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Não deixe a tosse tirar o sono do cachorro, saiba como evitar a "tosse dos canis"

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Divulgação

Alguns dos problemas que afligem pessoas também afetam cães e gatos. Gripe, resfriado, asma, bronquite, pneumonia afetam os animais, de todas as raças e idades.

Maria Aparecida, tutela dois pugs de 9 anos de idade, sabe disso muito bem. Tetê e Gregré, são muito ativos e brincalhões. Tetê sofre de bronquite desde jovem, mas a doença esteve controlada por bastante tempo. O quadro mudou após passarem o final de semana em um hotel fazenda, no interior de São Paulo. Uma tosse constante com engasgos tiraram o sono da família e o quadro de bronquite se manifestou. Dois dias depois, foi a vez de Gregré apresentar os mesmos sintomas.

Após a consulta e de exames de sangue e imagem, chegou-se ao diagnóstico de traqueobronquite infecciosa canina, também conhecida como tosse dos canis. É uma doença altamente contagiosa, facilmente transmitida entre cães. Gregré foi medicado e continuou o tratamento em casa. Tetê precisou ficar internada por alguns dias para controlar a bronquite, descompensada pela doença. Mesmo com o tratamento, o desconforto dos sintomas demorou dez dias para desaparecer completamente. Tetê voltou pra casa, mas ainda esta sendo medicada para controlar a bronquite, sem previsão de alta médica.

O que Maria Aparecida não sabia é que podemos prevenir esta doença com a vacinação anual. A vacina, injetável ou nasal, pode ser administrada a partir dos dois meses de idade, com reforços anuais por toda a vida do animal. Em regiões endêmicas, pode ser usada a cada seis ou oito meses até o controle do surto. Evitar lugares fechados com baixa circulação de ar também ajuda a manter o problema distante de nossos amigos. Filhotes, idosos, animais de focinho curto (como o pug, lhasa apso, buldogue, entre outros, também conhecidos como braquicefálicos) e animais com doenças crônicas são mais sensíveis e podem desenvolver complicações.

Fonte: Época

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Tosse dos Canis: conhecer para prevenir

Aquela tosse enjoada que deixa seu cão inquieto, sem apetite e com febre merece muita atenção. Esses são sinais clássicos da Tosse dos Canis, uma doença semelhante à gripe causada por uma bactéria de nome Bordetella bronchiseptica e dois vírus, Parainfluienza e Adenovírus, agindo de forma isolada ou em combinação.

A tosse costuma ser seca, continua e a sensação que se tem é de que o animal está engasgado, às vezes expectorando um tipo de espuma branca. Essa tosse costuma piorar com exercícios físicos ou agitação. Em casos mais graves seu cão pode apresentar secreção nos olhos, coriza, falta de apetite e febre.

A doença é muito contagiosa e transmitida pelo contato entre animais saudáveis e secreções dos doentes. Ela pode aparecer em qualquer época do ano, porém há uma maior predisposição nos meses frios. Por isso os cuidados nesse período devem ser redobrados.

O tratamento deve ser recomendado por um veterinário e na maioria dos casos consiste no uso de antibióticos, xaropes para alívio da tosse, anti inflamatórios e, muito importante, confinamento do animal, evitando que ele fique exposto ao frio, vento e umidade. Para prevenir a doença a recomendação é vacinar a partir dos dois meses de vida, com reforço anual.

É importante salientar que nem sempre o cão que apresenta o sintoma de tosse seca está com a gripe canina. Muitas vezes este sintoma também ocorre em animais cardiopatas (animal com problemas cardíacos), particularmente nos animais idosos. Por isso, sempre é importante levar o animal em seu veterinário de confiança, para que o diagnóstico seja correto.

