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Bósnios elegem cachorro como o 24º jogador em treino na praia em Guarujá (SP)

Foto: Alexandre Lopes
Foto: Alexandre Lopes

Antes do amistoso contra a equipe sub-21 do Santos, os jogadores da seleção da Bósnia-Herzegovina fizeram um treinamento leve, na manhã da última segunda-feira (09), na Praia da Enseada, em Guarujá. Com exceção do capitão Spahic, que estava cansado, todos os jogadores correram durante 20 minutos na areia e depois fizeram exercícios de alongamento. O destaque da atividade, porém, ficou por conta de um cão apelidado como BosDog.

No início das atividades, todas as atenções estavam voltadas para o meia Pjanic, ídolo da seleção que atua no Roma, da Itália. Na noite de domingo, ele apareceu no saguão do hotel com dificuldades para andar. O meia mancava e estava com parte do pé direito enfaixado, o que aconteceu, segundo um membro da comissão técnica, por causa de uma pancada sofrida no treino da noite desse domingo.

Com Pjanic treinando normalmente ao lado dos companheiros, os holofotes acabaram ficando todos voltados para BosDog. O cão, aparentemente de rua, correu em direção aos bósnios logo que eles chegaram à praia. Durante todo o treinamento, BosDog liderou os jogadores, sempre correndo à frente dos atletas como se estivesse escoltando os astros da seleção da Bósnia-Herzegovina. Após 20 minutos de corrida, o cachorro aproveitou o momento de alongamento dos atletas e deitou entre os jogadores para descansar.

Mais do que acompanhá-los, BosDog recebeu carinho dos jogadores e da comissão técnica da Bósnia. Em vários momentos os atletas provocaram o animal para que ele continuasse ditando o ritmo do treinamento dos europeus, que não se preocuparam com a presença do animal e o elegeram como o 24º jogador.

A Bósnia faz, nesta segunda-feira, às 18h, o terceiro e último amistoso de preparação para a Copa do Mundo. Após vencer Costa do Marfim (2 a 1) e México (1 a 0), encara a equipe sub-21 do Santos, no estádio Antonio Fernandes. A estreia na Copa será contra a Argentina, neste domingo, no Maracanã, no Rio de Janeiro.

Fonte: globoesporte.com

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SPCA emite alerta contra exploração de animais para corridas

Por Natalia Cesana  (da Redação)

Foto: Brian Snyder/Reuters

O Conselho Nacional da Sociedade de Prevenção à Crueldade contra os Animais (SPCA) declarou, por meio de sua porta-voz, que os animais sofrem quando são usados em esportes ou para o entretenimento humano. “O conselho se opõe a qualquer prática que cause sofrimento aos animais durante o treino ou mesmo durante a apresentação”, disse Celeste Housemen, porta-voz da SPCA ao jornal Times Live.

No sábado, um cavalo foi morto depois que quebrou a perna da frente durante o Vodacom Durban July, na África do Sul. “Este é um exemplo clássico do motivo pelo qual a SPCA se opõe a corridas com animais. A tragédia é que o cavalo se machucou e ainda precisou ser eutanasiado”, disse Houseman.

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Atletas veganos: dieta livre de produtos animais

Por Giovanna Chinellato (da Redação)

Muitos atletas usam o esporte como desculpa para continuar comendo carne, mesmo no Great American Meatout. ”Como vão manter a forma muscular sem proteína animal?”, perguntam. Mas uma olhada rápida em alguns dos atletas veganos pode fazer com que mudem de ideia. Eles não são o veganos magrinhos estereotipados da imaginação popular.

Robert dos Remedios vem treinando atletismo desde 1988. Em 2006, foi ganhador do prêmio nacional de Força e Condicionamento Profissional. Ele é vegano há mais de 20 anos. Com um peso muscular de 110 kg e 11-12% de gordura corporal, dos Remedios diz: “Eu nunca tive problemas em manter massa muscular e força com uma dieta vegana”. Ele também não cai na história de que soja faz os homens ficarem afeminados: “Não acredito em boatos, gente… Se vocês vissem o tanto de soja que eu como, bem, vamos apenas dizer que eu deveria ser Roberta então”.


