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Tartaruga marinha deposita 119 ovos na Praia de Itacoatiara

O local está sendo monitorado diariamente por biólogos do Projeto Aruanã

Tartaruga-verde escolheu praia carioca para botar 119 ovos. Foto Rudy and Peter Skitterians

Um a tartaruga-verde (espécie Chelonia mydas) fez um ninho na Praia de Itacoatiara em Niterói (RJ) e depositou 119 ovos. A previsão é que os filhotes nasçam em abril. O ninho, localizado há duas semanas por uma equipe da Companhia de Limpeza de Niterói (Clin), está sendo monitorado diariamente por biólogos do Projeto Aruanã. A mãe, uma tartaruga de 1,15 metro, foi avaliada pelos biólogos e retornou ao mar.

Segundo reportagem do jornal “O Globo” este é o primeiro registro da desova de animal desta espécie em Itacoatiara. Os funcionários da Clin acionaram o projeto Aruanã que faz o monitoramento de espécies marinhas na região e passou a cuidar do local para que os filhotes não corram riscos.

“Não temos qualquer registro de desova dessa espécie na região. Normalmente, as tartarugas-verdes ficam por aqui até atingirem a maturidade sexual, quando vão para as ilhas oceânicas. Esse é um acontecimento inédito, e estamos fazendo um apelo para a população ajudar no monitoramento desse ninho. As tartarugas levam cerca de 45 a 60 dias para nascer. Nós, do Projeto Aruanã, vamos fazer o monitoramento com o apoio da prefeitura. Mas é muito importante que a população nos ajude e preserve o local”, disse a bióloga marinha Larissa Araújo, ao Globo.

Os locais mais comuns de desova das tartarugas dessa espécie são ilhas oceânicas, como as de Fernando de Noronha, Atol das Rocas e Trindade.

Na semana passada, a prefeitura fez o cercamento do local com telas e instalou placas para informar aos frequentadores da praia sobre o ninho. Agentes da Coordenadoria Ambiental da Guarda Municipal de Niterói ajudam os técnicos do Projeto Aruanã a fazerem o monitoramento do ninho. Veja vídeo da tartaruga na Praia de Itacoatiara AQUI.


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De olho no planeta, Notícias

Estudo explica a razão de tantas tartarugas-marinhas engolirem plástico

A pesquisa concluiu que os animais confundem plásticos malcheirosos com presas

Tartaruga-marinha. Foto Marcello Rabozzi/Pixabay

Em toda parte do globo as tartarugas-marinhas estão morrendo por causa da ingestão de plástico. Por isso um grupo de pesquisadores americanos resolveu descobrir se havia algum “atrativo” para esses incidentes serem tão frequentes.

No estudo publicado na revista “Current Biology” e traduzido pela Revista Planeta, os pesquisadores explicaram que as tartarugas confundem o plástico malcheiroso com comida. “Descobrimos que as tartarugas-marinhas-cabeçudas, também conhecidas como tartarugas-marinhas-comuns, respondem aos odores dos plásticos bioincrustados da mesma forma que respondem aos odores dos alimentos, o que sugere que as tartarugas podem ser atraídas por detritos plásticos não apenas pela aparência, mas pelo cheiro”, disse Joseph Pfaller, da Universidade da Flórida em Gainesville (EUA).

A bioincrustação se refere ao acúmulo de micróbios, algas, plantas e pequenos animais em superfícies úmidas, o que ocorre nos plásticos no oceano. “Essa ‘armadilha olfativa’ pode ajudar a explicar por que as tartarugas-marinhas ingerem e ficam emaranhadas em plástico com tanta frequência”, comenta o pesquisador.

O estudo incluiu também pesquisadores da Estação Marítima Hopkins da Universidade Stanford (EUA) que recrutaram 15 jovens tartarugas-marinhas-cabeçudas criadas em cativeiro para ver como elas reagiam à presença do odor plástico. Eles liberaram uma série de odores no ar e gravaram as reações dos animais em vídeo. Os odores que eles testaram incluíam plástico limpo juntamente com os alimentos da tartaruga, que contêm farinha de peixe e camarão, e plástico bioincrustado.

“Ficamos surpresos com o fato de as tartarugas responderem aos odores do plástico bioincrustado com a mesma intensidade de resposta a sua comida que já conhecem há cinco meses em cativeiro. Esperávamos que suas respostas aos alimentos fossem mais fortes”, disseram os pesquisadores.

