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‘Desolador’, diz tutor que tenta encontrar gata levada por catador de lixo

Arquivo Pessoal

Uma gata foi levada por um catador de lixo em Santos, no litoral de São Paulo, deixando seu tutor em completo desespero. Apegado ao animal, o advogado Enio Vasques Paccillo, de 38 anos, pede ajuda para trazer Nina de volta para casa.

“Eu não adotei essa gata, ela me adotou, é um amor incondicional. Não consigo acreditar que o ser humano pudesse fazer algo assim. Só quero ela de volta”, disse o advogado ao G1.

Nina desapareceu no último dia 11 de junho. Inicialmente, Enio pensou que ela estivesse na vizinhança, buscando abrigo por conta do frio. Morador do bairro Embaré, nas proximidades da Avenida Afonso Pena, o advogado contou que a gata “vive solta, vai na casa dos vizinhos, mas também passa o dia no meu escritório”.

Com o passar dos dias, o sumiço de Nina passou a preocupar Enio, que descobriu que a gata havia sido levada por um catador de lixo ao observar as câmeras de segurança do seu escritório de advocacia.

O homem recolheu material reciclável próximo à gata e, em seguida, colocou o animal dentro de uma caixa e fugiu.

“É um negócio desolador, desumano. Não acredito que alguém fosse capaz de fazer isso. Se ainda fosse uma criança que a pegasse, eu entenderia. Agora essa pessoa pegou a Nina à força, enfiou ela dentro de uma caixa e amarrou, é inaceitável. Só quero que essa pessoa se sensibilize e a devolva”, disse.

Arquivo Pessoal

“Todo mundo está preocupado, ajudando a procurar. Todos a conhecem, não tem uma pessoa que não goste dela”, contou Enio ao falar da mobilização gerada na vizinhança após o sumiço do animal.

Nina é uma grande companheira do advogado, que está sentindo a falta da gata, com a qual se preocupa. “Às vezes, fica no escritório comigo até tarde da noite, dormindo na minha mesa. Eu não adotei ela, ela que me adotou. Estou procurando, vou oferecer recompensa, mas o principal é ter ela de volta”, concluiu.

Acesso à rua

A rua é um local perigoso para cachorros e gatos. Criá-los dentro de casa – ou, no caso de Nina, dentro do escritório de advocacia – é essencial para protegê-los.

Casos de envenenamento de animais – especialmente gatos, odiados por muitas pessoas – são comuns. Nas ruas, atropelamentos também são frequentes. Os riscos, no entanto, são ainda maiores. Os animais podem contrair doenças, ser agredidos, brigar com outros animais, e até ser estuprados por pessoas mal intencionadas.

Reprodução/Portal Toca dos Gatinhos

Para protegê-los, é importante impedir o acesso à rua, fazendo-o apenas na companhia do tutor, usando guias e coleiras adequadas para cada espécie (caso usem peitorais destinados a cães, os gatos podem fugir facilmente). É necessário entender, porém, que há gatos que não se adaptam a esses passeios e criá-los apenas dentro de casa é o adequado neste caso.

Para manter cachorros dentro de suas casas, em segurança, muros altos e portões, aliados à atenção dos tutores ao entrar e sair do imóvel, costuma bastar. Com os gatos, porém, os cuidados precisam ser maiores. O correto é recorrer a telas e ganchos, que podem ser colocados em janelas ou quintais pelos próprios tutores, após compra dos itens em lojas de materiais para construção, ou por empresas especializadas. Com janelas ou quintais telados, os gatos não conseguirão fugir. Dentro de seus lares, viverão felizes e seguros – isso porque, ao contrário do que diz o senso comum, gatos são animais domésticos e, portanto, não precisam de liberdade para viver bem, como necessitam os silvestres.

