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Mamãe ursa apresenta seus bebês recém-nascidos ao seu salvador

Foto: Jukin Media
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Um defensor de animais que resgata ursos em situação de perigo ou feridos, compartilhou nas redes sociais o momento emocionante em que uma ursa que esta sob os seus cuidados, permitiu que ele entrasse em sua toca e conhecesse seus filhotes recém-nascidos no estado da Virgínia, Estados Unidos.

No vídeo podemos ver Joel Rosenthal rastejando em direção à cova onde a mãe ursa é vista sentada em uma grande pilha de palha, aconchegada aos bebês.

Ele diz: “Rose, eu ouço seus bebês”, enquanto a ursa geme e grunhe como se tivesse entendido o cuidador e estivesse respondendo a ele.

Rosenthal, que é biólogo aposentado e tem 70 anos, ajoelha-se no ninho da mãe que fica em Hillsboro, Virgínia Ocidental, enquanto ela olha para cima e faz um barulho como se desse “boas-vindas” ao amigo e salvador.

Sentado na entrada do refúgio da orgulhosa mamãe, Joel espia dentro da toca artificial e diz à ursa negra: “Você é uma boa mãe”.

Ele resgata ursos selvagens há cerca de dez anos, abrigando-os em sua casa e protegendo-os durante a temporada de caça em Point Views Farm, Hillsboro.

No vídeo, Rosenthal incentiva a nova mãe a “ouvir” seus pequenos, enquanto acaricia as costas dela.

Ele diz aos espectadores: “Olhe para mim, aqui estou eu com uma ursa e seus bebês”.

Foto: Jukin Media
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Os filhotes podem ser ouvidos dando pequenos gritinhos agudos, enquanto ele pergunta à ursa: “Onde estão seus bebês?’.

Momentos depois, ele sobe no monte de feno para ver melhor e posicionar a câmera.

Os gritos dos filhotes ficam mais altos e mais nítidos quando ele se ajoelha.

Rosenthal então se vira para a câmera segurando um filhote, apenas uma fração de tamanho maior que a sua mão, e limpa alguns pedaços de palha perdidos no bebê: “Oh, ele é tão bonito, é um garotinho”.

Foto: Jukin Media
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Momentos depois, o barulho se acalma, mas Rosenthal pergunta se “vamos ver mais” e ainda tenta dar uma olhada nos filhotes.

Ele aperta outro filhote e diz: “Olhe para esse cara, um ursinho minúsculo!”.

O amante dos animais coloca o filhote no comprimento do braço para tirar uma foto e a mãe se move para levá-lo a colocar sua filha de volta com os outros, nas imagens compartilhadas em 9 de novembro pelo Daily Mail.

Foto: Jukin Media
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Rosenthal desenvolveu uma relação tão estreita com os ursos que resgata, que pode levá-los regularmente para caminhadas na floresta, alimentá-los manualmente e dormir em seus recintos.

Ele já havia dito: “Nada neste mundo – nem sexo, nem comida, nem uma boa noite de sono – pode superar uma caminhada de uma hora com um urso”.

“Ninguém mais pode fazer isso, aliás ninguém faz isso mesmo”.

Ele afirma nunca ter sido atacado por um urso e os alimenta predominantemente com carne e com o petiscos ocasionais de manteiga de amendoim.

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Cão pianista faz sucesso nas redes sociais e tem até álbum

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Buddy Mercury, o cão pianista e cantor, faz sucesso desde 2016, mas recentemente um vídeo dele voltou a chamar a atenção nas redes sociais devido à ternura contida nele. Veja aqui:

Não é montagem e Buddy não foi ensinado a tocar. Aliás, em seu site https://buddymercury.com/ é explicado que o cãozinho é, na verdade, autodidata e aprendeu a tocar sozinho “só de ouvido”.

A influência musical ele carrega no próprio nome: vem do cantor e compositor, já falecido, Freddy Mercury, do Queen. Já lançou um álbum que encontra-se disponível em seu site e recentemente divulgou um novo single “Rocks the house” https://music.apple.com/us/album/rocks-the-house-single/1462813616 gravado em parceria com músicos de sua família humana.

Buddy tinha por volta de um ano de idade quando foi resgatado e em seguida adotado em maio de 2016, na cidade de Massachusetts, nos Estados Unidos. Dois meses depois ele já estava se dirigindo ao piano por livre e espontânea vontade. Ao som do teclado ele acrescentou seu “vocal uivado” e passou a se dedicar à música duas a três vezes por dia – exceto quando não está de bom humor!