Fonte: Clic RBS

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Animais exigem cuidados especiais no inverno

Apesar dos pelos, cachorros também sentem frio no inverno. (Foto: RP Online/ Stênio de Paula)

Com a chegada do inverno, os animais de companhia precisam de alguns cuidados especiais. Apesar de possuírem pelos, eles sentem frio e não estão imunes a doenças. Para amenizar os efeitos do frio é preciso rever alguns hábitos.

Vacinação, alteração do horário dos passeios, cautela com os banhos e adoção de roupas são algumas medidas de prevenção para proteger os animais das ameaças típicas dessa época do ano. As roupas só devem ser utilizadas nos animais que não se incomodarem em ser vestidos.

Assim como os humanos, os animais também ficam mais suscetíveis às doenças respiratórias no inverno. A principal delas é a traqueobronquite infecciosa canina (popularmente conhecida como gripe canina ou tosse dos canis), doença que causa tosse seca como se o animal estivesse engasgado e pode ser associada a infecções virais e bacterianas. Já os gatos apresentam uma incidência maior de obstrução uretral, já que dormem mais e acabam ingerindo menos água no inverno.

Segundo o veterinário Marcelo Quinzani, diretor clínico do hospital veterinário Pet Care, abrigar os animais em locais protegidos da variação do tempo como ventos, chuva e sereno, é o primeiro item da lista de cuidados que devem ser tomados durante os meses mais frios. A recomendação vale para animais de todas as faixas etárias. “Se o animal dorme em uma área externa da residência é preciso que ele tenha sua casa ou canil”, disse.

Recém-nascidos

Os recém-nascidos devem ter atenção redobrada durante o frio. Todos os filhotes, até os dois meses de idade, ainda não têm uma capacidade eficiente de manter a temperatura corpórea e perdem calor facilmente.

Fonte: Ribeirão Preto Online

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Viroses e doenças caninas são propícias nestas épocas de frio intenso

As viroses aparecem nos cães principalmente no frio, pois essas condições climáticas são ideais para a sua sobrevivência.

Nestas épocas de temperaturas baixas, é importante tomarmos cuidados especiais com nossos fiéis amigos, principalmente se forem filhotes que não estão totalmente imunizados.

Antes do vigésimo primeiro dia da última dose da vacinação no filhote, devemos ter o máximo de cuidado com ele.  Independente que seja um cão de raça ou sem raça,  não é aconselhável levá-lo em Pet Shop, muito menos deixá-lo em contato com o ambiente físico de clínicas ou consultórios veterinários.

Nestas épocas de frio, ocorrem com maior freqüência diversos tipos de viroses nos cães, como a Tosse dos Canis e a Cinomose.

Tosse dos Canis

A Tosse dos Canis (Traqueobronquite Infecciosa) é uma enfermidade de cachorros que ataca o sistema respiratório deles. O problema aparece, em maior freqüência, quando há mudanças bruscas de temperatura. Um cão com Tosse dos Canis parece que está engasgado, esse é o sintoma clássico dessa virose. Nesse caso, faça o tratamento de imediato, pois acaso ela não seja tratada, a simples infecção poderá se transformar em uma pneumonia complicando a doença.

O tratamento da Tosse dos Canis é fácil e rápido. O medicamento para a cura é a base de ‘azitromicina’ (no máximo cinco dias o sintoma desaparece). Agora se o tratamento for a base de ‘amoxilina’, além de ser demorado, ele não é tão eficaz.

Tratando de uma ninhada, o tratamento deverá ser feito somente em indivíduos que estiverem com a sintomática da Tosse dos Canis. Nos filhotes sadios, deve-se aumentar a imunidade desses cãezinhos através de produtos próprios para a ocasião, como por exemplo, ‘VITAMINA C’ entre outros. Todavia, é difícil algum dos filhotes desse grupo não manifestarem o problema.

Cinomose

A pior das viroses é a Cinomose que ocorre em maior partes das vezes em filhotes. É quase impossível curá-la e, quando, conseguimos a cura, essa doença poderá deixar marcas para sempre no cão afetado, como seqüelas neurológicas e cegueira.

