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Tartaruga é encontrada morta em praia de Torres (RS)

Tartaruga é da espécie ceretta-ceretta, segundo biólogo da prefeitura de Torres — Foto: Projeto Praia Limpa/Torres

Uma tartaruga foi encontrada morta na beira da praia de Torres, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. Segundo o biólogo da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo, Rivaldo Raimundo da Silva, trata-se de um animal da espécie Ceretta-ceretta. Segundo o projeto Tamar, a espécie está ameaçada de extinção.

A suspeita é de que a tartaruga tenha morrido após ingerir material plástico, conforme o biólogo. Foi a quarta tartaruga que apareceu morta na praia desde o fim de dezembro, diz Rivaldo.

O biólogo acredita que as mortes possam estar relacionadas ao aumento do aparecimento de águas-vivas no litoral gaúcho, que acabaram queimando milhares de banhistas. “As tartarugas se alimentam de águas-vivas. A redução do predador favorece a presa”, comenta Rivaldo.

Fonte: G1

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Ativistas pelos direitos animais protestam contra caça

Divulgação
Divulgação

Ativistas pelos direitos animais do grupo A.L.F (Animal Liberation Front) queimaram e destruíram quatro torres de caça na região Nordeste da França, em Alsace-Lorraine, segundo o portal Vozes em Luto.

Sobre as torres, haviam sinais do grupo e a mensagem ‘Stop Hunting’ (Parem de caçar) em francês e alemão. Além disso, estava escrito “Estamos animados, é apenas o começo. Este verão vai ser ativo. Junte-se nas ações “.

 

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Grupo vende camisetas para ajudar animais abandonados em Torres (RS)

Fátima
fatimafahima@portoweb.com.br

O grupo Patinhas Unidas está confeccionando e vendendo camisetas para ajudar animais necessitados em Torres, RS. As camisetas custam R$30,00 e todo valor arrecadado será destinado a reforçar a atuação do grupo na proteção animal da cidade. Para adquirir uma camiseta é necessário enviar mensagem para a Miriam através do e-mail: michilanti@ibest.com.br e solicitar os dados para o pagamento e entrega.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
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Jacaré é encontrado às margens da BR-101 em Torres (RS)

Jacaré é encontrado às margens da BR-101, em Torres (Foto: Divulgação/PRF)
Jacaré é encontrado às margens da BR-101, em Torres (Foto: Divulgação/PRF)

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) encontrou um jacaré às margens da BR-101, km 5, em Torres, Litoral Norte do Rio Grande do Sul, neste fim de semana. Um caminhoneiro que passava pela rodovia por volta das 21h30 avistou o animal e avisou a polícia. Os policiais foram até o local e com a ajuda de um morador, recolheram o réptil, colocaram em uma caminhonete e, depois, liberaram o animal na Lagoa do Jacaré, que fica próxima ao local.

A PRF acredita que ele tenha se perdido perto do asfalto.

Fonte: G1

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Protetora denuncia maus-tratos no Rio Grande do Sul

Direitos Animais

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

A protetora Cida denuncia um caso de mau-trato em Torres, no Rio Grande do Sul, em que os dois cães que aparecem na foto estão largados no pátio de uma casa, sem água e sem comida, presos a correntes curtas que não permitem que os cães transitem.

O preto está com a corrente de baixo da telha, fica o tempo todo na mesma posição porque mal pode se mover.
A tutora esquece por dias de tratá-los e passam dia e noite pegando sol ou chuva e estão com muitos carrapatos visíveis.

Os vizinhos estão indignados, já fizeram denúncia e dizem que nada aconteceu. A protetora não sabe a quem recorrer.

Quem puder ajudar, entrar em contato com a protetora.

Contato: Cida – (51) 8137-9726.

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Primeiro sobrevoo da temporada localiza 37 baleias-francas no litoral sul

O primeiro sobrevoo de monitoramento das baleias-francas no litoral catarinense foi nesta quinta-feira e registrou 37 animais, sendo 13 pares de fêmeas com filhotes, entre Torres (RS) e a Praia da Pinheira, na Grande Florianópolis.

O monitoramento foi feito por uma equipe do Projeto Baleia Franca (PBF-Brasil), com participação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

De acordo com a diretora de pesquisa do PBF, Karina Groch, o número de baleias-francas avistadas para o período é normal: “Julho, por geralmente ser o mês de chegada da espécie ao nosso litoral, tem números mais baixos do que setembro, por exemplo, quando ocorre o pico de avistagens. Para se ter uma ideia de como a quantidade avistada em julho não serve como referência para a expectativa da temporada, em 2006 tivemos recorde de avistagens, com aproximadamente 197 baleias-francas registradas, enquanto o monitoramento aéreo do mês de julho daquele ano registrou apenas 11 indivíduos”, afirma.

Os locais com maior densidade de baleias foram as praias mais ao sul de Santa Catarina, como Jaguaruna, Balneário Rincão e Morro dos Conventos, que registraram ao todo 14 indivíduos, sendo seis pares de fêmea com filhote.

Em Itapirubá Sul e Norte, localizada entre Laguna e Imbituba, 10 indivíduos foram avistados, dos quais quatro fêmeas acompanhadas por filhotes.

“É comum termos muitos registros na região mais ao sul de Santa Catarina e norte do Rio Grande do Sul no mês de julho. Nossa estimativa é de que as baleias-francas que visitaram o litoral brasileiro em 2007 retornem neste ano já com novos filhotes, em um novo ciclo reprodutivo. Isto representa um número de aproximadamente 100 baleias-francas esperadas para 2010”, explica a bióloga.

