Destaques, Notícias

Transformação de cachorro resgatado caquético mostra o poder do amor

Montagem/Arquivo Pessoal Gavaa

Um cachorro que vivia acorrentado se transformou após ser resgatado pela ONG Gavaa. O animal vivia em situação de maus-tratos em uma comunidade em Campinas, no interior de São Paulo.

Preso, sem água e comida, o cão estava caquético quando foi salvo. Ele passou a ser chamado de Tigrão e, além do nome, ganhou também uma nova vida.

Durante um mês após o resgate, o cachorro recebeu todos os cuidados necessários para se recuperar. Hoje, o animal bonito, saudável e no peso ideal em nada se parece com aquele ser sofrido, maltratado e com os ossos aparentes.

Apesar dos maus-tratos que sofreu, Tigrão nunca perdeu a doçura. Dócil e carinhoso, ele agora procura um tutor que jamais o abandone ou negligencie. Castrado, ele adora a companhia humana e também se dá bem com outros animais.

Interessados em garantir o final feliz de Tigrão devem entrar em contato com Juliana pelo telefone (19) 99392-1114.


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Destaques, Notícias

Cadeira de rodas feita por impressora 3D devolve movimentos à cadela paraplégica

Lola teve sua vida transformada graças à cadeira de rodas (Foto: Cláudia Bacchi e Michelly Oda)

Uma cadela paraplégica voltou a andar após ganhar uma cadeira de rodas feita por uma impressora 3D. Um simples objeto transformou a vida da cadela, que antes precisava se arrastar para se locomover.

Lola foi abandonada em uma casa vazia em Montes Claros (MG). Resgatada pela protetora de animais Cláudia Bacchi, ela passou a receber os cuidados necessários. A suspeita é de que a paraplegia tenha sido causada por um trauma grave, gerado por uma agressão ou um atropelamento, por exemplo.

“Como os exames constataram que Lola não poderia voltar a andar, eu, que já acompanhava histórias de outros animais especiais na internet, vi um concurso para três cadeirinhas na página ‘Cão de Rodinhas” e decidi inscrevê-la. Até então, nunca tinha ouvido falar em impressão 3D”, contou Cláudia ao G1.

A cadela, então, ganhou o concurso. Com a vitória, veio a cadeirinha, doada por uma startup do Paraná de propriedade do ex-bancário Renato Ramos e de sua esposa, a técnica em mecânica e médica veterinária Nathalia Ramos.

“Quando começamos a pensar no projeto, a ideia era uma empresa que ajudasse as pessoas e que fosse voltada para o futuro”, disse Renato.

Segundo ele, as cadeiras são feitas de plásticos flexíveis de alta resistência, que são derretidos e formam camadas, permitindo que o objeto tenha três dimensões.

Renato e Nathalia (Foto: Renato Ramos / Arquivo Pessoal)

Desde 2018, várias próteses – usadas quando há a perda de um membro – e órteses – destinadas a casos em que existe uma deficiência ou o membro não funciona – foram confeccionadas pelo casal. As cadeirinhas, no entanto, não são destinadas apenas aos cães – embora já tenham devolvido a locomoção para muitos deles. Isso porque os produtos já ajudaram também a macaca Leucena e a patinha Princesa.

“As cadeirinhas são personalizadas e customizadas, essa da Lola demora de 15 a 45 dias para ser entregue. Após esse período, ainda fazemos o monitoramento para verificar se é necessário fazer algum ajuste”, explicou Renato.

“Trabalhamos para conscientizar que esse tipo de deficiência não deve ser usado como algo para tirar a vida de um animal. Pensamos que um animal especial traz algo ainda mais especial para a vida de quem cuida deles, por isso, costumo dizer que os animais especiais são destinados a tutores especiais”, completou.

A médica veterinária Priscila Cesar Caldas concorda com o ex-bancário. Ela e a veterinária Rayana Soares Ribeiro, que são sócias em uma clínica, ofereceram lar temporário para Lola no estabelecimento. Segundo Priscila, a cadeira de rodas permite que os animais realizem ações essenciais para seu bem-estar, como passeios, e evitam que eles sofram lesões ao se arrastarem pelo chão.

