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Toda vez que sente medo garotinha convida pit bull para dormir na cama dela

Foto: Kyle Leary
Foto: Kyle Leary

Mesmo quando Adalynn Leary era apenas um bebê, ela sempre encontrou conforto e alegria ao passar o tempo com seu melhor amigo – um pit bull de 45 kg chamado Fury.

Mas recentemente, a criança precisado da confiança que possui na doçura inabalável do cão mais do que nunca. E ela está oferecendo a ele o mesmo em troca.

No final de novembro passado, um forte terremoto ocorreu perto da casa da família de Adalynn e Fury, no Alasca. Como se isso não fosse suficientemente assustador, os tremores que se seguiram ao episódio deixaram todos todos no limite das emoções.

Tem sido especialmente difícil para Adalynn.

Foto: Kyle Leary
Foto: Kyle Leary

“Nós tivemos mais de 5 mil tremores secundários”, escreveu Kyle Leary, seu pai, nas mídias sociais. “Desde então, Ady tem tido muita ansiedade e problemas para dormir”.

E é difícil culpá-la; a experiência foi certamente assustadora, e não só para ela.

Felizmente, a pequena Adalynn encontrou uma maneira adorável de lidar com seu medo, especialmente à noite, quando pensamentos preocupantes podem facilmente surgir na mente das pessoas. Ela simplesmente olha para seu amigo Fury.

“A única maneira dela vai dormir tranquila é se Fury está lá com ela para protegê-la e aliviar sua ansiedade”, escreveu Leary.

Adalynn estava se aconchegando com Fury no chão. Mas uma noite, ela o convidou para a cama – e, embora provavelmente ainda tremesse de medo, a criança ainda achou forças para se certificar de que seu amigo querido e protetor se sentisse seguro e aconchegado também, cobrindo-o com o cobertor com todo carinho e cuidado.

A cena capturada em vídeo é emocionante:

O vídeo acima tem um ponto forte desde que foi postado online – não apenas por mostrar a ternura e carinho entre Adalynn e seu cachorro, mas também por dissipar discretamente estereótipos negativos sobre pit bulls como Fury. Para Leary, ver sua filha e cão juntos indica uma linda verdade e que ele escreveu sobre:

“Se você os cria com amor, eles só mostram amor”.

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Gatinhos japoneses sentem terremoto segundos antes dos tremores começarem

Relaxando em suas caminhas, cada gato é visto batendo a cabeça segundos antes do edifício ser sacudido por tremores.

Embora o terremoto tenha sido classificado como 3 na escala sísmica de Shindo (que vai até 7), os gatos não perderam tempo em deixar o local em busca de um aconchego mais seguro.

Outros animais permaneceram onde estavam, esperando que algo mais substancial acontecesse.

De acordo com SoraNews24, nenhum dos gatos foi prejudicado durante o terremoto de junho.

Fonte: Sputnik

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Animais preveem tremores por mudanças na água, dizem cientistas

Cientistas dizem que animais podem ser capazes de perceber mudanças químicas que ocorrem na água quando um terremoto está prestes a ocorrer. Este fenômeno poderia explicar os estranhos comportamentos apresentados por animais em períodos que antecedem um tremor de terra.

A equipe de cientistas, integrada por pesquisadores da Nasa, nos Estados Unidos, e da Open University da Grã-Bretanha, começou a investigar os efeitos químicos dos terremotos após observar uma colônia de sapos que abandonou a lagoa em que vivia na cidade de L’Aquila, na Itália, dias antes de um terremoto, em abril de 2009. Os especialistas sugerem que as mudanças no comportamento dos animais passem a ser observadas e integradas aos mecanismos de previsão de terremotos.

As conclusões dos cientistas foram publicadas na revista científica International Journal of Environmental Research and Public Health. O artigo descreve um processo pelo qual rochas sob estresse na crosta terrestre liberam partículas carregadas eletricamente que reagem com a água no solo.

Animais que vivem na água ou perto dela são altamente sensíveis a mudanças na sua composição química, então é possível que eles sejam capazes de sentir essas alterações dias antes de as rochas finalmente se moverem, provocando o terremoto. A equipe, liderada por Friedemann Freund, da Nasa, e Rachel Grant, da Open University, espera que sua hipótese inspire biólogos e geólogos a trabalhar juntos para descobrir exatamente como os animais poderiam nos ajudar a reconhecer alguns dos sinais sutis de um terremoto iminente.

