus pés mais que os chimpanzés para esse fim.

As filmagens de 16 orangotangos (sete pares mãe-filho e um par de irmãos) produziram um total de 1.299 sinais comunicativos – 858 sinais vocais e 441 gestos.

Os pesquisadores dizem que mais sinais provavelmente serão identificados no futuro.

Os oito “objetivos” identificados da comunicação foram: “adquirir objeto” (o orangotango que está emitindo a comunicação quer alguma coisa), “subir em mim”, “subir em você”, “subir em cima”, “afastar-se”, “mudar de jogo: diminuir intensidade”, “retomar a reprodução” e “parar com isso”.

Em termos de comunicação física, os orangotangos mais jovens usavam principalmente gestos visuais – enquanto os adultos usavam gestos e toques físicos igualmente.

O toque era mais comumente usado ao se comunicar com um orangotango que não estava prestando atenção.

Os cientistas também observaram que a comunicação vocal aumentava quando o outro orangotango estava fora de vista.

A equipe de pesquisa incluiu o BNF, a Universidade de St. Andrews e o Centro de Cooperação Internacional em Gerenciamento Sustentável de Turfeiras Tropicais (CIMTROP) da Universidade de Palangkaraya.

O artigo, publicado no International Journal of Primatology (Jornal Internacional de Primatologia), é intitulado “Uso de gestos na comunicação entre mães e filhos em orangotangos selvagens (Pongo pygmaeus wurmbii) da floresta de turfeiras de Sabangau, Bornéu”. As informações são do Phys.org.

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Casal troca presentes de casamento por ração para cães resgatados da rua

Um casal de Salto, no interior de São Paulo, inovou ao casar e ao invés de fazer a convencional lista de presentes de casamento, para compor os itens necessários à casa, pediu que os convidados doassem sacos de ração para cachorros resgatados da rua, encontrados em situação de abandono e de maus-tratos.

(Foto: Suellen Fiori/Arquivo Pessoal)

Os beneficiados pela ação solidária foram a ASPA, entidade de proteção animal, e uma protetora de animais independente. Suellen e Rafael Fiori contam que conheceram a ONG em 2016, quando a cadela deles morreu e os dois decidiram adotar outro animal.

“Hoje em dia, as pessoas só pensam nelas mesmas. Nós só queríamos ajudar quem precisa, já tínhamos tudo em casa”, disse Suellen. O casal já era casado no civil e resolveu oficializar a união no religioso. As informações são do portal G1.

O pedido de doação de ração foi colocado no convite do casamento. De acordo com Suellen, alguns convidados se assustaram com a ideia e, lamentavelmente, nem todos colaboraram. O intuito do casal era de arrecadar 500 quilos de ração. A quantidade arrecadada, no entanto, foi de 165 quilos.

(Foto: Studio Art Fotografias)

A fundadora da ASPA, Patrícia Daunt, elogiou a atitude de Suellen e Rafael. “Fiquei tocada pela iniciativa e pelo amor com que eles organizaram tudo. Ainda mais em uma data tão importante para o casal. Tivemos um retorno enorme e mais pessoas estão motivadas a doar”, afirmou.

De acordo com ela, aproximadamente R$ 12 mil mensais são necessários para manter a entidade, além de mais de duas toneladas de ração. Para arcar com o alto custo, a entidade recebe um subsídio da Prefeitura de Itu no valor de R$ 5,5 mil e arrecada o restante através de doações feitas por pessoas sensíveis à causa animal.

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Fotógrafa troca animais por pessoas em fotos que alertam para o consumo de carne

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As imagens são quase assustadoras, mas a verdade é que retratam quase que literalmente aquilo que seres humanos fazem diariamente com milhares de animais. A ideia da fotógrafa Anja Grundboeck, portanto, é realmente apontar, da maneira mais brutal e inclemente possível, o que de fato é e como se dá o incessante consumo de carne que é cometido diariamente.

