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Cachorrinha traumatizada ganha casinha feita especialmente para ela

Rocky Kanaka já lidou com muitos cães em sua vida, mas nada que ele tenha vivido poderia prepará-lo para o que ele estava prestes a encontrar. Uma cachorrinha aterrorizada, chamado Blossom, que foi resgatada e levada para o abrigo junto com outros 150 cães.

Blossom tinha medo de absolutamente tudo.

A pobre cachorrinha havia se desligado mentalmente do mundo e não sabia mais agir como um cachorro. As semanas se transformaram em meses e ela não conseguia parar de tremer ao menor sinal da presença humana. Então, Rocky sabia que ele tinha que fazer algo para mudar a vida daquele animalzinho assustado e ajudá-la.

A sensação de grama em seus pés, a luz do sol e até o contato visual com algum humano eram apenas algumas das coisas que faziam Blossom se esconder debaixo de uma mesa. Então, Rocky decidiu remover a mesa e construir uma pequeno refúgio especial só para ela.

Pouco a pouco, Blossom começou a sair de sua concha. Depois de dois meses, ela até pulou no sofá para se aconchegar com seu pai adotivo! E agora chegou o dia em que ela finalmente saiu e correu abanando o rabo para ele pela primeira vez.

Essa cachorrinha adorável percorreu um longo caminho e está pronto para viver sua nova vida, graças à dedicação de Rocky Kanaka. Veja a transformação de Blossom no vídeo abaixo:

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Cadela traumatizada é resgatada após ser abandonada pelos tutores

Uma cadela que viveu oito anos em uma casinha no quintal de uma residência no estado norte-americano da Pensilvânia, ia ser abandonada pelos tutores após eles receberem uma ordem de despejo. “Aqui é onde ela viveu. Por oito longos anos, é tudo o que ela já conheceu”, escreveu Janine Guido, fundadora da Speranza Animal Rescue, ao publicar o caso da cadela em rede social.

(Foto: Divulgação)

Pamela, como é chamada, foi descrita por Janine como uma cadela “com um coração partido”. Ela foi encontrada com feridas pelo corpo, causadas pelo ambiente sujo e insalubre onde vivia, e com problemas emocionais que, segundo a fundadora da ONG que a resgatou, “são os mais difíceis de curar”.

No dia do resgate, Janine foi até o local após ser avisada por um corretor de imóveis que a cadela seria abandonada. O tutor da cadela chegou na casa pouco depois e carregou a cadela para o carro. Em momento nenhum, ele demonstrou estar mal ao entregar Pamela. “Ele apenas fechou a porta e voltou para a casa para pegar seus pertences”, contou Janine.

Após ser retirada do local, o tratamento médico, para os problemas físicos e psicológicos de Pamela, começou. No início, a cadela tremia de medo toda vez que alguém falava com ela. “Apenas o olhar dela quebrava meu coração”, disse Janine. As informações são do portal Best Of Web.

(Foto: Divulgação)

Dias depois, entretanto, Pamela passou a dar sinais de melhora. “Esta manhã em nossa caminhada, ela ficou literalmente presa ao meu lado, nunca se movendo a mais de um pé de distância. A cada cinco ou dez passos ela olhava para mim, pulava e colocava as pernas na minha cintura. Quando me ajoelhei, ela começou a beijar meu rosto. Quase como se estivesse dizendo: ‘estou bem agora’”, afirmou a ativista.

Apesar dos avanços, a cadela ainda tem questões a serem trabalhadas devido ao trauma que possui. “Ela será completamente examinada e ficará conosco até que possamos conhecer todos os seus gostos e desgostos”, disse Janine ao site The Dodo. “Mas esperamos que ela esteja pronta para uma família no futuro próximo”, completou.

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Histórias Felizes

Cabra traumatizada se recupera e conhece a bondade humana

Diversos outros animais que viviam na propriedade de Hazel foram atacados por um cão, segundo o One Green Planet.

A cabra e os animais restantes foram salvos e levados para santuários seguros e amorosos.

Foto: Reprodução, Facebook, The Gentle Barn Missouri

Hazel teve muita dificuldade em superar o sofrimento emocional, mas lentamente tem feito progressos e é evidente que ela deseja ser amada.

Foram necessárias algumas semanas, mas a doce cabra  finalmente pediu para ser acariciada, o que é um grande passo para um animal que passou por tantos traumas.