A veterinária Priscila deu lar temporário para Lola em sua clínica (Foto: Priscila Caldas / Arquivo Pessoal)

Além disso, a profissional explicou que, “assim como nós, os animais sentem o efeito e o trauma causado pela perda da mobilidade, que também afeta o lado psicológico deles”.

Após adquirir uma cadeira de rodas para animais, é preciso, segundo Priscila, realizar “o monitoramento do tempo que os animais ficam na cadeirinha e um trabalho de fisioterapia, de adaptação aos poucos, até o animalzinho conseguir ficar por mais tempo.”

Animais especiais

Além de resgatar Lola, a protetora Cláudia Bacchi é tutora de um cachorro cego. Bebê, como é chamado, é um dos seis cães tutelados por ela.

“Ganhei Bebê de uma amiga, quando perdi a minha companheirinha fiel, que já tinha 21 anos. A vida inteira, eu gostei de animais, herdei isso do meu pai. Trabalhei por 30 anos na saúde pública, aposentei e comecei a me dedicar mais aos animais”, relatou.

Lola e Bebê no colo de Cláudia (Foto: Cláudia Bacchi / Arquivo Pessoal)

Após dar a Lola os cuidados dos quais ela necessitava, Cláudia decidiu aumentar sua família, adotando a cadela.

“Se é difícil que um animal com as patinhas normais seja adotado, imagine um especial. Quero mostrar que esses animaizinhos têm a possibilidade de serem inclusos na sociedade, que podem ter um lar e que vivem maravilhosamente bem”, concluiu.


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Jornalismo cultural, Notícias

Jack Black muda alimentação pelo bem do planeta

O ator e comediante Jack Black decidiu começar a tirar alimentos de origem animal da dieta pelo bem do planeta. A revelação foi feita por ele na última quinta-feira (26) no Twitter.

Em um vídeo que faz parte da campanha EcoResolution, que tem sido endossada por celebridades que motivam seus seguidores a fazerem algo pelo bem do meio ambiente, Jack Black diz que não vai mais consumir carne vermelha.

Jack Black disse recentemente que vê o veganismo como a filosofia de vida ideal para quem quer ajudar o meio ambiente (Foto: Getty)

No entanto, ele disse que não está abdicando dos hambúrgueres, mas que está optando por, em suas palavras, “um dos novos e cientificamente deliciosos veggie burgers, como os da Impossible, Beyond, etc.”

“Estou fazendo isso para [ajudar a] limitar a catastrófica mudança climática e também pela minha saúde mental. Acho que você também deveria fazer isso”, reforça o ator.

Em recente entrevista à Agência Associated Press (AP), Jack Black disse que vê o veganismo como a filosofia de vida ideal para quem quer ajudar o meio ambiente, considerando o impacto da agropecuária e as emissões de metano.

“Para o meio ambiente, o melhor é adotar um estilo de vida vegano, uma dieta vegana.”

Ele disse ainda que o sabor da comida vegana é muito bom e que hoje a tecnologia é uma aliada. “O Impossible Burger, mano. Delícia. Eu nem sei se é bom para você, mas é simplesmente delicioso.”

O ator acrescentou que se até grandes atletas da NFL conseguem ser veganos, outras pessoas também conseguem.

Vale lembrar também que em dezembro a revista Wired publicou em seu canal no YouTube uma entrevista com Jack Black respondendo questões a seu respeito mais procuradas pelos fãs na internet.

Entre as mais populares está: “Jack Black é vegano?” No vídeo, o ator e comediante disse que não, mas que gostaria de ser, e que é hora de todos considerarem o veganismo.


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Natureza se recompõe com a ausência de humanos nas ruas

A pandemia de Covid-19 afastou os humanos das ruas. Isoladas socialmente numa tentativa de conter o vírus, as pessoas deram espaço aos animais, que passaram a ocupar novamente os espaços.