Se um filhote infectado com a cinomose estiver com outros filhotes que não estão totalmente imunizados, pode ter certeza que será difícil um individuo desse grupo não manifestar essa virose. Nesse caso, não é aconselhado tirar os animais sadios desse local, os colocando em outro ambiente, pois com isso, poderá contaminar a outra área.  É aconselhável nos animais sadios, aumentar a resistência imunológica deles. Uma boa dica é o medicamento ‘LEUCOGEN’ que atua sobre a resistência do organismo aumentando a defesa contra infecções. Este produto é utilizado também para pessoas com soro positivo da AIDS.

Todavia todo medicamento canino deve ser receitado por um médico veterinário.
O vírus da cinomose poderá ficar por meses no ambiente, principalmente em épocas frias. Porém,  assim como outros vírus, ele é sensível ao calor e a produtos químicos, como a cândida.

Se dermos uma voltinha em Pet Shops, iremos verificar pessoas totalmente desinformadas ou com aquela opinião, “Meu cão não pegará doença alguma”, entrando com seu filhote dentro desses locais que são extremamente perigosos para ele, pois são considerados áreas de risco. Acreditamos que esses estabelecimentos deviam orientar seus funcionários para alertar seus clientes sobre o perigo constante de levar um filhote sem imunização ali e, também, deveriam colocar placas informativas sobre o problema. Mas a realidade infelizmente é outra.

A dica do Portal para quem tem um cão, principalmente se for um filhote e, este, não estiver devidamente imunizado é que  tome o máximo de cuidado e zelo com esse ‘fiel amigo’.
ALGUMAS DICAS PARA O ZELO COM SEU CÃO

. Sem total imunização não leve seu cão a Pet Shops, principalmente se o mesmo for um filhote.

. Se um Pet Shop o informar que pode dar BANHO em seu filhote antes do vigésimo primeiro dia após a última vacina, fuja do mesmo! Ele só está visando LUCRO em cima de você.

. Se um balconista quiser aplicar a VACINA em seu filhote, não deixe! Vacina deve ser aplicada em um PEDIATRA CANINO, ou seja o veterinário.

. Não fazer visitas constantes em veterinários, principalmente se o cão for filhote. Levá-lo somente em ocasiões urgentes ou na vacina.

. Em clínicas ou consultórios veterinários fique com o filhote no colo o deixando somente na maca do pediatra canino para a sua avaliação, acaso esse local seja desinfetado na sua frente, caso contrário, NÃO CONFIE NESSE PROFISSIONAL E LOCAL DE ATENDIMENTO.

. Todas as vacinas são boas, desde que essas sejam aprovadas pelo Ministério da Agricultura.

ATENÇÃO!: Se um veterinário menosprezar a vacina aplicada por outro veterinário, fique atento com esse profissional. Não caia no conto que se deve revacinar novamente seu cão, devido à outra vacina ser ruim. Peça a ele fazer a afirmação por escrito e procure outro profissional.

Fonte: Portal da Cinofilia

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Proteja o seu cão das alergias e da gripe

Seque bem o cachorro com uma toalha e use jato morno ou frio do secador
Seque bem o cachorro com uma toalha e use jato morno ou frio do secador. Foto: Marina Gomes/UOL

Na onda da preocupação com a gripe, é bom saber que os animais também ficam mais suscetíveis às doenças no inverno e precisam de atenção redobrada.

A gripe canina, também conhecida como traqueobronquite infecciosa ou tosse dos canis, pode estar relacionada a vírus, bactérias, fungos ou parasitas. Atenção para sintomas como tosse, espirros, coriza, febre, perda de apetite e apatia, principalmente em animais muito jovens, idosos ou com a saúde já debilitada por alguma outra doença.

