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Tigresa Maya morre após viver anos aprisionada no zoo de Brasília

A tigresa morreu uma semana depois de seu irmão, o tigre Dandy. O Zoológico de Brasília, onde os animais viviam aprisionados, é acusado de negligência por uma ativista


Maya, uma tigresa-de-bengala-branca, morreu na noite de domingo (6) após passar a vida toda aprisionada em zoológicos. A tigresa, que nasceu em cativeiro na França, viveu seus últimos anos no Zoológico de Brasília. O local é acusado de negligência pela ativista Carolina Mourão. 

(foto: Ivan Mattos/Divulgação Zoológico)

O zoológico alega que Maya, que tinha 10 anos, sofria de uma infecção uterina e morreu após uma cirurgia realizada para reparar o trajeto intestinal do seu organismo.

No domingo (6), antes da tigresa morrer, Carolina Mourão usou as redes sociais para fazer uma denúncia sobre o caso. Segundo ela, o zoológico insistia “em mentir sobre o estado da tigresa Maya, ainda sedada após 4 cirurgias no ZOO DF sem transparência alguma, mantida viva em coma induzido para segurar cargos e salários”.

“Disseram, na coletiva usada para ratificar mentiras ao invés de sanear a crise, que a tigresa estaria ‘andando como uma princesa com sua bolsa de colostomia’. Essa imagem nunca existiu, ela continua em coma induzido. Afinal, desafiamos o Zoo DF a mostrar as imagens de seu passeio de princesa, tão importantes sanear a crise dessa instituição mambembe. MAYA E DHANDY [tigre que morreu recentemente] serão divisores de água nesse cenário macabro e obscuro dos zoos”, completou.

O zoológico, por sua vez, afirma que a tigresa teve seu útero e ovários retirados no dia 14 de setembro e que, após sofrer um rompimento das suturas abdominais cinco dias depois, com vísceras expostas através da abertura da incisão, foi submetida à nova cirurgia para remover tecido necrosado e refazer os pontos que, ainda segundo a instituição, depois romperam novamente.

As alegações do zoológico, no entanto, não convencem a ativista, que fez denúncias não só sobre o caso de Maya, mas também a respeito do irmão dela, o tigre Dandy, que morreu no Zoológico de Brasília uma semana antes da tigresa, no dia 29 de setembro.

Carolina revelou, em publicação feita em rede social, que Dandy “foi fazer check-up e ‘aproveitou para ser doador’, como publicado a princípio. E nesse falso check-up teria detectado ‘problema nos rins’, para encerrar o assunto. Problema nos rins e velhice são desculpas padrão do Zoo DF para justificar mortes a rodo há 12 anos, acompanho de perto e colho provas há 15. A verdade: O check-up já tinha sido feito em 29 de julho e o procedimento é anual. O animal estava absolutamente sadio”.

A ativista desmentiu a alegação que, segundo ela, foi feita pelo zoológico sobre Dandy ter morrido na contenção. “Teria sido grave, uma negligência no manejo já que estava comprovadamente sadio, e não poderia ter doado sangue já morto. O tigre morreu por erro de sedação”, concluiu.


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Ativista desmente zoo de Brasília e diz que tigre ‘morreu por erro de sedação’

A ativista Carolina Mourão afirmou que o zoológico mentiu sobre a causa da morte do tigre. Ela afirma ter provas contra o zoo no qual Dandy vivia aprisionado


A ativista Carolina Mourão usou as redes sociais para fazer uma denúncia sobre a morte do tigre Dandy, que vivia aprisionado, sendo explorado para entretenimento humano, no Zoológico de Brasília, no Distrito Federal (DF). Na publicação, ela afirma que o zoo mentiu sobre a causa da morte do animal e diz que “o tigre morreu por erro de sedação”, denunciando o que seria um caso de negligência.

Dandy (Foto: Zoológico de Brasília/Divulgação)

“O animal foi fazer check-up e ‘aproveitou para ser doador’, como publicado a princípio. E nesse falso check-up teria detectado ‘problema nos rins’, para encerrar o assunto. Problema nos rins e velhice são desculpas padrão do Zoo DF para justificar mortes a rodo há 12 anos, acompanho de perto e colho provas há 15. A verdade: O check-up já tinha sido feito em 29 de julho e o procedimento é anual. O animal estava absolutamente sadio”, escreveu Carolina.