O The Gentle Barn Missouri demonstra bondade e compaixão por animais e crianças em necessidade. A organização salva animais que são vítimas de abuso e negligência, oferecendo-lhes um lar seguro e permanente. Eles também ajudam as pessoas, especialmente jovens em risco, a se reconectarem com os animais e a natureza.

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Notícias

Cadela traumatizada reaprende a confiar em humanos após resgate

Uma cadela que vivia no estacionamento de uma empresa desenvolveu um enorme trauma por ter sido maltratada na rua. Após passar o inverno todo dormindo no chão frio, sem abrigo para se proteger, voluntários da Howl of a Dog foram informados da situação de abandono em que a cadela estava e decidiram resgatá-la.

A cadela passou o inverno inteiro na rua, dormindo no chão frio (Foto: Reprodução / YouTube /Howl of a Dog)

O resgate não foi fácil. Os integrantes da entidade tiveram que ser pacientes para conseguir retirar a cadela da rua. Traumatizada, ela não permitia contato humano. Latia e se comportava com desconfiança e medo. Os voluntários, entretanto, não desistiram e, algum tempo depois, com a supervisão de um veterinário, a equipe fez uso de um tranquilizante e, assim, conseguiu resgatá-la.

Após o resgate, a cadela foi se sentindo mais segura e se acalmando, permitindo que fosse ajudada. Zuzi, como passou a ser chamada, estava repleta de pulgas e de feridas pelo corpo e também extremamente fragilizada psicologicamente.

Após ser resgatada, Zuzi ganhou uma cama com o nome dela escrito (Foto: Reprodução / YouTube /Howl of a Dog)

Os cuidados que foram dados a cadela na clínica veterinária e todo o amor e respeito com que ela passou a ser tratada pelos voluntários da entidade fizeram com que, aos poucos, Zuzi recuperasse a confiança nas pessoas.

Distante da realidade vivida por ela no passado, hoje a cadela não dorme mais no chão frio e tem uma confortável cama com seu nome escrito.

Confira a transformação de Zuzi no vídeo abaixo:

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Cadela aterrorizada só se acalma com a aproximação de outro cão

A cadela Saint foi encontrada nas ruas do Brooklyn, em Nova York, numa manhã após ter vagado a noite inteira procurando um lugar seguro para descansar. Quando ela por fim parou em um local, as pessoas que levavam seus cães para passear começaram a notá-la.

Só que, apesar de vários tentarem ajudar, Saint não deixava ninguém se aproximar. A pobre cadela estava totalmente aterrorizada. Até que a pessoa certa apareceu.

Foto: Gina Gregorio

Por volta das 8h, Gina Gregorio, uma moradora da região, recebeu uma mensagem de seu vizinho perguntando se ela não poderia dar uma olhada em Saint quando fosse passear com o seu cão, Saltie. Quando ela chegou, Saint ainda estava muito assustada, mas Saltie sabia exatamente o que fazer.

Gina contou ao site The Dodo que a cadela “estava se encolhendo enquanto um grupo de pessoas e cachorros tentavam ajudar”. “Para todos que chegavam perto ela rosnava e se enrijecia. Eu fui até o mercado, peguei pedaços de peito de frango e joguei para ela. Ela os ignorou”, contou Gina.

Mas o cachorro Saltie, sem querer deixar um pedaço de comida perfeito ser desperdiçado, foi se aproximando discretamente e começou a comer o frango que era pra Saint. Quando Saint viu Saltie comendo a comida, imediatamente começou a relaxar.

Ver outro cachorro calmo próximo a ela parece ter ajudado Saint a crer que tudo ficaria bem, e os dois cães comeram lado a lado por um tempo. O que deu um tempo para Saint se acostumar com a ideia de que todo mundo em volta dela estava tentando ajudar.

Foto: Gina Gregorio

Aos poucos Saint se acalmou o suficiente para deixar pessoas se aproximarem e então foi levada ao Brooklyn Animal Care Center (Centro de Cuidados Animais do Brooklyn). Quando chegou ao abrigo, Saint estava bastante assustada e novamente se aterrorizava quando alguém tentava se aproximar.

Só depois que funcionários a levaram para brincar do lado de fora é que Saint começou a se deixar aproximar e em pouco tempo virou um cachorro completamente diferente. Em pouco tempo, Saint adorava ganhar atenção e carinho de seus amigos do abrigo e sempre distribuía beijos em troca. Hoje ela já foi adotada e agora tem uma família.