O diferencial deste voo foi a quantidade de filhotes avistados, 13 ao todo, além de um indivíduo jovem e outros 10 adultos.

“O que nos surpreendeu neste ano foi a quantidade de filhotes avistados, cerca de 30% do total contabilizado neste primeiro sobrevoo. Esta é a proporção que geralmente é registrada em setembro, quando a maioria das francas que estão em nosso litoral já deram à luz”, explicou Karina.

Sobre o Projeto Baleia Franca

O Projeto Baleia Franca é uma instituição sem fins lucrativos, sediada na Praia de Itapirubá, em Imbituba, no Sul do Estado, e que trabalha há 28 anos pela conservação da baleia-franca por meio de duas linhas principais de pesquisa: monitoramentos aéreo e terrestre.

Por meio do monitoramento aéreo é feita a censagem, análise de distribuição e identificação individual das baleias-francas, com o objetivo de avaliar o status populacional da espécie em águas brasileiras.

A partir do monitoramento terrestre estuda-se o comportamento natural da espécie, a interação entre mães e filhotes, como os indivíduos se relacionam nos grupos sociais bem como o comportamento da baleias-francas frente a atividades antrópicas que possam causar algum impacto e comprometer o bem-estar dos grupos durante sua permanência nas enseadas.

As atividades do PBF também envolvem a publicação de trabalhos científicos, atividades de educação ambiental e orientação às embarcações turísticas durante a temporada de observação.

Saiba mais em www.baleiafranca.org.br

Fonte: Zero Hora

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Baleia cachalote é encontrada morta na Praia Grande, em Torres, RS

Uma baleia da espécie cachalote foi encontrada morta na beira da Praia Grande, em Torres, na manhã da última quarta-feira. Em avançado estado de decomposição, o animal de mais de 17 metros de comprimento e cerca de 20 toneladas foi enterrado próximo às dunas da praia, entre as guaritas cinco e seis.

Coordenado pelo chefe da unidade do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade em Torres, Ney Cantarutti Junior, o trabalho chamou a atenção de veranistas, que reclamaram do mau cheiro. Para remover o mamífero, um macho adulto, foram necessárias quatro máquinas de grande porte.

Segundo Cantarutti, o animal não apresentava marcas de ferimentos, e é provável que tenha sido vítima de morte natural.

Fonte: Zero Hora

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Julho registra recorde de baleias francas no Sul

Foto: Divulgação (Reprodução Waves)
Foto: Divulgação (Reprodução Waves)

O Projeto Baleia Franca (PBF) avistou 61 baleias francas em um sobrevoo que saiu de Torres, litoral Norte do Rio Grande do Sul, e foi até Garopaba, litoral Central de Santa Catarina.  O voo, realizado na última quinta-feira (30/7), registrou o recorde de baleias francas vistas para o período do mês de julho. 

Dos 61 indivíduos, 20 eram filhotes e um deles era albino. Os números e a identificação de algumas “velhas conhecidas” do catálogo do PBF foram comemorados pela instituição.

“A praia de Itapirubá (SC), situada entre os municípios de Imbituba e Laguna, foi onde registramos o maior número de indivíduos, 18 no total”, afirma Karina Groch, diretora de pesquisa do Projeto Baleia Franca.

“As fêmeas têm um filhote a cada três anos. O retorno delas, e o nascimento de novos filhotes, representa para nós um crescimento real da população das francas. Nossa expectativa é de que muitas baleias que estiveram aqui em 2006 retornem nesta temporada. O retorno dos indivíduos à nossa costa representa que as francas reconhecem o litoral catarinense como um bom local para parir e amamentar os seus filhotes”, comemora Karina.

Uma das fêmeas, que em 2006 visitou as águas catarinenses, é a mãe do filhote albino avistado no voo.

“Em 2006 ela estava com um filhote albino, retornou agora com outro filhote. A fêmea demora um ano para se recuperar e retornar ao ciclo reprodutivo, enquanto o filhote deve retornar no futuro, por volta dos 6 ou 7 anos”, completa a bióloga.

Além de registrar a presença das francas, identificá-las e catalogá-las por meio dos sobrevoos, o Projeto Baleia Franca também mantém um intercâmbio de informações com a Argentina e o Uruguai.

Por meio desta troca, se faz possível saber se um indivíduo que há três anos visitou a costa da Argentina retornou ao Atlântico Sul e foi visto no Brasil, por exemplo. “Temos um trabalho de cooperação técnica e comparamos estes dados, pois existem baleias que compartilham destas diferentes áreas”, ressalta Karina.

A diretora de pesquisas do PBF defendeu em 2005 sua tese de doutorado, a qual contém análises de sobrevoos desde 1987. Karina conclui que a taxa de crescimento populacional das francas é de 14% por ano, considerando os indivíduos que frequentam a costa brasileira.

“A tendência é de que, no mínimo, esta taxa se mantenha. Além da presença das fêmeas que vêm para amamentar os seus filhotes, também estamos registrando indivíduos adultos que vêm para acasalar”, finaliza a diretora.

O número máximo de baleias de francas vistas nos sobrevoos realizados nos meses de julho dos anos anteriores foi de 57, em 2007. No ano passado, 33 baleias foram avistadas neste mesmo período. O recorde em todos os voos realizados pelo Projeto Baleia Franca desde 2003 é de 194 indivíduos, no mês de setembro de 2006, registrados entre o litoral de Cidreira (RS) até Florianópolis (SC).

Fonte: Waves

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