A ativista disse ainda que o zoológico afirmou que o “sangue do tigre Dandy não estava apto” e que ele “já estava mal”. No Facebook, Carolina desmentiu tais afirmações. “O sangue estava ótimo e por isso [a tigresa] Maya recebeu doação, embora continue em coma a todo custo para preservar os melhores cargos. O animal morreu após a retirada do sangue e durante a sedação em dose equivocada. Sabemos quem foram os veterinários que fizeram a transfusão. Foi uma barbeiragem grotesca de especialistas em cães e gatos. Seria uma loucura veterinária ainda maior doar sangue ruim para um paciente terminal”, afirmou.

Na publicação, Carolina falou também sobre o caso da tigresa Maya que, segundo o zoológico, saiu da UTI na quarta-feira (2). A ativista, no entanto, diz que a informação sobre uma melhora no quadro de saúde da tigresa é falsa. “Maya continua categoricamente em coma induzido, mantida no mesmo ambiente desde as outras cirurgias, imóvel há três semanas e não foi de lá removida. Duas outras cirurgias foram realizadas para consertar o primeiro erro de protocolo pós-cirúrgico que permitiu que Maya arrebentasse seus pontos e seus intestinos saíssem. O resultado foi nova cirurgia que botou tudo de volta pra dentro, e surgiu uma infeção com necrose de parte do intestino. Sofreu então a terceira cirurgia a qual não se recuperou. Mantida a todo custo viva para preservarem os melhores cargos nessa crise que só piorou após a morte do macho Dandy. Afinal, como poderiam anunciar duas mortes de tigres raros em uma semana por pura incompetência?”, questionou.

Maya (Foto: Zoológico de Brasília/Divulgação)

De acordo com Carolina, em entrevista coletiva no dia 2 de outubro, o zoológico apresentou três versões para a morte do tigre Dandy, “juntando mentiras complementares como a razão do óbito, tentando confundir a opinião pública”. A verdade, segundo a ativista, é que “um animal com insuficiência renal apresenta sintomas e naturalmente não pode ser doador. Se acaso estivesse com insuficiência, uma boa equipe de veterinários deveria ter identificado, observando o animal para lhe auxiliar, e o animal teria a chance de um tratamento renal. Do contrário, teria sido negligenciado. E pior, se estava com problema renal e mesmo assim foi vampirizado até seu óbito para salvar outro que já tinha a atenção da imprensa”.

Carolina disse ainda que o zoológico mentiu durante a entrevista coletiva ao afirmar que o tigre tinha idade avançada. “Um felino como um tigre ou um leão tem uma expectativa de vida de 22 anos, especialmente em cativeiro. Inclusive esse foi um dos argumentos do próprio zoológico em juízo, quando os processei, que sabem tratar animais e que em zoos ‘eles vivem mais’, como afirmou o chefe dos mamíferos do Zoo DF, na vara. Um contradição que varia conforme a necessidade deles”, reforçou.

Por fim, a ativista desmentiu a alegação que, segundo ela, foi feita pelo zoológico sobre Dandy ter morrido na contenção. “Teria sido grave, uma negligência no manejo já que estava comprovadamente sadio, e não poderia ter doado sangue já morto. O tigre morreu por erro de sedação”, concluiu.


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Após uma vida de exploração, tigresa, zebu e lhama morrem em circo

O desaparecimento súbito de uma tigresa, um zebu e de uma lhama causaram revolta nas mídias sociais.

Foto: La Depeche

Foi informado que a tigresa morreu de uma doença, enquanto os outros dois foram envenenados. Tudo começou quando a tigresa de 12 anos teve a morte induzida porque tinha insuficiência renal. O diretor artístico do circo, Christophie Henry disse que “a tigresa não morreu em Orléans, mas em Nantes. Ela foi transportada para a cidade de Orléans, pois é aqui que o açougueiro estava”. As informações que foram confirmadas pelos serviços do Estado não encontraram provas de abuso.

Depois, um zebu morreu “brutalmente com seu corpo convulsionado”, segundo o veterinário Vincent Bosquet, que também examinou a lhama.