Cercas feitas de PVC ou garrafas de plástico também são úteis para garantir a segurança dos gatos. Aprenda a fazê-las nos vídeos abaixo:


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‘Nosso xodó’, diz tutora sobre pato que desapareceu em Santos (SP)

Foto: Reprodução

Uma família de Santos, no litoral de São Paulo, está à procura de um pato que desapareceu. O animal, criado com muito carinho pelos tutores, sumiu na tarde do último sábado (11).

Vânia Labrador, de 36 anos, é a tutora da ave. Ela contou ao G1 que teme pelo animal, que está correndo risco na rua.

O desaparecimento do animal foi constatado pelo filho de Vânia, que mora em outra cidade. “Ele recebeu uma foto do nosso pato na quadra de esportes de um prédio aqui perto. Me ligou e perguntou sobre a ave”, disse.

O animal fugiu após uma porta da casa ter ficado aberta e foi visto pela última vez no prédio localizado na Avenida Moura Ribeiro, no bairro Marapé. Assim que soube das notícias sobre o paradeiro da ave, Vânia foi até o local, mas ele já não estava mais lá.

“Ele já tinha sumido outra vez. Não consegui chegar a tempo”, lamentou.

A família suspeita que a ave tenha se assustado com algum animal voando sobre a casa e que isso tenha motivado a fuga. “As asas dele são muito grandes, ele tem mais de dez anos. Achamos que ele se assustou e voou”, contou.

Acostumado com pessoas, o pato é muito amado por Vânia. “Ele é muito carinhoso, come na nossa mão, nosso xodó. Mas tenho medo, pois apesar de estar acostumado com as pessoas, o ambiente que ele está é diferente. Não sei o que pode acontecer”, concluiu.


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Porco tratado como membro da família volta pra casa após dias desaparecido

O porco foi adotado há dois anos e é tratado com muito carinho por seu tutor, além de ser querido pelos moradores do bairro onde vive


Chico, um porco criado como membro da família em Cabreúva (SP), voltou para casa na segunda-feira (17) após ficar desaparecido desde sábado (15).

No período em que o animal estava longe do lar, Marcos da Costa, seu tutor, iniciou uma campanha através das redes sociais para tentar reencontrar o animal. O motorista contou ao G1 que Chico passeia sozinho pelo bairro, já que é querido por todos os moradores. Em uma dessas voltinhas, ele sumiu.

Foto: Arquivo Pessoal

“É costume dele andar por aí assim. Já é conhecido no bairro. Ficou famoso porque é muito dócil, brinca com as crianças e tudo. Dessa vez ele saiu e não sei se acabou se perdendo ou se foi preso por alguém. Só sei que nem dormi direito nesses dias, de tão preocupado”, conta.

A publicação na rede social foi compartilhada e comentada por dezenas de pessoas. Algumas, no entanto, fizeram comentários desrespeitosos e especistas, o que preocupou o motorista.

“Muita gente ficou fazendo brincadeiras sem graça, dizendo que o Chico tinha virado churrasco. Me mandaram até uma foto de um porco no rolete. Fiquei ainda mais preocupado. Pensei que alguém poderia fazer uma maldade com ele”, explica.

Chico voltou para casa assustado, porém saudável. “Agora só vai precisar se recuperar do susto. Está muito arisco, com medo, mas nada que uma comida e um carinho não resolvam”, diz.

Reprodução/Instagram

O motorista adotou o animal há dois anos, mas o porco vive no quintal da casa de um amigo dele. “Ele mora lá porque eu não tenho o espaço adequado pra ele. Mas vou visitá-lo todo dia, ele é como se fosse minha família. Vejo ele assim como outras pessoas vêem seus cães e gatos”, conta.

Chico tem uma relação com seu tutor que prova que todo animal explorado e morto para consumo humano, como os porcos são, não é diferente de um cão ou gato, e merece viver em paz, sendo respeitado.