Comportamento estranho

Os sapos de L’Aquila não são o primeiro exemplo de comportamento animal estranho antes de um grande abalo sísmico. Ao longo da história, houve muitos relatos de répteis, anfíbios e peixes se comportando de maneira pouco usual nesses períodos.

Em julho de 2009, horas após um grande terremoto na cidade de San Diego, na Califórnia, Estados Unidos, residentes encontraram dezenas de lulas Humboldt nas praias da região. Essas lulas são normalmente encontradas no fundo do mar, a profundidades de entre 200 a 600 metros.

Em 1975, em Haicheng, na China, muitos moradores relataram ter visto cobras saindo de suas tocas um mês antes de a cidade ser sacudida por um grande tremor. O comportamento das cobras era particularmente estranho por ter ocorrido no inverno, período em que elas deveriam estar hibernando. Em temperaturas próximas de 0ºC, sair da toca era praticamente suicídio para répteis, que dependem de fontes externas de calor para aquecer seus corpos.

Cada um dos exemplos de comportamento animal anômalo citados é único. Terremotos de grandes magnitudes são tão raros que fica quase impossível estudar detalhadamente os eventos associados a eles. E é nesse aspecto que o caso dos sapos de L’Aquila se diferencia.

Êxodo de sapos

A bióloga britânica Grant estava monitorando a colônia de sapos como parte de um projeto de PhD. “Foi muito dramático”, ela lembrou. “(O número de sapos) foi de 96 sapos para quase zero em três dias”.

As observações de Grant foram publicadas na revista científica Journal of Zoology. “Depois disso, fui contatada pela Nasa”, ela disse à BBC. Cientistas da agência espacial americana vinham estudando as mudanças químicas que ocorrem quando as rochas estão sob extremo estresse. Eles se perguntaram se essas alterações estariam associadas ao êxodo em massa dos sapos.

Agora, exames laboratoriais feitos pela equipe revelaram que a crosta da Terra pode afetar diretamente a composição química da água dentro do lago onde os sapos viviam e se reproduziam naquele momento. O geofísico americano Friedemann Freund demonstrou que quando rochas estão sob níveis muito altos de estresse – provocado, por exemplo, por imensas forças tectônicas logo antes de um terremoto – elas liberam partículas carregadas eletricamente.

Essas partículas se espalham pelas rochas nas imediações, explicou Freund. E quando chegam à superfície da Terra, reagem com o ar, convertendo moléculas de ar em partículas carregadas eletricamente.

“Íons positivos presentes no ar são conhecidos na comunidade médica por provocar dores de cabeça e náusea em seres humanos e por aumentar o nível de serotonina, um hormônio associado ao estresse, no sangue de animais”, disse Freund. Essa reação química em cadeia poderia afetar matéria orgânica dissolvida na água do lago, transformando substâncias orgânicas inofensivas em materiais tóxicos para animais aquáticos.

Trata-se de um mecanismo complicado e os cientistas enfatizaram que a teoria precisa ser testada. Grant disse, no entanto, que esta é a primeira descrição convincente de um possível mecanismo que funcionaria como um “sinal pré-terremoto” que animais aquáticos, semi-aquáticos ou que vivem em tocas seriam capazes de perceber, reagindo a ele.

“Quando você pensa em todas as coisas que estão acontecendo com essas rochas, seria estranho se os animais não fossem afetados de alguma forma”, ela disse. Freund afirmou que o comportamento de animais poderia ser um entre vários acontecimentos interligados que poderiam prever um terremoto.

Fonte: Terra

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Animais podem sentir as catástrofes ambientais antes dos seres humanos

Alguns acontecimentos fortalecem a teoria de que os animais são dotados de um “sexto sentido” , uma relação muito próxima com os segredos da natureza. Os “irracionais” parecem ter premonição, pois conseguem prever as catástrofes ambientais.

Considerados por uns como uma simples coincidência , outros suspeitam que, por eles terem os sentidos mais aguçados que os do ser humano, são capazes de captar vibrações e mudanças na pressão do ar, percebendo até as primeiras ondas que vêm do centro da terra e por isso fogem, buscando encontrar um local que ofereça segurança.