Para tal, ela resolveu registrar uma ideia simples: fotografar os métodos de morte e cozimento de animais para a alimentação humana, mas mudando um pequeno detalhe: no lugar de bois, cordeiros ou galinhas, ela colocou seres humanos sendo assassinados e cozidos nas fotos.

Sem sequer entrar no terrível aspecto das consequências ambientais a partir da produção e alimentação de gado para a alimentação humana (responsável por grande parte do enorme consumo e desperdício de água e por boa parte dos desmatamentos no Brasil, por exemplo), as fotos de Anja apontam o contundente paradoxo, para dizer o mínimo, a respeito da maneira com que esses animais são mortos e consumidos.

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O ensaio foi ironicamente batizado de “Meat lovers”, ou Amantes da carne, e seu propósito é de fato levantar um debate críticos sobre os profundos efeitos da produção e consumo de carne. O trabalho pode ser visto ao som da canção Meat is Murder, dos Smiths, ou Carne é assassinato – lendo a letra, se tiver coragem, e a melhor definição estará lá.

Para além de tornar-se ou não um vegetariano, o fato é que a produção em massa, e os métodos de aprisionamento, alimentação e morte devem sim, no mínimo ser questionados. É a decisão que separa a civilização da barbárie, afinal, não é sequer preciso imaginar como se sentiria se fosse uma pessoa ali – basta olhar.

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Fonte: Hypeness

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Cachorro é baleado em troca de tiros no Rio de Janeiro e terá que amputar a pata

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Um cachorro foi baleado no Jacarezinho, comunidade da Zona Norte do Rio, durante uma troca de tiros na terça-feira (14). Um morador da região entregou o cão à Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa). Segundo a presidente da instituição, Isabel Cristina Nascimento, o animal, que tem aproximadamente um ano e meio, foi atingido na altura da escápula e passará por uma cirurgia na sexta-feira (17).

“O veterinário disse que não tem como reconstituir a pata dele, então amanhã ele vai passar por uma cirurgia para amputar a pata esquerda. Hoje ele vai ficar de jejum e amanhã terá que receber sangue na cirurgia”, contou Isabel Cristina.

O veterinário contou que o animal corre risco de vida. “Ele corre risco sim, além da fratura exposta, o resultado do exame de sangue apresentou uma anemia. Hoje [quinta-feira, 16] vou coletar uma bolsa de sangue para que ele receba a transfusão durante a cirurgia amanhã [sexta-feira, 17]”, disse João Gustavo Wassita Nogueira, coordenador Veterinário da Suipa.

Fonte: G1

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Portugal: PAN contata OLX sobre a troca de animais online

Plataformas de classificados como o OLX permitem a venda e troca de animais Getty Images
Plataformas de classificados como o OLX permitem a venda e troca de animais
Getty Images

Na sequência de várias notícias sobra a venda e troca de animais em plataformas de classificados online, o PAN enviou uma carta ao diretor-executivo do OLX, Miguel Monteiro, mostrando-se disponível para uma possível colaboração. O objetivo passa por garantir que os “animais deixarão de ser tratados como objetos, contribuindo também para que cada vez mais empresas desta área sejam vistas como exemplo do acompanhamento da evolução civilizacional e ética que o país está a pedir no que respeita à proteção dos direitos dos animais”, refere um comunicado emitido pelo partido esta quarta-feira.

De acordo com André Silva, porta-voz e deputado do PAN, uma das medidas a tomar poderia ser a “advertência explícita de proibição de trocas de animais no momento em que se cria um novo anuncio, complementando com a monitorização mais activa das transações realizadas”. Atualmente, plataformas como o OLX permitem a existência de anúncios que promovem a venda de animais domésticos ou exóticos. O preço é geralmente inferior ao praticado pelas lojas de animais e por criadores certificados e, em muitos casos, os animais, geralmente de raça, são oferecidos em troca de objetos que tenham interesse para o vendedor, como bilhetes para concertos, computadores ou até armas.

