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Ativistas sofrem ataque durante protesto contra touradas em Portugal

Cerca de 35 ativistas manifestaram-se em frente à praça de touros de Albufeira, em Portugal, contra a realização de touradas naquele local.

O protesto foi organizado pelo movimento Cidade Albufeira Anti Tourada (CAAT), que foi criado em 2013 com o intuito de colocar fim aos maus-tratos de animais inerentes à tourada em Albufeira.

Ativistas se manifestaram contra touradas na cidade portuguesa de Albufeira (Foto: Divulgação)

Segundo o CAAT, “os manifestantes eram maioritariamente mulheres, crianças e algumas idosas, que se pautavam por um comportamento sereno e tranquilo, sem recurso a qualquer tipo de violência verbal ou física”.

No entanto, os problemas começaram quando foi lançado um projétil de fogo, que os ativistas garantem ter partido de dentro da praça de touros, que provocou confusão. “Alguns manifestantes caíram e sofreram escoriações superficiais. A única vítima que apresentava escoriações maiores foi uma criança que acompanhava um casal de turistas que estava junto dos manifestantes, e que caiu em cima de vidros após ouvir a explosão”, denuncia o movimento anti-tourada, adiantando que vários manifestantes apresentaram queixa na Guarda Nacional Republicana contra desconhecidos, por “tentativa de homicídio”.

O grupo garante ainda que “várias mulheres ativistas da causa animal sofreram ameaças, assédio e até ofensas verbais nos seus locais de trabalho devido ao seu apoio e solidariedade para com o fim das touradas em Albufeira”.

Apesar desta situação, o CAAT promete continuar a lutar pelo fim das touradas em Albufeira.

Fonte: Jornal do Algarve

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Cão é assassinado durante tentativa de homicídio em Minas Gerais

Um cão foi assassinado durante uma tentativa de homicídio em um bar na Barra do Taquaraçu, em Divino, Minas Gerais.

Um homem estava sentado na frente do estabelecimento quando os criminosos chegaram em uma motocicleta. Um deles saltou do veículo e disparou contra o homem que estava sentado. A vítima correu para os fundos do estabelecimento e foi seguido pelo criminoso.

Durante a perseguição, ambos foram surpreendidos por um cão que tentava defender seu lar e acabou sendo covardemente assassinado.

Animal, sem raça definida, aparece morto no chão
Cão foi morto por criminoso em bar nesta segunda-feira (Foto: Reprodução / Jornal Campeão)

O autor do crime também baleou o homem perseguido e, logo após, fugiu do local. A Polícia Militar segue investigando o caso para tentar identificar a dupla de criminosos.

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Dependente químico tenta matar cachorro com enxada

Um motorista de 53 anos e uma diarista de 25, grávida de três meses e o cachorro tutelado pela família, foram agredidos por homem de 30 anos, que é filho e irmão das vítimas, no inicio desta semana, no Jardim Paulista, em Presidente Prudente. Conforme o relato do pai do indiciado, ele tentou matar o cachorro com um enxada.

De acordo com o boletim de ocorrência, o acusado foi até a casa de sua irmã, onde estava seu pai, à procura de objetos para vender ou trocar por drogas. Quando entrou no quintal, o cachorro da gestante avançou no homem, que, com raiva, pegou uma enxada e golpeou o animal.

“Essa não é a primeira vez que ele tenta pegar objetos nossos. Quando ele não vai na casa da minha filha, ele vai na minha. Eu não tenho mais esse filho, porque ele é um monstro”, disse o motorista. Ainda de acordo com a vítima, o cachorro, apesar de ter sido atingido com a parte de metal da ferramenta, nada sofreu.

Quando a gestante foi falar para o indivíduo sair do local, ele a empurrou. Neste momento, o pai entrou no meio da discussão para a defender e levou um soco no rosto. “Eu estou com um hematoma nos olhos. Não é a primeira vez que registramos boletim [de ocorrência], pois ele já me ameaçou de morte três vezes e já agrediu a minha esposa”, contou o pai.

Ainda segundo a vítima, o agressor está em liberdade condicional, após ter cumprido três anos de detenção por ter assaltado um posto de combustíveis.

“Por causa da droga, ele começou a roubar várias pessoas, usando pedaços de pau e faca, depois começou a assaltar lugares maiores. Eu não entendo porque a Justiça não faz nada”, desabafou.

Conforme o registro policial, foi expedido um exame de corpo de delito para as vítimas serem representadas no prazo legal de seis meses. O autor continua em liberdade.

Fonte: G1

 

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