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Surfista leva 3h para salvar filhote de baleia preso à rede de pesca em SC

Um surfista salvou a vida de um filhote de baleia-franca que ficou preso a redes de pesca no Farol de Santa Marta, em Laguna, no Sul de Santa Catarina. O resgate, que ocorreu no último domingo (4), teve início por volta das 16h30 e durou cerca de três horas em alto mar. A mãe do filhote permaneceu o tempo todo nas proximidades.

(Foto: Reprodução / G1)

O empresário e surfista João Alberto Schmidt, conhecido como João Baiuka, foi o responsável por salvar o filhote. Ele entrou na água com uma moto aquática, nadou até o animal e cortou as redes com uma faca. As informações são do portal G1.

 

“Eu vi que aquele animal realmente precisava de ajuda e teria que ser naquele momento. Eu sei que existem alguns protocolos, mas no momento teria que fazer ajuda, eu não queria ver o animal de forma nenhuma encalhar na praia ou viesse a falecer”, contou ao G1 Baiuka, que contou com a ajuda de um amigo para chegar ao local do resgate.

“Não foi uma coisa fácil, também não aconselho ninguém a fazer, porque é perigoso, o animal é gigante. A gente pegou um momento muito crítico, que foi a hora que ela já estava vindo para a praia. A gente pegou o tombo e começamos a vir com ela, foi bem dramático”, disse o surfista.

Após ser acionado, o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), que funciona na Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina) de Laguna, acompanhou o resgate da areia da praia.

Os protocolos da Área de Proteção Ambiental (APA) da Baleia Franca não recomendam o resgate por pessoas não especializadas.

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Vídeo: baleia-franca nada ao lado de surfista em Florianópolis (SC)

Uma baleia-franca nadou a poucos metros de distância de um surfista na manhã da última quinta-feira (27) na Praia dos Ingleses, no município de Florianópolis, em Santa Catarina. O momento foi registrado (veja vídeo abaixo) pela moradora da cidade Leila Ballock, que também filmou, mais tarde, outra baleia-franca dando piruetas na Praia Brava.

(Foto: Leila Ballock)

O Instituto Australis, que realiza o monitoramento de praias e pesquisas sobre baleias-francas, disse que ao menos cinco desses animais estão na Praia Brava nesta temporada de reprodução. Cerca de 60 estavam entre Garopaba e Laguna na última quinta-feira.

“Essa espécie tem hábitos costeiros, fica na zona de arrebentação, então, acaba acontecendo de se aproximarem das pessoas. Apesar de serem gigantes, são animais bastante dóceis. Os surfistas normalmente respeitam muito o espaço delas e se afastam no caso de chegarem nas regiões em que eles estão, até para segurança deles, porque qualquer movimento brusco desses animais pode causar grande impacto”, explicou ao G1 Karina Groch, coordenadora de pesquisa do Instituto Australis.

Santa Catarina é o estado que, segundo Karina, tem a maior concentração de baleias-francas do país. A espécie, que é migratória, viaja da Antártida até o litoral catarinense e permanece na costa brasileira de julho a novembro em busca de águas quentes, calmas e seguras para reproduzir e cuidar dos filhotes nos primeiros meses de vida deles.

Karina afirmou que o Instituto é informado diariamente sobre as cinco baleias que estão atualmente na Praia Brava. “Deve haver um componente climatológico na permanência delas lá. Elas devem ter considerado o local confortável, para alegria de quem mora no Norte da Ilha”, disse.

Segundo a pesquisadora, uma portaria do Ibama estabelece que ninguém pode se aproximar das baleias de forma intencional – o que ao que tudo indica não foi o caso do surfista. Karina recomendou cautela em relação a esses animais.

“Se ele estava ali e ela se aproximou, não há problema, mas por prudência é melhor se afastar. A maioria dessas baleias é de mães que tiveram filhotes, que estão cuidando de recém-nascidos. Por isso, precisamos respeitar o espaço delas até para que continuem voltando para cá todos os anos”, concluiu a pesquisadora.

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Surfista Kelly Slater pede ao governo francês que mate tubarões

Por Sophia Portes | Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

Vista-se

O surfista norte-americano Kelly Slater, ganhador de 11 títulos mundiais e conhecido por defender causas ambientais, tem gerado muita discussão com seu discurso controverso, após usar sua conta do Instagram para pedir a morte de tubarões.

O pedido de Slater foi direcionado ao governo francês, que governa a Ilha da Reunião, um point de surf conhecido mundialmente e localizado no leste da África. Por suas ondas perfeitas é um local amado pelos surfistas que é habitat e lar de tubarões.

No total, 20 ataques foram registrados desde 2011 e em oito deles as pessoas morreram. A Ilha da Reunião possui diversas praias interditadas por conta do alto índice de ataques, mas os surfistas continuam se arriscando e invadindo o habitat destes animais.

“Honestamente, eu não vou ser o mais querido por dizer isso, mas é necessário que haja um sério controle populacional na Ilha Reunião e isso deveria acontecer todo dia. Há um claro desequilíbrio acontecendo no oceano lá. Se o mundo inteiro tivesse essa taxa de ataque, ninguém usaria o oceano e literalmente milhões de pessoas estariam morrendo assim. O governo francês precisa descobrir isso o mais cedo possível. 20 ataques desde 2011?”, escreveu Slater na rede social.

