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Arquitetos projetam uma nova cidade chinesa totalmente sustentável

Reprodução: Google Images

Está sendo projetado perto de Pequim, na China, uma nova cidade com cerca de cinco milhões de habitantes. Mas a novidade é o modelo no qual ela será construída, capaz de resistir aos efeitos das mudanças climáticas e futuros surtos pandêmicos.

De acordo com informações da revista Fast Company, a cidade seria construída no modelo autossuficiente, incluindo pátios com plantas nativas e lotes de jardim, edifícios em madeira que captam energia solar, grandes varandas para jardinagem, fazendas verticais nos telhados e ruas destinadas a pedestres e bicicletas ao invés de carros. A ideia é que utilizando esses recursos permitiriam aos residentes produzir seus alimentos localmente e também diminuir a emissão de carbono dos residentes e da cidade.

O projeto também inclui recursos para ajudar as pessoas a sobreviverem durante um surto pandêmico futuro. Onde os apartamentos possuem espaço suficiente para trabalhar em casa e os espaços co-working em cada edifício são equipados com impressoras 3D e outras ferramentas. Os jardins individuais e nos telhados forneceriam um suprimento constante de alimentos com produtos frescos diários. E os terraços serão projetados para ter uma zona de pouso para entregas feitas por drones.

Reprodução: Google Images

A proposta da Guallart Architects de Barcelona, venceu um concurso para projetar a comunidade em Xiong’an, promovido pelo presidente chinês Xi Jinping como “um novo padrão na era pós Covid-19”.

Segundo Vicent Guallart, que trabalhou no desenvolvimento do projeto, a pandemia “…demonstrou a importância de recursos e serviços essenciais e como a dependência externa em termos de energia, alimentos ou produtos industriais pode afetar seriamente as pessoas em tempos de crise”.

Os arquitetos do projeto estimam que com a estrutura, será possível cultivar cerca de 40% dos alimentos necessários para uma alimentação vegana. Os alimentos serão cultivados para a toda cidade, por essa razão não haverá processo de exportação. Os residentes poderão informar aos vizinhos se eles têm alimentos disponíveis para vender por meio de um aplicativo, e os produtos cultivados localmente poderão ser vendidos em mercados nos andares inferiores dos edifícios.

Reprodução: Pixabay

Além disso, com o aumento da população global, da urbanização, o agravamento das crises climáticas e as crescentes ameaças de surtos de doenças altamente infecciosas, a construção de cidades sustentáveis e resilientes tornou-se uma necessidade.

“As cidades viram do que são capazes se enfrentarem um desafio e, portanto, as decisões relacionadas às mudanças climáticas e seu impacto no modelo urbano, no desenho das edificações, na mobilidade, devem ser tomadas imediatamente”, comenta Guallart que enfatiza: “Esta pandemia acelerou o futuro”.


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Empresa produz carne vegetal através de impressão 3D

Para a fabricação dos produtos são usados ingredientes veganos como arroz, ervilha e algas marinhas, além substâncias como lipídeos, fibras, minerais e vitaminas


A empresa Novameat, com sede na Espanha, está produzindo carnes vegetais usando uma impressora 3D. Os trabalhos foram iniciados após anos de estudo.

Reprodução/Novameat

Especialista em engenharia biomédica e fundador da startup, Giuseppe Scionti, fez diversas pesquisas para desenvolver uma técnica capaz de imitar a textura, a aparência, as propriedades nutricionais e sensoriais de bifes, peitos de frango e filés de peixe.

“Enquanto pesquisava a regeneração de tecidos de animais por meio de tecnologias de bioimpressão para aplicações biomédicas e veterinárias, descobri uma maneira de hackear a estrutura da matriz 3D nativa de uma variedade de proteínas de origem vegetal para obter uma textura carnuda”, disse Scionti, em nota.

“A tecnologia da Novameat fornece um método flexível e ajustável de produzir carne à base de plantas, com a utilidade de criar diferentes texturas a partir de uma ampla variedade de ingredientes”, completou o especialista.

