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Gatinho guardião da Lagoa do Taquaral sumiu

Foto: ONG Gatos da Lagoa

As voluntárias da ONG Gatos da Lagoa, que tem sede dentro do Parque da Lagoa do Taquaral, em Campinas (SP), estão desesperadas atrás de Bartolomeu, um manso e querido gatinho preto que vivia há cinco anos no Parque e era considerado símbolo da entidade. Uma série de depredações à sede da ONG têm ocorrido nas últimas semanas, com extravio de fios de eletricidade e lâmpadas e, no dia 3 de fevereiro, ao que tudo indica, levaram Bartolomeu que não foi mais visto em nenhuma parte do Parque.

O gatinho adotou a sede da ONG como seu lar e vivia ali nos arredores fazendo papel de guardião do lugar. “Todos o conhecem e gostam dele. É um gato muito sociável, que se aproxima das pessoas, pede carinho e acompanha nossas reuniões dentro do Parque. Estamos pedindo que as pessoas que tenham qualquer notícia dele ou que tenham pistas de quem o capturou nos contatem”, comenta Heliet, uma das voluntárias.

Ela conta que o vandalismo frequente na sede da ONG, que já se encontra endividada, resultou na perda de muitas vacinas que eram mantidas sob refrigeração: “Com o corte da eletricidade perdemos tudo, mas nossa maior perda é o Bartolomeu. Pedimos que não façam mal a ele e o devolvam para o Parque”.

Foto: ONG Gatos da Lagoa

A ONG cuida de cerda de 300 gatinhos castrando, vacinando e buscando adoção. É um trabalho conhecido como CED – Captura, Esterilização e Devolução para o local de origem – método eficiente e ético de controle populacional de gatos e que é aplicado com sucesso em outros parques como o Ibirapuera, também em SP e em locais como as ruínas do Coliseu de Roma.

Mesmo assim, há períodos em que os gatinhos do Taquaral são atacados e mortos. A índole mansa e ingênua de Bartolomeu, que estava acostumado a confiar nas pessoas, pode ter facilitado a ação de pessoas com má intenção. Quem tiver qualquer informação sobre o Bartolomeu ou queira ajudar a ONG pode entrar em contato com o whats (19) 98779-7509 e também pela página da ONG no Facebook.

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Grupo denuncia sumiço de gatos do Taquaral (SP)

O grupo de voluntários que cuida dos gatos abandonados no Parque Portugal, em Campinas, denunciou à Secretaria de Serviços Públicos o desaparecimento de pelo menos 30 animais nas últimas semanas. Eles suspeitam que alguns funcionários da área verde sejam responsáveis pelo sumiço. Em maio, foi feito um boletim de ocorrência contra empregados do parque que, segundo os cuidadores, haviam ameaçado matar os bichos. Pelo menos 90 gatos vivem na Lagoa do Taquaral, em casinhas construídas pelos voluntários no ano passado.

O presidente do Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais, Flávio Lamas, afirmou que os animais que sumiram costumavam ficar nos núcleos perto da Concha Acústica e da biblioteca do parque. No início da semana passada, o grupo se reuniu com representantes da Secretaria de Serviços Públicos para fazer a denúncia e discutir a questão. “Temos informações de que funcionários da Lagoa haviam ameaçado há pouco tempo dar um fim nos gatos. A Prefeitura prometeu tomar uma atitude em relação ao problema”, disse Lamas. Os cuidadores querem que a Administração abra um inquérito administrativo para apurar o sumiço dos bichanos.

“Como vamos todos os dias ao local, sabemos quais animais estão faltando. Antes, havia cerca de 120 gatos”, disse o voluntário Fábio Morandi. No último dia 18, o Correio mostrou a sujeira no parque por conta dos restos de alimentos deixados para os animais. A reportagem voltou à Lagoa do Taquaral e questionou os trabalhadores sobre o sumiço dos animais. Eles afirmaram que não notaram a ausência dos bichos.

O secretário de Serviços Públicos, Ernesto Dimas Paulella, disse que a posição da Administração é de tolerância com os animais. “Se houver indícios de que funcionários estão envolvidos no sumiço de gatos, vamos abrir um inquérito disciplinar. Se algo ficar provado, vai haver punições, inclusive com perda do emprego”, disse. Mas, segundo Paulella, não há provas de que empregados do parque tenham envolvimento com o desaparecimento dos gatos.

Fonte: Correio Popular

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Escola de Idiomas CNA volta a promover comércio de animais em Taquaral (SP)

Segundo denúncia realizada no dia 18 de agosto, a CNA Taquaral voltou a ceder espaço para promover o comércio de vidas de animais. Apesar da total falta de conexão entre uma escola de idiomas e o comércio de animais, o apoio se dá em uma espécie de favorecimento, de nepotismo, onde pessoas de dentro da unidade do CNA em Taquaral apoiam pessoas específicas que utilizam o espaço privado da empresa para comercializar animais, especificamente cães e gatos; espaço este que deveria ser usado para o estacionamento de seus clientes, ou até mesmo para a criação de vagas preferenciais, para idosos, gestantes ou deficientes físicos.

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Anteriormente, já havíamos denunciado este comércio de animais apoiado pela Escola de Idiomas CNA, e após, manifestações e pressões populares, tanto em ambiente online, como nas ruas, a CNA Nacional disse não compactuar com tal comércio e a unidade de Taquaral cedida as pressões dos ativistas e da própria sede da empresa decidiu não mais permitir o uso da frente de sua escola para a venda de animais.