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Destaques, Notícias

Traumatizada com a perda de sua família, elefanta é forçada a se separar de bebê em zoo

Os assassinatos eram um programa de governo que alegava querer proteger a vegetação e a biodiversidade na área.
Os elefantes foram mortos indiscriminadamente. Tanto matriarcas quanto bebês foram assassinados.

Will Anderson, um membro do grupo In Defence of Animals, declarou: “Esse foi um momento em que oficiais da vida selvagem disseram que os próprios elefantes eram o problema em vez das pessoas, então cometeram esses assassinatos brutais. Até hoje, esse massacre ecoa na vida de Seeni”.

Foto: Pittsburgh Zoo & PPG Aquarium

Toni Frohoff, outro membro da organização e que é especialista no comportamento e na biologia de animais selvagens, concorda com ele e explica que Seeni ficou profundamente traumatizada, algo que a afeta até hoje.

Após a morte de sua família, a pequena elefanta foi transportada para uma reserva privada de animais selvagens em Botswana. Porém, seus problemas não acabaram.

Ela foi forçada a transportar turistas em suas costas e, quando atingiu a maturidade, foi levada para outro campo, onde deveria procriar.

Seeni engravidou rapidamente, mas seu bebê só viveu durante três semanas antes de falecer. Segundo Anderson, ela não sabia como cuidar dele. [A sua] falta de habilidades maternas não é surpreendente, já que ela ficou órfã aos dois anos sem a chance de aprender a cultura e as habilidades dos elefantes.

Foto: Pittsburgh Zoo & PPG Aquarium

Em 2011, Seeni foi transferida novamente, desta vez para o International Conservation Center (ICC), um centro de pesquisa que faz parte do Pittsburgh Zoo, na Pensilvânia (EUA). Um dos principais objetivos do centro é criar um programa de reprodução de elefantes, mas, durante vários anos, nem Seeni e nem as outras duas elefantas que foram com ela para os EUA engravidaram.

Seeni só teve outro filhote neste ano. Na opinião de Toni Frohoff, a decisão do zoológico de engravidá-la foi totalmente irresponsável: “O fato de [Seeni] ser conhecida por exibir negligência a um bebê anterior aponta um comportamento aparente que é indicativo de um trauma, além de despertar preocupações sobre o quão apropriado é usá-la para reprodução. Na realidade, alguns profissionais argumentariam que foi imprudente e egoísta as instalações engravidarem Seeni”.

Na perspectiva do especialista, o zoológico só fez isso para lucrar. Anderson concorda. “O ICC é uma instituição muito cara para a qual houve milhões e milhões de dólares usados para cumprir sua promessa de que eles terão um centro para criar mais elefantes. Porém, este [bebê de Seeni] é o primeiro que eles tiveram desde que a abertura do centro em 2006, então eles foram muito pressionados para cumprir a sua palavra e estavam dispostos a fazer qualquer coisa”, disse.

Em 31 de Maio de 2017, Seeni deu à luz um filhote prematuro durante a noite, enquanto ninguém estava por perto para ajudá-la. Ela não recebeu nenhum tratamento médico até ser descoberta, exausta, na manhã seguinte, de acordo com o The Holidog Times.

Foto: Pittsburgh Zoo & PPG Aquarium

Lamentavelmente, a elefanta não conseguiu produzir leite para alimentar seu bebê e a equipe teve que interferir e separar a pequena família. O filhote foi transferido para o Pittsburgh Zoo.

Apelidado de ‘Little Bit’, o bebê minúsculo foi exibido para o público, apesar de ter ficado doente logo após ser separado da mãe.

Tragicamente, a equipe médica decidiu induzir a morte de Little Bit depois que ela parou de comer e sua saúde se debilitou ainda mais.

Toni Frohoff disse que o zoológico nunca deveria ter engravidado uma elefanta traumatizada como Seeni em primeiro lugar, acrescentando que, se o bebê dela tivesse sobrevivido, provavelmente não poderia ser explorado em um programa de reprodução porque, como Seeni, não teria adquirido habilidades sociais, já que foi separado da mãe.

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Cabra Daisy no gramado
Histórias Felizes

Cabra traumatizada pela indústria da carne ganha uma segunda chance

Quando Daisy era apenas um pequeno bebê em uma fazenda no Canadá, ela teve muita sorte posteriormente.