Foto: France Bleu

“O animal não estava em forma e, quando cheguei, ele estava morto. Duas horas antes, ele estava absolutamente bem! Isso é muito sugestivo de envenenamento, embora tenhamos esperança de que este não seja um ato de intenção maliciosa, mas, infelizmente, isso é muito provável”, declarou. Bosquet também disse que eles não poderiam ter sido abusados.

De acordo com o The Holidog Times, dois camelos também tremiam, mas foram resgatados. Organizações de proteção animal que já protestaram contra o circo afirmam que o estabelecimento é culpado pelas mortes. Alexandra Morette, representante regional da 269Life, declarou: “Seria muito estranho que os animalistas atacassem animais! Isso iria contra tudo o que defendemos. Estamos tão perto da vitória que não precisamos envenenar animais para vencer”.

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Vídeo flagra adestradores chicoteando e golpeando leão e tigresa em circo

Uma das imagens mostra a elefanta Bambi claramente se apoiando em sua perna traseira esquerda, segurando-a várias vezes enquanto anda, o que mostra sua dor e desconforto.

Foto: PETA

Durante a apresentação, ela hesita em se deitar e só faz isso quando o adestrador a empurra em direção ao chão. Ela é muito lenta para conseguir levantar e parece ter dificuldade para se erguer, sinalizando uma dor extrema e uma possível artrite.

Foto: PETA

No show de grandes felinos, Jorge Pages chicoteia um leão para obrigá-lo a permanecer em linha reta. Outro treinador golpeia uma tigresa para que tirá-la de um pedestal. Ao longo do show, felinos exibiram sinais de medo, incluindo hesitação, rosnados e tencionando as orelhas.

Foto: PETA

Outra apresentação envolve um cachorro fantasiado de elefante que é virado de cabeça para baixo e sacudido. O adestrador também o carrega pelas pernas traseiras. O tratamento brusco pode provocar ferimentos no pescoço ou nas costas.

Em 2016, vídeos flagraram os adestradores do Circus Pages chicoteando um tigre no rosto e no corpo mais de 24 vezes, reportou a PETA.

Os animais explorados por circos vivem frequentemente com medo de serem agredidos fisicamente. Eles são privados de cuidados veterinários e obrigados a realizar truques desconfortáveis repetidamente e muitos precisam enfrentar a dor contínua.

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Covardemente condenada à morte, tigresa morre eletrocutada em acidente

Uma tigresa que foi covardemente sentenciada à pena de morte por ter matado quatro pessoas no centro da Índia, morreu acidentalmente após tocar em uma cerca eletrificada. Ela foi eletrocutada dois dias após a Justiça ordenar sua morte.

A diretora da Pench Tiger Reserve, Rishikesh Ranjan, afirmou que, após o acidente, o corpo da tigresa foi recuperado. “A cerca foi colocada por moradores locais para se protegerem dos animais selvagens, principalmente dos javalis”, explicou.

(Foto: Agência France-Presse)

Conhecida como Kala (negra, em hindu), a tigresa foi retirada temporariamente da natureza em julho para que recebesse um colar com emissor de rádio. Após esse processo, ela foi devolvida à liberdade na reserva de Bor. A morte de outras duas pessoas, causada por ela depois desse período, entretanto, motivou a decisão do tribunal do Estado de Maharashtra, que ordenou a morte da tigresa, ignorando o direito à vida de todo ser vivo e desconsiderando o fato de que animais não matam por maldade, sendo apenas motivados por instinto de defesa ou fome, sem racionalidade.

Tigres, inclusive, não costumam matar pessoas. Os casos de Kala e de outra tigresa que também recebeu sentença de morte na Índia – país no qual vive a metade da população mundial de tigres, com 2.226 deles – são raros. As informações são da Agência France-Presse.

Ao contrário de Kala, que se acidentou, a outra tigresa sentenciada à morte teve efetivamente sua vida tirada. Após ser covardemente caçada por 44 dias, ela foi morta. O caso, que aconteceu em 2016, envolveu a utilização de drones, helicópteros e de elefantes e cães  – lamentavelmente explorados para praticar uma atividade cruel contra outra espécie.

A ordem de execução aconteceu devido à acusação de que a tigresa teria matado três moradores locais e ferido outros três. Em uma atitude grotesca e assombrosa, habitantes da região celebraram a morte da tigresa, vítima de um disparo feito por guardas florestais, exibindo o corpo dela durante aproximadamente três horas.