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Além da carreira artística, já documentada em diversos jornais, revistas e programas de TV, Buddy inspirou uma série de produtos como camisetas, canecas e acessórios que têm 50% da renda revertida para abrigos de animais dos EUA. Ele também é garoto-propaganda de campanhas a favor da adoção de animais abandonados.

Devido ao sucesso de Buddy, sua tutora Laurie Lanteri-Wolf, vem gravando vídeos para o canal no You Tube https://www.youtube.com/buddymercury . Na casa tem também uma bateria. Buddy se arriscou, mas não se acostumou e, segundo Laurie, roeu as baquetas.

Muita gente se pergunta se é possível um cão tocar piano. Será possível um cão perceber de alguma forma que está produzindo melodia e se agradar com isso? Ao que tudo indica a resposta é “sim” dado o número de animais com esses “dons” artísticos e naturais que estão surgindo nas últimas décadas.

Existe também uma gatinha pianista muito famosa que assim como Buddy também tem sua própria rede social e já se apresentou até com orquestra, inclusive, este ano. O nome dela é Nora e ela “pegou gosto “pelo instrumento sozinha ao acompanhar sua tutora lecionando piano.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Em seu site norathepianocat.com ela mesma explica: “Gostei do som do brilhante Yamaha Grand e me sentei nele durante as aulas para que eu pudesse ouvir a música ainda mais alto. Então um dia pensei comigo mesma – talvez se eu pisasse no banco e colocasse minhas patas nas teclas como os alunos da Betsy, eu também tocaria piano”.

Outra coincidência com Buddy é que Nora também foi adotada de um abrigo dos EUA. Hoje ela tem 15 anos de vida e 12 de carreira. Acompanhe um de seus concertos que já teve quase 7 milhões de visualizações:

*Fátima ChuEcco é jornalista ambientalista a atuante na causa animal

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Urso é morto a tiros ao tentar escapar de toca incendiada no Canadá

Por Andressa Aricieri / Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: CBC

Um urso negro foi morto a tiros enquanto escapava da sua toca, que foi incendiada a aproximadamente 100 quilômetros ao norte de Churchill Falls, Labrador, no Canadá, de acordo com oficiais do Fish and Wildlife Enforcement.

A reportagem da CBC informa que o assassinato ocorreu nas áreas de Orma Lake e Sail Lake, provavelmente no dia 3 de dezembro.

De acordo com um comunicado de imprensa emitido recentemente e segundo o Departamento de Pescas e Recursos Terrestres de Terra Nova de Labrador, os oficiais têm investigado o crime terrível.

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Ursos polares recém-nascidos se mantêm perto da mãe na primeira aventura fora da toca

Foto: Thomas Kokta / Caters News Agency
Foto: Thomas Kokta / Caters News Agency

A cena é raramente vista. Pequenos filhotes de urso polar saindo de suas tocas para brincar e se jogarem na neve.

Apesar de pouco vista, a cena foi registrada pelo fotografo da vida selvagem Thomas Kokta, que estava no lugar certo, na hora certa, com a câmera em mãos para capturar o raro momento onde três filhotes e a mãe brincavam nas planícies cobertas de neve do Canadá.

Acredita-se que menos de 500 pessoas têm a sorte de testemunhar ursos polares bebês saírem de suas tocas em estado selvagem.

Sr. Kokta, que vem de Issaquah no estado de Washington, tem tirado fotos de famílias de ursos polares nos últimos anos, e conseguiu cuidadosamente entender o padrão de seus primeiros movimentos.

Em sua última sessão em Manitoba, no Canadá, Thomas provou ser um fotógrafo experiente ao capturar o fenômeno extremamente raro de uma ursa mãe que havia dado à luz trigêmeos sobreviventes. Enquanto os ursos polares na natureza frequentemente dão à luz a mais de um filhote, trigêmeos são raros, ainda mais com três filhotes jovens lutando para o leite de sua mãe, sendo comum que os jovens mais fortes empurrem o menor deixando-o morrer de fome nos primeiros meses.

E em sua busca para capturar imagens de ursos polares bebês, Kokta revelou que rotineiramente enfrenta obstáculos como o sono dos pequeninos, que tem a necessidade de dormir durante longos períodos de tempo, deixando-o esperando no frio, o que o coloca em risco de congelamento.

“Agora tenho milhares de fotos de ursos polares, pois passei mais de seis meses fotografando-os. Eu tenho a sorte de ver bebês trigêmeos subindo em árvores e tenho muitas, muitas fotos dos filhotes em poses engraçadas”.