Pássaros cantando, javalis andando pela cidade de Barcelona, na Espanha, e um puma selvagem percorrendo ruas desertas de Santiago, no Chile, são alguns dos exemplos.

Pixabay/Jirreaux

O diretor de pesquisa do Museu Nacional de História Natural de Paris, Romain Julliard, afirmou à agência de notícias AFP que o declínio da presença humana fez com que os animais selvagens urbanos passassem a ter “caminho livre para passear pelas cidades”.

As raposas, por exemplo, “mudam seu comportamento muito rapidamente, quando um espaço fica quieto, eles vão”, segundo Julliard, que lembrou ainda que animais como pardais, pombos e corvos podem migrar de seu território habitual, liberando espaço para outros animais.

O aumento no canto dos pássaros, porém, não indica um crescimento das espécies. De acordo com o diretor do Museu Nacional, a diferença é que agora os pássaros podem ser ouvidos cantando. Além disso, segundo Jérôme Sueur, especialista em acústica do Museu Nacional de História Natural, algumas aves “param de cantar quando há barulho. Agora cantam novamente”.

Outra questão interessante é o fato de que o isolamento social humano está coincidindo com o período de acasalamento de algumas espécies, como o sapo-comum e a salamandra-malhada. Segundo o diretor regional do Escritório Francês de Biodiversidade, Jean-Noël Rieffel, esses dois animais “são frequentemente atropelados quando atravessam as ruas”.

Já no Parque Nacional Calanques, nas proximidades de Marselha, na França, a natureza está se recompondo após o local ser fechado ao público por conta da quarentena. “A natureza e os animais estão retornando às suas áreas naturais em uma velocidade surpreendente”, disse à AFP o presidente Didier Réault. As plantas também poderão se desenvolver em paz, sem que haja o risco de visitantes retirá-las, de maneira irregular, do local.

Romain Julliard disse ainda que os gramados estão crescendo e fornecendo “recursos para abelhas, abelhas e borboletas”. Na opinião dele, “talvez o fenômeno mais importante seja que nossa maneira de ver a natureza está mudando: pessoas confinadas estão percebendo o quanto sentem falta da natureza”.

O confinamento dos humanos, no entanto, não é bom para todas as espécies. Animais que sobrevivem se alimentando de migalhas de alimentos consumidas pelas pessoas – como os pombos -, estão sofrendo. No Rio de Janeiro, inclusive, essas aves estão morrendo de fome.

Além disso, ações de proteção a espécies ameaçadas de extinção também foram interrompidas, conforme explicou Loïc Obled, diretor-geral adjunto do Escritório Francês de Biodiversidade.

O final da quarentena, segundo Jean-Noël Rieffel, terá que ser realizado com cautela. “As pessoas vão querer estar próximas da natureza, mas um excesso pode ser desfavorável para a fauna e a flora”, concluiu.


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Animais abandonados apresentam recuperação surpreendente após resgate

Moradores de cidades do litoral de São Paulo viveram experiências gratificantes ao salvar a vida de animais abandonados e observar a recuperação de cada um deles


Retirar um animal da rua e oferecer cuidados e amor a ele pode ser transformador. As histórias de um cachorro e uma gata resgatados no litoral de São Paulo são a prova disso.

Foto: Arquivo Pessoal

Desnutrido, com vermes e sarna, o cachorro foi encontrado na rua pelo auxiliar de serviços gerais Mauro Claro de Oliveira, de 35 anos, em Santos, no litoral de São Paulo. Comovido com a situação, ele colocou o animal em sua bicicleta e o levou para casa. As informações são do G1.

“Parece que ninguém via ele ali”, comenta Mauro. “Ele dormia na grama e não tinha o que comer. Eu sabia que ele ia morrer”, completa.

Com a ajuda de alguns amigos, Mauro pagou o tratamento veterinário. “Assim que chegamos em casa, dei banho e cortei os pelos. Corri atrás de ajuda veterinária e conseguimos tratar”, relata.