Reprodução/Novameat

Para a fabricação dos produtos são usados ingredientes veganos como arroz, ervilha e algas marinhas, além substâncias como lipídeos, fibras, minerais e vitaminas. Os componentes são transformados em uma pasta que é impressa em 3D. Um código pré-definido por meio de um software DAC (desenho assistido por computador) foi projetado pelo engenheiro para que seu projeto pudesse ser executado.

A empresa consegue fabricar um bife de 100 gramas em 30 minutos, a um valor inferior a US$ 3. Segundo o engenheiro, custos de tempo e fabricação poderão ser reduzidos em 10 vezes, em relação aos atuais, com uma produção em larga escala.

Reprodução/Novameat

Uma plataforma capaz de acelerar o desenvolvimento das carnes deve ser desenvolvida com recursos investidos pela empresa New Crop Capital, que tem foco em foodtechs.

“Acreditamos que a cadeia global de suprimentos alimentares está quebrada e estamos focados em resolver um desses desafios, que é a proteína animal”, disse Dan Altschuler Malek, membro da New Crop Capital. “Vemos que há uma oportunidade de mudar o comportamento do consumidor para reduzir o consumo de produtos de proteína animal para produtos que estão no preço que as pessoas pagam”, completou.


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Empresa holandesa lança alternativa de costelinhas de porco veganas

Foto: Ojah BV
Foto: Ojah BV

Em dezembro, a empresa holandesa de alimentos Ojah BV lançará o que chama de “as primeiras costelas veganas do mundo” na feira Fi Europe que acontece em Paris.

A companhia, que tem foco no desenvolvimento de ingredientes à base de vegetais, também vende frango vegano feito com a proteína Plenti (criada pela empresa) – criou uma proteína à base de ervilha amarela chamada Heppi, que dá as costelas uma textura própria e particularmente carnuda.

“Nos últimos seis anos, a Ojah vem trabalhando para ampliar seu portfólio de ingredientes de alta umidade (HME)”, disse Joeri Hollink, chefe de desenvolvimento de produtos da Ojah.

Foto: Ojah BV
Foto: Ojah BV

“Estávamos focados no desenvolvimento de uma nova textura, baseada em uma fonte de proteína diferente da soja, mas com o mesmo efeito ‘uau’ que a Plenti”, disse Hollink.

As costelas estão desossadas e podem ser grelhadas ou usadas em um sanduíche de costela estilo churrasco que Hollink diz que “vai derreter na boca e corre o risco de estragar sua camiseta favorita, de tão suculenta”.

Depois de estrear na feira, a Ojah disponibilizará as costelas Heppi para fornecedores de serviços de alimentação na Holanda em uma embalagem de aproximadamente 10 costelas antes de expandir a produção no primeiro semestre de 2020. As informações são do Plant Based News.

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Modelo de sapo artificial ultrarrealista é lançado para substituir animais em dissecações

SynFrog da empresa de modelos sintéticos SynDave | Foto: SynDave
SynFrog da empresa de modelos sintéticos SynDave | Foto: SynDave

Esta semana, cerca de 100 estudantes em J.W. A Mitchell High School, na Flórida, Estados Unidos, foram os primeiros a usar a ferramenta educacional de dissecação SynFrog, um substituto hiper-realista para sapos vivos. O modelo possui órgãos internos removíveis e anatomicamente corretos.

A ferramenta educacional foi desenvolvida pela empresa de modelos sintéticos SynDaver em parceria com a ONG People for the Ethical Treatment of Animals (PETA).

SynFrog da empresa de modelos sintéticos SynDave | Foto: SynDave
SynFrog da empresa de modelos sintéticos SynDave | Foto: SynDave

Pelo menos três milhões de sapos são mortos anualmente para aulas de dissecação escolar, uma prática que muitas vezes afasta as crianças das carreiras científicas, ensina-as a ser apáticas em relação aos seres vivos e esgota as populações de sapos selvagens.

SynFrog da empresa de modelos sintéticos SynDave | Foto: SynDave
SynFrog da empresa de modelos sintéticos SynDave | Foto: SynDave

Além de ser uma abordagem mais humana para a dissecção, o SynFrog está livre de produtos químicos como formaldeído e formalina e permite que os alunos interajam com órgãos que não são monocromáticos devido aos banhos químicos usados para preservar sapos mortos.