A partir dessas conclusões ficou evidente aos estudiosos que o problema do plástico no oceano é mais complexo do que as sacolas plásticas que parecem água-viva e confundem as tartarugas. À medida que material orgânico vai grudando em fragmentos de plástico, eles vão se tornando atraentes para aas tartarugas-marinhas.

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Tartaruga marinha debilitada é resgatada em praia de Pernambuco

O animal foi levado para o Centro de Triagem de Animais Silvestres Tangará, no Recife


Uma tartaruga marinha foi resgatada por uma equipe da Companhia Independente de Policiamento do Meio Ambiente (Cipoma), acionada por banhistas, após ser encontrada bastante debilitada na orla da praia de Maria Farinha, na cidade de Paulista, em Pernambuco.

Reprodução/Globo

O resgate, realizado no sábado (29), só foi divulgado no dia seguinte. Após chegarem ao local, os policiais pesaram e mediram o animal, que tem 75 kg e 1,1 metro de comprimento. As informações são da Globo.

Os agentes constataram que a tartaruga não apresentava boa condição de saúde e, por isso, a encaminharam ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) Tangará, no bairro da Guabiraba, no Recife.

Outras três tartarugas foram encontradas mortas na praia de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes (PE), no final de 2019. Duas delas estavam nas proximidades do Sesc e a outra foi encontrada nos arredores de um hotel. Dois dos animais eram fêmeas, o outro estava em um estado tão crítico que não foi possível identificar o sexo.


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Tartaruga-verde é encontrada morta em praia de Barra Velha (SC)

O animal marinho será submetido a um exame de necrópsia para que se tente apontar as causas da morte


Uma tartaruga foi encontrada morta no sábado (1) na Praia do Grant, em Barra Velha, no Litoral Norte do estado de Santa Catarina.

Foto: Demian Lenine/Divulgação/ND

Da espécie tartaruga-verde, o animal foi recolhido pelo Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), da Univali de Itajaí, e o corpo foi levado para a unidade de estabilização de animais marinhos da universidade, em Penha.

A tartaruga será submetida a um exame de necrópsia para que se tente apontar as causas da morte. As informações são do portal ND Mais.

Em fevereiro, 25 tartarugas foram encontradas mortas em Barra Velha. Parte delas, segundo a FUNDEMA (Fundação Municipal do Meio Ambiente), estava em avançado estado de decomposição.

Algumas tartarugas foram retiradas do local, na época, por uma equipe do PMP-BS, para avaliar as causas das mortes.


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Tartaruga-cabeçuda é encontrada morta em Balneário Camboriú (SC)

O corpo do animal marinho foi retirado da praia por uma equipe do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos


Uma tartaruga foi encontrada morta em Balneário Camboriú na quarta-feira (11). O animal estava na praia central quando foi localizado.

Divulgação

Da espécie Caretta caretta, ela é conhecida popularmente como tartaruga-cabeçuda. As informações são do portal O Município Blumenau.

A tartaruga foi encontrada nas proximidades de um quiosque por pessoas que passavam pelo local por volta das 7h.

Após perceberem que o animal estava morto, as pessoas acionaram o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) para retirar o corpo da tartaruga do local. A causa da morte será investigada.

O projeto funciona como uma condicionante do licenciamento ambiental da Petrobras e é realizado pelo Ibama. Através do PMP-BS, animais marinhos vivos e mortos são resgatados. O monitoramento é feito diariamente de Laguna (SC) até Saquarema (RJ).

Ao encontrar animais marinhos vivos ou mortos em praias da área de cobertura do projeto, a orientação é acionar o PMP-BS através do do telefone 0800 642 3341. Os serviços são gratuitos e o atendimento é feito das 8h às 17h30.


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Tartaruga é resgatada com casco rachado em São Vicente (SP)

A suspeita é de que a tartaruga tenha sido atropelada por uma embarcação


Uma tartaruga-verde foi resgatada na quinta-feira (5) em São Vicente (SP) com o casco rachado. O animal foi salvo pelo Pelotão Ambiental da Guarda Civil Municipal (GCM) a pedido do Instituto Gremar, que irá reabilitá-lo.

Foto: Divulgação/Instituto Gremar

A tartaruga estava nas proximidades da avenida Beira Rio, no bairro Jóquei Clube. A suspeita é de que ela tenha sido atropelada por uma embarcação. As informações são do G1.

O animal marinho pesa cerca de 16 kg, e segundo a bióloga do Instituto Gremar, Rosane Farah, pertence a uma espécie que costuma ficar perto da costa para comer.

“Por isso é importante que os barcos, jetskys e outras embarcações respeitem os limites de velocidade”, alertou.

