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Por lugar ao sol, bando de cágados 'escala' galeria de água em MS

Cágados escalaram estrutura de concreto para tomar sol e regular a temperatura dos seus corpos (Foto: Anderson Viegas/Do G1 MS)
Cágados escalaram estrutura de concreto para tomar sol e regular a temperatura dos seus corpos
(Foto: Anderson Viegas/Do G1 MS)

Em busca de um lugar ao sol, para regular a temperatura dos seus corpos, um bando com cerca de 11 cágados escalou literalmente uma estrutura de concreto em forma de rampa de uma galeria de escoamento de água da chuva do córrego Lagoa, entre as avenidas Lúdio Coelho e Roseiras, em Campo Grande. Os cágados são répteis, da ordem dos quelônios, a mesma das tartarugas e dos jabutis.

Segundo o Departamento de Biologia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), os animais vistos no córrego Lagoa são da espécie conhecida como cágado-de-barbicha, que tem nome cientifico de Phrynops geoffroanus. Eles são bem comuns nos córregos de Campo Grande e a espécie tem uma ampla distribuição na América do Sul.

Ainda conforme a UFMS, os cágados são animais ectotérmicos, ou seja, que têm a temperatura corporal regulada pela temperatura do meio ambiente, e a controlam pela exposição ao sol. Por isso, é comum, segundo a instituição, que eles subam em pedras, troncos e outras coisas que consigam “escalar”, até mesmo em indivíduos maiores da própria espécie, para ficarem expostos ao sol.

Conforme a universidade, os cágados são animais bem tolerantes a ambientes antropizados e muitas vezes poluídos. No local onde as fotos foram feitas existe uma placa da prefeitura de Campo Grande que diz a qualidade da água é boa, no entanto, o córrego apresenta estar bastante poluído, com vários tipo de detritos em sua superfície.

De acordo com a UFMS, existe um grupo de pesquisa na instituição coordenado pelo professor Luiz Gustavo Oliveira Santos que estuda a ecologia e o movimento das populações de cágados-de-barbicha nos córregos urbanos de Campo Grande.

Fonte: G1

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Chineses poderão ser proibidos de comer gato e cão

Os chineses poderão ficar privados de consumir carne de gato ou de cão, caso os deputados aprovem um projeto de lei considerando os maus tratos sofridos pelos animais, informou hoje um jornal regional.

Foto: D.R.
Foto: D.R.

O consumo de carne de gato e cão é uma prática ancestral no país já que a população acredita que a ingestão mantêm uma boa temperatura corporal. Mas a prática poderá implicar uma multa de 5 mil yuans (500 euros) e até 15 dias de prisão, informou o “Chongqing Evening News”.

Cães e gatos são armazenados em jaulas nos mercados até que um freguês decida comprar um para comer: entidades lutam para vetar esse hábito de consumo (Foto: Reprodução/Época)
Cães e gatos são armazenados em jaulas nos mercados até que um freguês decida comprar um para comer: entidades lutam para vetar esse hábito de consumo (Foto: Reprodução/Época)

Já os produtores poderão ser multados em 10 mil a 50 mil yuans se a lei, em estudo há um ano, for aprovada. A carne de cão é popular em todo o país e o gato, mais consumido no sul da China.

Fonte: i Online

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