“O PAN reforça assim a sua vontade de contribuir para um dialogo aberto e construtivo sobre este tema, que possa gerar formas alternativas e eficazes de avançar para uma sensibilização e consciencialização mais realista em relação à proteção e bem-estar animal. A alteração do Estatuto Jurídico do Animal é uma das medidas mais urgentes e também uma das bandeiras do partido, que pretende assim assegurar que os animais deixam de ser vistos como objetos e de ser tratados como mercadorias perante a lei”, conclui o comunicado.

Em janeiro, a Garra e a Amover, duas associações de apoio animal sem fins lucrativos, lançaram uma petição pública para acabar com a comercialização de animais em plataformas de classificados online. Para além de exigirem a criação de uma lei que termine com a venda ilegal de animais na Internet, as associações pretendem que seja impedido o comércio “sem as devidas condições” e “a sua promoção como objeto de troca”. A petição conta atualmente com 6.425 assinaturas.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: O Observador

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Abacaxi pode ser a solução contra a utilização de couro animal

(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)

Em casamentos e eventos formais nas Filipinas, os homens muitas vezes podem ser vistos usando o ‘Barong Tagalog’, uma peça de roupa bordada fina e transparente usada sobre a camisa. O item é feito de um dos materiais mais surpreendentes: as fibras de folhas de abacaxi – os longos fios das folhas em breve poderão também ser usados para fabricar uma série de outros produtos, desde tênis e roupas a bolsas e estofados de carro.

O chamado Piñatex – ‘piña’ é espanhol para abacaxi – é um novo material criado por Carmen Hijosa, que trabalhou como consultora na indústria de artigos de couro das Filipinas durante a década 1990. Ela não se conformava com o padrão de produção dos bens que utilizam tal material animal e passou a buscar alternativas. Foi então que pensou na força e na textura das fibras das folhas de abacaxi utilizadas no Barong Tagalog.
“Eu estava procurando uma alternativa ao couro. Esse foi o começo do meu pensamento”, confessou a designer espanhola em matéria do The Guardian.

A descoberta veio quando Hijosa percebeu que poderia fazer uma malha não costurada a partir das folhas da fruta. Elas passam por um processo industrial que funciona semelhante à produção do feltro. A aparência, textura e resistência do produto final não deixam a desejar a nenhuma pele animal. Além disso, a confecção resulta em um subproduto que pode ser utilizado como adubo, a biomassa.

(Reprodução/The Guardian)
(Reprodução/The Guardian)

Com o preço do couro extremamente elevado, devido à escassez dos animais, o item está se tornando um luxo no mercado. E, por isso, é necessário haver uma nova opção que o substitua sem ser proveniente de materiais sintéticos. Segundo a inventora, o Piñatex pode ser tingido, impresso e tratado para ter as mais diferentes texturas.

Até agora, a indústria está ansiosa para experimentar o novo tecido, embora Hijosa admita que irá demorar algum tempo para o produto ser definitivamente incorporado no mercado. Ela acredita que os consumidores estão cada vez mais interessados em colaborar com a sustentabilidade e com os produtores por trás do que adquirem;
“Há cada vez mais marcas que procuram novas e sustentáveis matérias têxteis, é exatamente nesta posição que nos colocamos no mercado. É difícil ainda, temos que mostrar bons resultados e isso vai levar tempo. Mas até agora já temos alguns dos primeiros protótipos”, finalizou Hijosa

Em média, um pé de abacaxi tem cerca de trinta a quarenta folhas ao seu redor, tendo cada uma delas um metro de comprimento. Para a produção de um metro quadrado do Piñatex, são necessárias cerca de 480 folhas da fruta, ou o subproduto de dezesseis abacaxis. Países como Brasil, Tailândia, Filipinas, China, Quênia e Gana colhem abacaxis para comercialização a cada quatorze meses. Na maioria das vezes as folhas ainda são desperdiçadas.