O fotografo ainda comentou o nível de dificuldade em conseguir os registros: “As pessoas sempre parecem pensar que fotos de bebês são naturalmente bonitas, mas é difícil relacionar o esforço que isso exige. Há a espera, o frio e os locais são geralmente remotos”.

Thomas admite que adora fotografar a vida polar, mas ressalta que a captura de fotos de ursos polares tem seus desafios, dando destaque as temperaturas, despencando entre -50º C e -15ºC.

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Com informações de Diário 24 horas.

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Quando os ursos polares saem das tocas

(Foto: Aleksêi Bezrukov)

Coberta de neve, a ilha de Wrangel é uma fortaleza para várias espécies de animais e plantas do Ártico. Aqui, debaixo de muitos metros de camadas de neve, nascem pequeninos filhotes, pesando apenas 400 gramas. Indefesos e por enquanto cegos, os filhotes se transformarão no maior predador do planeta: o urso polar.

Todo verão a vida dos ursos fica escondida dos olhos humanos pelo impenetrável gelo do Oceano Ártico. À deriva sobre os blocos de gelo, os ursos caçam focas e morsas. No final da primavera, início do verão, os ursos estão celebrando o acasalamento no gelo. Nesse momento, os machos, que buscam uma fêmea, podem ser uma séria ameaça à vida dos filhotes.

Na ilha está instalada a reserva conhecida como Casa dos Ursos Polares, que foi inaugurada há 162 anos. (Foto: Reprodução/ Gazeta Russa)

Nesse período, os ursos estocam gordura para o inverno. Satisfeitos e felizes, eles dormem muito tempo na praia, nadam no mar e participam frequentemente de brincadeiras, tanto os filhotes quanto os adultos. Os ursos polares são surpreendentemente alegres e tolerantes uns com os outros.

Observar os ursos saindo das tocas é um imenso prazer. Dois ursos de pele macia são expulsos pela mãe. Depois de uma longa hesitação a mãe urso se estica e rola na neve.

Uma fêmea deita ao sol, deixando os pequeninos por conta própria. Os filhotes mamam leite e imediatamente instigam uns aos outros com brincadeiras, se esforçando continuamente para lamber o nariz da mãe. A mãe brinca com eles, respondendo com um movimento preguiçoso das patas ou da cabeça. Eles já pesam cerca de cinco quilos, envoltos em sua pele quente e branca.

Em março, os ursos começam a sair de suas tocas e mostrar o mundo lá fora aos seus filhotes.

Na toca de gelo em forma de ovo, há um corredor estreito através do qual só é possível mover-se com a barriga no chão. A toca pode facilmente acomodar de quatro a cinco adultos. O piso, coberto de gelo, parece polido para brilhar. As paredes e o teto são decorados com arranhões de numerosas patas com garras e pelos brancos congelados na neve.

Os ursos polares são muito curiosos e interessam-se por tudo que é novo e incomum. Eles também não são agressivos em tempo integral. Provavelmente a vida em altas latitudes ensinou esses animais a ter uma tolerância incrível um com o outro, e, em situações de perigo, eles preferem se afastar dos possíveis problemas, fugindo.

“Em uma das faixas da ilha, nós observamos um pequeno grupo de morsas do Oceano Pacífico e uma dúzia de ursos polares”, conta o oficial da reserva Vladímir “Quando escureceu, os ursos audaciosos se aproximaram do furgão velho e enferrujado em que vivíamos. Acordamos com a respiração forte de um urso e começamos a bater pedaços de pau com força na parede para desencorajar o interesse do animal pelo interior de nossa velha casa.”

Quando o inverno fecha novamente o mar com gelo, os ursos voltam para o reino do Oceano Ártico. Somente as fêmeas grávidas permanecem em terra, esperando o momento em que a encosta da montanha irá se cobrir de neve para, sob as luzes da aurora boreal, dar à luz outra geração de ursos polares.

Veja mais fotos aqui

Fonte: Gazeta Russa

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Cão toca teclado e "canta"

Um cãozinho está fazendo sucesso no youtube com o seu incrível talento musical. Além de tocar cada nota no teclado com o seu focinho, ele também canta e emociona quem o assiste. Confiram no vídeo!

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Grilos machos são 'gentis' com suas parceiras

Foto: Wikipedia/ Roberto Zanon

Os grilos campestres da Espanha fazem gentilezas com as fêmeas da mesma espécie, afirma um estudo de entomologistas britânicos publicado nesta quinta-feira no site da revista Current Biology.