Extremamente dócil, Chico faz sucesso com os moradores do bairro e costuma ganhar frutas e pães das crianças. “Ele adora. Deixa fazer carinho e atende quando a gente chama. É como se fosse um cachorro mesmo”, conta Marcos.

Nota da Redação: a ANDA orienta seus leitores a jamais deixar que os animais, de qualquer espécie, saiam para a rua sozinhos. Sem poder apresentar qualquer defesa, eles ficam expostos aos riscos da rua e, por isso, só devem sair de casa acompanhados de seus tutores.


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Tutor reencontra cachorro desaparecido há mais de um ano no litoral de SP

Tedi vivia com a família desde que era filhote e desapareceu em outubro de 2018


Paulo Henrique Moura, de 46 anos, reencontrou o cachorro Tedi, que havia desaparecido há mais de um ano em Praia Grande, no litoral de São Paulo, e a cena emocionante foi registrada em um vídeo.

Foto: Reprodução/Praia Grande Mil Grau

Tedi sumiu em outubro de 2018 e foi encontrado nesta quinta-feira (5). O tutor do animal disse que está feliz e surpreso com o reencontro. As informações são do portal G1.

O cachorro vive com a família de Moura desde que era filhote. “Pegamos muito amor por ele. Cuidamos dele desde pequeno. Eu nunca tinha deixado ele ficar com cachorra nenhuma, mas sempre soltava ele. Quando ele tinha cerca de dois anos, uma das vezes em que o soltei, passou uma cadela com vários cachorros atrás dela e ele foi atrás. Desde então, não o vi mais”, disse.

Quando o cachorro desapareceu, a família começou a procurá-lo pela cidade, mas não teve sucesso. “Rodava Praia Grande inteira e nunca o encontrava. Continuei procurando por meses, até que um dia perdi a esperança. Achei até que ele tinha morrido, porque vi os ossos de um animal em um campo próximo de casa e achei que era dele”, contou.

Para Moura, reencontrar Tedi foi um verdadeiro milagre. “Deus escreve certo por linhas tortas. De repente, um amigo meu que trabalha no ramo da internet estava fazendo um trabalho e subiu no poste. Meu cachorro fez xixi na escada que ele estava utilizando e ele tentou espantá-lo, para que saísse de lá. Quando meu amigo olhou, viu que se parecia com o meu cachorro que havia sumido”, disse.

Foto: Arquivo pessoal

O homem, então, avisou Moura que tinha encontrado um cão parecido com o dele e que fotografaria o animal caso o encontrasse de novo.

“Quando ele mandou [as fotos], eu reconheci na hora. Logo depois ele me perguntou qual era o nome dele. Meu amigo falou que já havia chamado ele por diversos nomes e ele não atendia. Eu falei o nome Tedi. Quando ele chamou por este nome, o cachorro atendeu”, afirmou.

Após confirmar que o cão era mesmo o animal de seu amigo, o homem foi até a casa de Moura para que os dois pudessem ir juntos ao encontro do cachorro.

As imagens que mostram Tedi se reencontrando com seu tutor foram gravadas pelo amigo de Moura. “Eu até me arrepio com essa história. Eu e meu filho ficamos muito contentes e emocionados por ele ter retornado. Foi muito legal”, concluiu.

Nota da Redação: a ANDA orienta os leitores a nunca permitir que cães e gatos transitem sozinhos pela rua. Permitir que esses animais saiam para passear por conta própria os coloca em risco de serem atropelados, envenenados e agredidos. Nas ruas eles podem também contrair doenças, algumas fatais, e procriar. Passeios devem ser feitos apenas na companhia dos tutores e fazendo uso de coleira e guia.


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Homem reencontra o seu cachorro 8 anos depois de ele ter desaparecido

Há oito anos, Joshua Edwards voltou para casa e para seu pesadelo o animal não estava mais no quintal. Ele bateu à porta de todas as pessoas da cidade, mas não obteve resultados, presumiu que que o cachorro teria sido roubado.

