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Leão-marinho preso em rede de pesca é resgatado com a ajuda de prancha de surf

Assustado por estar preso, mas como se soubesse que seria ajudado o leão-marinho pula em cima da prancha para facilitar sua libertação


 

Por Eliane Arakaki

Um bombeiro que trabalha no Departamento de Bombeiros de Cambria, na Califórnia, Estados Unidos, foi aplaudido efusivamente pelas pessoas que presenciaram libertação de um mamífero marinho na praia de San Simeon, no domingo último (01).

Em um vídeo postado na página do Facebook do corpo de bombeiros no domingo, Ryan Mort pode ser visto fazendo o resgate em uma prancha de surf, finalmente cortando a linha de pesca que o prendia quando o animal emaranhado pulou a bordo da prancha.

Os espectadores no píer gritaram em aprovação. “Você acabou de fazer um amigo”, uma pessoa pode ser ouvida dizendo no vídeo.

O corpo de bombeiros se referiu ao animal como uma “foca”, assim como vários outros veículos de notícias.

Depois que o mamífero marinho foi libertado, “a foca nadou para longe”, disse o Corpo de Bombeiros.

O USA Today’s For the Win, que identificou o mamífero como um leão-marinho, observou que ele tinha um gancho embutido no seu lado que deveria cair ou se desintegrar na água salgada.

“Por estar preso apenas em um lado (o gancho), o leão-marinho deve ser capaz de executar bem atividades forrageiras (busca por alimentação) e normais de seu cotidiano”, disse Giancarlo Rulli, do Centro de Mamíferos Marinhos do For The Win.

O Centro de Mamíferos Marinhos, com sede em Sausalito, havia chamado o corpo de bombeiros para ajudar na situação.

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Histórias Felizes, Notícias

Gatinho que adora água se diverte na praia e até aprende a surfar

Foto: Emily Meadows
Foto: Emily Meadows

Pip era um gatinho minúsculo e doente que procurava por comida quando apareceu na casa de uma família em Berlim, Maryland (EUA). Ele apareceu logo em seguida de uma tempestade, talvez isso fosse um prenuncio de seu destemor quando se trata de água – algo que os gatos são famosos por não gostar.

Em Berlim, Pip encontrara uma senhora idosa que era avó da família e ficava tomando conta da casa, ela começou a alimentar o pequeno gatinho. Infelizmente, sua família não pôde aceitá-lo quando eles voltaram e a mulher idosa estava se mudando, então Laura Meadows – uma aluna do ensino médio e amiga da família – se ofereceu para levá-lo com ela, apesar dela não ter discutido isso com sua família antes.

Foto: Emily Meadows
Foto: Emily Meadows

Quando a família de Meadows recusou-se a deixá-la ficar com Pip, a irmã mais velha de Laura, Emily Meadows, e seu marido ofereceram-se para levá-lo por um tempo.

“Minha irmã me implorou para levá-lo e estávamos apenas observando-o, pensando sbre o que deveríamos fazer”, disse Emily Meadows ao The Dodo. “Tentamos o abrigo local mas eles estavam lotados e nós tivemos que ficar com ele, e foi assim que tudo começou”.

Não demorou muito para Meadows ver o quão único e especial Pip era, mas sua primeira tarefa foi deixá-lo saudável. Seus olhos estavam inchados e ele estava muito sujo por andar pelas ruas.

Foto: Emily Meadows
Foto: Emily Meadows

O gatinhos foi até considerado surdo porque nunca olhava para Meadows ou seu marido quando faziam barulho ou chamavam seu nome. Uma boa limpeza do ouvido do filhote feita pelo veterinário provou que isso não era verdade e agora ele ouve tudo, segundo Meadows.

Uma vez que Pip estava bem mais saudável do que quando chegou, ele acabou por se mostrar um pequeno encrenqueiro muito enérgico. Ele passava seus dias subindo nas telas das janelas, derrubando copos de água e qualquer outra coisa que não estivesse pregada ou presa, espalhando comida por todo o chão e aterrorizando seus novos irmãos gatos, Natty e Mowgli. Ele gostava especialmente de acordá-los pulando de cabeça sobre eles.