Observações com câmeras revelaram que os grilos abrigam as fêmeas em suas tocas diante da ameaça de um predador, protegendo as parceiras do perigo.

Os pesquisadores, da Universidade de Exeter, analisaram mais de 200 mil horas de imagens gravadas durante duas temporadas de acasalamento do grilo campestre espanhol (Gryllus campestri).

“Muita gente pensa que a gentileza é um comportamento exclusivamente humano (…) de alguna forma relacionado à educação, à inteligência ou ao afeto”, observou Rolando Rodríguez Muñoz, da Universidade de Exeter, um dos autores do estudo.

“Mas demonstramos que até pequenos insetos machos, que não podem ser descritos como inteligentes e carinhosos, são gentis e protetores com sua fêmea”.

Estas observações revelam que atrás da gentileza pode haver outras motivações além da bondade e do refinamento.

Rodríguez Muñoz destacou que tal comportamento contraria o sugerido anteriormente por outros pesquisadores, que pensavam que os grilhos machos apenas tentavam ocultar as fêmeas em suas tocas para afastá-las dos concorrentes.

O novo estudo conclui que seu comportamento, muito além de ser violento, é na verdade de proteção, e os grilhos machos são recompensados porque passam mais tempo com as fêmeas, o que lhes permite procriar mais e ampliar sua linhagem.

“Realmente parece que os machos esperam que as fêmeas estejam protegidas do perigo” antes de entrar com ela na toca, disse Tom Trequenza, outro autor do estudo. “A proteção da fêmea parece ser a prioridade”.

Fonte: Terra

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Cachorro sobrevive 16 dias preso em toca de coelho

Um cão da raça Jack Russell ficou 16 dias preso em uma toca em Penistone, no Reino Unido, após correr atrás de um coelho e entrar no buraco do animal. Os tutores do cão, Erika e Carl Toutenhoofd, passaram dias procurando por ele, sem sucesso, segundo o jornal “Barnsley Chronicle”.

Cão da raça Jack Russell ficou 16 dias preso em uma toca de coelho. (Foto: Reprodução)

O casal já havia perdido a esperança de encontrá-lo vivo. “Eu pensei que nunca iria vê-lo novamente, foi horrível”, disse Erika.

O cachorro acabou sendo achado por sua amiga Louise Bedford, de 33 anos. Ela estava caminhando com seus cinco cães quando ouviu alguns latidos.

Ela pensou que algum dos seus cães tivesse ficado preso nos arbustos, mas, quando os afastou, ela viu o Jack Russell da amiga tentando desesperadamente sair de dentro de uma toca de coelho.

Fonte: G1

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Cão é resgatado após ficar nove horas preso em toca de coelho

Tutora chegou a tentar retirar o cão sem sucesso. Equipe com dez bombeiros participou do resgate.

Cão ficou nove horas preso em uma toca de coelho. (Foto: Reprodução)

Um cão foi resgatado na semana passada em Shrewsbury, no Reino Unido, após ficar nove horas preso em uma toca de coelho a 1,5 metro de profundidade. O cachorro ficou entalado na toca após perseguir um coelho, segundo o jornal inglês “Shropshire Star”.

A tutora Kay Barnes, de 32 anos, passou mais de duas horas tentando resgatar o cachorro antes de avisar o serviço de emergência na quinta-feira. Uma equipe com dez bombeiros participou do resgate. Após mais de três horas, eles conseguiram localizar e resgatar o cão.

Assista ao vídeo da reportagem:

Fonte: Pantanal News

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Cadela fica 2 horas presa em toca de coelho no Reino Unido

Uma cadela foi resgatada após ficar presa em um buraco de coelho durante duas horas no Reino Unido. Algumas pessoas que passavam pelo local ouviram o animal latir, mas não conseguiram libertá-lo, mesmo usando uma pá.

Imagem: Reprodução/Daily Echo

A cadela chamada Daisy, de sete anos de idade, só foi retirada da toca após o bombeiro Buster Brown, especialista em salvamento de animais, ser chamado, segundo reportagem do jornal britânico Daily Echo.

Fonte: G1

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A salamandra tigre

Semelhante a seu homônimo, a salamandra tigre é geralmente marrom, com listras cinza sobre seu corpo. O animal mede de 18 cm a 35 cm. Ela vive na maior parte dos Estados Unidos, sul do Canadá e do México oriental. A salamandra tigre faz profundas, até 60 centímetros abaixo da superfície, próximo a lagoas ou córregos. (Com informações do Último Segundo/Foto: National Geographic)

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