Cabra Daisy no gramado
Foto: FARRM

Ela não estava apenas destinada a um matadouro, mas foi brutalmente atacada por um grupo de corvos selvagens.
Incapaz de ver sua família, ela se consolou descansando a cabeça em seu corpo.

Parecia que a vida não poderia ser mais difícil para a cabra – até que os fazendeiros que a criavam tiveram alguma misericórdia.

Eles a encaminharam ao Farm Animal Rescue and Rehoming Movement (FARRM), um santuário e centro de resgate em Alberta, no Canadá.

Cabra Daisy buscando conforto em si mesma
Foto: FARRM

Quando Daisy chegou ao santuário, os ativistas descobriram que ela sofria de diarreia. Ela também estava coberta de piolhos que provocavam coceiras constantes, ferindo sua pele.

Após apenas alguns dias no santuário, Daisy já está fazendo grandes progressos. Apesar dos danos na língua, a pequena cabra está aprendendo a comer erva, o que seus cuidadores chamam de milagre.

Daisy recebendo carinho
Foto: FARRM

Mesmo com um passado doloroso, Daisy é extremamente afetuosa e feliz. Ela adora saltar ao redor do jardim.

“Não é preciso dizer que Daisy está desconfortável agora, mas a FARRM está fazendo todo o necessário para garantir que ela se recupere do trauma que sofreu “, disse Melissa Foley, fundadora da FARRM, ao The Dodo.

Segundo ela, Daisy recebeu medicamentos e compressas quentes para ajudá-la a se restabelecer.

Daisy e o cordeiro cego Merlin
Foto: FARRM

Ela também está se curando emocionalmente. Outro residente do santuário é um cordeiro cego chamado Merlin, que acabou de conhecer Daisy. A equipe está confiante de que o par fará amizade logo.

É incrível pensar que sem uma grande sorte, Daisy nunca teria chegado até aqui. “Não costumamos ver animais da indústria da carne sofrerem esse nível de trauma e receberem uma segunda chance”, concluiu Foley.

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Notícias

Gata traumatizada supera adversidades graças ao afeto de nova família

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Tabby’s Place

Uma gata selvagem e estrábica estava em um estado muito ruim quando chegou ao Tabby’s Place, um santuário e centro de resgate para gatos em Nova Jersey (EUA).

Além de estar faminta e ter um olhar um tanto estranho, porque suas pupilas estavam muito perto de seu nariz , ela também apresentava um comportamento um pouco desagradável.

“Ela se escondia no canto e quando você tentava tocá-la, lhe arranhava”, disse Leigh Covello, voluntária do Tabby’s Place e uma experiente técnica veterinária.

Foto: Tabby’s Place

A atitude da gatinha mostrava o quanto ela estava desajustada. Porém, a gata – que tem aproximadamente três anos e recebeu o nome de Bubbles – tinha boas razões para ficar na defensiva.

Em sua colônia de gatos selvagens, ela era a “perdedora”. Os outros gatos a provocavam e quase não a deixavam comer quando bons samaritanos deixavam comida para a colônia.

É possível que Bubbles também ficasse desorientada devido às irregularidades em sua visão, então ela atacava. Lentamente, a gata se acostumou à vida no santuário, mas ainda não deixava as pessoas se aproximarem dela.

Bubbles fez amizade com um gato chamado Reggie. No entanto, Reggie foi adotado e, mais uma vez, Bubbles ficou sozinha. Ela estava obviamente deprimida, de acordo com Covello. Então, Covello, que percebeu algo especial na gata estrábica, decidiu que talvez Bubbles se beneficiaria de uma mudança de cenário.

Foto: Leigh Covello

Embora Covello nunca tivesse conseguido sequer tocar em Bubbles, ela decidiu levá-la temporariamente para casa.

“Pensei que ela tinha potencial para ser uma gata adotável, então fomos aprovados para ser seus tutores adotivos”, explicou. Covello manteve Bubbles em um quarto separado dos outros gatos da casa enquanto ela se ajustava.

“Eu tinha medo de que nunca iríamos vê-la”, recordou. Porém, toda a família queria ajudar Bubbles a se sentir confortável. “Passamos muito tempo sentados na sala com ela e conversando com ela”, acrescentou.

