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Onça-parda entra em casas e caminha por telhados no interior de SP

Ao acordar para colocar os cachorros no quintal, como faz diariamente, uma moradora de São Carlos, interior de São Paulo, percebeu um outro animal em sua casa. A princípio, achou que era um cão que viera da rua. Mas, quando chegou mais perto, percebeu que era uma onça-parda, felino que pode chegar a 70 quilos e atingir mais de dois metros de comprimento.

Foto: Corpo de Bombeiros

A moradora acionou o Corpo de Bombeiros da cidade por volta das oito horas da manhã. Quando constataram que era uma onça, a corporação acionou então a Polícia Militar Ambiental e funcionários do Parque Ecológico de São Carlos. Por conta do feriado, os veterinários e biólogos do parque demoraram cerca de três horas para chegar no local.

Até aquele momento, segundo os militares, o animal estava tranquilo. Com uma movimentação maior na casa, tanto de pessoas da região quanto dos funcionários do parque que estavam chegando, a onça se esquivou, pulou o muro e caminhou por telhados e casas vizinhas, até ser atingida por um dardo tranquilizante na garagem de uma dessas residências.

Segundo os bombeiros, esse trabalho, por lei, pode ser feito apenas por um veterinário para que seja resguardada a integridade física do animal. Depois de tranquilizada, a onça foi encaminhada para o Parque Ecológico, onde passará por exames médicos para depois ser solta.

Foto: Corpo de Bombeiros

Fonte: UOL

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Moradores colocam animais em telhados para protegê-los de enxurrada no RJ

Moradores de Guaratiba, no Zona Oeste do município do Rio de Janeiro, colocaram seus animais nos telhados das casas para tentar protegê-los da enxurrada que atingiu a cidade na segunda e terça-feira (9). Já foram confirmadas as mortes de 10 pessoas. Animais também morreram.

Foto: Diego Haidar/ TV Globo

Um homem que tinha galinheiros em casa correu para salvar os animais, colocando-os no telhado, assim como fez o vizinho dele, com bodes criados por ele. O esforço, no entanto, não foi suficiente devido às fortes chuvas e mais de 10 galinhas morreram.

“Foi uma correria, morreram umas dez ou 15 galinhas. Os galinheiros todos saíram do lugar e aqui dentro foi perda total”, lamentou o tutor dos animais. As informações são do portal G1.

Na Zona Sul da cidade, uma família procura por uma cadela que foi levada pela água. Preocupados, os tutores de Gaia fizeram uma campanha nas redes sociais para tentar trazer o animal de volta para casa com vida.

Foto: Diego Haidar/ TV Globo

Nos bairros da Barra da Tijuca e de Santa Cruz, moradores contam que viram jacarés nas ruas. Isso acontece porque quando chove e as lagoas alagam, esses animais saem em busca de esconderijos.

“É preciso manter uma determinada distância para o animal. Em toda a região do Rio, quando a água sobe, os animais têm mais espaço para se distribuir dentro da cidade. Quando começa a secar, é que os achamos em lugares inadequados. A melhor coisa é chamar as autoridades, os bombeiros, e avisar que ele está naquele local e é um potencial risco às pessoas e para o animal, que pode sofrer alguma injúria”, afirmou o biólogo Ricardo Freitas.

Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal
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Telhado verde
De olho no planeta

Telhados verdes ajudam no controle das mudanças climáticas

Isso significa entre 11 e 40% dos edifícios da cidade de Sevilha, na Espanha.

Telhado verde
Foto: University of Seville

No projeto, publicado no Building and Environment, eles usaram imagens de satélite para saber a diferença entre o índice da vegetação (NDVI) e da temperatura do solo. Como foi observada uma relação inversa  entre os valores, foi possível determinar a área adicional de vegetação necessária (no caso, de telhados verdes) para diminuir a temperatura em diferentes modelos de mudanças climáticas para Sevilha.

“Para mitigar os efeitos das mudanças climáticas, podemos falar sobre dois tipos de opções: atacá-lo em sua origem, eliminando ou reduzindo os fatores humanos que contribuem (como redução de emissões, controle de poluição etc.) ou desenvolvendo estratégias que possibilitam reduzir os seus efeitos, como o aumento das áreas verdes nas cidades, utilizando, por exemplo, o topo dos edifícios como telhados verdes”, declarou o pesquisador da Seville University Luis Pérez Urrestarazu.

A instalação desses jardins possibilitaria um melhor isolamento para os edifícios, o que significaria uma economia de energia para os seus proprietários. Além disso, caso exista uma quantidade suficiente de telhados verdes, ocorreria uma melhoria das condições ambientais, contribuindo para a queda da poluição e para o controle de temperaturas mais elevadas, reportou o Science Daily.

“Para combater as mudanças climáticas, esta é sem dúvida uma estratégia necessária a nível global. Porém, podem ser estabelecidas medidas locais que ajudem esta estratégia global e que podem ajudar a diminuir os efeitos locais que podem ser produzidas na própria cidade”, observou Pérez.