Robert dos Remedios (Foto: Freewebs.com)


Jon Hinds é o fundador do Monkey Bar Gym em Madison, Wisconsin, nos Estados Unidos. Um vencedor de duas medalhas de ouro em jiu-jitsu brasileiro, Hinds, 46, se tornou vegano perto de seu quadragésimo aniversário. Em uma entrevista, ele explicou: “Me tornei vegano por diversas razões. Uma, não gosto de matar animais. Duas, quero comer melhor para o mundo. E três, eu desenvolvi uma dor muito grande na mão pelo que eu acreditava serem minhas décadas de treino de jiu-jitsu brasileiro”. O que o veganismo tem a ver com a dor? De acordo com Hinds, “todos os produtos de origem animal e sua natureza ácida retiram o cálcio dos ossos, o que se manisfesta inicialmente com dores nas mãos”. Depois de cortar a carne de sua dieta, sua dor “desapareceu completamente por dois meses”. Hoje, Hinds diz, como vegano, que pode “mostrar às pessoas o quão saudável e vibrante você pode ser sem ter uma dieta com base no sofrimento de animais”.


Jon Hinds (Foto: Animals Change)


Quando Jon Hinds queria aprender mais sobre manter a força e músculos com base em uma dieta vegana, uma das pessoas que procurou foi seu amigo Mike Mahler. Mahler é um renomado treinador de força e condicionamento, e deve ser o quinto ou sexto melhor treinador de kettlebell nos Estados Unidos. Vegano há quase 15 anos, Mahler diz que “queria fazer algo para aliviar o sofrimento dos animais no mundo. “E, somado ao fato de não comer carne ou produtos de origem animal, eu não uso couro, e faço meu melhor para evitar produtos testados em animais”. Ser vegano tornou mais difícil para Mike Mahler manter seu treino? Não, de acordo com ele: “Consumir tudo o que eu preciso para suprir minhas necessidades numa vida vegana não é difícil se você souber o que está fazendo.”


Mike Mahler (Foto: Gaijin Kettlebell.com)


Três treinadores de forças diferentes. Três caras grandes e musculosos. Todos veganos. Todos provas vivas de que uma dieta com compaixão, livre de produtos animais, não é um impasse para atletas manterem condicionamento físico, força e músculos.

Com informações de Animals Change

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Cães ajudam a preservar espécies protegidas em Portugal

Imagem: Diário de Notícias
Imagem: Diário de Notícias

“Balita, busca, busca!” Ao incentivo do tratador, a cadela pastora-alemã corre pelo meio do mato e, poucos minutos depois, para e indica um pássaro morto. O jogo faz parte da demonstração do Projeto Cão-Biólogo, desenvolvido pela empresa Bio3 em parceria com a Unidade Especial da Polícia de Portugal. O pássaro morto tinha sido escondido para demonstrar a eficácia da cadela na busca e detecção de cadáveres de aves e morcegos, uma técnica que visa à conservação de espécies protegidas.

Balita, uma pastora-alemã de três anos de idade, é a nova arma da defesa do ambiente em Portugal. O melhor amigo do homem já ajudava nos mais diversos fins, da busca e salvamento à detecção de droga e explosivos. Agora, também temos cães especialistas na monitorização ambiental. Balita foi o primeiro cão treinado para busca e detecção de cadáveres de aves e morcegos, usado para o estudo do impacto de parques eólicos e linhas elétricas. Faz parte do Projeto Cão-Biólogo, um serviço inovador em Portugal, apresentado nesta quinta-feira (10) à comunicação social pela empresa Bio3, no parque eólico da serra dos Candeeiros, em Rio Maior.

No alto da serra, o nevoeiro cerrado não deixa ver um palmo à frente dos olhos. Indiferente ao frio e umidade, Balita corre pela vegetação com visível alegria.

Miguel Mascarenhas, da empresa Bio3, disse que teve conhecimento desta metodologia já usada há algum tempo nos EUA. “Fizemos a proposta à Unidade Especial da Polícia, uma das instituições mais credenciadas no treino de cães, e que aceitou o desafio, tendo iniciado em abril de 2008 os treinos de dois cães e dois técnicos da Bio3”, disse este biólogo que fez formação com a Cássia, a segunda cadela usada neste projeto.

Entre os observadores deste exercício, além dos jornalistas e técnicos do Instituto de Conservação da natureza, estavam a comissária Paula Monteiro, da Unidade Especial da Polícia, e o agente especial Miguel Lemos, do Grupo Operacional Cinotécnico, que apoiam este projeto.