Depois de ter perdido a esperança de voltar a reunir com o seu Rottweiler, Edwards recebeu um telefonema de uma empresa de chips para animais domésticos que o deixou completamente feliz. Maria Elena Cartaya tinha encontrado Duke e ajudaram a tornar este reencontro possível. O momento mais doce neste vídeo foi quando Duke mostrou afeição para Edwards sem hesitação.

Fonte: Histórias com valor

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Poodle idoso sumiu do pátio de casa em Sapucaia do Sul (RS)

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Esse peludinho está desaparecido, desde o dia 17 de julho, da Rua Germano Hauschild, no Bairro Camboim, em Sapucaia do Sul. É um cachorrinho poodle, atende pelo nome de Puff e tem aproximadamente 12 anos.

Puff usava uma bandana preta e branca quando sumiu. Não sabem como o cão sumiu, porque o pátio é gradeado e os portões ficam trancados.

Tem informações sobre o paradeiro desse pequeno?

Entre em contato pelo telefone (51) 9100-5085

Fonte: BICHARADA

 

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Brasileiro cria microssensor para estudar sumiço de abelhas no mundo

 

(Foto: Divulgação/Csiro- Austrália)
(Foto: Divulgação/Csiro- Austrália)

Um brasileiro que vive na Austrália pode ajudar, com sua pesquisa, a responder uma das questões mais intrigantes do mundo científico atual: por qual motivo as abelhas estão sumindo em várias partes do mundo?

Paulo de Souza, físico de formação, é o pesquisador líder da área de microssensores da Organização de Pesquisa Industrial e Científica da Austrália, conhecida pela sigla Csiro. Baseado na Tasmânia, desde setembro passado ele acompanha um experimento com o intuito de determinar o que tem impactado a vida desses insetos.

Souza foi responsável por desenvolver um sensor, com tamanho de 2,5 por 2,5 milímetros e peso de 5 miligramas, que é colocado nas costas dos insetos. Ele funciona como um “crachá de identificação”, pois transmite dados e registra o que acontece com o inseto.

O objetivo do microaparelho é acompanhar passo a passo os movimentos de 5 mil abelhas, examinando a polinização feita por elas e sua produção de mel. Cada um deles custa cerca de R$ 0,63.

Importância

A mortalidade de abelhas ao redor do planeta ameaça ambos os processos. Entre as possíveis causas já listadas estão o uso excessivo de pesticidas, como os neonicotinoides, excesso de parasitas que afetam esses insetos, poluição do ar e da água, além do estresse causado pelo gerenciamento inadequado das colmeias.

Investigar essas e outras hipóteses é importante, porque pode evitar um possível caos ambiental.

O declínio, de acordo com o pesquisador, põe em risco a capacidade global de produção de alimentos.

Para se ter ideia, segundo a Organização das Nações Unidas, os serviços de polinização prestados por esses insetos no mundo – seja no ecossistema ou nos sistemas agrícolas — são avaliados em US$ 54 bilhões por ano. Além disso, 73% das espécies vegetais cultivadas no mundo são polinizadas por alguma espécie de abelha.

Somente na Austrália, local dos testes, cerca de 17% de todo o alimento plantado no país, como as frutas, nascem graças à polinização feita tanto por abelhas domesticadas, quanto por espécies selvagens.

Experimento com pesticidas

Para implantar o sensor nos insetos, os pesquisadores adormecem as abelhas ao colocá-las na geladeira a uma temperatura de 5ºC. Depois, usam uma supercola para fixar o microssensor. De acordo com Souza, o miniequipamento não atrapalha o voo.

Os testes na Tasmânia são feitos com quatro colmeias. Duas vivem no ambiente natural da região, que é considerada uma das menos impactadas pela poluição do ar e da água.

Elas estão a um quilômetro de distância de outras duas colmeias, que recebem constantemente pequenas doses de agrotóxicos neonicotinoides no alimento (que tem origem na molécula de nicotina).