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Bezerro cai sobre área externa de creche em Ibirité, em Belo Horizonte (MG)

Um bezerro caiu sobre a área externa de uma creche em Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, nesta terça-feira (2).
De acordo com o Corpo de Bombeiros, o animal estava caminhando em um terreno, que fica no mesmo nível do telhado de amianto do imóvel, quando houve o acidente.

A creche estava funcionando no momento da queda, que surpreendeu crianças e professores. Ninguém se feriu. O bezerro também não se machucou. Segundo os bombeiros, o tutor do animal já foi buscá-lo.

Outros casos
Casos como este já foram registrados em Minas Gerais. No dia 5 de janeiro, uma vaca foi resgatada do telhado de uma casa em Conselheiro Pena, no Vale do Rio Doce. Segundo a Polícia Militar, o animal ficou preso após cair de um rua que fica acima da casa atingida.

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Divulgação

Em 2014, um caso semelhante aconteceu em São João do Manteninha, também no Vale do Rio Doce. Uma vaca se desequilibrou em um barranco enquanto pastava e caiu em cima do telhado de uma casa. O proprietário do imóvel estava na rua e ao chegar encontrou o animal na sala. A vaca só saiu quando o morador abriu a porta da casa.

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Divulgação

Em 2011, uma família de Ipatinga, na Região do Vale do Aço, foi acordada com uma vaca no telhado. Foi um susto, mas ninguém se feriu. Segundo os moradores, o animal estava em um lote vago, que fica atrás de uma casa. A vaca se desequilibrou e foi parar bem em cima do telhado.

Em 2010, também em Ipatinga, uma saiu de uma fazenda e caminhou por um barranco até chegar ao terraço da residência, que está em desnível no terreno. Os moradores tentaram retirá-la, mas não conseguiram. O animal pulou e ficou preso no telhado. A vaca foi sedada e retirada da casa com a ajuda de um caminhão guincho.

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Divulgação

Fonte: G1

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Onda de calor leva gaivotas a trocar mar pelos telhados das cidades costeiras

Clima leva gaivotas a descansar nos telhados (Foto: Divulgação)
Clima leva gaivotas a descansar nos telhados
(Foto: Divulgação)

Em Portugal, há cada vez mais gaivotas no centro urbano das cidades costeiras como Lisboa, Porto, Peniche, Setúbal ou Portimão e o fenômeno está aumentando com a atual onda de calor.

O fenômeno das gaivotas viverem cada vez mais nas cidades costeiras de Lisboa, Porto, Peniche, Setúbal ou Portimão já se registra há cinco ou dez anos, mas acentuou-se com a atual onda de calor, afirmou Domingos Leitão, especialista em ecologia de aves e diretor do Departamento de Conservação da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA).

“Considerando a época do ano em que há jovens voadores, gaivotas com pouca experiência que nasceram este ano, e também levando em conta o calor elevado que se faz sentir neste momento e que provoca o cansaço aos animais e os faz sofrer com o calor, é mais frequente que as pessoas observem que têm gaivotas no prédio onde vivem, nos telhados das casas, na rua ou no quintal”, explicou o especialista.

As gaivotas de pata amarela são uma espécie “oportunista” que se adapta bem a ambientes urbanos e às pessoas, e que aproveitam o lixo das cidades e da indústria piscícola, referiu Domingos Leitão, reiterando que há cada vez mais destas aves vivendo nas cidades costeiras.

A Junta Metropolitana do Porto (JMP) chegou mesmo a celebrar, há cerca de um ano, um protocolo com o Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR), da Universidade do Porto, tendo em vista o controle populacional de gaivotas na região.

Fonte: RTP

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Animais domésticos sofrem com as enchentes e alagamentos do verão

Cachorro nada tentando salvar-se de enchente. Foto: S/C

 Um verão extremamente chuvoso, com índices assustadores e tempestades violentas, deixa  as cidades vulneráveis e sujeitas a grandes enchentes. Foi o caso recente de São Paulo e vários outros lugares totalmente alagados de uma hora para outra. São praticamente diárias as reportagens nos noticiários com imagens das enchentes, onde é comum ver casas com mais de dois metros de água e outras quase totalmente encobertas. Cenas de bombeiros e cidadãos comuns salvando pessoas também viraram rotina.

Diante destas cenas, para aqueles que amam os animais e se preocupam com suas vidas, sempre fica a pergunta: e os animais domésticos em meio à situação? Por incrível que pareça, em nenhuma das reportagens aparece alguém salvando algum animal. É como se simplesmente eles não existissem. Ao mesmo tempo, sabe-se que raramente se encontra alguma casa onde não haja um gato, cachorro, aves etc.

Mais uma vez presenciamos a tragédia da ausência de preocupação dos seres humanos com os animais. Além de mantê-los presos a vida toda, sequer se lembram de seu direito à vida e de seu sofrimento.