Após ser resgatado, o animal foi levado para o Centro de Recepção e Triagem de Animais Marinhos (CETAS), no Guarujá. A tartaruga será submetida a exames clínicos e, depois, receberá tratamento veterinário.


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Tartaruga com cerca de 500 kg é encontrada morta em Búzios (RJ)

O animal, que pertencia à espécie tartaruga-de-couro, tinha entre 70 e 100 anos de idade


Uma tartaruga com aproximadamente 500 kg foi encontrada morta em Armação dos Búzios, na Região dos Lagos do estado do Rio de Janeiro.

Foto: Guarda Marítima Ambiental/Divulgação

O animal marinho foi encontrado na Praia da Marina na última sexta-feira (15). As informações são do portal G1.

O comandante da Guarda Marítima Ambiental, Anderson Torres, explicou que o animal pertencia à espécie tartaruga-de-couro e estava em estado de decomposição.

Levada para o Centro de Reabilitação e Despetrolização de Araruama, a tartaruga será submetida a um exame de necropsia para tentar descobrir a causa da morte. O animal tinha entre 70 e 100 anos de idade.

Foto: Guarda Marítima Ambiental/Divulgação

“A tartaruga apresentava marcas nas nadadeiras, como se hélices de grandes embarcações tivessem atropelado ela”, disse.

De acordo com Torres, para que o corpo do animal fosse retirado do local foi necessário contar com o apoio de 10 homens.


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Tartaruga é devolvida à natureza após cinco meses de reabilitação

Durante o tratamento veterinário, a tartaruga-verde foi submetida a uma cirurgia


Uma tartaruga foi devolvida à natureza no sábado (16) após ser submetida a cinco meses de reabilitação. A soltura foi realizada na cidade de Florianópolis, em Santa Catarina.

Foto: Projeto Tamar/Divulgação

O animal, da espécie tartaruga-verde, foi resgatado em Laguna. As informações são do portal G1.

Dezenas de pessoas, entre adultos e crianças, assistiram à soltura da tartaruga, que foi devolvida à natureza na praia da Barra da Lagoa.

Com 80 centímetros de casco, a tartaruga pesa 10 kg e é juvenil. Durante o processo de reabilitação, o animal teve que ser submetido a uma cirurgia.

De acordo com o Projeto Tamar, que cuidou da tartaruga, ela foi encontrada com tumores, anemia e sinais de afogamento.


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Tartaruga ingere plástico e morre após ser resgatada no Rio Grande do Sul

O animal, que pertence à espécie tartaruga-de-couro, está ameaçado de extinção


Uma tartaruga resgatada na praia do Cassino, em Rio Grande (RS), morreu na sexta-feira (15). um exame de necropsia concluiu que as causas da morte foram “afogamento e obstrução do trato intestinal por conteúdo plástico”.

Foto: Divulgação/Cram-Furg

Encontrada com vida, a tartaruga foi resgatada após encalhar entre a estátua de Iemanjá e o Molhe da Barra. O animal era da espécie tartaruga-de-couro. As informações são do G1.

A tartaruga foi resgatada pelo Centro de Recuperação de Animais Marinhos (Cram-Furg), em parceria com o Projeto Caminho Marinho e o Ibama. O animal pesava 215 kg, estava muito debilitado e com poucos reflexos.

A necrópsia não indicou a presença de óleo no organismo do animal. No dia 13 de novembro, a substância vazou de um navio e, desde então, barreiras de contenção e absorção do material foram usadas, segundo a Superintendência do Porto de Rio Grande (SUPRG). Aproximadamente 3 mil litros vazaram da embarcação. No entanto, as autoridades alegaram que os danos causados seriam “plenamente contornáveis”.

A tartaruga-de-couro está ameaçada de extinção, segundo informações do Projeto Tamar.


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Tartaruga de 50 kg é encontrada morta em praia de Cabo Frio (RJ)

É o segundo animal da espécie a ser encontrado morto em Cabo Frio nesta semana


Uma tartaruga marinha de 50 kg foi encontrada morta na Praia do Peró, em Cabo Frio, na Região dos Lagos do estado do Rio de Janeiro. O corpo foi localizado na manhã de quinta-feira (14).

Foto: Pixabay/Ilustrativa

Da espécie tartaruga-cabeçuda, o animal media aproximadamente um metro e, segundo o CTA Serviços em Meio Ambiente, estava em transição da fase juvenil para a adulta.

O corpo foi retirado da praia e encaminhado para o Centro de Reabilitação e Despetrolização de Araruama. As informações são do G1.