Quatro meses depois, Belo, como é chamado, está completamente diferente. Seus pelos cresceram e ele ganhou peso. Mauro, porém, ficou chateado com parte das pessoas que mantém em rede social após publicar novas fotos do cão. “Todos queriam adotá-lo, agora que ele estava limpo e saudável. Quando eu procurei ajuda para tratar dele, poucos abriram as portas”, desabafa.

Foto: Arquivo Pessoal

“Tire um cão de rua abandonado e ele retribuirá para o resto da vida. De ex-morador de rua a uma vida de rei”, diz uma publicação de Mauro na qual é possível ver o antes e o depois do cachorro.

A auxiliar de enfermagem Ângela Cavaggioni, de 47 anos, viveu uma experiência parecida ao resgatar uma gata em São Vicente (SP). “Não sei há quanto tempo estava abandonada, mas não pensei duas vezes”, diz.

Após o resgate, o animal foi diagnosticado com sarna e rinotraqueíte, doença que pode levar à cegueira e à perda do globo ocular, caso chegue aos olhos. “Apesar de tudo, a recuperação foi muito rápida. Em menos de três meses ela já estava melhor”, afirma.

Ângela pretendia dar lar temporário para a gata e depois doá-la, mas acabou adotando-a. “Ela é muito dócil. Me apeguei muito rápido a ela”, conta. “Tenho alguns filhotes em casa e a Boneca cuida muito deles, como se fosse a mãe felina”, finaliza.

Foto: Arquivo Pessoal

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Campanha mostra como adotar um cachorro pode mudar a vida de uma pessoa

Adotar um cachorro traz alegria para a vida das pessoas e pode transformar a realidade de uma família


Uma campanha da marca de ração Pedigree mostra como a vida de uma pessoa pode se transformar após adotar um cachorro.

Ter um cão na família traz mais felicidade para o dia a dia das pessoas e, segundo a campanha, o convívio com esses animais acalma e relaxa os tutores, além de fazer com que eles se movimentem mais, o que permite que adoeçam menos.

Divulgação
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Ao adotar um cão, a pessoa também passa a conhecer outras pessoas que adotaram animais e, assim, faz novos amigos. Além disso, os cuidados que os cães demandam, como a alimentação, fazem os tutores criarem uma estrutura que os ajuda a organizar melhor a rotina. As informações são do portal Hypeness.

A campanha, que foi lançada no final de 2018, também incentiva as pessoas a adotar animais ao invés de comprá-los, para não colaborar com um comércio cruel que objetifica seres vivos, e para ajudar a reduzir o número de animais abandonados.

A ação da Pedigree se baseia na ideia de que humanos e animais criam laços. E isso foi comprovado por um estudo feito pela Universidade Azabu, do Japão, e publicado na revista Science. Segundo os pesquisadores, o vínculo entre tutores e animais se constrói a partir de um processo hormonal ativado quando eles se olham. Essa ligação, de acordo com o estudo, é semelhante ao elo entre mãe e filho.

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Histórias Felizes, Notícias

Cachorrinho resgatado cava um buraco no quintal apenas para dormir dentro dele

Foto: Kirstin LaRoche
Foto: Kirstin LaRoche

Quando Wilbur chegou em sua casa adotiva depois de ser resgatado pela ONG One More Dog Rescue, ele estava com medo de absolutamente tudo. O cachorrinho tinha apenas 9 meses de idade, mas claramente, seu início à vida não fora nada fácil.

Sua família adotiva sabia que eles poderiam ensiná-lo que o mundo não era tão assustador, com um pouco de paciência e muito amor. Apenas alguns meses depois, ele se tornou um cão completamente diferente e sua família adotou-o oficialmente.

“Quando nós o pegamos pela primeira vez, ele ficou aterrorizado, paralisado no lugar e com medo de tudo e todos”, Kirstin LaRoche, a tutora de Wilbur, disse ao The Dodo. “Eu tive que carregá-lo no colo para fora do abrigo de tão nervoso que ele estava. Desde então, com muita paciência carinho e amor, ele se transformou em um cão feliz, bobo, desajeitado, confiante e brincalhão. Ele é como um personagem de desenho animado.