De toda maneira, um fato é certo: os animais sabem o que vai acontecer antes de nós. As pesquisas sobre o comportamento animal merecem ser aprimoradas, buscando uma forma de permitir que os seres humanos aproveitem os alertas dos animais perante as manifestações da natureza.

O histórico de catástrofes ambientais anunciadas pelos animais é muito antigo. Existem relatos de testemunhas que viram aves e outros bichos migrando antes do surgimento de terremotos, maremotos e erupções vulcânicas.

Oficialmente, o interesse pelo tema teve início em 1975, quando os funcionários da cidade chinesa de Haicheng foram surpreendidos pelo comportamento anormal dos animais e resolveram evacuar a cidade de 90 mil habitantes. Pouco depois um terremoto de escala 7,3 atingiu a cidade destruindo 90% dos edifícios.

Especialistas em sismologia em Nanning, província de Guangxi, decidiram usar cobras para prever abalos sísmicos. Monitoram, 24 horas por dia, um conjunto de cobras e ninhos delas, com o intuito de prever terremotos. Eles acreditam que as cobras podem sentir a libertação de energia que dá origem aos tremores de terra cerca de 120 horas antes de serem registrados pelos sismógrafos e de humanos sentirem o chão a tremer debaixo dos pés.

Em 1755, o filósofo alemão Immanuel Kant observou uma multidão de minhocas saindo do subsolo perto de Cadiz, sul da Espanha, oito dias antes do “desastre de Lisboa” atingir Portugal, provocando o grande terremoto.

No dia 25 de junho de 1966, os moradores de Parkfield, na Califórnia, Estados Unidos, foram invadidos por cobras cascavéis. Eles não entendiam por que os répteis fugiram das colinas. A resposta chegou dois dias depois quando a área foi atingida por um terremoto.

No dia 22 de fevereiro de 1999, pequenos antílopes fugiram da região montanhosa austríaca do Tyrol para os vales, algo que não costumavam fazer. No dia seguinte, uma avalanche devastou a vila austríaca de Galtur no Tyrol, matando dezenas de pessoas.

Em 28 de fevereiro de 2001, um grupo numeroso de gatos se escondeu, sem motivo aparente, 12 horas antes de um terremoto que atingiu a área de Seattle. Uma ou duas horas antes, outros animais se comportaram de forma ansiosa , enquanto alguns cães latiram de forma desesperada, assim como cabritos e outros animais demonstraram sinais de medo antes de o terremoto chegar.

No dia 26 de dezembro 2004 ocorreu um tsunami no Oceano Índico, contando mais de  285 mil vítimas fatais. Ondas gigantescas entraram até 3,5 quilômetros terra adentro na maior reserva ecológica da ilha, onde existem milhares de animais. As aves domésticas, galinhas e patos, principalmente, subiram para árvores ou lugares altos, mas ninguém pareceu perceber o drama que se iria abater sobre as populações costeiras dos países que sofreram esta catástrofe.

Vários turistas se afogaram na reserva ecológica, mas, para surpresa das autoridades, não foi encontrado nenhum animal morto. As autoridades que cuidam da fauna no Sri Lanka informaram que, apesar da perda de milhares de vidas humanas no maremoto que atingiu o sul da Ásia, não houve registro de mortes entre animais na reserva e que o número de animais mortos na região, foi infimamente menor que o das pessoas.

Pouco antes de ocorrer a grande tragédia que abalou o Haiti , no dia 12 de janeiro de 2009, o cão chamado K9 , que estava sossegado, deitado no meio de um escritório, manifestou de repente um forte desejo de fuga do local, como se tivesse captado um sinal de alerta. Segundos depois começou o tremor e pessoas correndo em busca de saída. O fato, relatado numa matéria recente do Daily Mail, divulga um vídeo que registrou o momento exato em que este cão labrador sai em disparada momentos antes de um tremor e, na sequência, as coisas começando a cair por todos os lados.

O veterinário PhD Robert Eckstein, estudioso do comportamento animal no departamento de biologia da Warren Wilson College, em Asheville, Estados Unidos, afirma: “eles sentem aspectos do mundo real que nós não temos conhecimento.”

Fonte: O Radical

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