Esses defensivos agrícolas já foram banidos em alguns países por suspeita de intoxicar as abelhas, em um fenômeno chamado de “distúrbio do colapso das colônias”, quando os insetos não retornam às colmeias e morrem após o corpo sofrer um “curto-circuito” possivelmente devido à excessiva exposição a determinados compostos químicos.

De acordo com Souza, os primeiros resultados do teste mostraram que as abelhas com sensores que tiveram contato com os defensivos demoravam mais para voltar à colmeia – ou nem voltavam. “Os neonicotinoides alteraram o comportamento delas”, disse Souza.

A meta do brasileiro, que lidera uma equipe com outros 13 profissionais, é desenvolver um sensor de 1,5 milímetro até o fim deste ano. Em quatro anos, o tamanho atual deve diminuir em 20 vezes, de forma que será implantado na abelha com a ajuda de um spray.

Testes no Brasil

Ainda no segundo semestre deste ano, a investigação atravessa o oceano e troca de continente. As abelhas do Brasil serão o alvo da pesquisa, principalmente as que vivem na Amazônia.

De acordo com Souza, o estudo será feito em parceria com o Instituto Tecnológico Vale, braço da mineradora Vale que é voltado ao desenvolvimento sustentável.

Serão implantados entre 10 mil e 20 mil sensores nos insetos para saber se há algum tipo de impacto negativo que influencie a polinização das abelhas.

Fonte: G1 

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Sumiço de animais domésticos em Campo Grande (MS) pode ser criminoso

Isabel Cristina acha estranho o sumiço do cão, mas não fez B.O. (Foto: Gerson Oliveira/Correio do Estado)
Isabel Cristina acha estranho o sumiço do cão, mas não fez B.O. (Foto: Gerson Oliveira/Correio do Estado)

Considerados verdadeiros membros da família, os animais causam desespero e angústia entre seus familiares quando desaparecem sem deixar vestígios. Há mais de dois meses procurando Ferrugem, um poodle toy de cinco anos de idade, a comerciante Isabel Cristina Matias, 42 anos, ainda sofre com a saudade e o luto pelo animal desaparecido.

Isabel tem indícios que levam a acreditar que o seu cãozinho foi sequestrado. “O Ferrugem sempre ficava na frente da minha loja deitado na calçada. Os vizinhos viram ele sendo atraído por algumas crianças e alguns instantes depois, ele sumiu”, relata, com nó na garganta. Descrente da ajuda policial, Isabel não registrou boletim de ocorrência. “Conheço pessoas que fizeram B.O. e não resolveu em nada”, alega. Junto com sua família, seus quatro filhos e marido, a comerciante divulga fotos de Ferrugem em páginas da internet pedindo informações do paradeiro do cachorro.

De acordo com Priscila Arraes Reino, advogada voluntária da Abrigo dos Bichos, existem diversos casos em que o desaparecimento do animal parece ter sido causado por espécie de sequestro. Ela recomenda que o tutor faça boletim de ocorrência. “A pessoa pode denunciar, fazer um boletim de ocorrência. Mas não será considerado sequestro, mas sim um furto”, diz. “Para a Justiça, o animal é tido como um bem, propriedade, e não uma pessoa. É como se tivessem pegado um carro, uma carteira sua”, explica.

Priscila acredita que a lei deve evoluir nesse sentido. “A gente criou uma relação com o animal e a lei ainda não acompanhou essa evolução do nosso sentimento. A lei ainda está nos tempos em que as pessoas tinham relação de propriedade com o animal”, diz.

Segundo Michel Neves, da comunicação da Polícia Civil de Campo Grande (MS), são raros os casos de registro de boletim de ocorrência informando desaparecimento de animais domésticos. “Não há estatística nesse sentido, até porque são poucos casos registrados”, diz. Neves ressalta que a pessoa deve fazer o B.O. Em outras capitais brasileiras, já são frequentes os sequestros de animais.