A boa notícia é que a maioria dos animais cura-se sozinho. Para ajudar, mantenha a imunidade de seu cachorro alta, com uma alimentação correta e nutritiva. Outra recomendação é a vacinação com reforço anual. “Várias vacinas estão disponíveis para proteção contra a bactéria Bordetella bronchiseptica, adenovírus canino tipo 2 e vírus da parainfluenza canina, causadores da gripe. Existem vacinas para aplicação intranasal ou uso injetável”, explica Eduardo Pacheco, veterinário formado pela Universidade de Alfenas, especialista em cirurgia pela Unesp e diretor do Hospital Veterinário Santa Inês, de São Paulo.

Recentemente, um subtipo do vírus influenza, o H3N8, causou furor nos Estados Unidos. Em 2004 ele surgiu em cães da raça galgo e agora evidências indicam a circulação em outras raças. Seus sintomas são mais graves que a gripe canina comum, culminando em broncopneumonia. A mortalidade gira em torno de 5%, mas não há relatos desse tipo de gripe canina no Brasil.

Alergias respiratórias

Além da gripe, outros problemas afetam a saúde dos cachorros no inverno. “A umidade relativa do ar diminui e uma grande quantidade de partículas fica em suspensão. Elas são inaladas, agravando os quadros de alergia como bronquites e rinites”, alerta Marcos Eduardo Fernandes, formado em medicina veterinária pela Unesp, especialista em homeopatia veterinária e mestre em saúde pública pela USP. As roupinhas e cobertores, também mais usados nessa época, podem desencadear reações alérgicas.

A controller Simone Darrel, 34, de Curitiba, conta que sua pinscher zero, Kiki, sofre mais nessa época do ano. “Ela começa a espirrar e não para mais. Noto que as crises se agravam quando paro de levá-la para caminhar”, diz.

Quando notar algum sinal de alergia em seu cachorro, a primeira atitude é identificar o que pode estar causando o incômodo. Se possível, não deixe o caozinho em ambientes fechados, com carpetes e tapetes, e lugares tratados com excesso de desinfetantes, odorizadores de ambiente e produtos de limpeza. Evite fumar dentro de casa ou próximo ao animal, pois eles também inalam a fumaça e os resíduos do tabaco. O uso constante de umidificadores também pode levar à proliferação de fungos (mofo), o que propicia quadros alérgicos.

O tratamento paras as alergias é feito com anti-histamínicos, corticóides, broncodilatadores e nebulizações com solução fisiológica, mas como essas doenças podem ficar crônicas, é preciso um tratamento de longo prazo. “Uma alternativa é buscar terapias não convencionais, como a homeopatia, que apresenta bons resultados em grande parte dos casos”, diz Fernandes.

Na pele

As alergias na pele também costumam se agravar nessa época. “O clima frio leva os donos a banharem seus animais de forma mais esporádica, não removendo de forma adequada os alérgenos ambientais depositados na pele e nos pelos”, relata Carlos Eduardo Larsson, professor da Faculdade de Medicina Veterinária da USP e presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia Veterinária. Entre as raças mais acometidas com as dermatites atópicas estão boxer, chihuahua, yorkshire, sharpei, west highland white terrier, scottish terrier, llhasa apso, shitzu, dálmata, pug, setter irlandês, baston terrier, golden retriever, labrador e cocker.

Dicas para evitar que as alergias dermatológicas apareçam na época mais fria do ano:

-Dê banhos nos horários mais quentes do dia, com água morna, utilizando xampus e sabões próprios para cães, pouco agressivos ou irritantes.

-Enxague com bastante água corrente para remover o excesso de sabão e proteja as orelhas com algodão parafinado.

-Atente para eventuais sinais (prurido corpóreo, vermelhidão e descamação) quando colocar roupas nele, pois alguns tecidos podem acarretar ou agravar alergias (principalmente os de lã, seja acrílica ou natural).

-Evite o uso de perfumes.

-Não arranque pelos do canal da orelha nem faça a limpeza dela com álcool ou éter.

-Use o secador de cabelos em jato frio ou morno, para não queimar a pele do cão.

Fonte: UOL

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