Fonte: Yahoo

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Colunistas, Direitos dos Grandes Primatas

A troca

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Não sabemos o que se esconde nessa preferência e porque alguns indivíduos a desenvolvem, mas o amor por calçados do tipo tênis é algo que alguns chimpanzés manifestam a todo momento. Guga, Noel, Carlos, Tião, Cláudio, Emílio e Luke, todos eles desejam ter um tênis com eles, mas acho que Guga é o mais fanático.

Agora anda com três tênis para cima e para baixo, às vezes os leva na boca, para que não atrapalhem o seu andar, outras vezes vai jogando adiante e vai recolhendo cada um na medida em que avança.

Porém, nos últimos anos a situação chegou ao extremo. Eles até pedem para aqueles que por razões de trabalho nos visitam que doem os tênis que estão calçando.

Minha filha Carolina, quando vai ao Santuário, duas ou três vezes por ano, leva tênis velhos (em bom estado) e os calça frente ao Guga, já que ele imediatamente vai pedi-los e ela vai tirá-los dos pés para dar a ele, que demonstra sua felicidade com os gritos típicos dos chimpanzés.

Dias atrás aconteceu uma cena que vale a pena relatar. O dia em que Carolina nos visitou e doou seus tênis, o Prof. Dr. Antônio Carlos da Costa, médico especialista em Cirurgia de Mão e Microcirurgia da Santa Casa de São Paulo e do Hospital Sírio Libanês, nos visitava para uma cirurgia que foi realizada num tumor num dedo de uma das mãos do chimpanzé Pinho (Felipinho).

O Dr. Antônio Carlos já tinha nos visitado outras vezes, sabia da mania do Guga e trouxe um par de tênis velhos (em bom estado), mas como Guga já tinha ganhado um par de minha filha, o levamos ao recinto contíguo, onde outros fanáticos por tênis esperavam. Carlos recebeu um tênis e Tião recebeu outro, e Guga viu a operação.

Dois dias mais tarde, Guga andava com seus dois tênis e se encontrou com Tião, que andava com o dele. Eu dei uma garrafinha de refrigerante gelado sabor Cola para ele, que me pediu que o desse para Tião, a fim de conseguir o tênis. Antes ele já tinha me pedido o tênis que Tião tinha, porém lhe expliquei que não poderia tirá-lo dele pela força. Então como ele sabe que Tião adora refrigerante, percebeu que com essa troca ele poderia conseguir o tênis desejado. Eu ofereci este refrigerante para Tião e lhe falei que era em troca do tênis, ele concordou e me deu o mesmo, que entreguei ao Guga.

Não sei se Tião entendeu que o refrigerante era de Guga e ele abriu mão do mesmo em troca do tênis, mas, guloso como é, aceitou. Após consumir a bebida, olhando Guga com seu tênis e rindo em sua cara, percebeu que fez um mal negócio, aí encheu a boca de água e deu um banho em Guga à distância.

Os chimpanzés do Santuário – especialmente aqueles que nós criamos – estão acostumados a troca ou permuta. Já estivemos em situações complicadas quando eles estavam com chaves, cadeados, celulares e outros objetos, em que a única forma de consegui-los de volta foi oferecendo objetos que eles gostam e desejam. Uma vez, para conseguir meu molho de chaves – com o qual poderiam abrir todas as portas dos recintos –, tive que oferecer três refrigerantes. Eles sabem medir a importância da troca que têm em mãos e como calcular o valor a ser permutado.

Estas pequenas histórias que acontecem com frequência no Santuário nos permitem apreciar as similaridades na conduta que eles têm conosco e seu grau de esperteza e inteligência.

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Quadrilha usava porcos e galinhas como moeda de troca para obter gasolina

Porcos e galinhas viraram moeda de troca entre quadrilhas de contrabandistas e receptadores de óleo diesel e gasolina, crimes praticados há pelo menos três anos, no coração do Pantanal sul-mato-grossense, segundo reportagem na edição de hoje (17) do jornal Correio do Estado.