Foto: Kirstin LaRoche
Foto: Kirstin LaRoche

No começo, Wilbur estava com medo de passar muito tempo fora, no quintal. Tudo no mundo o aterrorizava: o vento soprando, o barulho dos pássaros, cada pequeno som e movimento. Agora que ele sabe que está seguro e é amado, ele adora estar fora e explorar – às vezes um pouco demais.

Recentemente, Wilbur assumiu começou a apresentar um hábito (desobediente) de cavar buracos em torno de seu quintal. No começo, sua tutora não ficou nada feliz com isso até que ela percebeu por que Wilbur estava cavando os buracos.

Em vez de apenas cavar buracos aleatórios e depois deixá-los, Wilbur decidiu usá-los para o melhor fim possível: tirar cochilos longos e pacíficos do lado de fora.

“Eu passei pela nossa porta e aconteceu de vê-lo dormindo com o canto do meu olho”, disse LaRoche.

Foto: Kirstin LaRoche
Foto: Kirstin LaRoche

A mãe de Wilbur não conseguia parar de rir quando ela o descobriu dormindo no seu buraco, caído da maneira mais engraçada. Ele estava tão quieto que ela teve que verificar se ele estava bem, e o cão resgatado ficou muito surpreso quando ela o acordou de seu profundo sono no fundo do quintal.

“Eu não tenho certeza de quanto tempo ele estava ali, mas eu bati na janela para chamar sua atenção e ele acordou imediatamente”, disse LaRoche divertida.

Um pouco envergonhado por sua tutora tê-lo encontrado cavando buracos e adormecido dentro deles, Wilbur entrou correndo na casa imediatamente, ansioso para se desculpar – mas, é claro, é muito difícil ficar com raiva desse rosto.

Foto: Kirstin LaRoche
Foto: Kirstin LaRoche

A família de Wilbur encheu seu buraco para manter seu quintal limpo e seguro, mas eles têm a sensação de que não vai ficar assim que Wilbur decidir que ele está pronto para outra soneca.

“Infelizmente para ele, desde então, enchemos o buraco, mas eu não ficaria surpresa se ele cavar em outra área para dormir em breve”, disse LaRoche.

Não há como saber exatamente o que Wilbur passou em seus primeiros nove meses de vida, mas agora ele está vivendo o sonho canino, cavando buracos para cochilar sempre que quiser, e sua família não poderia estar mais feliz com o quão longe ele chegou até aqui.

“Eu não queria adotar outro cachorro, especialmente um filhote, ainda mais porque já tínhamos três cachorros”, disse LaRoche. “Mas ter um cão que está sob seus cuidados que vai do abatimento e do medo, ao crescimento e florescimento em um cão incrível, feliz e confiante, é diferente de qualquer sentimento ou experiência no mundo e nós apenas sabíamos que não poderíamos deixá-lo ir nunca mais.

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‘Pais’ de cachorros deixam a solidão de lado ao dividir a vida com os animais

Neste Dia dos Pais, as histórias de tutores de cachorros que se transformaram em verdadeiros “pais” de cães mostram o quanto a companhia de um animal pode transformar a vida de uma pessoa. Antes solitários, esses homens encontraram uma nova alegria em suas vidas e deram adeus à solidão.

Jesse e Shurastey (Foto: Reprodução / Instagram)

Um deles decidiu viajar pelas Américas e levou consigo o amor incondicional que conheceu ao passar a dividir a vida com Shurastey, um golden retriever. Há dois anos, Jess Kos, 26, largou o emprego, vendeu a moto, comprou um fusca 1978 e começou a viajar. No Instagram, ele mostra as aventuras que vive ao lado do cachorro. As informações são do portal Correio 24 Horas.

