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Lei impede tutor de expor animal a temperaturas extremas na Pensilvânia (EUA)

Uma lei recentemente aprovada no estado norte-americano da Pensilvânia impede tutores de animais de os deixarem expostos a temperaturas extremas.

Lei proíbe tutores de deixarem animais expostos a temperaturas extremas (Foto: Facebook / Shutterstock)

Muitos casos de negligência foram registrados no estado, o que revoltou ativistas dos direitos animais e motivou a criação da legislação, que tem o objetivo de coibir a prática de manter um animal no quintal, exposto ao frio ou ao calor, sem qualquer proteção.

 

De acordo com a lei, o animal não pode ser mantido preso no quintal por mais de 30 minutos quando a temperatura estiver acima de 32° ou abaixo de 0°. As informações são do portal Newsner.

Tutores que desobedecerem a lei, submetendo animais à crueldade, poderão ser penalizados com multas elevadas e até mesmo com prisão.

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Temperaturas extremas do solo podem causar ferimentos nas patas dos cães

almofadinhas planteares
As patinhas dos cães são mais sensíveis do que aparentam | Foto: Divulgação / Donna

Ferimentos nas patas acontecem com certa frequência, ainda mais no verão, injúria nem sempre detectada pelos tutores que, na cidade, passeiam com seus cães em locais mais arborizados e geralmente na hora em que o sol não está a pico.

No litoral, porém, quando as pessoas não seguem regras rígidas de horário, não raro animais acompanham os deslocamentos de seu tutor, seja até a farmácia ou à padaria, em horários de calor mais intenso. O vilão causador da hipertermia também é o responsável por queimaduras nas almofadas plantares, aquela parte macia debaixo da pata do cão, que tocam o chão a 40 graus.

As almofadinhas plantares, aparentemente espessas e resistentes, são extremamente sensíveis a superfícies quentes, principalmente quando o animal vive em apartamento. O cão pode até ensaiar alguns passinhos ao seu lado mas acaba desistindo em função do calçada, asfalto ou areia estarem muito quentes. Insistir é um erro gravíssimo que pode resultar em queimaduras, o que agrava ainda mais a situação. Verifique se ele não estava caminhando rápido demais, quase “trotando” a sua frente, uma reação semelhante a da criança que fica pulando na calçada quente até que encontre para os pés uma proteção eficiente, seja sombra ou chinelos.

O ideal não apenas para as patas, mas para a saúde do animal, é promover caminhadas dentro daquele conhecido intervalo de tempo liberado pelos dermatologistas. Há quem recorra às botinhas para cães, mas no verão nem todos gostam de caminhar vestidos, ainda mais se não foram acostumados a isso.

Independentemente do calor, as patas dos animais veranistas também sofrem com pedrinhas, galhos e até cacos de vidro nem sempre visíveis a olho nu, mas que podem penetrar ou cortar os tecidos, incidente que se não provocar uma gritaria intensa na hora do ocorrido, pode fazer seu pet mancar ou lamber insistentemente a região atingida. Uma inspeção diária na volta de seus passeios é uma forma de verificar a integridade das almofadinhas plantares. Lavar debaixo da torneira ou com o auxílio de uma mangueira também ajuda a remover detritos e deixar a área limpa para inspeção.

Para quem vai à Serra, caminhar sobre as pedrinhas irregulares que ficam soltas sobre estradas de chão batido também podem significar um martírio para os cães. O mesmo vale aqueles que são levados para a neve. Fique atento ao comportamento deles na hora do passeio e não negligencie uma parada inesperada: ele pode estar sentindo desconforto. Algumas almofadas, porém, se mostram mais resistentes, adaptação esperada em cães que vivem mais no pátio do que dentro de casa. Em caso de ferimentos, lavar ainda é a melhor alternativa seguida da aplicação de medicamentos tópicos receitados pelo veterinário, profissional que pode avaliar a necessidade de hidratantes, desinfetantes ou antibióticos de uso oral de acordo com a extensão e profundidade da lesão.

Fonte: Donna

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