Nota da Redação: a aproximação de animais selvagens a centros urbanos é algo inapropriado tanto para eles, quanto para humanos. O correto é que cada um viva no lugar destinado para si. Entretanto, o homem tem destruído intensamente a natureza, colaborando assim para que animais selvagens percam seus habitats e migrem para outros locais, aproximando-se das cidades. Considerando então que o erro está sendo cometido por humanos, é inaceitável que os animais paguem por isso. Qualquer espécie que venha a ferir ou matar pessoas o faz unicamente por instinto de proteção ou fome, e não o faria se vivesse em seu habitat, tendo ao seu dispor tudo o que é necessário para a sobrevivência. 

Utilizar cercas eletrificadas com voltagens altas o suficiente para matar um animal que nelas toquem também não é uma prática justa e correta. Humanos não podem colocar seu direito à proteção acima do direito à vida de outros seres vivos. Ao invés de utilizar meios que possam provocar acidentes que levem à morte de animais selvagens, como aconteceu com a tigresa em questão, é necessário que as pessoas se conscientizem e trabalhem para minimizar os estragos já causados e impedir que mais destruição seja imposta à natureza e, por consequência, aos animais que a habitam.

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Tigresa Laila morre aos 21 anos de falência renal no zoo de Brasília (DF)

A tigresa Laila, de 21 anos, morreu por conta de um quadro de falência renal, na manhã deste sábado (24). O diretor do zoológico, Gerson Norberto, conta que Laila estava com a saúde debilitadas e passou por diversos exames nos últimos 40 dias, quando os veterinários decidiram mudar a medicação que ela tomava.

Tigresa Laila estava em tratamento nas últimas semanas
Laila é uma tigresa que faleceu aos 21 anos de idade por conta de falência renal (Foto: Rodrigo Nunes/Passeio pelo Zoólogico de Brasilia)

Ainda segundo Gerson, a tigresa foi explorada como reprodutora da espécie, e, infelizmente, suas crias também são mantidas em cativeiro, em zoológicos em várias regiões do país.

 

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Tora foi chicoteada 31 vezes por adestrador
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Tigresa é chicoteada 31 vezes por desobedecer adestrador em circo

Uma tigresa chamada Tora e explorada em um circo foi vista encolhendo-se apavorada enquanto seu adestrador a chicoteava repetidamente, de acordo com imagens de uma investigação secreta.

Tora foi chicoteada 31 vezes por adestrador
Foto: HSUS

Outro clipe mostra os tigres durante uma sessão de treinamento. Um deles olha para o treinador e, vendo o chicote em sua mão, apressa-se de tão aterrorizado.

Essas cenas terríveis parecem ser frequentes no Tigers ShowMe, uma performance itinerante que abusa de tigres e é dirigida por Ryan Easley que atua no Carden Circus e no Shrine Circuses de acordo com a Humane Society dos Estados Unidos (HSUS), que realizou a investigação.

“Ryan Easley utiliza métodos de treinamento arcaicos que envolvem o medo, a força e a punição”, declarou Jay Pratte, especialista em comportamento animal, em comunicado divulgado pela HSUS.

De acordo com os investigadores, Easley chicoteou Tora repetidamente depois que ela o desobedeceu.
“Em minha opinião profissional, os tigres do ShowMe Tigers sofrem de negligência psicológica e trauma diariamente”, disse Pratte.

A investigação foi divulgada quando o circo Ringling Bros. e Barnum & Bailey Circus realizou seu último show. Isso mostra que, embora tenha havido progresso no fim de shows cruéis com animais, ainda há muito trabalho a ser feito.

“Qualquer pessoa que viva com um gato doméstico reconhecerá os sinais de estresse e trauma exibidos pelos tigres de Easley”, disse Lisa Wathne, gerente de vida selvagem em cativeiro da HSUS ao The Dodo.

Tigres explorados em circo
Foto: HSUS

“Dói imaginar que tipo de coerção dolorosa seria necessária para fazer um felino – e muito menos um tigre que pesa centenas de quilos – a pular sobre as patas traseiras”, acrescentou.

Quando não participam de shows, os oito tigres explorados pelo ShowMe são mantidos em confinamento quase constante em suas jaulas de metal, que medem somente quatro pés de largura, quatro de altura e pouco de seis de comprimento. Os dois tigres machos, cada um pesa mais de 500 quilos, compartilham uma jaula de transporte.