“Era o mundo do Pip”, disse Meadows. “Nós estávamos apenas vivendo nele”.

Foto: Emily Meadows
Foto: Emily Meadows

A preferência de Pip em usar as plantas de casa como sua caixa de areia (necessidades) deixava Meadows e seu marido pouco a vontade, então eles decidiram tentar algo não convencional. “A casa precisava de uma pausa”, disse Meadows. “Natty e Mowgli definitivamente precisavam de uma pausa. E foi aí que surgiu a ideia: por que não levar Pip para passear um pouco?”

Meadows e seu marido moram em Ocean City, Maryland, então eles decidiram colocar Pip em uma coleira e levá-lo para a praia para ver se voltar para suas raízes ao ar livre ajudaria a dispersar um pouco de sua energia. Ambos se surpreenderam com o resultado!

Foto: Emily Meadows
Foto: Emily Meadows

Pip mostrou rapidamente uma afinidade imensa em cavar na areia, correr pela praia, perseguir penas de gaivotas, brincar com brinquedos e conchas, se esconder em cadeiras de praia e, uma vez cansado, cochilar ao sol com seus humanos. Parecia que ele estava realmente em seu ambiente natural e assim foi que ele se tornou um freqüentador regular da praia com Meadows e seu marido.

Um dia, quando a maré estava baixa e as ondas estavam calmas, Meadows permitiu que Pip explorasse a água. “E isso não o incomodou em nada, ao contrário”, disse Meadows.

Foto: Emily Meadows
Foto: Emily Meadows

Pip ficou tão fascinado pela água que Meadows tentou colocá-lo em uma prancha de boogie (prancha menos de surf). “Ele pegou uma pequena onda e ficou em cima dela”, disse Meadows. “Quando a prancha bateu na praia, ele pulou e apenas caminhou ao longo da praia como se tudo estivesse normal. Foi quando tivemos certeza que Pip era um gato muito especial”.

Ele até se revelou um exímio nadador que gostava de se divertir nas águas rasas.

As artimanhas de Pip atraíram uma enorme atenção de um número crescente de fãs. “Após várias viagens à praia, Pip foi filmado e fotografado por [turistas] e residentes”, disse Meadows. Alguém mostrou um vídeo para a estação de notícias local e Meadows foi contatada para contar a uma história de Pip.

Foto: Emily Meadows
Foto: Emily Meadows

Infelizmente, toda essa atenção destacou o fato de que as leis de Ocean City proíbem animais domésticos na praia durante os períodos de pico, então Pip precisava brincar sem ser notado pela patrulha da praia. Ele sempre se saia muito bem em se esconder na areia se eles passassem, no entanto.

Por sorte, a praia não era o único lugar na cidade natal de Pip para ele explorar. Havia o calçadão, o arcade, bares e restaurantes que aceitam animais domésticos, atrações locais e até eventos especiais.

Meadows encontrou várias praias e áreas para animais domésticos que permitiam que Pip continuasse a explorar os ambientes, coisa que eles gostava muito, sempre respeitando as leis. O gatinho continua ativo mesmo nas atividades fora da temporada, como paddleboarding e passeios de bicicleta em sua mochila favorita.

Foto: Emily Meadows
Foto: Emily Meadows

Ele até fez algumas viagens a lugares mais distantes como Savannah, Georgia e Nova York.

De fato, Pip recentemente “escreveu” e publicou um livro dele próprio sobre todos os lugares que ele gosta de explorar em sua cidade natal e as aventuras que ele participa com seus pais.

“Quando alguém filmava [Pip] na praia e a enviava para o noticiário, é quando pensamos:” É ótimo ter um gato famoso, disse Meadows.

Foto: Emily Meadows
Foto: Emily Meadows

Meadows criou “Little Pips” – um bicho de pelúcia que se parece com Pip – para que os fãs pudessem desfrutar de seu próprio Pip sempre que quisessem. “Nós damos um bichinho de pelúcia Little Pip para alguém que precisa para cada um que é comprado”, disse Meadows.

Little Pips tem sido especialmente popular entre a comunidade de lar de idosos, onde alguns moradores viveram toda a sua vida com gatos, mas não viram um real em anos devido às suas condições de vida, de acordo com Meadows.