Durante esse período, o Site e Coletivo Camaleão entrou em contato com a unidade e a resposta obtida foi a seguinte:

“Prezado cliente, desculpe a demora em responder. Não somos contrários a venda de animais, mas somos contrários a quaisquer maus-tratos, seja contra animais, seres humanos ou ao planeta. O canil a quem cedemos nosso espaço gratuitamente para esta ação aos domingos é um dos dois melhores de toda a região metropolitana de Campinas (SP), fiscalizados pela prefeitura de Hortolândia e pelo patrocinador oficial deles, a Royal Canin (a mesma empresa que foi denunciada por patrocinar rinhas de cães contra ursos ). Fique tranquilo!”

Nossa resposta foi imediata:

“Não ficamos tranquilos, não somos favoráveis ao bem-estar animal, ainda mais dado-lhe como esmola e não como parte de seus direitos, somos pelo FIM da exploração; e incentivando a venda, vocês não contribuem com a adoção, enquanto existem animais de rua ou de ONGs que tentam diminuir o número de animais abandonados, vocês estão incentivando algo que está criando e aumentando o numero de animais já existentes. É um animal e não um produto para se vender, além do mais acreditamos que vocês não sabem, mas para esses animais serem vendidos existe uma mãe que é tratada como uma verdadeira máquina de fazer filhos e não como um individuo, um animal senciente.”

Ao fim da mensagem, ainda enviamos o seguinte vídeo sobre uma investigação feita em fábrica de filhotes:

Quanto ao posicionamento da unidade, devemos ressaltar certos pontos:

• O posicionamento da CNA Nacional diverge com o posicionamento da unidade que apoia o comércio, o que pode ser fruto de uma autonomia da unidade ou falta de comunicação interna.

• Não existe comércio de animais sem maus-tratos, tanto pelo ato de atribuir valor em vidas e torná-las parceláveis em cartão de crédito, quanto na permanência dos animais em jaulas enquanto esperam por cliente;

• A venda desses animais é proporcional ao abandono dos mesmos ou de outros, quanto mais se vende, mais se deixa de adotar, e mais animais serão “criados” e posteriormente abandonados nas ruas ou mortos em canis;

• Para sustentar a demanda do “produto”, fábricas de filhotes (industriais e em fundo de quintal) são criadas para abastecer esse comércio, portanto, as mães são tratadas como verdadeiras máquinas de reprodução, e como toda mãe seu físico e psicológico é sempre afetado nessa fase, e da mesma forma que é algo exaustivo e cansativo para as mães-humanas, o mesmo também se aplica as mães não-humanas.

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Entre em contato com a CNA Nacional e a unidade, através dos formulários tradicionais e redes sociais.

Lembre-se: Sejam educados(as), procurem gerar reflexão e consciência por parte dos funcionários ou da empresa.

Ideias para ajudar os animais e a empresa são bem-vindas, sugestões para a escola criar um espaço para adoção de animais (ao invés da venda deles), ou ajudar em campanhas de direitos animais, como já é realizado um trabalho em Campinas pela OALA também é uma excelente alternativa, além de contribuir para os animais ainda traz a empresa para nosso lado, como apoiadora.

Facebook CNA Taquaral
Site da Escola CNA
• Telefone CNA Nacional: (11) 3053-3811
• E-mail: faleconosco@cna.com.br

* O Site e Coletivo Camaleão está em total disponibilidade para ouvir a empresa através do e-mail: imprensa@camaleao.org.

Fonte: Camaleão

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Você é o Repórter

Protetora procura tutor de lindo cão encontrado em avenida de Campinas (SP)

Regina Borelli
regina_borelli@bol.com.br

Fotomontagem: Divulgação

O que fazer se São Francisco colocou um cão na frente da roda do meu carro em pleno movimento? Não, não o atropelei porque já o havia visto de longe e imaginei que isto poderia acontecer, vim devagar, parei a avenida novamente. Eu o resgatei. Ele é macho, tem duas coleiras, sendo uma preta de nylon e uma azul (antipulgas?), porém nenhuma identificação. É bem cuidado e lindo.

Pareceu-me só um pouco sujinho, umas folhas enroscadas em sua pelagem, é um menino muito educado, sabe andar com guia de passeio, sabe entrar e sair do carro, e ficou sentadinho no banco de passageiro comportadamente enquanto viemos até minha casa.

Estava com muita sede, claro. Encontrei-o na Avenida do Taquaral (em frente ao antigo Chopão ou Feltrin hoje). Não sei ao certo a qual raça ele pertence, mas parece-me Otterhound.

É porte médio/grande, altura dos joelhos. Ele tem a língua roxa, roxa, roxíssima (igual de Chow Chow). Até agora não deu um latido sequer, será que ele é mudo? É muito dócil, quieto mesmo e comportado. Ainda não sei se é microchipado, vou levá-lo ao veterinário para ver também se esta com dor na pata, mas tem que avaliar, talvez por andar muito. Também tenho que ver se é castrado.  Ele esta aqui em casa, em segurança, mas preciso achar seus tutores, pode ser que tenha uma criança muito triste e chorando agoniada por reencontrá-lo.

Poderiam me ajudar repassando aos quatro ventos esta mensagem para que todos juntos possamos encontrar seu lar de novo?

Se não achar seu tutor, terei que doá-lo, e isto quer dizer, em poucos dias. Não posso mantê-lo em clínica (uns R$ 50 reais ao dia), e nem em casa pois já tenho minhas cachorras que estão isoladas dele e ficaram sem o quintal. Algum pretendente ?

Contato: regina_borelli@bol.com.br ou (19) 9111-5266 (Oi)

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