Obviamente, o surfista tem perdido muita popularidade por defender a morte dos animais que têm seu território invadido. Milhares de fãs estão repreendendo a atitude do ídolo nas redes sociais.

 

 

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Surfista filma tubarão branco debaixo da sua prancha

Um surfista australiano passou por um momento de tensão que registou graças à GoPro que estava a usar.

Enquanto procurava ondas em Manly Beach, o surfista viu um tubarão branco debaixo de sua prancha, que parecia rodeá-lo.

Com a respiração acelerada, mas remando com calma, o homem aproximou-se da praia lentamente e conseguiu despistar o animal.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Notícias ao Minuto

 

 

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Surfista catarinense participa de campanha em defesa da vida marinha

O surfista catarinense Teco Padaratz é o mais novo parceiro da campanha “Saco é um saco”, do Ministério do Meio Ambiente.

Considerado um dos maiores ídolos do surfe brasileiro, Teco é um apaixonado pelo mar e aproveita sua participação na campanha para defender a vida marinha.

Surfista catarinense Teco Padaratz. (Imagem: AN Verde)

“Você sabia que os plásticos são a maior parte do lixo dos oceanos? Três em cada quatro tartarugas marinhas encontradas mortas têm vestígios de sacolas plásticas em seu sistema digestivo e muitas morreram em função delas. Recuse sacolas plásticas sempre que possível. Mas se pegar alguma, reutilize-a ou a descarte corretamente para que não chegue nos rios e mares”, diz o surfista catarinense em um dos posts de seu blog.

Teco aderiu voluntariamente à causa e emprestou sua voz para a campanha de rádio. Clique aqui e ouça a mensagem do Teco.

As sacolas plásticas são prejudiciais ao meio ambiente. Por ano, mais de 500 bilhões delas são consumidas e descartadas no mundo, entupindo redes de esgoto, agravando enchentes, poluindo mares e matando animais.

No Brasil, estima-se que 1,5 milhão de sacolas plásticas sejam consumidas a cada hora.

Fonte: AN Verde

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Empresa aluga cavalos para serem usados como “pranchas de surf” nos EUA

(da Redação)

 

Não bastasse todas as formas de exploração já existentes, surge nos Estados Unidos mais uma maneira de utilizar indignamente um animal. A última moda no mundo do surf não requer uma prancha ou grandes ondas. É necessário apenas um cavalo alto e equilíbrio por parte do surfista. A nova modalidade se chama “cavalo de surf”.

 

Foto: STAFF/ E. SKYLAR LITHERLAND
Foto: STAFF/ E. SKYLAR LITHERLAND

A ideia partiu de Tim Mattox, um ex-jogador de polo, que usa cavalos para surfar há 10 anos. Cerca de 18 meses atrás, ele decidiu profissionalizar o “cavalo de surf”. Essa semana ele disse que sua empresa tem crescido a passos largos. “As pessoas vêm de tão longe como a Europa para surfar sobre um cavalo”.

Mattox explica que ele e sua equipe permanecem na praia por duas horas e proporcionam passeios para oito pessoas por vez. “Estamos com a agenda lotada”, afirmou.

Em uma fazenda no condado de Sarasota, Mattox tem um estábulo de cavalos de polo antigo, que ele acredita serem perfeitos para servirem de “pranchas” através das águas, onde tudo pode acontecer. A água da baía é de cerca de 1,5 metro no ponto onde os cavalos vão, que é quase até o pescoço.

“Precisamos de cavalos que são ‘prova de bomba’ ”, disse Mattox. “Você precisa de um cavalo sereno, um cavalo que irá tolerar surpresas. É uma praia pública e se você vier com um cavalo que possa se assustar com um cão ou uma vara de pesca ou jet skis causaria problemas.” 

Os cavalos usados por Mattox ainda estão na adolescência e podem ser de ambos os sexos. Eles são principalmente pôneis de polo e muitos são puro sangue.

Ele disse que o único lugar que ele conhece com um programa similar está em Jacksonville. Seus clientes incluem cavaleiros de longo tempo e outros que sempre quiseram experimentar como era andar a cavalo na água. Mattox disse que seus clientes são livres para tentar quase tudo na água.

*Com informações de Herald Tribune

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Venda de prancha autografada pelo surfista Kelly Slater ajudará o Instituto Sea Shepherd

Uma prancha de Kelly Slater, autografada pelo surfista campeão, está à venda na internet por R$ 15 mil. A renda irá para o Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB), ONG de conservação da biodiversidade marinha e ecossistemas da costa litorânea brasileira.

A prancha foi feita pelo shaper californiano Al Merrick, modelo de 1997, e foi doada pela patrocinadora do campeão da etapa brasileira do WCT este ano, em Imbituba. Já o autógrafo é mais recente, foi assinado em 2007, um ano antes de Slater conquistar seu nono título mundial. Desde ontem Slater está na disputa pelo décimo título, na etapa da África do Sul.

Acesse o site aqui para participar.

Fonte: Diário Catarinense

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