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Cão nasce com rabo na testa e é resgatado após ser abandonado na rua

Apesar de ter nascido com um rabo na testa, o cachorro é saudável e vive uma vida normal


Um filhote de cachorro com cerca de 10 semanas de vida, que nasceu com um rabo na testa, foi resgatado após ser abandonado no estado norte-americano de Missouri. O animal foi salvo por voluntários da entidade de proteção animal Mac’s Mission, que tem como foco resgatar animais com deficiência.

Reprodução/Facebook

Em homenagem à baleia narval, que tem um dente com aparência de chifre na cabeça, o filhote recebeu o nome de Narwhal. Fotos dele viralizaram nas redes sociais após serem divulgadas pela ONG.

Na terça-feira (12), o cachorro foi examinado por um veterinário e submetido a um exame de raio-x. De acordo com o profissional, o rabo não terá que ser retirado porque não causa dor ao animal e não está ligado a qualquer órgão, além de não ser formado por nenhum osso.

Reprodução/Facebook

O sucesso que o filhote fez na internet foi tão grande que fez com que mais pessoas conhecessem o trabalho do Mac’s Mission. De acordo com Rochelle Steffen, que administra a entidade, Narwhal ainda não está para adoção. Os membros da entidade querem esperar o cachorro crescer mais um pouco para confirmar que o rabo extra não lhe trará problemas de saúde.

“É épico que tantas pessoas descubram esse resgate incrível. Ele não sente dor e brinca o tempo todo”, disse Rochelle à “BBC”.

A entidade foi batizada com o nome de um pit bull resgatado há quase oito anos por Rochelle. O objetivo do Mac’s Mission é salvar a vida de animais com deficiência que foram abandonados e poderiam ser sacrificados se não fosse o projeto.

Reprodução/Facebook

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Destaques

Bebê elefante tenta desesperadamente acordar sua mãe morta

Foto: Newslions Media
Foto: Newslions Media

As imagens flagram o momento comovente em que um bebê elefante é visto tentando acordar sua mãe, que desmaiou e morreu depois de vagar por uma aldeia na Índia.

O filhote acariciou com sua tromba a cabeça de sua mãe enquanto ela se deitava imóvel no chão na aldeia de Hiran, no estado de Odisha (Índia).

A mãe doente, com o bebê ao seu lado, entrou na comunidade que fica perto da selva de Khalasuni, no distrito de Deogarh.

Inicialmente, os aldeões cuidaram do elefante e do filhote, fornecendo-lhes comida, água e aplicando ervas medicinais nas feridas de sua perna direita e da testa.

Eles informaram os guardas florestais sobre a presença da mãe e de seu filho em sua aldeia.

Segundo os aldeões, a elefanta aparentemente quebrou a perna direita, provavelmente por cair em um buraco. Ela também tinha uma ferida na testa.

Nos primeiros dias, a elefanta mesmo mancando era capaz de se movimentar por conta própria.

Foto: Newslions Media
Foto: Newslions Media

Mas quando a ferida piorou, ela desabou no chão e não conseguiu ficar em pé novamente.

Nas últimas seis semanas, o animal foi submetido a tratamento na aldeia por veterinários e especialistas designados por guardas florestais.

Mas, embora tenham tentado ao máximo curar o elefante, não conseguiram salvar a vida da mãe.

O bebê elefante, inconsciente do fato de sua mãe ter morrido, podia ser visto inocentemente tentando acordá-la em uma cena comovente e triste.

Ameaçados de extinção

Uma avaliação atualizada de um tratado administrado pela ONU Meio Ambiente confirmou que a caça continua ameaçando a sobrevivência de elefantes africanos, cuja população caiu de estimados 12 milhões há um século para 400 mil, de acordo com o Relatório sobre a Situação de Elefantes Africanos 2016.

Com base em dados da Proporção de Elefantes Mortos Ilegalmente (PIKE, na sigla em inglês), a Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora (CITES) avaliou os níveis de mortes ilegais por meio do programa de monitoramento de elefantes mortos. O monitoramento calculou que a caça ilegal é a principal causa de mortes de elefantes.

De acordo com evidências, níveis da PIKE alcançaram um pico em 2011, quando alarmantes 10% dos elefantes africanos foram caçados, antes de caírem até 2017. O nível permaneceu relativamente sem mudanças ao longo de 2018.

Níveis altos da proporção são preocupantes porque até mesmo populações estabelecidas e protegidas de elefantes sofrem perdas anuais para caças ilegais e outra formas de mortalidade, que não são compensadas por taxas de natalidade.

Muitas populações de elefantes africanos são pequenas, fragmentadas e não são protegidas, o que as tornam mais vulneráveis à caça.

“Mortes ilegais de elefantes africanos por conta do marfim continuam uma ameaça significativa às populações de elefantes na maioria dos Estados”, disse a secretária-geral da Convenção, Ivonne Higuero. “Ao mesmo tempo, a população humana da África cresceu dez vezes, de 125 milhões para 1,225 bilhão, criando competição com elefantes por terra”.

Embora o comércio internacional de marfim de elefantes esteja banido pela Convenção desde 1990, opiniões são divergentes entre países sobre a continuação, ou não, da proibição.

O elefante africano e o debate sobre comércio de marfim será um item da agenda da próxima Conferência das Partes da CITES, realizada a cada três anos. A Conferência estava marcada originalmente para maio deste ano em Colombo, no Sri Lanka, mas será remarcada para uma data posterior.

“Precisamos continuar reduzindo caça e comércio ilegal de marfim e encontrar soluções para garantir a coexistência de elefantes com populações locais”, destacou Higuero. “A comunidade internacional deve expandir ainda mais seu trabalho com Estados africanos para encontrar soluções que funcionem tanto para os elefantes quanto para comunidades locais”.

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Notícias

Bezerro nasce com cruz na testa no leste dos EUA

Foto: R7.com
Foto: R7.com

Todo mundo sabe que as vacas são sagradas na Índia. A gente nem sabe direito qual é a religião dos indianos (em tempo, a maioria deles é hindu) ou que língua eles falam (de novo, a maioria fala hindi). Mas todos sabem que na Índia ninguém come carne de vaca e que lá os bovinos andam soltos pelas ruas.

A cidade de Sterling não fica na Índia. Esse vilarejo rural está incrustado na divisa dos Estados de Connecticut e Rhode Island, no leste dos Estados Unidos. Mas lá os moradores estão falando que um bezerrinho é um enviado do céu.
 
Moses (Moisés, em inglês) nasceu com uma marquinha em forma de cruz na testa. Foi o suficiente para que todos na cidade achassem que o animal trazia uma mensagem de Deus.
 
Seu tutor, Brad Davis, acredita que o boizinho é sagrado. No entanto, o americano ainda não conseguiu decifrar a mensagem que o bovino teria trazido do céu.
 
Em entrevista ao jornal Norwich Bulletin, o professor Ric Grummer dava a entender que, mais uma vez, a ciência iria acabar com a fé das pessoas. Segundo o cientista, é bem normal um boi Holstein como Moses nascer com algumas marcas brancas. No entanto, sua revelação seguinte foi surpreendente.
 
“Uma marca de forma de cruz é bem incomum. Eu diria que o sinal de Moses é único.”
Fonte: tnnews
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