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Laboratório americano onde animais foram “cozidos vivos” anuncia seu fechamento

Por Raquel Soldera (da Redação)

Uma boa notícia em meio à recessão econômica americana. O Charles River Laboratories, um dos maiores fornecedores de animais para serem utilizados em experimentação do mundo, anunciou que está fechando a loja em Shrewsbury, Massachusetts, nos Estados Unidos. 

Macacos foram cozidos vivos no laboratório. (Foto: PETA/Business Pundit)
Macacos foram cozidos vivos no laboratório. (Foto: PETA/Business Pundit)

Com a sua longa história de abuso de animais, o laboratório Charles River deveria ser chamado de Cozinha do Inferno. Suas instalações têm literalmente cozido animais vivos. Notícias veiculadas na semana passada revelaram que um macaco foi literalmente “cozido vivo” no ano passado, depois que funcionários do laboratório esqueceram de retirá-lo de sua jaula antes de colocá-la em uma lavadora de jaulas comerciais (leia notícia publicada na ANDA aqui).

Além deste, houve um incidente semelhante em 2008, quando 32 macacos sob os cuidados do laboratório Charles River foram “assados vivos” após uma falha do termostato. As mortes só foram descobertas na manhã seguinte. A organização PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais) registrou uma queixa no Ministério da Agricultura dos Estados Unidos denunciando a supervisão negligente, e o laboratório Charles River foi multado em dez mil dólares.

Os funcionários do Charles River Laboratories atribuíram todas estas mortes terríveis e facilmente evitáveis ao “erro humano”. Nós concordamos. Mas o erro humano está na decisão consciente de que os experimentadores e os seus fornecedores tomam todos os dias ao atormentar e maltratar animais.

Com informações de PETA

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