O impacto de Pip se espalhou muito além da comunidade local graças às mídias sociais, e Meadows recebeu cartas e e-mails de pessoas ao redor do mundo descrevendo como Pip os ajudou em um momento difícil.

Foto: Emily Meadows
Foto: Emily Meadows

Um casal que esteve em um acidente de carro horrível escreveu Meadows para dizer a ela que assistir as aventuras de Pip a cada dia tirava suas mentes das coisas terríveis que eles estavam experimentando, de acordo com Meadows.

Talvez o mais importante, Pip ajudou Meadows a superar algumas de suas próprias dificuldades – particularmente fobias de hospitais, lares de idosos, sangue e IVs relacionados a um trauma de infância que ela experimentou. “Eu nunca em um milhão de anos pensei que eu iria superar essa fobia”, disse Meadows.

“Ter Pip comigo [enquanto voluntariado nesses lugares] realmente ajudou, e agora posso dar um passo para trás e ver como os animais são seriamente prestativos quando se trata de apoio emocional. No final do dia, Pip mudou minha vida e me ajudou emocionalmente tanto quanto mudou o de todo mundo – nunca me senti mais estável do ponto de vista de saúde mental do que desde então trabalhando com Pip ao meu lado diariamente e levando ele comigo em todos os lugares “, acrescentou Meadows.

Foto: Emily Meadows
Foto: Emily Meadows

Meadows e seu marido recentemente começaram a dar lar temporário a filhotes através da ONG Town Cats of Ocean City, e você pode ter certeza de que Pip os mantém entretidos e mostrando a eles oa brinquedos.

Embora toda essa atividade possa parecer muito para apenas um gato, na verdade é a quantidade perfeita para Pip, que precisa manter-se ativo para evitar problemas. “Ele só queria tentar coisas novas e isso o ajudou a se acalmar muito em casa”, disse Meadows.

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Policial usa prancha de surf para resgatar tartaruga presa em rede de pesca

Policial usa prancha de surf para chegar até tartaruga presa em rede de pesca em alto mar na BA e soltar animal — Foto: Reprodução/TV Santa Cruz

Uma tartaruga marinha que estava em alto mar presa numa rede foi ajudada por um policial militar, na última quinta-feira (25), no município de Ilhéus, na região sul da Bahia. O policial utilizou uma prancha de surf para chegar até a tartaruga e soltar o animal.

A ação foi registrada em vídeo divulgado nas redes sociais.

O caso ocorreu na região da Praia da Concha, no Morro de Pernabuco. O agente que fez o resgate do animal passava pelo local, quando avistou a tartaruga presa e resolveu ajudar. O resgate aconteceu por volta das 5h30.

A utilização da rede de pesca na região é proibida, mas ainda não se sabe quem foi o responsável por ter jogado a rede no mar.

Fonte: G1

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Histórias Felizes

Surfistas salvam flamingo que se afogava em praia na Itália

Franco Guicciardi, um instrutor de surf em uma praia na Itália, estava olhando para o oceano em um dia que parecia como qualquer outro. Tudo mudou quando ele percebeu algum tipo de animal que se afogava, um pouco distante de onde ele estava. Ao olhar com mais atenção, percebeu que era um flamingo. Ele decidiu imediatamente pegar uma prancha e, com a ajuda de um amigo, se aventurar nas águas para salvar o pobre animal.

Reprodução | The Dodo

Quando a dupla alcançou o flamingo, percebeu que o pássaro não teria condições de, sozinho, retornar à praia. Então eles colocaram o animal em cima da prancha e, juntos, foram nadando com a prancha até retornarem à terra firme. O flamingo estava na frente da prancha de surfe com as asas abertas enquanto os socorristas remavam, tentando recuperar o fôlego.

Reprodução | The Dodo
Reprodução | The Dodo

“O animal estava exausto devido às fortes correntes marítimas e do vento”, escreveu Guicciardi em um post no Instagram, explicando melhor o processo do resgate. Assim que chegaram à praia, ele entrou em contato com a patrulha da floresta local, que indicou a Clínica Veterinária San Giuseppe. Um veterinário instruiu o surfista a colocar o flamingo dentro de um balde com roupas ou toalhas úmidas, mantendo-o seguro e aquecido enquanto era transportado para a clínica.

