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Segurança usa cassetete para expulsar cão de hospital: ‘covardia imensurável’

Reprodução/Instagram/APAA

Um segurança do Hospital Dom Orione, em Araguaína, no Tocantins, foi flagrado usando um cassetete para expulsar um cachorro do estacionamento da unidade de saúde. Uma testemunha registrou o ato de violência em um vídeo (confira ao final da reportagem).

Nas imagens, não dá para confirmar se os golpes desferidos pelo segurança atingiram o animal. No entanto, é possível ouvir o choro desesperado do cachorro. Na sequência, uma mulher parece repreender o segurança, que volta para dentro do hospital.

O caso foi encaminhado à Associação Protetora dos Animais de Araguaína (APAA), que registrou um boletim de ocorrência. O cão foi resgatado.

Em nota, a associação afirmou que “a covardia existente em agredir um animal é imensurável, não importando o contexto, há diversas formas dignas de agir em situações sem usar da agressividade”.

O Hospital Dom Orione também se posicionou. Em um comunicado, a unidade afirmou que não houve agressão por parte do segurança e disse que o cachorro era “raivoso”. A associação, no entanto, desmentiu o hospital e repudiou seu posicionamento. De acordo com a APAA, o cachorro tachado como bravo permitiu que a mulher que o resgatou o pegasse no colo, como mostram as imagens registradas.

Reprodução/Instagram/APAA

“Informamos que repudiamos não só a agressão ao animal, mas também o posicionamento da instituição, agressão não se justifica. Nos causa estranheza uma instituição dessa natureza, que defende a vida e a saúde, se pôr a defender o agressor e justificar seus atos”, afirmou a entidade.

Confira abaixo a íntegra das notas divulgadas pelo hospital e pela associação de proteção animal:

Nota do Hospital Dom Orione

“O Hospital Dom Orione esclarece que não compactua com nenhum tipo de agressão, seja a pessoas ou a animais. A instituição é defensora da vida, sendo responsável pelo nascimento de mais de seis mil crianças a cada ano, além de centenas de vidas que são salvas diariamente por meio dos atendimentos realizados na unidade.

As imagens de vídeo postadas nas redes sociais, envolvendo um colaborador e um cachorro em frente a esta unidade, estão sendo analisadas. No entanto, desde já esclarece-se que testemunhas que estavam no local e presenciaram toda a cena, relataram que o animal estava raivoso, latindo e rosnando para as pessoas que passavam no local. Por isso o colaborador teve a atitude de afastá-lo, pois as pessoas estavam com medo do cachorro. Testemunhas relatam ainda que não houve agressão por parte do colaborador, apenas gestos para afastar o animal.

O Hospital Dom Orione informa que o caso está sendo devidamente apurado.”

Nota da Associação Protetora dos Animais de Araguaína

“A Associação Protetora dos Animais de Araguaína – APAA vem por meio desta nota expressar extremo descontentamento com o fato ocorrido em frente ao Hospital Maternidade Dom Orione, envolvendo um colaborador da instituição e um cachorro em situação de rua.

Somos contra violência de qualquer natureza, e como seres humanos, pensantes e donos de nossos atos, qualquer agressão é passível de repúdio, ainda mais quando o alvo é um animal irracional.

A covardia existente em agredir um animal é imensurável, não importando o contexto, há diversas formas dignas de agir em situações sem usar da agressividade, por exemplo, como mostra no final das imagens divulgadas, uma mulher pegando no colo o até então “cão raivoso”.

Informamos que repudiamos não só a agressão ao animal, mas também o posicionamento da instituição, agressão não se justifica. Nos causa estranheza uma instituição dessa natureza, que defende a vida e a saúde, se pôr a defender o agressor e justificar seus atos.

Esperamos que as autoridades competentes ajam de acordo com a legislação.

Nós da Família APAA não apoiamos nenhum tipo de exposição ou violência ao agressor, nos mostremos superiores.”

Confira o vídeo da agressão abaixo (as imagens são fortes):

 

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Debilitados, cães com sintomas de leishmaniose são abandonados em Gurupi (TO)

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Dois cachorros com sintomas de leishmaniose foram abandonados em terrenos baldios em Gurupi, no Tocantins. Os animais foram deixados no setor Valdir Lins desnutridos e visivelmente doentes.