A comissária Paula Monteiro justificou a participação da PSP neste projeto pioneiro com “a importância da defesa do ambiente”, assim como a necessidade de termos uma “polícia moderna com consciência do seu papel e responsabilidade social”. A Unidade Especial de Polícia já tinha cães de busca e salvamento, de detecção de drogas e explosivos, e recentemente criou grupos de detecção de armas de fogo e possui ainda cães para operações táticas. Agora, em parceria com a Bio3 surgiu este projeto pioneiro em Portugal.

“A monitorização ambiental dos parques eólicos e a proteção das espécies é do interesse da sociedade, por isso aceitamos esta parceria com a Bio3”, disse a comissária Paula Monteiro.

Com o recurso a estes cães treinados especialmente para detectar cadáveres de animais, esta solução pretende conferir maior rigor nas avaliações de impacto ambiental e nos estudos e monitorizações de biodiversidade.

Prova disso, Balita descobre, um após outro, todos os cadáveres das aves escondidos na vegetação, recebendo satisfeita os elogios e carinhos do tratador. Para o animal, tudo isto é um jogo, uma brincadeira que faz com alegria infantil.

Mas, para as aves e morcegos,  este é um trabalho sério que pode significar a sobrevivência de muitas espécies protegidas.

Fonte: Diário de Notícias

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Você é o Repórter

Expo Seropédica 2009 passa dos limites éticos e é registrada por ativista anônimo

ULA
contato@uniaolibertariaanimal.com

A Expo Seropédica, insiste em apresentar provas com animais, e o rodeio a noite, “serviço” tercerizado pela Companhia de Rodeio Marca 70, que transporta os animais de Limeira – SP, para Seropédica – RJ, para serem usados nesse “espetáculo” que mistura crueldade, entretenimento chulo, política e dinheiro.

Expo Seropédica com patrocínio da Itaipava e realização pela Câmara Municipal
Expo Seropédica com patrocínio da Itaipava e realização pela Câmara Municipal

A Expo Seropédica é realizada pela própria Prefeitura de Seropédica e tem o apoio, pasmem, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Esse ano o Ula – União Libertária Animal, realizou campanha educativa nas ruas, pedindo que a população tenha um posicionamento crítico e ético acerca desse tipo de evento e o boicote, mesmo com os shows de cantores famosos.

Após a realização do evento, recebemos imagens de um ativista que prefere não ser identificado porque recebeu ameaças de peões ao registrar os animais durante o evento. Essas são algumas das fotos do que ocorre na Expo Seropédica 2009 durante o rodeio da Marca 70. Em breve, disponibilizaremos mais fotos e vídeos chocantes de agressões explícitas que ocorreram nesse evento para que isso sirva de conscientização da população e pressão das autoridades.

Uso de vara de choque, proibido por lei. A lei regulamenta mas não há fiscalização.
Uso de vara de choque, proibido por lei. A lei regulamenta mas não há fiscalização.

O grupo Ula é contra rodeio pelo simples fato de  usar animais para benefício humano, sofrendo abusos ao retirarem sua liberdade e vida natural. Os maus tratos físicos são apenas agravantes, não havendo justificativa alguma para a perpetuação dessas atividades, que não o desrespeito, falta de ética e especismo.

Manifestação
Manifestação

Também não entramos em discussões cíclicas sobre o uso do sédem, tendo em vista que, qualquer um que realmente for a um rodeio, registrará os maiores atos de abuso e maus tratos nos currais, fora da arena; sem contar os processos fora do evento: treinos, transportes, acomodações, mochação, etc.

“PERTO DO QUE OCORRE NOS BASTIDORES, O APERTÃO DO SÉDEM REALMENTE VIRA COSQUINHA.”

Veja mais: www.uniaolibertariaanimal.com/rodeio

Assinem a petição contra as provas com aniamis na Expo Seropédica, e para a retirada do apoio da UFRRJ a esse tipo de atividade:
http://www.uniaolibertariaanimal.com/rodeio/peticoes.htm

Att.
Equipe ULA – União Libertária Animal
Pelo Fim da Exploração e Banalização da Vida Senciente
www.uniaolibertariaanimal.com

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