Reprodução | The Dodo

Um grupo inteiro se reuniu na praia para assistir ao resgate, e todos ajudaram a encontrar roupas e toalhas para colocar sobre o animal, que a cada momento se sentia mais e mais seguro dentro do aconchegante balde. Uma vez confortável e seguro, Guicciardi levou o flamingo para a clínica.

Reprodução | The Dodo

Após os exames, o veterinário garantiu que em questão de dias o pássaro estaria completamente curado e voltaria à vida selvagem novamente. “Depois de dois dias de tratamento, eu confirmei que o animal estava bem e fugiu”, disse Guicciardi ao portal britânico The Dodo. “Essa notícia me deixou muito feliz por ajudar uma espécie protegida de nossa ilha”.

Graças a Guicciardi e todas as pessoas amáveis ​​na praia naquele dia, o flamingo agora está saudável, feliz e de volta à natureza, onde ele pertence.

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Cão adotado por salva vidas agora surfa em competições

Parafina em Santos (Marcelo Justo-28.dez.12/Folhapress
Parafina em Santos (Marcelo Justo-28.dez.12/Folhapress

Famoso por surfar em Santos, litoral paulista, Parafina agora conhece as águas da Califórnia, onde vai disputar um campeonato esse domingo (25).

O cão está nos Estados Unidos com o tutor, Augusto Martins, com quem também divide as ondas.

Em busca do título para o Brasil, Parafina vai participar de duas categorias no 8º Surf City Surf Dog –uma delas sozinho. “Em uma das categorias eu só auxilio na onda, e na outra ele vai comigo [em prancha de stand up paddle]”, disse Martins ao Bom Pra Cachorro.

Tudo começou há cerca de sete anos, quando, assustado com os fogos de um Réveillon, o cachorro buscou refúgio na escola de surfe de Picuruta Salazar e por ali ficou.

“Ele ficava na praia o dia inteiro, e quando não tinha onda saía para nadar com o grupo de salvamento. Até que um dia resolveram colocar ele em cima de uma prancha”, diz Salazar.

 Augusto Martins/Arquivo Pessoal
Augusto Martins/Arquivo Pessoal

Segundo ele, quando não levavam Parafina para o mar, “ele ficava emburrado” e acabava seguindo alguém que entrava na água.

Há cerca de três anos, Martins, que é instrutor na escola de surfe, foi ‘adotado’ por Parafina, e o cão ganhou nova casa.

Este é o primeiro campeonato que Parafina participa fora do país. De acordo com Salazar, ele já esteve em uma competição em Santos, uma espécie de “confraternização”.

“Ele tem muita chance [nos EUA]. O Parafina vai pra água todo dia, treina com o Augusto [Martins]”, diz.

Além dele, o país também terá como representante na competição o labrador Bono, do Rio, bicampeão mundial, ao lado do tutor, Ivan Moreira.

Fonte: Bom Pra Cachorro / Folha

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Você é o Repórter

Site do “Globo Esporte” incentiva o surf em santuário ecológico

Ricardo Silva
muidoido@yahoo.com

O site Globoesporte vem constantemente fazendo apologia à prática do surf no único refúgio dos lobos-marinhos no Brasil.

Basta uma rápida busca pelo site para encontrar diversas matérias mostrando como “é legal” surfar no santuário ecológico. Em uma das matérias eles até citam como foi “maneira” a atitude de um surfista que subiu com sua prancha nas costas de uma baleia para aparecer para alguns imbecis que assistiam da praia.

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Surfando pela preservação das tartarugas

A Praia do Costão, no balneário catarinense de Barra Velha, reúne por primeira vez aos principais surfistas do circuito amador para disputar nos dias 19 e 20 de dezembro um campeonato que tem por objetivo conscientizar a população sobre a preservação das tartarugas marinhas.

Ao longo da competição, haverá uma palestra ministrada de forma gratuita pelo Projeto Tamar, o segundo maior projeto do mundo em preservação de tartarugas marinhas, além de trabalhos de reflorestamento de árvores nativas, mutirão ecológico com sorteios para os participantes, e competições com cabo de guerra para incentivar a integração entre os surfistas e os simpatizantes.