João Gabriel Galdea, 35 e Leandro Garcia, 37, são outros dois “pais” de cachorro que tiveram suas vidas transformadas. Eles moravam sozinhos em seus apartamentos e tinham uma rotina entediante, que foi completamente mudada quando Pandora, uma cadela sem raça definida, e a golden retriever Lara chegaram.

Confira abaixo os emocionantes relatos dos três e entenda porque adotar um animal é uma das melhores decisões que você poder tomar na vida.

Jesse e Shurastey – depoimento retirado do perfil @shurastey_ no Instagram.

Que amizade é essa que move essa viagem maluca há mais de 2 anos pela América? Que amizade é essa que não precisa de uma só palavra para se entender! As vezes vejo ele olhando fixamente pra mim como que tivesse querendo me dizer algo. Quase sempre é quando não estamos fazendo nada. Ele olha fixamente e esse olhar entra na alma.

Parece sempre dizer a mesma coisa: “Qual, é! Meu tempo aqui é curto. Bora brincar, correr, nadar. Sai dessa moleza, joga a bolinhaaaa”.

Às vezes eu tô na minha querendo fazer nada e lá vem ele, senta na minha frente e fica me olhando bem no olho. As vezes ele pega a bolinha e simplesmente joga em cima da mão que está o celular. E em lugares como esse onde estamos em Cartagena, se nada disso funciona ele vai sozinho pro mar como quem diz “Vá a merda, marzão desse aí, um calor do carvalho. Se você não quer ir eu to indo”.

Jesse e Shurastey (Foto: Reprodução / Instagram)

Além disso, muitas vezes em que estive mal, ele não saía de perto, deitava nos meus pés e ficava ali comigo até eu melhorar! Nas alegrias e em todas as manhãs a festa é garantida, sempre que acordo ele festeja o novo dia e a nova possibilidade de estar comigo o dia inteiro!

Viajar sozinho é duro, nós seres humanos não fomos feitos pra sermos sozinhos, vivemos em comunidades desde sempre, com a companhia de outras pessoas, e eu nesses mais de 2 anos viajando sozinho só consegui porque escolhi levar comigo o Shurastey. Creio que sozinho mesmo eu não teria vindo tão longe!

Uma das coisas que move essa loucura é a nossa amizade!

João e Pandora

Mês passado fez dois anos que Pandora abriu sua caixinha de surpresas aqui em casa. Em 2017, eu tinha acabado de completar 10 anos morando sozinho e além de habituado com a solidão voluntária, gostava da paz e silêncio do lar. Até que essa criatura, resgatada no meio da rua, me foi oferecida por uma vizinha, que não escondeu o prenúncio de barulho. Narrou mais ou menos assim o salvamento de Dorinha: “amarraram no meio do mato, e talvez fosse morrer de fome, mas ela latiu tanto e tão alto que alguém ouviu, tirou ela de lá e amarrou num latão de lixo em frente a um prédio no Bairro da Paz. Quando a gente passou pelo lugar, ela tava latindo tanto que a gente foi ver se tinha algo errado, mas o povo contou a história e disse que a gente podia levar”. Trouxe, botou na minha porta, ela já entrou e tomou conta.

João e Pandora (Foto: Fernanda Souza/Acervo pessoal)

Desde então, a casa é mais de Dora que minha. As marcas de patas nas paredes, os bolos de pelos na vassoura, os grãos de ração no chão da cozinha, as marcas da destruição que deixou quando era pequenininha… Há Dora por todos os lados, em todos os momentos, e isso é maravilhoso. Sou doido por ela, adoro as maluquices e gaiatices, as correrias e manias. Sim, porque ela é cheia de leutria. Tem mais personalidade que muita gente: tem dia que tá agitada ou mal humorada, mas na maioria das vezes é engraçada, conta piadas, inventa caprichos que sinto prazer em atender. Sou um pai de cachorro dedicado e orgulhoso, que enche essa pentelha barulhenta de beijos mesmo quando ela apronta alguma estripulia. Não tem como não adorar minha Dorinha.