“A PETA promove a dissecação virtual há anos, mas alguns professores ainda solicitam ferramentas práticas de ensino – e é aí que o SynFrog entra”, disse Shalin Gala, vice-presidente de métodos laboratoriais internacionais da PETA.

SynFrog da empresa de modelos sintéticos SynDave | Foto: SynDave
SynFrog da empresa de modelos sintéticos SynDave | Foto: SynDave

“É mais seguro, mais eficaz e mais humano do que cortar animais mortos – uma prática que agora é destinada à lixeira destinada aos métodos de educação arcaica”, disse Gala.

Professores interessados em substituir sapos mortos por SynFrog podem entrar em contato com a PETA ou SynDaver para obter assistência. As informações são da ABC News.

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Carne de porco à base de vegetais será lançada em mais de cem restaurantes chineses

Omnipork é feito de cogumelo shiitake, arroz, soja não-transgênico e proteínas vegetais | Foto: Omnipork
Omnipork é feito de cogumelo shiitake, arroz, soja não-transgênico e proteínas vegetais | Foto: Omnipork

Uma alternativa vegana à carne porco está programada para ser lançada para vendas on-line e em 180 restaurantes em toda a China.

Omnipork (conhecido como a “nova carne de porco” em chinês) foi desenvolvido pelo fundador da Green Common, David Yeung. Atualmente, está disponível para venda via internet e em varejistas em Hong Kong, Cingapura, Tailândia e Taiwan.

Agora, a partir de 29 de novembro, os consumidores chineses poderão experimentar o produto em vários restaurantes, com o The Grand Hyatt Beijing sendo o primeiro parceiro de hotel a oferecer Omnipork em pratos.Em alternativa, eles poderão comprá-lo em uma loja online da Tmall (um site de varejo em idioma chinês).

Omnipork

Em entrevista ao Plant Based News, Yeung revelou que passou muito tempo montando a equipe certa e desenvolvendo o produto.

Ele disse: “Com o empreendedorismo, por mais que você tenha um sonho ou uma visão, no final, trata-se de execução e toda realização exige uma equipe de alto desempenho e alinhada à missão”.

“Temos muita sorte de ter encontrado cientistas de ponta na área de alimentos – pessoas familiarizadas com os gostos dos consumidores e também com o paladar asiático”.

“Iniciando uma nova página”

Falando sobre o lançamento do produto na China, Yeung fez uma declaração dizendo: “Nossa colaboração com a Tmall Global é um marco no desenvolvimento do mercado chinês, permitindo que os consumidores locais tenham uma idéia de como será o futuro”, disse David Yeung.

“Com a inauguração da nossa loja em 29 de novembro, iniciaremos uma nova página na liderança de uma tendência de consumo saudável e sustentável de alimentos na China”.

O lançamento ocorre quando o país está passando por uma escassez de carne de porco e aumento de preços como resultado da Febre Suína Africana – a Green Common quer capitalizar a escassez, tornando sua opção livre de animais mais amplamente disponível.

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Startup vegana lança filé de frango vegano feito de cogumelos

Frango vegano | Foto: Emergy Foods
Frango vegano | Foto: Emergy Foods

A startup vegana Emergy Foods, com sede no Colorado, nos Estados Unidos, lançou recentemente uma nova e revolucionária marca, a Meati Foods. Enquanto muitas empresas, como a Beyond Meat e a Impossible Foods, se concentram na produção de carne vegana moída, a Emergy está criando cortes inteiros de bife de frango usando uma tecnologia que depende do micélio – a estrutura de crescimento acelerado nativa dos cogumelos.

A empresa fabrica micélio dentro de tanques de fermentação e depois mistura às fibras de proteína de alta densidade – que se assemelham às encontradas nos peitos e bifes de frango – com outros ingredientes e especiarias à base de vegetais antes de transformá-los em carne vegana.