Este é o segundo caso no qual uma tartaruga é encontrada morta em Cabo Frio nos últimos dias. Isso porque nesta semana outra tartaruga morta apareceu na Praia do Forte, no mesmo município. Outras duas foram encontradas na cidade de Rio das Ostras.

O CTA considera que o aumento no número de encalhes é esperado por conta da aproximação desses animais com a costa brasileira devido à temporada de reprodução da espécie.


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Tartaruga marinha de mais de um metro é encontrada morta na Bahia

Com pouco mais de um metro de comprimento, uma tartaruga marinha foi encontrada morta na sexta-feira (4) na Bahia. O corpo do animal estava na Praia de São Miguel, no município de Ilhéus.

Foto: Projeto (A)mar

Com mais essa morte, sobe para 117 o número de casos na região, segundo o projeto (A)mar, que faz o monitoramento dos animais.

Fêmea sub-adulta, a tartaruga pertencia à espécie verde. Segundo o projeto, foram encontrados indícios de que o animal marinho ingeriu lixo no mar. As informações são do G1.

A ingestão de resíduos é a segunda maior causa de morte de tartarugas marinhas no Brasil e na Bahia, estado no qual 20% das mortes de animais neste ano foram causadas pelo lixo.

Além das mortes, cerca de 70% dos encalhes na Bahia foram registrados em Ilhéus. De acordo com o projeto, neste ano houve um aumento de 15% nos encalhes e mortes de tartarugas na região quando comparado a 2018.


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Jornalismo cultural, Notícias

Hoje é Dia Internacional da Tartaruga Marinha, animal ameaçado pela poluição plástica

Hoje (16), no Dia Internacional da Tartaruga Marinha é válido refletir sobre a realidade da espécie e de que forma estamos afetando esses animais. De acordo com informações do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), há uma estimativa de que entre 4 e 12 milhões de toneladas de plástico são despejados nos oceanos a cada ano.

Segundo o ICMBio, o lixo ingerido pode bloquear o sistema digestório e interferir no processo de flutuação da tartaruga (Fotos: Getty/Reuters/WAP/Sea Shepherd)

E o problema é que no mar o plástico vira uma armadilha para as tartarugas marinhas, sendo confundido com alimento ou aprisionando espécies, a exemplo de pedaços de redes de pesca que se enroscam em seus corpos podendo levá-las à morte.

Segundo o ICMBio, o lixo ingerido pode bloquear o sistema digestório e interferir no processo de flutuação das tartarugas, fazendo com que morram por inanição, já que provoca lesões no trato gastrointestional e libera toxinas em seus organismos.

Só em 2018, 280 tartarugas morreram por ingestão de lixo nos Lençóis Maranhenses, situados a 265 quilômetros da capital São Luís. É um número surpreendente, porque representa mais do que o triplo de 2015, quando morreram 80 tartarugas em decorrência do mesmo problema.

Na região, há um acúmulo de lixo proveniente de 19 países. E o agravante é que em contato com a água e a radiação do sol, materiais descartados como garrafas, tampas e outros objetos plásticos dão origem ao microplástico.

E o que dificulta ainda mais a situação é que esse material não é visto a olho nu, mas ainda assim pode incorporar agentes contaminantes como metais pesados, que se incorporam às células do animal.

As tartarugas ingerem o microplástico ao confundirem o material com alimentos e, como consequência, além da morte de muitos animais, isso interfere no comportamento reprodutivo das espécies.

A pesca fantasma é outro problema grave, já que redes, linhas e armações de pesca são equipamentos que se transformam em armadilhas para as tartarugas. Inclusive são responsáveis por ferir, mutilar e matar centenas de milhares de animais de diversas espécies a cada ano.

Por bem, no Brasil, o Projeto de Lei do Senado (PLS 263/2018), que prevê proibição do uso de canudos e sacolas plásticas, além de microplásticos em cosméticos, está caminhando para aprovação.

Embora não resolva completamente o problema, já significa grandes ganhos em um país que é o 4º maior produtor de lixo plástico do mundo, com produção anual de 11,3 milhões de toneladas. Desse total, apenas 1,28% é reciclado. O plástico derivado do petróleo pode levar mais de 300 anos para se decompor contra o plástico biodegradável que requer 30 a 180 dias.

O descarte incorreto provoca a poluição do solo e da água, além da morte de animais por engasgamento ou enroscamento. Os microplásticos contidos nos cosméticos também demoram para se degradar e se acumulam nos rios e oceanos – gerando impacto no ciclo de vida e na cadeia alimentar dos animais.

Fonte: Vegazeta

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