Policiais civis de Corumbá descobriram e prenderam sete homens supostamente ligados ao bando, que transportava a mercadoria num navio paraguaio.

O grupo negociava o combustível, vindo do Paraguai com fazendeiros da região. Dois dos implicados, um deles o chefe do grupo, moram em Porto Esperança, centenário distrito de Corumbá, segundo a delegada que conduz o caso, Joilce Silva Ramos.

O litro do combustível era comprado por R$ 1 e vendido a R$ 2, presume a investigação.

“Por combustível porcos, galinhas e peixes eram comercializado por uma quantidade ‘x’ de combustível retirada dos navios que por ali passavam”, disse a delegada que calcula que “uma média de dois a três navios por semana passam naquela região de Porto Esperança”.

A polícia, que ainda não concluiu o inquérito, investigou o caso por ao menos três meses. Foram detidos Altair Vieira daSilva, Sérgio Gomes Matos, e Raul Alfredo Aquino Diaz, este último paraguaio, comandante de um navio locado pela Vale Mineradora, que transporta o que extrai na região, a partir de Porto Esperança e a cidade de Ladário.

Conforme a reportagem de Ana Carolina Monteiro e Celso Bejarano , nessa embarcação que trafegava a gasolina e o óleo diesel contrabandeados, o flagrante ocorreu dia 7 de março, uma semana atrás.

Fonte: Correio do Estado

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Tutor anuncia troca de filhotes de cachorro por iPhone em site

Um anúncio em um site de vendas e trocas de produtos chamou bastante atenção. Nele, filhotes de cachorros mestiços de Bull Terrier com Pit Bull estão sendo ofertados em troca de iPhones.

Filhotes em troca de iPhone. (Foto: Divulgação)
Filhotes em troca de iPhone. (Foto: Divulgação)

Segundo o anúncio, um filhotinho vale um iPhone 4S, agora se você quiser levar 2, basta trocar por um iPhone 5 ou um Samsung S4. Para ver o anúncio, clique aqui.

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Fonte: Portal do Dog

Nota da Redação: Esta situação é um absurdo. Deixa explícita a exploração e a objetificação destes cães, que são comparados a aparelhos celulares. Fica claro que ações para evitar este tipo de abuso precisam ser tomadas pelas autoridades responsáveis, já que animais não são mercadorias e uma sociedade moderna precisa lutar contra o abuso dos mesmos.

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Cão é trocado por droga em Cuiabá (MT)

Dois traficantes foram presos no Jardim Passaredo, em Cuiabá, após policiais militares investigarem a denúncia de que um cão da raça chow-chow tinha sido trocado por entorpecente numa boca-de-fumo. Foram presos Wildemberg Bastos de Souza, de 27 anos, e Jhonne Cley Camilo de Sales, de 25. Com eles os policiais apreenderam nove trouxinhas de pasta-base de cocaína. A prisão ocorreu na última quarta-feira (19), por volta das 18 horas.

Segundo os policiais, ao chegar ao local, conhecido como “Boca do Railander”, localizaram as trouxinhas e também um caixa de fibra de celulose para uso de maconha, além de R$ 19 em dinheiro. O entorpecente estava acondicionado numa caixa de metal azul, própria para o tráfico de entorpecentes.

“Fomos atrás do cãozinho roubado, mas encontramos entorpecente mesmo. É possível que o animal tenha entrado por lá, mas ficou por pouco tempo e tenha sido vendido”, observou um dos policiais que participou da prisão da dupla.

Os policiais revistaram o local, mas não encontram mais droga. De lá, os dois foram levados para o Plantão Metropolitano e autuados em flagrante por tráfico de entorpecente. Serão encaminhados para uma unidade prisional da Grande Cuiabá. (AR)

Fonte: Diário de Cuiabá

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