“Em escala, poderíamos produzir o equivalente à carne de quase 4.500 vacas durante a noite usando um processo que é mil vezes mais eficiente por acre em relação ao uso de recursos”, disse à Fast Company o CEO da Emergy, Tyler Huggins. “E mesmo comparado a algo como a soja, que contou com toneladas de dinheiro e tempo para desenvolver o processo mais eficiente possível, somos 20 vezes mais eficientes na produção de proteína por acre, usando significativamente menos terra, água e energia no processo”

A Emergy está planejando estrear os primeiros produtos da Meati Foods nos cardápios de restaurantes do Colorado – com foco em churrascarias – no início de 2020. Seu objetivo é reduzir os custos de produção para alcançar a paridade de preços com produtos de carne de origem animal em um futuro próximo.

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Gigantes do varejo Macy´s e Bloomindale`s anunciam o fim da venda de peles em suas lojas

Raposa em fazenda de peles em Pushkino, Rússia | Foto: AFP/Getty
Raposa em fazenda de peles em Pushkino, Rússia | Foto: AFP/Getty

A Macy’s anunciou que encerrará a venda de peles em suas lojas até o final de 2020.

A medida tornará a empresa a maior varejista dos EUA até agora a adotar uma proibição de peles de origem animal, seguida pela JCPenney e Sears, que já o fizeram.

Na segunda-feira (20), a loja de departamentos e sua empresa irmã, Bloomingdale’s, divulgaram uma nova política contra peles, criada em parceria com a Humane Society dos Estados Unidos.

Enquanto as marcas privadas da loja já pararam de vender peles imediatamente, outros rótulos erradicarão o uso de peles até o final do ano fiscal de 2020.

Funcionário carrega uma raposa azul em uma fazenda de peles perto de Babino, uma vila na Bielorrússia | Foto: AFP/Getty
Funcionário carrega uma raposa azul em uma fazenda de peles perto de Babino, uma vila na Bielorrússia | Foto: AFP/Getty

Macy`s e Bloomingdale`s também prometeram fechar suas araras e sessões de peles, e oficinas que oferecem armazenamento, reparos e reestilização de peles.

“Com as conquistas das novas tecnologias em tecidos, alternativas como peles artificiais e outras inovações sintéticas tornam essa transição perfeita para nossos clientes”.

A empresa acrescentou que sua nova política está alinhada as diretrizes da Fur Free Alliance (Aliança Livre de Peles). O presidente e CEO de Macy`s, Jeff Gennette, disse em um comunicado que a empresa resolveu seguir as tendências de consumo, ouvir seus clientes e grupos não-governamentais nos últimos dois anos.

“Estamos orgulhosos de fazer parceria com a Humane Society dos Estados Unidos em nosso compromisso de encerrar a venda de peles”, disse Gennette. “Continuamos comprometidos em fornecer produtos excelentes agregando moda e valor aos nossos clientes, oferecendo alternativas de alta qualidade e artigo fashion de peles artificiais”.

Filhotes de raposa em uma fazenda de peles em Zhangjiakou, na província chinesa de Hebei | Foto: AFP/Getty
Filhotes de raposa em uma fazenda de peles em Zhangjiakou, na província chinesa de Hebei | Foto: AFP/Getty

Kitty Block, presidente e CEO da Humane Society dos Estados Unidos, aplaudiu a decisão de Macy`s: “Este anúncio é consistente com as opiniões de inúmeros consumidores no mercado e outros varejistas devem seguir o mesmo movimento”.

“Com tantos designers, grandes cidades e agora um estado se posicionando contra a venda de peles, estamos muito mais perto de acabar com essa prática cruel e desumana”, disse Block.

A declaração da Macy`s segue uma série de anúncios semelhantes de marcas de moda nos últimos anos, incluindo Prada, Versace, Gucci e Burberry, que abandonaram o uso de peles de origem animal em suas coleções.

Funcionário carrega uma raposa azul em uma fazenda de peles perto de Lesino, uma vila na Bielorrússia | Foto: AFP/Getty
Funcionário carrega uma raposa azul em uma fazenda de peles perto de Lesino, uma vila na Bielorrússia | Foto: AFP/Getty

No início deste mês, a Califórnia se tornou o primeiro estado dos EUA a proibir a venda e a fabricação de produtos de peles.