João e Pandora (Foto: Fernanda Souza/Acervo pessoal)

Léo e Lara

Sempre fui apaixonado por animais e um dia queria realizar meu sonho em ter um cão da raça Golden Retriever para me fazer companhia. Moro sozinho há 8 anos. Sempre tive uma rotina muito cansativa e árdua por conta dos empregos. Desta forma, passava muito tempo no trabalho e quando chegava em casa só queria descansar. Aí vem os problemas do dia a dia, estresse, cansaço físico e mental. Então, em 2018, resolvi diminuir minha ocupação profissional e ganhar mais tempo pra mim.

Passei a ter tempo livre e achei que havia chegado a hora.

Em outubro de 2018, Lara chegou. Sem dúvida, foi a melhor escolha que fiz na vida. Fui questionado por amigos e familiares quanto ao trabalho que teria. Que pena tenho de quem nunca teve o amor de um cão. O trabalho se tornaria prazer!

Léo e Lara (Foto: Acervo Pessoal / Divulgação)

Somos companheiros inseparáveis. Você muda toda a sua rotina sem perceber. O happy hour após o trabalho já não existe mais, a saudade de estarmos juntos é maior. A felicidade e o amor puro ao chegar em casa é indescritível. Se tem festa, praia, aniversário, barzinho, viagem, procuro as opções Pet Friendly e os amigos já sabem que Lara vai tá presente.

Se adoece, a preocupação é intensa, liga pra mãe, amigos, veterinário, não dorme direito, chora. É um sentimento mútuo. Quando sou eu que estou cansado, chateado, ela parece perceber e se aproxima mais ainda de mim, oferecendo carinho. As vezes paro e percebo que estou conversando com ela. Me pergunto se estou ficando louco. A resposta é não! Eu apenas sou pai de cachorro!


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Fotos de gato antes e depois de ser adotado mostram que adoção transforma vidas

Fotos de um gato, divulgadas por uma japonesa que o adotou, mostraram a diferença que a adoção pode fazer na vida de um animal. Nas imagens, feitas antes e depois do gato encontrar um lar, é possível ver a transformação na feição dele.

Nas primeiras fotos, feitas após ele viver quase um ano preso em uma gaiola, à espera de um lar, o gato aparece triste e carrancudo. Nas outras, registradas um ano após a adoção, a transformação é visível e o gato apresenta um olhar doce e tranquilo. As imagens foram publicadas no Twitter de uma mulher que se identifica como “@00bibibi” na rede social.

Quando vivia preso, ele se esfregava nas barras da gaiola, pedindo carinho e atenção, toda vez que alguém se aproximava. A busca por afeto era tão incessante que ele chegou a ficar sem pelos no lado do rosto que esfregava nas grades. As informações são do portal Mundo-nipo.

A vida aprisionado, sem amor e uma família, no entanto, ficaram no passado. Adotado, ele tem recebido todos os cuidados necessários e vivido uma vida repleta de carinho.

Abaixo, as duas primeiras fotografias foram tiradas antes da adoção e as duas últimas após ele ser adotado. Confira.

Foto: Reprodução / Twitter / @00bibibi
Foto: Reprodução / Twitter / @00bibibi
Foto: Reprodução / Twitter / @00bibibi
Foto: Reprodução / Twitter / @00bibibi

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Fotos de cães antes e depois de serem adotados mostra importância da adoção

A adoção é um ato de amor capaz de salvar vidas. Muitos animais são encontrados debilitados, com doenças físicas e psicológicas.

Traumatizados, feridos e doentes, eles têm a vida completamente transformada ao serem adotados. Muitos deles ficam totalmente irreconhecíveis devido à evolução física e psíquica que apresentam depois de encontrarem um lar onde são amados e respeitados. As informações são do Portal do Animal.

Para provar o poder da adoção e a importância dela na vida de um animal, as fotos abaixo expõe cachorros antes e depois de encontrarem novos lares. Confira.