Foto: Divulgação.
Foto: Divulgação.

No dia 19, por volta das 14h, o Tamar realizará no local do campeonato a liberação de uma tartaruga verde reabilitada para que crianças e adultos conheçam mais um pouco sobre essa espécie que é tão curiosa e costuma se alimentar nos costões rochosos.

A competição se encerra no domingo (20), por volta das 13h. Para as 14h está programada uma peça teatral sobre o meio ambiente para crianças e adolescentes na praça central Lauro Loyola.

O evento está sendo organizado pela Associação de Surf Costão dos Náugrafos (ASCN) e o Movimento Surf Verde (MSV), que realiza periodicamente um levantamento do número de tartarugas que aparecem mortas na praia.

“É importante a participação da comunidade porque haverá um show de surf e muita informação trazida pelo Projeto Tamar, além de tartarugas de fibra, sorteios e jogos para fazer deste um dia diferente. Toda a comunidade surfista está apoiando para que juntos melhoremos nossa cidade”, disse o presidente da ASCN, o surfista Sérgio André.

O surfista "Gringo". Foto: Divulgação.
O surfista "Gringo". Foto: Divulgação.

Já o doutor Maurício Coimbra e o jornalista Ezequiel Díaz Savino, o Gringo, ambos coordenadores do Movimento Surf Verde (MSV), destacaram a importância da participação de toda a comunidade para poder entender a importância das tartarugas marinhas na cadeia alimentícia. “Temos uma grande comunidade de tartarugas marinhas da espécie verde que se alimenta em nossas praias. Porém, temos documentado a morte de mais de 20 tartarugas em menos de seis meses, o que deixa a todos os surfistas preocupados porque estes animais acostumam ficar do nosso lado dentro da água e são importantes para garantir a diversidade marinha”, explicou Maurício. O Movimento conta com o apoio técnico do Projeto Tamar e da Fundação Municipal de Meio Ambiente de Barra Velha (Fundema), além da assessoria da oceanógrafa Janaina Camargo.

Fonte: clicRBS

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Três tubarões são mortos em Pernambuco a pedido de surfistas

Três tubarões mortos chamaram a atenção dos banhistas da praia de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco. Os animais foram capturados por pescadores, com a supervisão de um engenheiro de pesca, na noite da última sexta-feira (04).  A ação foi planejada pela Associação de Surfistas de Olinda e, segundo eles, tudo foi feito com a autorização do Ibama.

Os surfistas alugaram uma embarcação e contrataram os profissionais com o objetivo de localizar tubarões na área.

“O Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões diz que nessa área não tem tubarão, mas só em uma noite achamos três, e bem na beira”, afirmou o surfista Mauro Melo.

Os tubarões foram expostos na praia de Piedade, para alertar os turistas sobre os riscos na área.

Fonte: O Globo

Nota da Redação: Infelizmente, neste caso, as vítimas pagaram com a própria vida o preço da ignorância humana. Execução e exposição em “praça” pública… Parece que voltamos à Idade MédiaO que eles fizeram deve ser considerado um crime.

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Golfinhos ‘pegam onda’ em praia da Austrália

O flagrante foi feito na terça-feira (15); nem o fotógrafo acreditou nas imagens que captou. “Normalmente eu estou no lado errado da câmera”, disse Andrew Brooks.
O fotógrafo Andrew Brooks foi surfar na praia em Cape Adieu (Austrália) quando foi surpreendido por um grupo de 40 ou 50 golfinhos que tiveram a mesma 'ideia'  Foto: Andrew Brooks/AP
O fotógrafo Andrew Brooks foi surfar na praia em Cape Adieu (Austrália) quando foi surpreendido por um grupo de 40 ou 50 golfinhos que tiveram a mesma 'ideia'. Foto: Andrew Brooks/AP

 

 

O fotógrafo colocou a câmera num tripé e instruiu seu primo a realizar a imagem enquanto surfava com os animais  Foto: Andrew Brooks/AP
O fotógrafo colocou a câmera num tripé e instruiu seu primo a realizar a imagem enquanto surfava com os animais Foto: Andrew Brooks/AP

Fonte: G1

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