Um morador que denunciou o caso ao G1 filmou os animais no local. Um deles aparece quase imóvel em meio a um matagal. Jarlan afirma que acionou a Prefeitura de Gurupi, mas que não conseguiu socorro para os cães, que precisam ser submetidos a exames para investigar a possibilidade de contágio por leishmaniose.

“Liguei no CCZ [Centro de Controle de Zoonoses], o pessoal também ligou várias vezes e eles dizem que não tem como vir. Muito menos a população aqui. Não tem como levar”, lamentou.

De acordo com ele, os animais foram abandonados no local há dias. Jarlan cobra atitudes do poder público. “Prefeitura, não é só Covid que mata. Leishmaniose também. Olha a situação do cachorro. Como ele está”, criticou.

Em nota, a prefeitura informou que o veículo usado para resgatar animais doentes está com problemas mecânicos, mas que os cachorros serão retirados do terreno no qual foram abandonados.

Neste ano, 1,8 mil dos 11 mil animais domésticos que vivem em Gurupi foram testado para leishmaniose. Cerca de 400 cachorros testaram positivo. Embora muitas vezes as pessoas optem por tirar a vida desses animais, há tratamento para a doença.

“Não mate, trate” é o nome de uma campanha em prol da vida de animais diagnosticados com a leishmaniose, também conhecida como calazar. Em 2017, a iniciativa foi apoiada pela atriz Paolla Oliveira. 

“Por muito tempo os animais com leishmaniose visceral canina estavam condenados à morte induzida, mas hoje em dia isso mudou. A doença tem tratamento e, com dedicação, cuidado e carinho, seu amigo pode voltar a ter uma vida saudável. Não Mate Trate”, disse a artista.

A campanha apoiada por Paolla é uma iniciativa da ONG Arca Brasil em parceria com o Brasileish, uma associação que desenvolve pesquisas e emite orientações a respeito do manejo clínico da leishmaniose.

Coleiras repelentes e a manutenção da limpeza de quintais, para evitar a proliferação do mosquito palha, responsável pela transmissão da doença, estão entre as medidas preventivas. O inseto se atrai por lixo orgânico.


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Porcos são mortos após serem transportados de maneira irregular

Pixabay/272447/Imagem Ilustrativa

A Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec) matou oito porcos porque o motorista do caminhão que o transportava não dispunha de documentos que autorizassem o transporte dos animais.

Os porcos não tinham autorização para transitar pelo Tocantins porque vieram de uma área que não está oficialmente livre da peste suína. Os animais estavam sendo transportados de maneira irregular do Pará, com destino a Goiás.

O caso foi descoberto pelos fiscais da Adapec durante fiscalização de rotina realizada na barreira fixa do município de Talismã. Com o apoio da prefeitura da cidade e da Polícia Militar, os porcos tiveram suas vidas ceifadas. Além deles, animais de outras espécies eram transportados pelo caminhão, mas todos possuíam documentação correta.

Três zonas brasileiras estão livres da peste suína – que não é transmitida ao ser humano -, abrangendo 15 estados e o Distrito Federal. O Tocantins não tem registro da doença, por isso o trânsito de animais sem documentação não é permitido.

A doença, que também acomete javalis, tem como sintomas: febre alta, perda do apetite, diarreias, paralisias, tremores, manchas hemorrágicas pelo corpo e andar cambaleante.

Exploração animal

Tirar a vida de um animal é uma prática cruel, independentemente da razão que a motive. Seja para consumo humano ou para evitar a disseminação de uma doença, é inaceitável que animais de quaisquer espécies sejam mortos.

No caso dos porcos mortos no Tocantins, nem mesmo exames que atestem a presença da doença foram feitos. Se tivessem sido realizados, matá-los para proteger a agropecuária – e, portanto, impedir que pecuaristas tenham problemas com seus animais, apenas para garantir que possam continuar matando-os para consumo – também seria desumano, mas fazer isso sem sequer saber se estão doentes, podendo ter matado animais saudáveis por conta de uma doença que não os acometeu, é ainda pior.

Como disse a escritora Olympia Salete, “a vida é valor absoluto. Não existe vida menor ou maior, inferior ou superior. Engana-se quem mata ou subjuga um animal por julgá-lo um ser inferior. Diante da consciência que abriga a essência da vida, o crime é o mesmo”.