Em 12 de outubro, o governador da Califórnia, Gavin Newsom, assinou um projeto de lei para proibir os moradores de fabricar ou vender itens como roupas, sapatos ou bolsas de pele.

Em um comunicado, Newsom disse que a medida fez do estado um “líder quando se trata de bem-estar animal”.

Pilha de visons mortos em gaiolas velhas e quebradas atrás de uma fazenda de peles na Suécia, 2010 | Foto: Jo-Anne McArthur/Djurrattsalliansen
Pilha de visons mortos em gaiolas velhas e quebradas em uma fazenda de peles na Suécia, 2010 | Foto: Jo-Anne McArthur/Djurrattsalliansen

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Cientistas russos criam o primeiro bolo de carne feito de células cultivadas em laboratório

Foto: Divulgação
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A carne limpa é criada através do cultivo in vitro de células animais. Os cientistas obtêm uma pequena amostra de célula – neste caso de uma vaca da raça Aberdeen Angus – e colocam a amostra em um cultivador controlado com uma solução rica em nutrientes chamada “meio de crescimento”. Isso faz com que as células-tronco se multipliquem como se ainda estivessem no corpo do animal.

O resultado é um produto que oferece a mesma aparência, textura e sabor da carne convencional. No entanto, o processo pode ser concluído sem prejudicar nenhum animal.

“A carne in vitro, também conhecida como carne cultivada, é uma nova direção muito promissora para a indústria de carne”, diz Nikolai Shimanovsky, curador do projeto e farmacologista molecular.

“Do nosso ponto de vista, a produção de carne de laboratório tem o mais alto significado ético para a sociedade moderna”, acrescenta Shimanovsky. “É uma forma de evitar a morte de seres vivos para obter carne como alimento”.

Consumidores abandonam a carne tradicional

O consumo de carne da Europa diminuiu 20% no espaço de dois a três meses. Essa tendência pode ser testemunhada em outras partes do mundo. Mais de 80% dos americanos indicaram que gostariam de trocar carne por alternativas livres de crueldade.

Foto: Divulgação
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Uma pesquisa realizada pelo produtor de carne desenvolvida em laboratório Memphis Meats, descobriu que 60% dos consumidores experimentariam carne limpa se fosse mais acessível. Carnes limpas são caras de se fabricar, no entanto, os produtores desejam reduzir o custo do item o mais rápido possível.

O novo bolo de carne da OKPI custa cerca de 5.800 rublos (cerca de 380 reais) por kg. A OKPI prevê que os preços possam cair para 800 rublos (em torno de 50 reais) por kg quando chegar aos supermercados. A empresa destaca que sua carne livre de morte de animais tem o dobro do prazo de validade da carne tradicional.

Além da OKPI, empresas em todo o mundo, incluindo Mosa Meat, JUST, New Age Meats, Integriculture e Biotech Foods, estão trabalhando para otimizar o processo de cultivo de carne. Segundo dados da empresa de pesquisa britânica Starcom, 41% dos britânicos poderiam comer carne cultivada em laboratório nos próximos dez anos.

A carne cultivada em laboratório da OKPI deve chegar ao mercado em 2023.

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Estudo revela que a indústria de carne e lacticínios entrará em colapso em 2030

Foto: Divulgação
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Um novo relatório prevê que as indústrias de carne bovina e laticínios podem “entrar em colapso total” até 2030.

O grupo de especialistas em finanças e tecnologia, RethinkX, analisa e prevê o “escopo, velocidade e escala das mudanças impulsionadas pela tecnologia” e como essas transformações afetarão a sociedade. Em um relatório intitulado “Repensando Alimentos e Agricultura 2020-2030”, grupo independente mostra como as novas tecnologias farão com que as indústrias de carne bovina e laticínios caiam. Outros mercados envolvendo criação de animais, como peixe, frango e porco, seguirão.

O relatório diz que a fermentação de precisão (agricultura celular) e um modelo de produção chamado Food-as-Software (Tecnologia de Comida) estão prestes a mudar a indústria de alimentos como a conhecemos.