As ocorrências servem de alerta para os campo-grandenses. “As pessoas acham que Campo Grande ainda é uma cidade pequena, mas não é mais. Os tutores não podem deixar os animais passearem sozinho, e devem tomar cuidado para eles não pularem o portão. Isso pode acontecer com qualquer um de nós”, alerta Priscila, do Abrigo dos Bichos. “É importante ter a coleira de identificação, até porque na maioria das vezes quem encontra o animal tem boa fé e tenta devolver ao tutor”, ressalta.

Fonte: Correio do Estado

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Após suposto sumiço, presidente russo usa Twitter e diz que gato está seguro

Presidente avisa, pelo Twitter, que o gato Dorofey não fugiu

Na foto, o gatinho Dorofei (Foto: Mikhail Klimentyev/AFP)

O Presidente da Rússia Dmitri Medvedev, que no momento se encontra na Índia, reagiu à publicação de um dos meios de comunicação, que afirmava que o gato do chefe de Estado russo, Dorofey, tinha fugido. Ele escreveu em seu Twitter: “Quanto ao gato, segundo as fontes próximas a Dorofey, não se perdeu.” E o presidente acrescentou: “Agradeço a atenção de todos!”

Um dos jornais mais populares da Rússia, “Sobessednik”, informou nesta quarta-feira, 28, que o xodó de Medvedev tinha escapado da residência presidencial e estava sendo procurado pela polícia. A notícia repercutiu na web em tempo recorde, mas a polícia do bairro de Odintsovo, em Moscou, negou que os seus funcionários estivessem à procura do gato. O jornalista autor da matéria, porém, continuou insistindo que sua notícia era baseada em fatos.

Dmitri Medvedev resolveu criar a sua conta depois da visita à sede da empresa Twitter no Vale do Silício, no Estado da Califórnia, em junho de 2010. A página do chefe de Estado foi a primeira a receber o status de autenticidade do microblog.

Fonte: Diário da Rússia

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Sumiço de centenas de quatis é investigado em ilha de SC

Quati na Ilha do Campeche (Foto: s/c)

A Fundação do Meio Ambiente (Fatma) e a Polícia Ambiental investigam, desde terça-feira, o sumiço de centenas de quatis da Ilha do Campeche, no sul de Florianópolis (SC). Os animais, que passavam de 500, segundo moradores, não são mais vistos na região desde o começo do verão. “Por enquanto, não há vestígios de que foram mortos, mas também não há quatis. Encontramos apenas um filhote numa árvore”, disse o fiscal da Fatma, o geógrafo Carlos Eduardo Soares.

Comerciantes preferem não comentar sobre o destino dos animais, que costumavam roubar sacolas de turistas e pular em mesas de restaurantes para pedir comida. “Jacaré entrou no céu porque tem boca grande”, disse um morador, sugerindo que, se alguém falar, sofre represália. As informações são do jornal Diário Catarinense.

Alguns moradores relataram aos fiscais da Fatma e da Polícia Ambiental, com garantia de anonimato, que parte dos quatis foi envenenada ou degolada por armadilhas, e que os demais foram transportados com vida até a praia vizinha de Lagoinha do Leste. Os dois órgãos decidem a partir de hoje o que será feito.

Se houver suspeita de crime, o Ministério Público Estadual é informado e pode abrir processo criminal contra o autor, que poderá pegar entre seis meses e um ano de cadeia e pagar uma multa de R$ 500 por animal morto. Os quatis não são nativos da Ilha do Campeche. Eles foram levados para lá há cerca de três décadas e se reproduziram descontroladamente.