Alguns cuidados para quem mora em lugares de enchentes

Pensando nesses nossos irmãos, enumeramos aqui alguns conselhos e ideias para, ao menos, ajudar-lhes a sobreviver às enchentes. Quem não tem nenhum animal, pode aconselhar vizinhos, parentes e amigos.
Gatos
  
Gatos vítimas de alagamentos. Foto: S/C

Os gatos, por sua facilidade de subir em telhados ou qualquer lugar de difícil acesso, são os que têm mais chance. Claro que isso só é possível quando estão soltos. Por isso, quando alguém for fugir da enchente, deixe o gato sair antes de fechar a porta. Ele sabe o que fazer.

Cães

São os que correm maior risco. O perigo mais grave está para os que são criados amarrados a uma corrente, que na maioria dos casos não tem nem dois metros de comprimento. Primeiro, os tutores devem soltá-los imediatamente, já que nenhum animal merece ficar preso a uma corrente, seja qual for o motivo encontrado para praticar tal brutalidade. Mas no caso de a pessoa persistir no erro, o pobre cão deve ser solto antes de as águas começarem a subir, pois, na maioria das vezes, isso acontece com muita rapidez. Uma boa ideia para quem tem cães no quintal, em locais de enchente, é deixá-los sempre soltos e manter uma escada encostada ao telhado ou algum ponto alto da casa. Na hora do aperto o cão subirá por ela e ficará no telhado.
 
Aves
 
Na maioria são pequenos pássaros criados em gaiolas. Para esses infelizes, a única solução é nunca esquecê-los em locais baixos sujeitos a alagamento. Assim como costumam subir os móveis para locais não atingíveis pela água, o mesmo deve ser feito com os pássaros e outros pequenos animais criados presos, sejam peixes, roedores etc.
 
Abandono de casa
 
Quem for obrigado a abandonar a casa por encontrar-se condenada ou em área de risco, deve pensar em seus animais. Os cães podem acompanhar o responsável  para a casa de parentes ou outra casa. Os animais mantidos em gaiolas também podem ser transportados para qualquer lugar. 
Menina salva cachorro usando apoio improvisado. Foto: S/C

Os que apresentam maiores problemas com uma mudança rápida são os gatos, pois são muito apegados ao local onde foram criados. Quando se tratar de mudança para uma outra casa, deve-se levá-los com cuidado e bem presos – de preferência numa maleta ou caixa apropriada para transporte de animais –, pois se assustam com facilidade. Na nova casa é importante que eles encontrem as mesmas coisas que tinha na anterior: o mesmo cheiro, móveis, sua casinha ou almofada. É importante também que não seja solto de uma vez e possa ir se adaptando aos poucos. Quando a mudança é para a casa de parentes, a situação é ainda mais complicada. Dependendo do temperamento do gato, nunca se adapta e tenta fugir sempre. Neste aspecto, as fêmeas têm mais facilidade de adaptação do que os machos.

Fonte: Jornal Defesa dos Animais 

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Falta de recursos deixa 600 animais no frio e na chuva em Portugal

Cerca de 150 gatos e 450 cães estão à mercê das intempéries do tempo na União Zoófila Portuguesa, em Lisboa, Portugal. A presidente da instituição pede ajuda a particulares ou a empresas de construção civil que possam colaborar no reparo dos telhados.

“Os canis da União Zoófila Portuguesa estão em péssimas condições”, lamentou ontem (17) Luísa Barroso, a presidente da Instituição.

No dia do 58º aniversário da União Zoófila Portuguesa, a responsável lamentou a falta de apoio da Câmara Municipal, apesar de frisar que as instalações estão em terreno municipal,  e lançou um apelo à sociedade: “Temos imensos boxes onde chove e seria muito bom se houvesse ajuda de alguém da construção civil que pudesse reparar os buracos dos telhados”.

Em abril, o Jornal de Notícias esteve no local e testemunhou o desespero dos responsáveis perante a escassez de alimentos. Felizmente, ontem, a situação era diferente. “Hoje temos as despensas cheias de comida”, afirmou Luísa Barroso, apontando, todavia, que “a pior época é a do inverno, e por isso vamos chegar em janeiro com as despensas vazias”.

A principal responsável pela União Zoófila Portuguesa aproveitou para agradecer todas as ajudas que recebeu após a situação denunciada pelo Jornal de Notícias: “Fiquei muito comovida com a solidariedade que as pessoas demonstraram, mesmo com o país atravessando uma crise”, disse.

Todavia, Luísa Barroso explicou que, além do mau estado dos canis, a associação tem urgência em outros tipos de ajuda, como medicamentos.

“A maior parte dos cães que chegam até nós são abandonados, e muitos deles aparecem gravemente doentes”, explicou, salientando que “são animais velhos que precisam de muitos cuidados médicos. A maior parte do nosso orçamento é gasto com medicamentos e operações”, explica Luísa Barroso.

A União Zoófila Portuguesa não recebe qualquer ajuda do Estado ou de outro órgão público. Basicamente, sobrevive com contribuições dos seus sócios (cerca de 25 euros por ano) e dos donativos feitos por empresas ou pessoas mais sensíveis a estas causas.

Os responsáveis da União Zoófila Portuguesa lembram que estão disponíveis para todos aqueles que desejem adotar um animal – cão ou gato.

Fonte: Jornal de Notícias

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