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Morre cadela que ganhou casinha com ar-condicionado: ‘perdemos um membro da família’

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

A família do tocantinense Wyomar Ramos sofreu um triste perda: Hanna, a cadela que viralizou na internet em 2015 após ganhar uma casinha com ar-condicionado, morreu em decorrência de leishmaniose.

A cadela tinha seis anos e vivia em Guaraí, na região central do estado de Tocantins. Após adoecer, Hanna recebeu tratamento, mas não sobreviveu.

“Perdemos um [membro] da família. Ela ficou doente, fizemos tratamento com ela. Gastamos até o que não tinha pensando que era uma coisa e era outra, mas quando viemos descobrir que era calazar não tinha mais o que fazer”, lamentou Ramos, em entrevista o G1.

Hanna ganhou, em 2015, um ar-condicionado, que foi colocado em sua casinha para trazer alívio para o animal, que sofria com o calor do Tocantins, que costuma ultrapassar os 40º C. A ideia de dar esse presente para a cadela partiu da filha de Ramos.

A família decidiu colocar o aparelho na casinha de Hanna após perceber que, desde os três meses de vida, ela tinha preferência pelo cômodo da casa que tinha ar-condicionado.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Em 2015, a casinha que recebeu o ar-condicionado era de tijolos e coberta com telhas, sem qualquer acabamento. Depois, uma reforma de aproximadamente R$ 5 mil foi feita. O telhado foi substituído por telhas de concreto, a casinha também ganhou forro de PVC, pintura e porta de vidro, além de uma calçada e de uma fossa séptica.

Ramos contou ao G1 que sua esposa ficou incomodada com os gastos na época, mas depois aprovou a reforma, já que a cadela era o xodó da família.

A história de Hanna alcançou tamanha repercussão que sua casinha se tornou um ponto turístico. Era comum que pessoas que viajavam à cidade fossem ao local pedir para tirar fotos ao lado da casinha e, claro, da cadela, que ficou famosa.

Decidido a salvar a vida de Hanna, seu tutor recorreu a dois veterinários. No entanto, seus esforços não bastaram, e a cadela partiu, deixando uma enorme saudade.

“A casinha tá lá do mesmo jeito. É triste quando eu olho para ela, sabe? Vejo ela lá dentro. Procuro nem olhar”, lamentou Ramos.

Foto: Arquivo Pessoal

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Tucano encontrado com bico mutilado é resgatado no Tocantins

Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros

Um tucano ferido foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros na quarta-feira (22) em Colinas do Tocantins, na região norte do estado.

O animal silvestre estava com parte do bico mutilada quando foi encontrado. A ave foi retirada de cima de uma árvore localizada no perímetro urbano da cidade.

Visto no início da noite de quarta-feira por moradores, o animal foi salvo após a corporação ser acionada. Segundo informações do G1, o animal estava na Avenida Pedro Ludovico, no Setor Araguaína II.

Durante o resgate, o animal, que estava assustado, tentou voar e pousou no chão. Para salvá-lo, os militares usaram uma rede.

Por volta das 18h, a ave foi imobilizada e transportada até a sede do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), onde será submetido a tratamento veterinário.


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Bombeiros usam barco para salvar animais em chácara alagada

Galinhas, carneiros e cabras foram levadas em embarcação que atravessou o Rio Barreiro

Resgate de animais que viviam em chácara. Foto Corpo de Bombeiros de Tocantins

Uma cena inusitada foi protagonizada pelo Corpo de Bombeiros de Tocantins na última segunda-feira (16). Os militares retiraram de uma chácara alagada, na zona rural de Araguatins, galinhas, carneiros e cabras utilizando uma embarcação. Eles ainda levaram pertences da família e sacos de adubo, para evitar que caíssem na água poluindo o rio Barreiro, que transbordou com as fortes chuvas.

A propriedade que fica no Projeto de Assentamento Água Amarela, cerca de 18 km do centro de Araguatins, e a embarcação foi cedida pelo dono da chácara, segundo matéria do G1.

Máquinas como um trator e outras usadas para adubar as plantações ficaram submersas. Não havia pessoas no local quando o rio invadiu a chácara. O resgate levou toda a manhã para ser concluído.