Esse sistema de produção vê alimentos projetados por cientistas em nível molecular e depois carregados em bancos de dados para que posteriormente designers de alimentos em todo o mundo – que trabalharão como desenvolvedores de software – possam acessar os bancos de dados. “Em vez de cultivar uma vaca inteira para quebrá-la em produtos, os alimentos serão construídos no nível molecular com especificações precisas”, diz um comunicado à imprensa.

“Isso resultará em um sistema de produção de alimentos localizado muito mais distribuído, mais estável e resistente do que o que ele substituirá”, diz o relatório.

“O novo sistema de produção será protegido da volatilidade de volume e preço”, acrescenta o estudo.

“Sem os caprichos da sazonalidade, clima, seca, doença e outros fatores naturais, econômicos e políticos”.

O impacto na saúde e no meio ambiente

Os alimentos criados através do novo sistema de produção terão mais benefícios nutricionais do que os atualmente produzidos na criação de animais. Mudar para esses alimentos pode ter um impacto profundo na saúde humana e economizar bilhões de sistemas de saúde.

O RethinkX explica que doenças condições de saúde transmitidas por alimentos, como doenças cardíacas, obesidade, câncer e diabetes – cujos estudos estão todos ligados a produtos de origem animal – atualmente custam 1,7 trilhão de dólares a cada ano.

O impacto no meio ambiente também será significativo. Atualmente, a pecuária é responsável por uma infinidade de questões ambientais. As emissões de gases de efeito estufa são altas, assim como as taxas de desmatamento; os incêndios na floresta amazônica estão ligados a pecuaristas que limpam terras para a produção de carne bovina.

O RethinkX prevê que as emissões de gases de efeito estufa dos EUA cairão 60% em 2030. Em 2035, elas poderão cair quase 80%. Os alimentos modernos serão 100 vezes mais eficientes do que os produtos derivados de animais. Eles também terão 10 a 25 vezes mais eficiência de matéria-prima, 10 vezes mais eficiência de água e 20 vezes mais eficiência de tempo.

Com o novo relatório, a RethinkX quer “iniciar uma conversa” sobre o futuro dos alimentos, diz o co-fundador Jamie Arbib.

“Ainda estamos no início do ciclo de interrupção”, disse ele em um comunicado. “E as projeções são exatamente isso, mas acreditamos que nossa estrutura, metodologia e descobertas são mais precisas do que aquelas produzidas por modelos lineares que além de caros, são obsoletos e pouco competitivos.

“Para liberar todo o potencial dessa e de todas as outras mudanças tecnológicas, precisamos adotar uma abordagem que reflita melhor o mundo complexo, dinâmico e em rápida transformação em que vivemos”, acrescentou.

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Conferência sobre tráfico de animais selvagens na América do Sul é realizada no Peru

Foto: World Animal News/Reprodução
Foto: World Animal News/Reprodução

Funcionários de alto nível de organizações governamentais, intergovernamentais e sem fins lucrativos, incluindo representantes do Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal (IFAW), estão reunidos em Lima, no Peru, para a primeira Conferência Regional das Américas sobre o Comércio Ilegal de Animais Selvagens.

Desenvolvida em colaboração por várias entidades desde 2017, incluindo a IFAW, a conferência representa um primeiro passo fundamental no estabelecimento de parcerias na região para a prevenção e controle do comércio de animais silvestres. O resultado da conferência inclui participantes de países que assinaram a Declaração de Lima, um compromisso formal de enfrentar a ameaça do comércio de animais silvestres e o desenvolvimento de ações colaborativas e multilaterais para combater sua proliferação.

A América Latina é rica em espécies, mais de 40% da biodiversidade da Terra se encontra na região e mais de um quarto das florestas, transformando a região em um ponto de acesso global do comércio de vida selvagem e tornando as ações imediatas críticas para a sobrevivência de muitas das espécies da região.

Os principais tópicos de discussão na conferência regional variaram desde a prevalência de corrupção e os vários crimes econômicos envolvidos no tráfico de animais silvestres aos controles e regulamentos atuais que regem o comércios de vida selvagem, e o uso de tecnologias para combater o comércio ilegal, incluindo mecanismos de redução da demanda.

