Foto de um cão
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Hospital dos EUA anuncia fim da tortura de cães em programa de treinamento médico

A organização sem fins lucrativos Physicians Committee for Responsible Medicine (PCRM) informou o NEOMED que isso arquivaria uma queixa federal e faria outdoors denunciando a exploração de animais vivos pelo programa.

Foto de um cão
Foto: Reprodução, VegNews

O CCSPH decidiu acabar com o programa no mesmo dia. “Nós encerramos o nosso envolvimento com o programa laboratorial da NEOMED imediatamente”, disse o CCSPH em uma declaração.

“Inicialmente, estávamos pensando em acabar com essa parte do treinamento de residência no Departamento de Emergência do South Pointe Hospital  até o fim deste ano. Após maior reflexão, agilizamos o processo de descontinuação e estamos procurando alternativas para prosseguir devidamente com nosso treinamento de residentes da Medicinal Emergencial”, acrescentou.

A PCRM aplaudiu a rápida ação: “Acreditamos que o fim do uso de animais no treinamento da medicina de emergência pelo CCSPH e o NEOMED terá um efeito dominó em outros programas não apenas em Ohio, mas em todo o país”, disse o diretor de assuntos acadêmicos da PCRM John Pippin à VegNews.

Pippin revelou que, com a decisão de CCSPH, 90% dos 175  programas de residência de medicina de emergência pesquisados nos Estados Unidos atualmente usam métodos de treinamento relevantes em vez de animais, incluindo 10 outros programas em Ohio.

Em uma ação semelhante ocorrida em 2016, o PCRM fez com que a prestigiada escola de medicina da Universidade Johns Hopkins acabasse com a obrigatoriedade do treinamento médico em leitões vivos.

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Ativistas durante protesto
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Ativistas protestam contra uso de animais em treinamento médico de militares

A manifestação, uma das dúzias planejadas por ativistas em instalações militares pela PETA em todo o país, fez parte de uma campanha que visa acabar com o treinamento médico militar envolvendo cabras e porcos.

Ativistas durante protesto
Foto: Jerilee Bennett, The Gazette

A prática cruel, conhecida como treinamento em tecidos vivos, envolve balear ou esfaquear cabras ou porcos sedados para ensinar aos soldados a tratar os ferimentos que podem ocorrer no campo de batalha. Em última análise, os animais são mortos.

A PETA afirma possuir um vídeo do treinamento que mostra a amputação de uma perna em Virginia Beach, na Virginia.

O membro da organização Tricia Lebkuecher ressalta que o treinamento é ineficaz e que, em abril, a Guarda Costeira suspendeu o treinamento em tecidos vivos, segundo o Gazette.

“A anatomia de cabras e porcos difere drasticamente da de um ser humano. Os simuladores humanos de alta tecnologia que respiram, sangram e até morrem são muito mais rentáveis, mais humanos e podem treinar adequadamente os membros do serviço”, declarou Lebkuecher.

Lebkeucher enfatizou que os simuladores são a melhor opção porque não matam animais e possuem um custo menor.

Os funcionários de Fort Carson disseram que estavam cientes do protesto.

“Todo cidadão americano tem o direito de protestar pacificamente. O direito de protestar é uma proteção oferecida pela Constituição dos EUA”, afirmaram os funcionários de Fort Carson em um comunicado.

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Destaques, Notícias

Austrália proíbe uso de animais vivos em treinamentos médicos

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: PETA

Depois de uma extensa campanha de quase quatro anos feita pela PETA e pela Humane Research Australia, o Colégio de Cirurgiões Royal Australasian (RACS) anunciou que irá parar de usar animais em treinamentos de trauma.

Isso significa que porcos e ovelhas vivos não terão mais suas gargantas, peitos ou membros cortados como se fossem objetos inanimados.

Philip Truskett, presidente do RACS, confirmou a decisão do grupo depois de se sentir estimulado pelos ativistas a estudar a tecnologia avançada de simulação humana.

Até o final deste ano, o RACS eliminará gradualmente o uso de animais vivos em seu programa Early Management of Severe Trauma, que treina médicos civis e oficiais médicos da Força de Defesa australiana para o tratamento de lesões traumáticas.

Milhares de pessoas enviaram emails para os funcionários do RACS por meio da ação online dos ativistas. Mais de 100 mil pessoas assinaram uma petição da PETA da Austrália e anúncios e protestos exibiram inúmeros “porcos” abertos, segundo a organização.

Atualmente, há uma legislação bipartidária dos EUA que, se aprovada, poupará milhares de animais  de mortes horríveis e fornecerá um melhor treinamento para militares salvarem tropas feridas no campo de batalha, além de eliminar o desperdício de milhões de dólares dos contribuintes.

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