“Exceto pelos poucos minutos de cada dia, quando os tigres faziam performances, eles eram mantidos exclusivamente em jaulas de transporte onde se alimentavam, dormiam, andavam, urinavam e defecavam nos aproximadamente 13 metros quadrados de espaço disponível para cada um”, diz o relatório da HSUS.

“Em nenhuma vez, eles tiveram a chance de se exercitar fora das jaulas. Na verdade, a jaula de exercícios dos tigres nunca foi descarregada do trailer”, completou.

Tigres mantidos em pequenas jaulas durante 23 horas por dia
Foto: HSUS

A investigação secreta ocorreu de 28 de dezembro de 2016 a 18 de janeiro de 2017 e acompanhou Easley na sua sede em Hugo, Oklahoma. Em seguida, o mostrou na estrada por nove dias conforme ele e os tigres viajavam com o Carden Circus para cidades em Oklahoma e no Texas.

Tora, que foi chicoteada 31 vezes em menos de dois minutos, sofria de uma ferida não tratada em seu rosto.

Infelizmente, esta não é a primeira vez em que ela enfrenta problemas de saúde: há cinco anos, o USDA, a agência governamental que implementa a Lei de Bem-Estar Animal, acusou Easley por não tratar uma ferida aberta na caixa torácica de Tora.

“Os tigres se encolheram, gemeram de angústia e achataram as orelhas em uma resposta amedrontada por serem chicoteados e atingidos com uma vara, um comportamento típico de tigres traumatizados e abusados. A mera presença dessas ferramentas durante as apresentações evocou sinais clássicos de medo e estresse comportamental”, escreveu a HSUS em seu relatório.

Os felinos eram obrigados a urinar e defecar nas jaulas
Foto: HSUS

Quando não são forçados a suportar as árduas sessões de adestramento, os tigres andam gemendo pelas minúsculas jaulas. Na sede, em Hugo, os tigres tentaram se manter aquecidos, com apenas uma polegada de roupa de cama, durante temperaturas congelantes.

Durante cinco dos 22 dias da investigação, não receberam nada para comer. A HSUS relatou as descobertas para o USDA, exigindo que a agência investigue o caso.

“Embora seja verdade que Ringling está saindo do negócio, outros circos ainda operam e usam métodos desumanos para lidar com animais selvagens”, disse Wayne Pacelle, presidente e CEO da HSUS, em um comunicado.

“Não há nenhuma razão para espancar tigres ou outros animais selvagens para essas performances sem sentido. Todos os circos devem acabar com shows de animais”, concluiu.

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Tigresa se recupera após ser resgatada de circo à beira da morte

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/In-Sync
Reprodução/In-Sync

Quando a tigresa de Bengala Aasha tinha apenas nove meses, ela estava tão magra que tinha o peso de um filhote de apenas três meses, correndo sério risco de morte.

Vicky Keahey, fundadora do Centro de Educacional e de Resgate da Vida Selvagem In-Sync do Texas, soube sobre a história da tigresa em março de 2011 por meio de um inspetor do Departamento de Agricultura (USDA) que estava preocupado com Aasha e queria deixá-la sob os cuidados de Keahey, informa o The Dodo.

“Perguntei como uma tigresa de nove meses poderia ser tão pequena”, disse Keahey

Mais tarde, ela conheceu a triste história de Aasha, que era explorada por um circo itinerante. Ela compartilhava uma jaula com um tigre muito maior, que frequentemente a provocava.

O inspetor do USDA explicou que uma recente investigação descobriu que os animais no circo não estavam recebendo o cuidado adequado e observou que havia algo particularmente errado com Aasha, embora não se soubesse exatamente o quê.

Keahey concordou em levá-la e, assim que ela viu Aasha, sabia exatamente o que atormentava o filhote: micose.

“Sua pele estava seca com rachaduras, áreas escurecidas e sangrando”, disse Keahey.

Reprodução/In-Sync
Reprodução/In-Sync

Ela também tinha feridas abertas, que Keahey presumiu que eram marcas de mordida do tigre com quem Aasha convivia. O veterinário confirmou a micose de Aasha e ela foi levada para um recinto isolado no In-Sync.