Foto: Leigh Covello

Assim, Bubbles começou a reagir. Em cerca de dois meses, ela começou a se sentir mais relaxada e até deixou Covello tocá-la. A gata se aproximou de Ellie, outra gata tutelada pela família. “Ellie é sua melhor amiga do mundo”, disse Covello.

A dupla se pendura junta na árvore de gatos que possui uma vista da janela e até brincam juntas como se fossem filhotes.

Bubbles parece muito afeiçoada a Covello também. “Agora, quando vou alimentá-la, ela me deixa beijá-la no nariz”, disse a tutora ao The Dodo.

Foto: Leigh Covello

Ao contrário de como Bubbles estava na colônia, ela cresceu e se tornou confiante. “Ela irá empurrar os outros gatos para fora da tigela, não há problema”, conta Covello, entre risos.

Logo ficou claro que Bubbles não iria a ir a lugar algum e, felizmente, a família Covello a adotou oficialmente. “Uma vez que ela chegou aqui, nunca saiu. Foi um prazer vê-la sair da concha”, concluiu Covello.

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Destaques, Notícias

Ursa fica traumatizada após testemunhar morte de irmã em cativeiro

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: ADI

Uma ursa perdeu quase todos os seus pelos, além de uma parte pequena do cabelo, após a experiência traumática de ser sequestrada da natureza e testemunhar a morte de sua irmã em cativeiro.

Agora, ativistas estão correndo contra o tempo para levá-la a um novo santuário, onde ela poderá viver seus dias com sua espécie.
A Animal Defenders International (ADI) fez um apelo emergencial para obter ajuda para a idosa Dominga e revelou detalhes de sua missão para mudar sua vida.

Dominga e sua irmã foram arrancadas das florestas montanhosas do Peru cerca de oito anos atrás, mas quando foram resgatadas de traficantes de animais selvagens, elas foram mantidas em um pequeno zoológico nos Andes.

Quando sua irmã morreu, o intenso estresse da perda e da solidão fez com que Dominga desenvolvesse alopecia grave e seus pelos caíram.

Foto: ADI

Pela primeira vez em anos, Dominga pode olhar para frente e ver outros indivíduos de sua espécie novamente conforme começa uma viagem de quilômetros através do Peru para a Reserva Ecológica Taricaya. Lá, ela irá encontrar outros três famosos ursos resgatados: Cholita, Lucho e Sabina.

Cholita tinha seus dedos cortados e dentes arrancados durante o período em que passou em um circo antes de finalmente ser resgatado pela ADI. Os outros dois ursos foram salvos de um pequeno zoológico.

Dominga é da mesma espécie que se tornou famosa nos romances de Michael Bond e, embora os animais em perigo tenham o mais alto nível de proteção nos regulamentos de comércio de animais selvagens da CITES, eles continuam sendo perseguidos por traficantes e caçadores.

Na Colômbia, os ursos são deliberadamente atacados porque são vistos como uma ameaça às vacas. Recentemente, um deles teve a pata cortada e ficou preso em um parque nacional.

Foto: ADI

A ADI lançou o Pacto do Urso da América do Sul juntamente com outros grupos de conservação para impedir que esses animais sejam extintos.

Enquanto isso, o presidente da ADI, Jan Creamer, está no Peru preparando-se para a árdua jornada de transportar Dominga por uma estrada e um barco por 13 mil pés de montanhas até seu novo lar na Reserva Ecológica Taricaya.

Ela deve chegar juntamente nesta terça-feira (14), dia em que se celebra o dia dos namorados nos Estados Unidos. “Isso pode não ser um romance tradicional do Dia dos Namorados, mas é a nossa expressão de amor – uma dama solitária, idosa irá finalmente ver sua espécie e ouvir uma voz que pode compreender”, declarou Creamer.

Foto: ADI

“Agora precisamos de dinheiro para cuidar desses ursos por toda a vida, por isso esperamos que as pessoas nos ajudem a dar à pobre Dominga outra chance de felicidade e enviem uma doação para colaborar”.

Quando a ADI transportou Cholita pelos Andes, eles tiveram que colocá-la em uma barraca de oxigênio especialmente construída devido à ameaça à ursa idosa em grandes altitudes.

Este será o último grande resgate feito pela ADI. No verão passado, a organização transportou 33 leões de circos peruanos e colombianos para um santuário na África do Sul, segundo o Express.

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