1 – Salvo de um incêndio quando era filhote, este cachorro sofreu queimaduras em 75% do corpo. A vida dele mudou quando ele foi adotado por um bombeiro.

Reprodução/ Portal do Animal

2 – Condenado ao sacrifício, este cão teve a vida salva por um voluntário de um abrigo de animais, que o levou para casa e cuidou dele.

Reprodução/ Portal do Animal

3 – Apenas dois meses depois de ser adotado, este cão apresenta uma mudança notável.

Reprodução/ Portal do Animal

4 – Este cachorro encontrou um novo lar após viver em um canil na Rússia.

Reprodução/ Portal do Animal

5 – Após sobreviver a maus-tratos, tendo passado meses sofrendo, este cão finalmente encontrou um tutor para amá-lo.

Reprodução/ Portal do Animal

6 – Com o pelo repleto de nós, este cachorro foi encontrado em situação deplorável. Cuidados e um lar cheio de amor mudaram a vida dele.

Reprodução/ Portal do Animal

7 – Ainda filhote, este pit bull foi encontrado com uma doença de pele. A diferença entre o antes e depois dele, no entanto, não se restringe à cura da doença, mas também a mudança na feição do cachorro, que estava visivelmente deprimido quando foi resgatado e que hoje demonstra imensa felicidade.

Reprodução/ Portal do Animal

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Aprenda a transformar uma blusa velha em uma roupinha para cachorro

Aí chega o frio e você percebe que seu cachorro anda tremendo e procurando abrigo em lugares quentes. Os animais também sentem frio e precisam ser agasalhados!

Antes de partir para uma pet shop para comprar a roupinha animal da moda, dê uma olhada no seu guarda-roupa. Talvez haja ali alguma blusa velha que ninguém usa mais. Essa peça pode ser usada para a confecção de uma roupa para cachorro – especialmente os de pequeno porte. Olha só:

01. Encontre a blusa ideal. A roupa será feita com a manga, então cuide para que seu cão caiba dentro dela.

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

02. Corte a ponta da blusa tendo em mente o tamanho do seu cachorro.

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

03. Separe a manga do restante da peça. Se o seu cão for um pouco maior, desfaça a costura e refaça-a acrescentando uma tira de tecido.

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

04. Costure um acabamento nas duas extremidades da roupinha.

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

05. Abra buracos para as patas do cão.

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

06. Depois de testar o tamanho das aberturas no seu cachorro, costure um acabamento. Se necessário, aumente os furos antes dessa etapa.

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

07. Está aí o cachorrinho agasalhado, protegido do frio e usando uma roupa feita por você mesmo!

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

Fonte: Somente Coisas Legais


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Notícias

Cadela abandonada após viver 10 anos com tutores tem a vida transformada

Esther foi abandonada na rua após se dedicar e amar sua família por longos 10 anos. Descartada como lixo, a cadela foi deixada na rua. Desamparada, ela sofreu, passou fome, teve sarna, carrapatos e perdeu os dentes.

Foto: Sidewalk Specials

O destino da cadela, no entanto, transformou-se quando foi encontrada por integrantes da Sidewalk Specials, da Cidade do Cabo, na África do Sul.

Resgatada, Esther comeu sua primeira refeição em muito tempo e passou a receber todos os cuidados necessários. A equipe do abrigo, no entanto, acreditou que seria difícil encontrar um novo lar para a cadela, devido à idade avançada dela. As informações são do portal I Love My Dog.

Foto: Sidewalk Specials

O pensamento dos integrantes da entidade, porém, não se confirmou e logo uma família interessada em Esther apareceu. Desde então, a cadela divide a vida com sua irmã canina Lulah e recebe todo o amor que sempre mereceu.

Esther hoje vive cercada de mimos, adora brincar com Lulah, passear e ficar na companhia de seus tutores.

A cadela se transformou completamente: o pelo falhado deu lugar a uma pelagem bonita e saudável e o semblante triste, de quem estava desolada após ter sido abandonada, ficou no passado.

Foto: Sidewalk Specials


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