O norte do Tocantins tem recebido grandes volumes de chuva desde o fim da semana passada. Durante o fim de semana, famílias tiveram que ser retiradas das próprias casas e socorridas pela Defesa Civil. Elas estão alojadas em escolas até que o nível dos rios baixe.

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Polícia Federal investiga organização suspeita de traficar animais silvestres

As investigações foram iniciadas em 2018, após quase 80 pássaros serem resgatados no Tocantins


A Polícia Federal está investigando pessoas suspeitas de integrar uma organização criminosa que pode estar envolvida no tráfico de animais silvestres no Tocantins e em outros estados.

Foto: Débora Ciany/TV Anhanguera

Os animais seriam capturados, transportados em gaiolas e comercializados. Na manhã de quinta-feira (13), uma operação policial foi realizada para prender suspeitos em Minas Gerais.

As investigações foram iniciadas sem 2018, após quase 80 pássaros serem resgatados em Cariri do Tocantins.

O objetivo da Operação Araracanga, segundo a PF, é cumprir dois mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão nas cidades de Contagem, Ribeirão das Neves e João Pinheiro, no estado de Minas Gerais. Os mandados foram expedidos pela Justiça Federal de Gurupi, no Tocantins. Aproximadamente 20 policiais integram a ação.

De acordo com a PF, a organização criminosa captura animais no Tocantins, na Bahia e no Pará e os leva para locais como Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP).

Caso sejam condenados, as penas dos suspeitos podem chegar a 16 anos de prisão. Eles devem responder por caça, receptação e organização criminosa.


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Filhote de tamanduá abraça mãe morta em atropelamento no Tocantins

O animal silvestre não foi resgatado porque, após abraçar a mãe, fugiu para a mata


Um filhote de tamanduá foi flagrado enquanto abraçava o corpo de sua mãe morta em um atropelamento na BR-242, nas proximidades de Formoso do Araguaia, no Tocantins.

Foto: Mateus Ribeiro/Divulgação

A cena foi registrada na manhã desta segunda-feira (2) pelo motorista Mateus Ribeiro. As informações são do portal G1.

Mateus contou à TV Anhanguera que o filhote ficou abraçado ao corpo da mãe, como se estivesse se despedindo dela, durante um tempo após o atropelamento.

O motorista disse também que não conseguiu chamar os órgãos ambientais para que o filhote fosse resgatado porque o animal fugiu para a mata.

A recomendação dada às pessoas que dirigem seus veículos em rodovias que cortam regiões de mata é trafegar com cautela e respeitando os limites de velocidade para evitar o atropelamento de animais e proteger não só a vida deles, mas também dos próprios motoristas.


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Gatos mortos são encontrados dentro de sacos em lixo e lotes baldios

Os casos, que ocorrem pela segunda vez na quadra 904 Sul, em Palmas (TO), estão assustando os moradores da região, que temem pela vida dos animais


Gatos foram encontrados mortos dentro de sacos plásticos no lixo e em lotes baldios na quadra 904 Sul, em Palmas, no Tocantins. Os casos estão surgindo desde a última sexta-feira (22). A suspeita é de que os animais tenham sido envenenados.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Moradores da região estão assustados com os crimes. “Saindo na quadra eu percebi essa anormalidade porque não é só a questão de encontrar um gato isolado. Eu encontrei só nessa quadra, em um único dia, três gatos executados. Todos com características de envenenamento por conta de anticoagulantes”, disse ao G1 o farmacêutico Pedro Henrique Machado.

Não é a primeira vez que gatos são mortos no local. No ano passado, dezenas desses animais foram assassinados na quadra 904 Sul. De acordo com a dona de casa Jane Carla, que resgata animais abandonados, 18 gatos estão desaparecidos.

“O que eu posso fazer, eu vou fazer, seja dar comida todo dia. Quando eu vejo as fêmeas, eu vou arrumando a castração, eu levo no CCZ a maioria deles e vou castrando e devolvendo para o local que eu encontrei. Mas está difícil porque os bichinhos estão sendo judiados e assassinados”, lamentou.

A advogada e diretora de uma ONG Vanielle Paiva lembrou que a prática é criminosa. “Isso é crime, tem uma lei federal que trata isso, detenção de três meses a um ano”, explicou.