Keahey conta que lhe dava medicamentos duas vezes por dia e passava algum tempo com ela. Após oito semanas de tratamento, a penugem da tigresa começou a crescer novamente.

“Quando os tratamentos terminaram, Aasha amava a água, então eu coloquei uma pequena banheira no [seu gabinete]”, disse ela.
Sob os cuidados de Keahey, Aasha começou a crescer e se recuperar. “Dentro de oito meses, ela parecia realmente uma tigresa e era hora de ver como ela reagiria a outros tigres”, disse Keahey.

Ela conheceu o tigre Smuggler e a equipe do centro de resgate percebeu a atração entre eles. Os dois animais se conheceram melhor por meio de encontros supervisionados até estarem prontos para ficar juntos no mesmo recinto.

Felizmente, Aasha passou de um filhote doente e vítima de maus-tratos e negligência para uma tigresa adulta confiante e brincalhona.

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Série “The Walking Dead” usa computação gráfica para não explorar animais

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/The Walking Dead, Trailer Oficial
Reprodução/The Walking Dead, Trailer Oficial

A série de televisão “The Walking Dead” lançou o trailer da sua sétima temporada nesta semana, dando aos ativistas pelos direitos animais motivos para comemoração.

De maneira semelhante ao momento em que o elenco e a equipe do programa de tornaram-se vegetarianos, as cenas divulgadas mostram um enorme passo em uma abordagem mais humana, relata o Care2.

O trailer apresenta o Rei Ezequiel com o animal doméstico, a tigresa Shiva, que ruge para a câmera. Porém, os defensores dos direitos animais não devem se preocupar, pois Shiva não é uma tigresa real.

Ela é feita com animatrônica e recursos de computação gráfica, pois o produtor executivo da série, Scott M. Gimple, não quis explorar um tigre real no set de filmagem.

“Perguntei a Scott como faríamos isso e ele ressaltou que não é humano usar um tigre vivo no set”, disse o criador da série Robert Kirkman ao CinemaBlend.

A decisão adotada pela equipe é um alívio dentro da indústria de entretenimento. Investigações sigilosas têm mostrado que o treinamento dos animais utilizados em filmagens pode envolver espancamentos e até mesmo a retenção de alimentos para incentivá-los a exibir um determinado comportamento.

Os animais são mantidos em jaulas durante longos períodos de tempo e, quando não estão participando das filmagens, não são mantidos em condições adequadas, como se tornou evidente no caso do filme “O Hobbit”: 27 animais morreram durante a produção.

“Esses animais não são propriedades, e forçá-los a fazer algo para o nosso entretenimento não é humano ou seguro principalmente quando as inovações tecnológicas podem tão facilmente substituí-los”, declarou Adam Roberts, CEO do grupo de proteção animal Born Free.

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Tigre amur dá a luz a dois filhotes após ser reintegrada à vida selvagem

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

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Um tigre Amur fez história ao se tornar a primeira de sua espécie a dar à luz a dois filhotes depois de ser reintegrada à vida selvagem. A tigresa Amur chamada Zolushka foi capturada em câmeras com sensores de movimento na Reserva Natural Bastak em Far East Russia com seus dois filhotes novos.

Zolushka, russo para Cinderela, foi encontrada órfã no inverno de 2012 – sua mãe era provável vítima de caça ilegal – e liberada após a reabilitação em 2013. O tigre de Amur, também conhecido como Siberian, foi equipada com um colar de rádio por satélite e os cientistas têm acompanhado o seu progresso desde a sua libertação.

Rangers também usaram uma combinação de acompanhamento de campo e câmeras remotas com sensores de movimento para monitorar sua condição e movimentos. As fotografias fornecem a prova histórica de sua reintegração bem sucedida à vida selvagem. Especialistas do Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal (IFAW) e organizações parceiras envolvidas na reabilitação de Zolushka estão comemorando a notícia.

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“Estamos muito felizes com a notícia de Zolushka tornar-se mãe de dois filhotes saudáveis”, disse Masha Vorontsova, diretora da IFAW Rússia. “Isso é o que todos nós temos esperado desde sua libertação em 2013. Isso mostra que ela foi totalmente adaptada para uma vida em estado selvagem e é capaz de caçar e procriar com sucesso, e agora criar uma nova geração de tigres Amur.”