Padu Franco, diretor regional da Sociedade de Conservação da Vida Selvagem (WCS) para os Andes, Amazônia e Orinoquia, disse em um comunicado: “Não seremos capazes de proteger a vida selvagem e os ecossistemas até que governos, comunidades, doadores e o público em geral reconheçam o perigo que esses animais correm, o combate aos crimes contra a vida selvagem requerem um compromisso de todos para que os enfrentemos juntos”.

Como os principais países de trânsito e destino do tráfico estão na região, o impacto do comércio ilegal de vida selvagem nas Américas é intenso. A amplitude e a escala desse comércio podem variar desde a morte de elefantes no exterior tendo em vista o marfim, a venda de répteis e aves exóticas como animais domésticos, até partes do corpo de onça-pintada usadas para os chamados “medicamentos tradicionais”. Um aspecto da conferência que chamou a atenção devido ao seu significado regional é a caça e o comércio envolvendo a onça-pintada, as partes de seu corpo e vários derivados.

Joaquin de la Torre Ponce, diretor regional da IFAW para a América Latina e o Caribe disse em um comunicado: “Como a maior espécie de felino das Américas, a onça-pintada é icônica, além de seu papel crítico no ecossistema, possui um tremendo significado cultural. A ação conjunta de colaboração que foi discutida ao longo desta primeira conferência nas Américas é fundamental para abordar o comércio de animais silvestres, que é universalmente reconhecido como uma ameaça crescente a essa espécie fundamental.

Como um dos tipos mais lucrativos de crime organizado, o tráfico de animais selvagens depende fortemente de redes sofisticadas que envolvem suborno, lavagem de dinheiro e, frequentemente, violência. Portanto, o comércio de animais selvagens é um crime sério que não apenas ameaça a biodiversidade de espécies e o meio ambiente, mas também a segurança humana.

O IFAW trabalha para quebrar todos os elos da cadeia comercial, da caça ao tráfico e à demanda. Suas equipes em todo o mundo monitoram os mercados de animais silvestres on-line e off-line, compartilhando informações com agências policiais que levam a repressão ao mercado e processo criminal. Esses esforços, juntamente com os esforços de lobby (por regulação), estão mudando as leis e transformando o mercado.

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Empresa chinesa cria aplicativo que identifica cães por seus focinhos

Foto: Megvii
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Uma empresa de tecnologia chinesa desenvolveu um programa de software que pode identificar cães pelo nariz com o objetivo de ajudar os tutores a encontrar seus cães perdidos.

Desenvolvido pela Megvii, uma start-up de inteligência artificial (IA) baseada em Pequim, o sistema de reconhecimento de impressão do nariz pode identificar e combinar os cães pelos marcadores únicos em seus focinhos.

Uma vez que os tutores digitalizam o focinho de seus cães de vários ângulos com a câmera em seus smartphones, o software alimentado pela AI localizará e analisará marcadores de distinção para criar um perfil exclusivo do animal doméstico usando uma estrutura de aprendizado complexa.

Foto: Megvii
Foto: Megvii

Semelhante às impressões digitais humanas, cada impressão do nariz do cão é única e permanece inalterada durante a vida do animal.

Utilizando tecnologia avançada de processamento de imagens para melhorar as informações de impressão do nariz, o sistema percebe as pequenas diferenças das impressões nasais de diferentes cães e é capaz de confirmar a identificação.

A tecnologia é projetada para cobrir dois cenários, ou seja, 1 vs 1 – Comparação – “É o mesmo cachorro?” e 1 vs N – Busca – “Qual impressão do nariz pertence a este cão?”.

Foto: Megvii
Foto: Megvii

O software tem uma taxa de precisão de 95% no primeiro cenário, disse Megvii ao Daily Mail, acrescentando que a equipe demorou apenas um ano para desenvolver o software.

Além de ajudar os tutores a localizar seus companheiros de quatro patas, a tecnologia, que também é considerada mais barata e menos invasiva do que implantes de chips, também ajuda as autoridades urbanas a administrar melhor os animais domésticos, refrear os ataques dos cães e identificar cães em perigo, e infrações cotidianas, incluindo andar com um cachorro sem coleira ou deixar de limpar os cocôs de seus animais domésticos.