De acordo com Vanielle, a população deve buscar ajuda para os animais ao invés de matá-los. “Elas devem procurar o CCZ e pedir para eles castrarem. Ou procurar as ONGs que elas têm guias de descontos em castrações que fornecem um desconto mais acessível para gatos em situação de rua. Elas podem estar tomando essas duas atitudes e não matar um animal que ele é um ser inocente”, ressaltou.


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Tamanduás são encontrados carbonizados por conta de queimada

A ilha do Bananal, na qual os tamanduás foram encontrados mortos, é uma das localidades mais afetadas pelas queimadas no Tocantins


Uma queimada tirou a vida de dois tamanduás-bandeira na ilha do Bananal, no Tocantins. Encurralados em meio ao fogo, eles morreram carbonizados.

Foto: Ibama/Divulgação

No local, jacarés também sofrem. A estiagem prolongada faz com que eles tentem sobreviver contando apenas com um lago quase seco.

Esses animais, porém, não são os únicos afetados. Na zona rural de Palmas, uma jiboia foi queimada viva em um incêndio que atingiu uma chácara em Taquaraçu Grande. Os animais sobreviventes são levados para o Centro de Fauna, em Palmas. As informações são do G1.

A ilha do Bananal é uma das localidades mais afetadas pelas queimadas no Tocantins. No estado, 11,5 mil focos de incêndio foram registrados desde o início do ano, sendo 4,5 mil apenas em setembro.

Para combater as chamas, reforços de outros estados e também de fora do Brasil são recebidos pelo governo do Tocantins. Um helicóptero da Marinha, outro da Secretaria de Segurança Pública e três aviões enviados pelo Chile jogam água nas regiões atingidas pelos incêndios florestais. Além disso, 650 profissionais de diversas instituições, que integram a operação Verde Brasil, do Governo Federal, cooperam com os militares para por fim às queimadas.

Foto: Ibama/Divulgação

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Dono de fazenda é multado em R$ 63 mil por queimada em Tocantins

A queimada destruiu 62 hectares de mata. O crime foi descoberto após denúncia


O dono de uma fazenda em Paraíso do Tocantins (TO) foi multado nesta quinta-feira (26) em R$ 63 mil por fiscais do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) por conta de queimadas realizadas na propriedade que destruíram 62 hectares.

Foto: Naturatins/Divulgação

A fazenda fica às margens da TO-080 e o caso foi descoberto após denúncia feita por meio da Linha Verde, no número 0800 63 1155. O fogo teria atingido também as árvores do cerrado.

O fazendeiro afirmou aos fiscais do Naturatins que não sabia que é proibido promover queimadas, mesmo que controladas, entre 20 de julho e 20 de novembro, e alegou que usou o fogo para afastar animais peçonhentos.

Quando os fiscais chegaram no local, a queimada já tinha acabado e, por isso, os bombeiros não foram acionados.

Uma força-tarefa do Exército e da Marinha está combatendo queimadas no Tocantins, estado que enfrenta um período grave de estiagem.


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Cães doentes abandonados em frente a CCZ são sacrificados em Palmas (TO)

Três cachorros doentes foram abandonados em frente ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Palmas (TO) na última semana. Todos foram sacrificados.

Cachorro foi abandonado no portão do CCZ — Foto: Reproducão/TV Anhanguera

Todos os cachorros possuíam alguma doença, segundo o gerente do CCZ, Auriman Cavalcante. “Eu não me deparei ainda com essa situação de ter um animal sadio deixado aqui. Infelizmente, os animais que são deixados aqui estão todos doentes confirmados, e infelizmente esse é o fim, o sacrifício”, disse ao G1.

A assessoria da Secretaria Municipal de Saúde explicou, por meio de nota que, caso animais abandonados no local estejam saudáveis, serão encaminhados para adoção.

“Como qualquer membro da família, ele precisa de cuidados, não só quando chega com o animal bebezinho. Ele vai crescer e na medida em que crescer irá dar trabalho e custos. Você precisa ter consciência disso”, disse a voluntária em cuidado a animais, Evelyn Frota.

Maltratar animais é crime e vai além de agressões físicas. Abandono, dentre outras práticas, também configura maus-tratos, conforme explica o advogado Sebastião Donizetti.

“Qualquer conduta que venha a privar o animal das necessidades básicas de higiene, alimentação, água, que venha causar sofrimento, angústia, dor e estresse, é considerado maus-tratos”, comentou.


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