O tigre de Amur, subespécie separada de tigres, conta apenas aproximadamente 500 indivíduos em estado selvagem. Mas com o nascimento destes filhotes, a população de tigres em Bastak dobrou. O esforço inovador de bem-estar animal e conservação foi realizado em conjunto pela IFAW, o Fundo Phoenix, a Special Inspection Tiger, o Instituto de Ecologia e Evolução AN Severtsov, a Academia de Ciências da Rússia e a Wildlife Conservation Society. Em maio e junho de 2014, a IFAW e seus parceiros colaboraram mais uma vez para liberar mais cinco tigres de Amur de volta à vida selvagem, a maior libertação na história do tigre.

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*É permitida a reprodução total ou parcial desta matéria desde que citada a fonte ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais com o link. Assim você valoriza o trabalho da equipe ANDA formada por jornalistas e profissionais de diversas áreas engajados na causa animal e contribui para um mundo melhor e mais justo.

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Cadela jogada de viaduto em Cuiabá é operada e fica em observação

Tigresa passou por procedimento cirúrgico nesta quarta-feira. (Foto: Michelle Scopel/Arquivo Pessoal)
Tigresa passou por procedimento cirúrgico nesta quarta-feira. (Foto: Michelle Scopel/Arquivo Pessoal)

A cadela vira-lata que foi jogada de um viaduto de Cuiabá passou por uma cirurgia nesta quarta-feira (3) e operou duas patas. O animal foi resgatado na segunda-feira (1º) após supostamente ter sido jogado do viaduto da Avenida Historiador Rubens de Mendonça (CPA), de uma altura de aproximadamente 10 metros de altura. A cadela ganhou o nome de ‘Tigresa’.

De acordo com Michelle Scopel, voluntária de uma Organização Não Governamental (ONG) de proteção aos animais que fez o resgate e acompanha o caso da cadela, Tigresa também passou por um raio-X. Ela está internada em uma clínica veterinária da capital mato-grossense.

“Não precisou amputar as patas dela, mas foi verificado que ela teve uma fratura na vértebra cervical. Colocaram um colar cervical”, disse ao G1 Michelle.

Apesar do risco do animal ficar sem se movimentar, Michelle acredita que Tigresa ainda se recupere e volte a andar. “Ela ainda tem uma certa sensibilidade nas patas, abana o rabo também quando alguém se aproxima. Agora é esperar ela se recuperar para ver qual será o próximo procedimento”, completou.

O veterinário que operou e cuida de Tigresa, Cláudio Assis, informou ao G1 que a cadela deve ficar entre 15 a 21 dias em observação. O veterinário diz que ficou preocupado com a fratura em uma das vértebras de Tigresa.

Contudo, Assis acredita que o animal ainda tenha movimento nas áreas afetadas, já que a equipe percebeu a transmissão de impulsos nervosos após testes de reflexo em Tigresa. A cadela foi imobilizada pelo fato de ainda sentir muita dor.

Solidariedade

Internautas e pessoas que acompanham o caso de Tigresa fazem uma ‘corrente de oração’ nas redes sociais pela melhora da cadela. Além de conquistar a compaixão das pessoas pela situação, o animal ganhou uma página na internet, rifas beneficentes e diversas doações. Os custos e despesas com Tigresa não são baratos. No entanto, a ONG já recebeu doações de Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza e até da Espanha.

Duas pessoas também fizeram doações anônimas em dinheiro na clínica veterinária para ajudar no pagamento. Michelle diz que várias pessoas já se manifestaram para adotar Tigresa. Porém, a ONG aguarda a recuperação dela.

O boletim de ocorrência por maus-tratos ao animal foi registrado na Polícia Civil. As imagens do circuito de segurança da avenida devem ser solicitadas pela polícia para uma possível identificação de quem poderia ter jogado a cadela no viaduto.

Fonte: G1

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Operação para tirar tigresa de poço dura 28 horas na Índia

(Foto: AFP)

Foi necessária uma operação de resgate de 28 horas de duração para tirar uma tigresa de 3 anos de idade que caiu em um poço d’água de 6 metros de profundidade em Nagpur, na Índia.

O animal estava preso no buraco havia quatro dias. A fotografia foi tirada nesta quinta-feira (13).

Fonte: G1

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