Um dos desafios que os desenvolvedores encontraram foi coletar dados de boa qualidade, já que os cães raramente ficam parados para tirar fotos, o que leva ângulos visuais de baixa qualidade ou impressões do nariz de baixa definição, disse Megvii.

Foto: Megvii
Foto: Megvii

Além disso, embora cada cão tenha um nariz único, as diferenças podem ser mínimas, exigindo a necessidade de um modelo de algoritmo altamente acurado e preciso, disse a empresa, acrescentando que planeja expandir essa tecnologia para identificar outros tipos de animais domésticos.

Muitos canis ao redor do mundo já começaram a registrar impressões de nariz para cães perdidos, com o método mais comum sendo cobrir seu focinho com tinta e pressioná-lo contra o papel.

O número de tutores de animais na China tem aumentado nos últimos anos devido ao rápido desenvolvimento econômico do país e ao aumento da renda disponível.

As áreas urbanas do país abrigam mais de 91 milhões de cães e gatos, de acordo com um relatório da indústria de 2018, citado pelo China Daily.

Foto: Megvii
Foto: Megvii

Múltiplas cidades do país implementaram novas regras e políticas de manutenção de cães em uma tentativa de melhorar a segurança pública e aliviar as tensões entre aqueles que mantêm animais domésticos e aqueles que não.

Os chineses ainda estão aprendendo a apreciar os cães como companheiros de vida – vivam eles na companhia de cães ou não. Ao mesmo tempo, muitas pessoas desconhecem a responsabilidade que vem com um cachorro.

Algumas das reclamações mais frequentes contra cães domésticos na China são que eles são barulhentos, atacam pessoas e seus guardiães não limpam a sujeira deles.

A cidade de Jinan, no leste da China, lançou em 2017 um sistema de pontuação de 12 pontos dedicado aos tutores de cachorros para garantir que seus animais se comportem bem em público.

Espera-se que os residentes de Jinan sempre mantenham seus cães na coleira, carreguem sua licença e evitem que os animais latam excessivamente; ou pontos seriam retirados da sua “conta canina”.

Uma vez que um tutor perde todos os 12 pontos, a autoridade tem o direito de detê-lo e enviar o agressor para uma aula para aprender como se tornar um bom tutor de animal.

Em novembro, uma nova política para proibir os tutores de animais domésticos na cidade de Wenshan de passear com seus cães das 7h às 22h provocou protestos em todo o país.

O governo da cidade do sul da China alegou que a regra poderia melhorar as condições de vida de seus moradores e manter a segurança pública.

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Notícias

Empresa de tecnologia lança ferramenta de busca vegana que beneficia os animais

Foto: Adobe
Foto: Adobe

Uma empresa de desenvolvimento de sites com “uma paixão pelo veganismo e pelo bem-estar animal” desenvolveu um novo mecanismo de busca vegano.

O fruitbox.io é uma ferramenta de busca livre para ser usada, sem custos e é um projeto sem fins lucrativos, além de ser o primeiro do mundo desse tipo.

Pesquisas feitas no mecanismo geram receita por meio de anúncios da rede de pesquisa (retorno). Estes rendimentos são doados aos santuários de animais.

Ferramenta de busca vegana

“Lançamos recentemente o primeiro mecanismo de busca vegano do mundo que doa a receita dos anúncios aos santuários de animais em todo o mundo para melhorar a vida dos animais sob seus cuidados”, disse Chris Gibbs, co-fundador da Fruitbox, ao Plant Based News.

“Trabalhamos com instituições de caridade em todo o mundo e estamos atualmente tentando aumentar a conscientização sobre esse serviço.

“Fizemos uma parceria com o Google para permitir que os usuários vejam os resultados do Google nos feeds, além de haver uma opção de pesquisa refinada que pesquisará somente os sites veganos listados e aprovados.”

Para conhecer mais sobre o Fruit Box clique aqui.

Foto: Divulgação
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