Com informações do Terra

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Clínica veterinária é condenada por sumiço de cão no RS

A Saúde Animal Clínica Veterinária terá de indenizar dano moral e material pela perda temporária do cão de uma cliente. Somadas, as indenizações totalizam cerca de R$ 3,5 mil, corrigidos monetariamente. A decisão, unânime, é da 9ª Câmara Cível e reformou a sentença proferida em 1ª Instância.

Em meados de outubro de 2008, a autora deixou seu animal aos cuidados da clínica no final de semana. O cão pernoitou na veterinária no dia 17 e, na noite do dia 18, desapareceu, conforme relato dos responsáveis pelo estabelecimento. Na manhã seguinte, o animal veio a ser localizado em prédio próximo à clínica.

Insatisfeita com sentença que julgou improcedentes os pedidos formulados em 1ª Instância, a autora apelou ao Tribunal alegando a incidência da responsabilidade objetiva, nos termos do Código de Defesa do Consumidor. Destacou que a própria empresa reconheceu a deficiência na segurança do estabelecimento, pois após o ocorrido trocou a tela que foi cortada e, depois, extinguiu o serviço de dormitório de animais, o que demonstra sua negligência no tocante à segurança.

Além disso, acrescentou que nenhuma das chamadas para o serviço de plantão da clínica foi atendida; que em função do ocorrido teve de interromper sua estada em Gramado e retornar a Porto Alegre (RS) após a comunicação do sumiço do animal; E depois do retorno, não conseguiu contato com a proprietária da empresa. Defendeu a caracterização de danos morais em razão do desmaio em repartição policial, seguido de atendimento médico, bem como o fato de que nunca mais passeou sem levar o animal consigo.

Quanto aos danos materiais suportados, citou valores gastos na reserva do hotel, no tratamento para livrar o animal de carrapatos, na dedetização dos tapetes de sua casa e do automóvel, na aquisição de uma série de itens utilizados pelo cão (coleira, comedouro, ração, spray, caminha, brinquedo e bebedouro) e para a contratação de advogado.

Em contra-razões, a clínica, por sua vez, defendeu que a autora reconheceu a ocorrência de furto no local, o que exclui o nexo causal, embora o estabelecimento dispusesse de segurança suficiente e tenham colaborado nas buscas pelo animal. Aduziu não haver comprovação dos alegados danos materiais, tampouco do nexo causal entre o narrado ilícito e aqueles danos. Por fim, discorreu sobre a ausência de danos morais, tendo em vista que o animal ficou perdido por pouco tempo, tratando-se de mero transtorno ou aborrecimento.

Apelação

No entendimento da relatora do acórdão, desembargadora Iris Helena Medeiros Nogueira, a relação mantida entre as partes está sujeita ao Código de Defesa do Consumidor uma vez caracterizadas as figuras do consumidor e do fornecedor. Além disso, a causa de pedir circunscreve-se a alegado vício do produto.

É incontroverso nos autos que a autora deixou seu animal aos cuidados da ré, que em exercício viciado do dever de guarda permitiu que o cão alcançasse o ambiente externo da Clínica, diz o voto. Nitidamente, houve violação do dever de guarda, prestação razoavelmente esperada por parte da consumidora, acrescenta. A ré faltou com o dever de segurança razoavelmente esperado para as empresas da espécie, destinadas ao abrigamento e dormitório de animais.

No que tange aos danos materiais, a desembargadora relatora lembrou que essa indenização demanda prova contundente, diversamente do que ocorre em relação aos danos morais, cujo caráter é presumível. Dessa forma, não procedem os pedidos referentes ao gastos com contratação de advogado, ressarcimento de diária de hotel, despesas em função dos carrapatos instalados no animal e aquisição de medicamentos.

Cabe razão quanto à quantia gasta na aquisição de novos acessórios para o cão, com base em comprovação em nota fiscal, sendo que a ré não impugnou os R$ 524,50 expostos. O dano moral foi arbitrado em R$ 3 mil. Ambos valores serão corrigidos monetariamente.

Fonte: Bonde

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