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Família de tamanduás-mirins é vista próximo ao Mirante de Joinville (SC)

Uma família de tamanduás-mirins foi flagrada passando pela rua que dá acesso ao Mirante de Joinville, em Santa Catarina. O morador do local, Jean Helfenberger, registrou o caso por meio de uma fotografia. Ele transitava pelas proximidades acompanhado de sua esposa quando, por volta das 19h30, avistou os tamanduás.

A mãe tamanduá atravessou a rua com o filhote nas costas (Foto: Jean Helfenberger / Divulgação)

No mesmo local, Helfenberger já encontrou saguis e outras espécies de macaco, além de cobras. O tamanduá-mirim, no entanto, foi visto por ele pela primeira vez nesta semana.

“Parecia ser a mãe com o filhote, eram bem mansos. Eles atravessaram a rua bem devagarinho e a gente pôde tirar a foto bem perto deles”, comentou em entrevista ao portal DC.

As fêmeas desta espécie tem apenas um filhote por gestação. Segundo o biólogo e pesquisador Alexandre Grose, as mães tem o hábito de carregar o bebê no dorso e o deixam no ninho enquanto se alimentam. Ele lembra que a região do Mirante é habitat da espécie.

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Polícia Ambiental resgata dois tamanduás-mirins no norte do Paraná

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Polícia Militar Ambiental resgatou dois tamanduás-mirins em Londrina, no norte do Paraná, na última semana. De acordo com a polícia, os animais foram encontrados após ligações de moradores. Um dos animais estava no Conjunto Violim, na zona norte da cidade, e outro em um shopping, na zona sul.

Os tamanduás-mirins foram encaminhados para um médico-veterinário, que irá avaliar a situação dos dois animais. “O médico vai verificar se os dois podem ser reinseridos na natureza, ou se precisam passar por um processo de readequação para posterior soltura”, explica o sargento Domingo Assunção.

De acordo com a polícia, o animal, de nome científico Tamanduá tetradactyla é identificado por suas listas nas costas, parecidas como a de um colete.

Ele tem hábito solitário, vive em matas e florestas, e alimenta-se de cupins, formigas e abelhas. Quando filhote é carregado no dorso da mãe ou deixado em alguma toca até que fique mais velho, para então poder acompanhar a mãe em suas atividades de alimentação.

A polícia alerta que os animais silvestres encontrados devem ser encaminhados aos órgãos ambientais competentes. “Nós orientamos que sempre acionem a Polícia Ambiental, porque os animais ficam revoltados. Então, é preciso de um pessoal técnico para fazer o devido resgate dos animais”. Na região norte do Paraná, a Polícia Militar Ambiental atende pelo telefone (43) 3341-7733.

Fonte: G1

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Cresce número de animais silvestres apreendidos na área urbana de Ribeirão Preto (SP)

Dona de casa alimenta família de capivaras. Foto:Matheus Urenha / A Cidade

O número de animais silvestres apreendidos na zona urbana, sob a área de atuação da 4ª Companhia de Polícia Ambiental, aumentou em 2010 em relação a 2009. Até outubro do ano passado, foram capturados e soltos 24 animais, contra 21 no ano passado.

A maior novidade foi a apreensão de dois filhotes de suçuarana, da mesma mãe, em Ibitinga. A última captura de onça, pela Polícia Ambiental, ocorreu em 2008 (dois adultos). A área de cobertura da 4ª Companhia de Polícia Ambiental abrange 53 municípios, de Porto Ferreira até Batatais, incluindo, além de Ribeirão Preto, cidades como Araraquara, Ibitinga e São José do Rio Preto, onde está a sede do batalhão.

Até outubro, foram apreendidos nove tamanduás-mirins contra quatro no ano passado; e um lobo-guará (um também em 2009). O número de cachorros-do-mato, porém, caiu para 12, contra 14 em 2009.

Mas o grande campeão em apreensão, em 2010, foi o tamanduá-mirim. Dos nove apturados pela Polícia Ambiental três foram encaminhados ao Zoológico Fábio Barreto, que já tinha recebido, também, outros três tamanduás-bandeira: um filhote chegou morto, um adulto foi solto pelo Ibama e outro está sendo mantido na área de isolamento.

Os tamanduás adultos, desdentados, que se alimentam basicamente de cupins, têm dificuldade em sobreviver em locais fechados. Por isso, assim que se recuperam, são soltos pelo Ibama.

Já os filhotes, vítimas de colhedeiras de cana-de-açúcar e de queimadas, adaptam-se melhor ao cativeiro.

Eles consomem, diariamente, um litro de uma combinação que leva leite em pó, sustagem, mucilon, ovos e carne moída, explica o zootecnista e diretor do zoológico, Alexandre Gouvea.

Com todos esses ingredientes, o índice de recuperação deles é considerado bom pelo zootecnista.

Fonte: A Cidade

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